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Para tecnologista júnior
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O teste Papanicolau convencional constitui a principal estratégia utilizada em programas de rastreamento voltados ao controle do câncer do colo do útero, mas, devido ao seu alto custo, há dificuldade de implementação do programa de prevenção nas regiões mais pobres do país.
No Brasil, a vacina quadrivalente contra HPV 6, 11, 16 e 18, desenvolvida para a prevenção de infecção pelos tipos virais mais comuns nas verrugas genitais (HPV 6 e 11) e no câncer do colo do útero (HPV 16 e 18), é indicada para a faixa etária de 9 a 26 anos; e a vacina bivalente contra HPV dos tipos 16 e 18, associados ao câncer do colo do útero, é indicada para faixa etária de 10 a 19 anos de idade.
É estimado que uma redução de cerca de 20% da mortalidade por esse câncer pode ser alcançada por meio do rastreamento de mulheres na faixa etária de 25 a 65 anos com o teste de Papanicolaou e tratamento das lesões precursoras com alto potencial de malignidade ou carcinoma in situ.
O HPV é condição necessária e único fator de risco para o desenvolvimento, manutenção e progressão das lesões intraepiteliais.
Sua incidência é elevada tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento, sendo o segundo tipo mais frequente de câncer em mulheres no Brasil..
Um estudo que, por exemplo, correlacione a dieta e a atividade física com o câncer de cólon e reto entre chineses que migraram para os Estados Unidos da América e chineses moradores de Shangai é considerado classicamente um estudo de coorte.
A maioria dos estudos de coorte tem como objetivo primário a comparação da incidência do desfecho entre indivíduos expostos (IE) e não expostos (I0), o que é feito a partir do cálculo de medidas de associação baseadas em diferenças de incidências (IE - I0) ou em razão de incidências (IE ÷ I0).
Todos os estudos de coorte fazem análises retrospectivas dos casos estudados e dos fatores de risco.
Uma característica dos estudos de coorte é que os participantes são randomizados pelos fatores de exposição (exemplo:sujeito exposto e não exposto).
Esses estudos contribuem para se entender como o tabaco, a radiação ionizante e outros fatores ambientais ou ocupacionais podem aumentar o risco de câncer.
Segundo dados do INCA, as regiões Norte e Nordeste do Brasil apresentam as mais altas taxas de incidência de câncer de pulmão.
Ao final do século XX, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitável.
Não há evidências na literatura de que pessoas com história familiar de câncer de pulmão apresentem risco aumentado para o aparecimento da doença.
A sobrevida média cumulativa total em cinco anos varia entre 50% e 60% em países desenvolvidos, e 20% nos países em desenvolvimento.
Esse tipo de câncer é geralmente detectado em estágios iniciais, uma vez que a sintomatologia nos estágios iniciais da doença é comum.
O câncer de pulmão é o tipo mais comum de câncer no mundo, e o que mais conduz ao óbito.
Importantes fatores de risco para o câncer de pulmão são: exposição ao asbesto, ao gás radioativo radônio e à poluição do ar, assim como infecções pulmonares de repetição e a deficiência ou o excesso de vitamina A.
Comparados aos não fumantes, os tabagistas têm cerca de cinco vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão.
Estima-se que 80% a 90% da incidência de câncer de pulmão seja atribuída ao fumo.
Os estudos analíticos são mais apropriados para testar hipóteses, por exemplo, medindo a associação entre a exposição de um individuo a um fator de risco e a doença subsequente.