Questões de Concurso
Para técnico em telecomunicações
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Texto 1
O anúncio
São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].
Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.
Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.
De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.
Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.
Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio.
CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26.
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Texto 1
O anúncio
São Paulo amanheceu com centenas de outdoors estampando uma mensagem desesperada. As pessoas passavam, liam e comentavam umas com as outras. Uns achavam engraçado, riam, meneavam a cabeça e seguiam. Nos pontos de ônibus, enquanto aguardavam a condução, apontavam para o painel, esticando o braço. A ninguém que lesse passava despercebido e as mulheres, especialmente as mais românticas, as que ainda sonham com o príncipe, não continham, ainda que disfarçadamente, um suspiro de inveja, desejando ser o motivo daquele texto. De dentro do carro, os casais, ao lerem, não resistiam em comentar e apontar o cartaz ao parceiro. As brincadeiras tentando imaginar o que se passava eram inevitáveis [...].
Simultaneamente, as duas rádios paulistanas de maior audiência, com ouvintes absolutamente distintos, uma bastante popular e a outra elitizada, começaram a divulgar várias vezes por dia uma chamada com o mesmo texto dos painéis.
Em uma semana, não havia segmento da sociedade paulistana que não tivesse ao menos comentado o anúncio. Virou bordão a frase: “Onde está você, Melanie? Sem ti ensande- ço!” Ninguém sabia se era anúncio de alguma campanha publicitária ou um apaixonado e desesperado apelo de amor.
De tanto aparecer na mídia, chamou a atenção de um programa sensacionalista de televisão que investigando o contrato chegou ao anunciante. Recusou-se a dar qualquer explica- ção sobre o assunto e ameaçou processar os veículos que forneceram os dados do contrato. Mesmo assim, não pode evitar as chacotas envolvendo sua mensagem. Apesar do ridículo da exposição, a publicidade servira a seu intento.
Melanie, seu nick, já deletado do site, era tudo o que sabia dela. Nenhuma outra referência para um contato, entretanto, mantivera o seu, na esperança de que ela pudesse localizá- lo. Além disso, ela tinha o número do celular. Não conseguia admitir que ela não quisesse mais vê-lo. Apostava nos anúncios suas últimas esperanças de encontrá-la.
Seu tempo de mídia esgotou-se e ela não veio.
CASTRO, Cláudio de. O que ela é capaz de fazer. Goiânia: Kelps, 2008. p. 25-26.
Coluna 1
1. Comutação por circuitos.
2. Comutação por pacotes.
Coluna 2
( ) Os dados seguem sempre o mesmo caminho.
( ) Não há perigo de congestionamento.
( ) Não é preciso estabelecer um caminho dedicado para a comunicação.
( ) Faz a reserva de largura de banda.
( ) Os dados estão sujeitos a atrasos de enfileiramento e congestionamento.
( ) Tolerância a falhas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Em altas frequências, as ondas de rádio atravessam melhor os obstáculos do que em baixa frequência.
( ) A potência do sinal cai abruptamente à medida que a distância da origem aumenta.
( ) A perda de potência do sinal é chamada de perda no caminho.
( ) Ondas de rádio estão sujeitas a interferências de motores e de outros equipamentos elétricos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

I. Diretividade de uma antena é a relação entre o campo irradiado pela antena na direção de máxima irradiação e o campo que seria gerado por uma antena isotrópica que recebesse a mesma potência. II. A diretividade de uma antena define sua capacidade de concentrar a energia irradiada numa determinada direção. III. O comprimento de onda de uma antena projetada para um sinal de 100 MHz vale um metro.
e B =
, então o valor do determinante da matriz C = A + B é igual a: Os modems (modulador/demodulador) são usados em pares, estando o par conectado por um circuito de comunicação. O modulador em um modem se conecta ao demodulador no outro, permitindo que sejam enviados dados em ambas as direções.
Dois ou mais sinais que usam frequências de portadoras diferentes podem ser transmitidos em um único meio simultaneamente, sem interferência.
Os cabos coaxiais possuem maior blindagem que os pares trançados e podem ser utilizados em longas distâncias e altas velocidades. Os mais utilizados são de 50 Ohms e de 75 Ohms, para transmissão digital e analógica, respectivamente.
Embora as redes ADSL ofereçam altas taxas de transmissão, não é possível utilizar nelas a mesma infraestrutura de uma rede de telefonia que possua cabeamento com par trançado.