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Embora propicie a eliminação de operações de fabricação, como furações e acabamentos, e simplifique procedimentos de montagem, a colagem não contribui para a redução geral dos custos de fabricação pois é um processo comparativamente mais caro que os métodos convencionais de junção.
Em razão de o processo de cura ser relativamente lento, o método de junção por colagem não produz tensões residuais semelhantes à produzida por outros métodos convencionais, como a soldagem e a rebitagem.
Sob cargas estáticas permanentes, os adesivos termoplásticos tendem a sofrer processo de fluência.
Adesivos termoestáveis tendem a apresentar alta resistência à delaminação.
Em relação aos outros métodos, a colagem propicia melhor integridade estrutural devido à ausência de furos, melhor regularidade superficial devido à ausência de material saliente nas superfícies (cabeças de parafusos, rebites etc.) e menor peso da peça acabada.
Embora a colagem seja conveniente na junção de chapas finas, ela só pode ser feita com sucesso em chapas confeccionadas com o mesmo tipo de material.
Em qualquer uma das configurações apresentadas, só haverá deslocamento relativo entre os membros 1 e 2 da junção (separação) quando a força externa P exceder o valor da pré-carga Fi aplicada ao parafuso.
Com a aplicação da força externa P, a força total sobre o parafuso varia de forma idêntica nas duas configurações.
Em qualquer uma das configurações, Fi = Fa.
O parafuso usado na junção tem diâmetro nominal de 10 mm e rosca métrica com passo igual a 1,25 mm.
Com os materiais A e B, a resistência da placa resultante é maior que a da chapa a partir da qual ela foi fabricada.
O uso do material A minimizará a quantidade de retorno elástico no descarregamento devido ao efeito de mola.
Considerando uma velocidade de estampagem constante, o uso do material A minimizará o trabalho de deformação e, portanto, a potência de máquina requerida para realizar o processo
O material C é inadequado para a finalidade pretendida.
No fresamento tangencial concordante, o sentido do movimento de avanço é o mesmo do movimento rotatório da fresa e o ângulo da direção de avanço inicia o corte em seu valor máximo, decrescendo até zero.
No fresamento, os ângulos das direções efetiva e de avanço, que, no torneamento, são constantes, variam continuamente.
Para o fresamento tangencial, é necessário usar fresas de topo.
No processo IV, está sendo feito o alargamento cilíndrico de acabamento de um furo.
Os processos II e III são dois exemplos de aplainamento.
O processo I é um torneamento cilíndrico interno.