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Q2882894 Geografia

O mapa a seguir é uma representação integral de que área brasileira amplamente conhecida?

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Q2882890 Atualidades

Texto II para responder às questões de 32 a 34.

O governo federal começou, nesta segunda-feira, a segunda etapa de medidas para regularizar a imigração de haitianos para o Brasil. A Resolução Normativa 102/2013 do Conselho Nacional de Imigração, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, revoga o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti.

(Agência Brasil – publicado no dia 29/04/2013, às 14h57.)

O estado brasileiro que se transformou na porta de entrada para a grande maioria dos imigrantes ilegais haitianos, no Brasil, é o(a)

Alternativas
Q2882880 Atualidades

Texto II para responder às questões de 32 a 34.

O governo federal começou, nesta segunda-feira, a segunda etapa de medidas para regularizar a imigração de haitianos para o Brasil. A Resolução Normativa 102/2013 do Conselho Nacional de Imigração, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, revoga o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti.

(Agência Brasil – publicado no dia 29/04/2013, às 14h57.)

Em janeiro de 2012, o Conselho Nacional de Imigração, ligado ao Ministério do Trabalho, aprovou a concessão de vistos especiais de trabalho aos haitianos que desejam vir para o Brasil, mas passou a restringir a um pequeno quantitativo mensal. Qual era o tratamento dado aos milhares de haitianos que chegavam ilegalmente ao Brasil?

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Q2882845 Noções de Informática

Ana Carolina trabalha em uma empresa de venda de produtos importados e é responsável por manter o cadastro de clientes, com seus respectivos telefones, sempre atualizado. Este cadastro se encontra em uma planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2003 (configuração padrão), conforme disposto abaixo.

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Ana Carolina, observando o crescimento contínuo deste cadastro, verificou a necessidade de ordenar alfabeticamente por nome para facilitar a leitura e a localização dos dados. O menu que disponibiliza a opção para realizar este procedimento no aplicativo é

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Q2882843 Administração Geral

Acerca do papel da administração no desempenho empresarial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O foco atual do administrador é a inovação, considerando a mudança constante como a principal marca do mundo globalizado.

( ) É necessário desenvolver um senso de percepção e tentar conhecer e compreender os mecanismos de mudança para assumir uma atitude pró-ativa, ao invés de deixar os problemas organizacionais acontecerem para buscar a solução.

( ) A prática administrativa no mercado é de fundamental importância, visto que ele agrega conhecimentos que garantem a otimização e a sobrevivência das empresas com sucesso no mundo competitivo.

A sequência está correta em

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Q2882840 Atendimento ao Público

O auxiliar de teleatendimento deve, EXCETO:

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Q2882839 Atendimento ao Público

Sobre atendimento ao telefone, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Interromper o cliente é inadmissível, porém, se for necessário, peça-lhe desculpas antes e, caso seja interrompido, ouça o que a pessoa diz e depois continue de onde você parou.

( ) Evite discutir verbalmente, mesmo que o cliente seja agressivo.

( ) A melhor forma de desarmar um cliente exaltado é não perder o controle, falando baixo e com segurança.

A sequência está correta em

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Q2882837 Atendimento ao Público

Ao trabalhar em contato com público, pessoalmente ou por telefone, lida-se, ocasionalmente, com reclamações. Diante do exposto, o auxiliar de teleatendimento deve

I. escutar e ajudar o reclamante a expressar a queixa com clareza, para que saiba exatamente o que está sendo pedido ou exigido.

II. encarar a reclamação como uma oportunidade de criar boa vontade e manter a imagem da empresa.

III. ouvir a reclamação, concordando com o reclamante, mesmo que não esteja a seu alcance a resolução do problema.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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Q2882826 Matemática

Na figura a seguir ABCD é um quadrado, ABC e FGH são triângulos retângulos semelhantes, cujas hipotenusas medem, respectivamente, z e x.

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O valor da hipotenusa x do menor triângulo é

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Q2882823 Matemática

A tabela a seguir apresenta a quantidade de certos produtos no estoque de uma loja, no começo e no fim de um determinado mês.

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Sabe-se que o número do produto 3, no estoque no final deste mês, é 18. Logo, a soma do número dos produtos 1, 2 e 3 que saíram do estoque durante este mês foi

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Q2882821 Português

Texto II para responder às questões 09 e 10.

(Disponível em: http://miriamsalles.info/wp/wp-content/uploads/129_2950-alt-amarildo2.jpg. Acesso em: 22/04/2013.)

Assinale a alternativa em que os vocábulos pertençam, respectivamente, às classes de palavras: pronome, verbo, substantivo.

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Q2882820 Português

Texto II para responder às questões 09 e 10.

(Disponível em: http://miriamsalles.info/wp/wp-content/uploads/129_2950-alt-amarildo2.jpg. Acesso em: 22/04/2013.)

Indique a alternativa que apresenta as palavras corretamente separadas silabicamente.

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Q2882819 Português

Analise a figura abaixo.


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(Disponível em: http://www.defensoriapublica.mt.gov.br/portal/media/k2/items/cache/907fc55f05f0809da6943756073cdaa7_XL.jpg. Acesso em: 22/04/2013.)


Sob o ponto de vista semântico, a expressão “meter a colher” significa

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Q2882818 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

No que se refere à entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, é correto afirmar que

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Q2882816 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

No período “Os Doutores da Alegria despertam o desejo pela vida através do humor e riso, entretanto eles não conseguem melhorar o caos da saúde no Brasil.”, a oração sublinhada é classificada como oração coordenada sindética

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Q2882815 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Assinale a afirmativa correta quanto à regência verbal.

Alternativas
Q2882814 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Indique a alternativa cuja sequência de vocábulos apresenta, respectivamente: ditongo, hiato, ditongo.

Alternativas
Q2882813 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

O sujeito da oração “O papel dos palhaços da saúde ao melhorar o estado psíquico de crianças doentes, principalmente das que sofrem de enfermidades graves e crônicas, é incomensurável.” (14º§) é

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Q2882811 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Na passagem “Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado.” (3º§), o termo conectivo sublinhado se refere a

Alternativas
Q2881687 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

A ideia principal do texto é

Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: D
4: D
5: A
6: E
7: E
8: A
9: B
10: C
11: E
12: D
13: C
14: A
15: E
16: D
17: E
18: B
19: E
20: E