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Q786767 Direito Administrativo
Segundo dispõe a Lei nº 8.112/90, ao servidor é assegurado o direito de peticionar (requerer) aos Poderes Públicos, em defesa de direito ou interesse legítimo. Nos termos dessa lei, o requerimento deverá ser despachado no prazo de
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Q786766 Direito Administrativo

Considerando o que expressamente dispõe o regime jurídico dos servidores públicos civis da União (Lei nº 8.112/90), analise as afirmativas a seguir. 

I O auxílio-reclusão e a licença por motivo de doença em pessoa da família são benefícios previstos no plano de seguridade social do servidor.

II Ressalvado o direito de opção, é vedada a percepção cumulativa de pensão deixada por mais de um cônjuge ou companheiro ou companheira e de mais de duas pensões.

III Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, o servidor não poderá ser privado de quaisquer dos seus direitos, sofrer discriminação em sua vida funcional, nem eximir-se do cumprimento de seus deveres.

IV Um servidor acometido por esclerose múltipla, devidamente constatada por perícia oficial, será aposentado por invalidez permanente, com proventos proporcionais. 

Das afirmativas, estão corretas  

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Q786765 Direito Administrativo
De acordo com as normas do regime jurídico dos servidores públicos civis da União (Lei nº 8.112/90), o servidor acidentado em serviço fará jus a licença por acidente em serviço. Nos termos dessa lei, a prova do acidente será feita no prazo de
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Q786764 Direito Administrativo
À luz das disposições expressas na Lei nº 8.112/90, expirado o período de licença para tratamento de saúde – que não pode exceder a 24 meses – e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado, o servidor será
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Q786763 Direito Administrativo
Uma pessoa ocupante de cargo em comissão que não seja, simultaneamente, ocupante de cargo ou emprego efetivo na administração pública federal direta, autárquica e fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade Social previstos na Lei nº 8.112/90, com exceção da
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Q786762 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

O acento gráfico presente em “héteros”, “gênero” e “têm” sinaliza,
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Q786761 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

Considere o período: 

Além da Constituição e das leis, (1ª) que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, (2ª) é indispensável pregar e exercitar a tolerância, (3ª) para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. 

Em relação às vírgulas presentes no período, é correto afirmar:

Alternativas
Q786760 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

Considere o período:

Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções (1), e essas devem ser respeitadas (2), se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência (3).

Os trechos em destaque encadeiam-se do seguinte modo: 

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Q786759 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

Considere o período:

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. 

A forma verbal em destaque mantém-se no singular porque concorda com

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Q786758 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

Considere o período: 

Se (1º) a população brasileira abriga segmentos que (2º) pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que (3º) essa multiplicidade cultural (4º) não gere conflitos nem comportamentos agressivos. 

Os elementos linguísticos destacados estabelecem as seguintes relações coesivas: 

Alternativas
Q786757 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

Considere o trecho:

Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

A palavra destacada apresenta-se em sentido 

Alternativas
Q786756 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

A perspectiva assumida em relação ao tema manifesta-se de modo
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Q786755 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

Em relação ao texto, o título
Alternativas
Q786754 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

O texto apresenta-se como
Alternativas
Q786753 Português

                                   RESPEITO À DIVERSIDADE

A polêmica em torno do comercial do Boticário para o Dia dos Namorados, o debate a respeito da chegada de refugiados haitianos e africanos ao Brasil e as manifestações religiosas de católicos e evangélicos no dia de Corpus Christi são alguns fatos recentes que evidenciam a urgência de um exercício da diversidade no país. Se a população brasileira abriga segmentos que pensam diferente a respeito de religião, tradição, costumes, política e organização familiar, precisa encontrar caminhos para que essa multiplicidade cultural não gere conflitos nem comportamentos agressivos. Fatos recentes, especialmente os relacionados com as reações preconceituosas à acolhida aos haitianos, demonstram que ainda temos um longo caminho a percorrer.

No caso da propaganda dirigida ao 12 de junho, a intenção de exaltar o romantismo, considerando que todos os casais, héteros ou homoafetivos, têm esse direito, acabou por desencadear ataques à marca e à diversidade de gênero. A liberdade de manifestação foi contagiada por alguns exageros. Qualquer pessoa tem o direito de defender suas convicções, e essas devem ser respeitadas, se forem expressas no limite das leis e das regras de convivência. Ressalte-se também que nenhuma sociedade será homogênea a ponto de fazer com que todos pensem da mesma forma sobre os mais variados assuntos, especialmente na área dos costumes.

Ao contrário, é a diversidade de comportamentos e de pontos de vista que dá sentido a uma comunidade em que prevaleça o respeito à democracia. Tanto que ninguém deve ser submetido a constrangimentos por, supostamente, ser considerado conservador ou retrógrado em relação a inovações ou mudanças nas formas de relacionamento. O respeito, no entanto, somente será completo se for marcado pelo sentimento de reciprocidade. Diferentes, sob quaisquer aspectos, não podem ser discriminados pelo que pensam ou fazem. É mais do que uma imposição legal – é uma norma pétrea da convivência em sociedades civilizadas.

Além da Constituição e das leis, que regem a igualdade e os direitos individuais e coletivos, é indispensável pregar e exercitar a tolerância, para que todos possamos viver em paz com nossas crenças e nossas visões de mundo. Essa é uma missão educadora das comunidades, das famílias, das escolas e das instituições.

Disponível em:<http://wp.clicrbs.com.br> . Acesso em: 13 jul. 2016. [Adaptado] 

No texto, prioritariamente,
Alternativas
Q762270 Banco de Dados
considerar para sua resposta o banco de dados gerado pelos seguintes trechos de um script em SQL.

CREATE TABLE regioes (
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 nomeRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 estadoRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinicolas (
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinicola CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 foneVincola INT UNSIGNED NOT NULL,
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (vinicolaID),
 FOREIGN KEY (regiaoID) REFERENCES regioes (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinhos (
 vinhoID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinho CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 tipoVinho VARCHAR(6) NOT NULL DEFAULT '',
 precoVinho DECIMAL(7,2) NOT NULL DEFAULT 99999.99,
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL,
 PRIMARY KEY (vinhoID),
 FOREIGN KEY (vinicolaID) REFERENCES vinicolas (vinicolaID)
)
INSERT INTO vinhos VALUES
 (10,'V1','tinto',100.00,1),
 (20,'V2','branco',200.00,1),
 (30,'V3','rose',300.00,1),
 (40,'V4','rose',350.00,2),
 (50,'V5','branco',250.00,2),
 (60,'V6','tinto',150.00,2),
 (70,'V7','tinto',397.00,3),
 (80,'V8','branco',333.00,3);
INSERT INTO vinicolas VALUES
 (1,'A1',1234,'R1'),
 (2,'A2',5234,'R1'),
 (3,'A3',6234,'R2'),
 (4,'A4',7234,'R2'),
 (5,'A5',8234,'R3');
INSERT INTO regioes VALUES
 ('R1','Vale S. Francico','Pernambuco'),
 ('R2','Zona da Mata','Pernambuco'),
 ('R3','Garibaldi', 'Rio Grande do Sul'),
 ('R4','Gramado','Rio Grande do Sul');

Assinale a alternativa que contém o resultado do comando SQL.


SELECT

tipoVinho AS `Tipo`,

MAX(precoVinho) `Max`,

MIN(precoVinho) `Min`,

CAST(AVG(precoVinho) AS DECIMAL(5,1)) AS `Média`

FROM vinhos

GROUP BY tipoVinho

WITH ROLLUP;

Alternativas
Q762269 Banco de Dados
considerar para sua resposta o banco de dados gerado pelos seguintes trechos de um script em SQL.

CREATE TABLE regioes (
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 nomeRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 estadoRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinicolas (
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinicola CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 foneVincola INT UNSIGNED NOT NULL,
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (vinicolaID),
 FOREIGN KEY (regiaoID) REFERENCES regioes (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinhos (
 vinhoID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinho CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 tipoVinho VARCHAR(6) NOT NULL DEFAULT '',
 precoVinho DECIMAL(7,2) NOT NULL DEFAULT 99999.99,
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL,
 PRIMARY KEY (vinhoID),
 FOREIGN KEY (vinicolaID) REFERENCES vinicolas (vinicolaID)
)
INSERT INTO vinhos VALUES
 (10,'V1','tinto',100.00,1),
 (20,'V2','branco',200.00,1),
 (30,'V3','rose',300.00,1),
 (40,'V4','rose',350.00,2),
 (50,'V5','branco',250.00,2),
 (60,'V6','tinto',150.00,2),
 (70,'V7','tinto',397.00,3),
 (80,'V8','branco',333.00,3);
INSERT INTO vinicolas VALUES
 (1,'A1',1234,'R1'),
 (2,'A2',5234,'R1'),
 (3,'A3',6234,'R2'),
 (4,'A4',7234,'R2'),
 (5,'A5',8234,'R3');
INSERT INTO regioes VALUES
 ('R1','Vale S. Francico','Pernambuco'),
 ('R2','Zona da Mata','Pernambuco'),
 ('R3','Garibaldi', 'Rio Grande do Sul'),
 ('R4','Gramado','Rio Grande do Sul');
Suponha que se deseje saber o tipo, a quantidade e o valor médio dos vinhos em estoque que tenham de três a mais unidades. No nosso banco de dados obteríamos a seguinte tabela: +---------------+------------+--------+ | Tipo do Vinho | Quantidade | Média | +---------------+------------+--------+ | branco | 3 | 261.0 | | tinto | 3 | 215.7 | +---------------+------------+--------+
Assinale a sequência de comandos que retorna esta tabela.
Alternativas
Q762268 Banco de Dados
considerar para sua resposta o banco de dados gerado pelos seguintes trechos de um script em SQL.

CREATE TABLE regioes (
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 nomeRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 estadoRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinicolas (
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinicola CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 foneVincola INT UNSIGNED NOT NULL,
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (vinicolaID),
 FOREIGN KEY (regiaoID) REFERENCES regioes (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinhos (
 vinhoID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinho CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 tipoVinho VARCHAR(6) NOT NULL DEFAULT '',
 precoVinho DECIMAL(7,2) NOT NULL DEFAULT 99999.99,
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL,
 PRIMARY KEY (vinhoID),
 FOREIGN KEY (vinicolaID) REFERENCES vinicolas (vinicolaID)
)
INSERT INTO vinhos VALUES
 (10,'V1','tinto',100.00,1),
 (20,'V2','branco',200.00,1),
 (30,'V3','rose',300.00,1),
 (40,'V4','rose',350.00,2),
 (50,'V5','branco',250.00,2),
 (60,'V6','tinto',150.00,2),
 (70,'V7','tinto',397.00,3),
 (80,'V8','branco',333.00,3);
INSERT INTO vinicolas VALUES
 (1,'A1',1234,'R1'),
 (2,'A2',5234,'R1'),
 (3,'A3',6234,'R2'),
 (4,'A4',7234,'R2'),
 (5,'A5',8234,'R3');
INSERT INTO regioes VALUES
 ('R1','Vale S. Francico','Pernambuco'),
 ('R2','Zona da Mata','Pernambuco'),
 ('R3','Garibaldi', 'Rio Grande do Sul'),
 ('R4','Gramado','Rio Grande do Sul');

Assinale a alternativa que contém o resultado do comando SQL.

SELECT

nomeVinho, tipoVinho, precoVinho

FROM vinhos ORDER BY precoVinho LIMIT 2, 1;

Alternativas
Q762267 Banco de Dados
considerar para sua resposta o banco de dados gerado pelos seguintes trechos de um script em SQL.

CREATE TABLE regioes (
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 nomeRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 estadoRegiao VARCHAR(30) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinicolas (
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinicola CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 foneVincola INT UNSIGNED NOT NULL,
 regiaoID CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 PRIMARY KEY (vinicolaID),
 FOREIGN KEY (regiaoID) REFERENCES regioes (regiaoID)
);
CREATE TABLE vinhos (
 vinhoID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
 nomeVinho CHAR(2) NOT NULL DEFAULT '',
 tipoVinho VARCHAR(6) NOT NULL DEFAULT '',
 precoVinho DECIMAL(7,2) NOT NULL DEFAULT 99999.99,
 vinicolaID INT UNSIGNED NOT NULL,
 PRIMARY KEY (vinhoID),
 FOREIGN KEY (vinicolaID) REFERENCES vinicolas (vinicolaID)
)
INSERT INTO vinhos VALUES
 (10,'V1','tinto',100.00,1),
 (20,'V2','branco',200.00,1),
 (30,'V3','rose',300.00,1),
 (40,'V4','rose',350.00,2),
 (50,'V5','branco',250.00,2),
 (60,'V6','tinto',150.00,2),
 (70,'V7','tinto',397.00,3),
 (80,'V8','branco',333.00,3);
INSERT INTO vinicolas VALUES
 (1,'A1',1234,'R1'),
 (2,'A2',5234,'R1'),
 (3,'A3',6234,'R2'),
 (4,'A4',7234,'R2'),
 (5,'A5',8234,'R3');
INSERT INTO regioes VALUES
 ('R1','Vale S. Francico','Pernambuco'),
 ('R2','Zona da Mata','Pernambuco'),
 ('R3','Garibaldi', 'Rio Grande do Sul'),
 ('R4','Gramado','Rio Grande do Sul');

Com base na tabela abaixo, assinale a alternativa que contém os comandos SQL que gera a referida tabela.

+---------------+-----------+-------------+

| Tipo do Vinho | Mais caro | Preco Medio |

+---------------+-----------+-------------+

| branco | 333.00 | 261.000000 |

| rose | 350.00 | 325.000000 |

| tinto | 397.00 | 215.666667 |

+---------------+-----------+-------------+

Alternativas
Q762266 Banco de Dados
Na linguagem SQL, não existe a operação de divisão relacional da álgebra relacional. Analise as tentativas de se implementar a divisão relacional, usando outros recursos da SQL e atribua V para as tentativas que funcionam e F para as que não funcionarem – seja por estarem logicamente erradas, seja por causarem erros de compilação ou execução. ( ) select Y from R where X in ( select X from S ) group by Y having count(*) = ( select count(*) from S );
( ) select distinct a.Y from R as a where not exists ( select * from S as b where not exists (
select * from R as c where (c.Y=a.Y) and (c.X=b.X) ) );
( ) select P.Y from R as P, S as T where P.X = T.X group by P.Y having count(P.Y) = (select count(X) from S); A sequência das atribuições, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
3861: C
3862: C
3863: D
3864: B
3865: A
3866: C
3867: B
3868: A
3869: B
3870: C
3871: D
3872: C
3873: D
3874: A
3875: D
3876: A
3877: D
3878: C
3879: E
3880: E