Questões de Concurso
Para engenharia ambiental
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A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.
Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.
As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.
Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.
A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.
(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)
A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.
Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.
As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.
Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.
A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.
(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)
I - A locação da obra é realizada pelos eixos ou faces de paredes ou elementos construtivos, utilizando cortes na madeira e pregos.
II - A fiscalização não precisa se preocupar com a capacitação técnica da equipe de topografia contratada, pois essa responsabilidade cabe ao contratante.
III - Os quadros que envolvem o perímetro da obra devem ter tábuas niveladas e fixadas adequadamente para resistir à tensão dos fios de locação.
IV - Em projetos arquitetônicos e estruturais complexos, é recomendável o uso de teodolitos acoplados a distanciômetros eletrônicos ou estações totais para a locação.
É incorreto o que se afirma em:
Considere que a tarifa de energia da rede pública permanece constante ao longo do ano. Se essa residência gerar um excedente de energia solar em um mês, essa energia é injetada na rede elétrica e creditada na conta do consumidor para uso futuro.
Assim, qual é o valor total a ser pago pela energia elétrica da rede pública, considerando o excedente de energia solar gerado em um mês em que a geração solar foi maior que o consumo?
Dentre os diversos tipos de defeitos na madeira, como é denominado a separação entre os anéis anuais, provocada por tensões internas devidas ao crescimento lateral da árvore, ou por ações externas, como flexão devida ao vento?
I - Vigas: elementos lineares em que a flexão não é preponderante.
II - Pilares: elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical, em que as forças normais de compressão são preponderantes.
III - Tirantes: elementos lineares de eixo reto em que as forças normais de tração não são preponderantes.
IV - Arcos: elementos lineares curvos em que as forças normais de compressão são preponderantes.
É incorreto o que se afirma em:
I - As cargas ambientais são devidas ao peso do próprio sistema estrutural e qualquer outro material permanentemente anexado a elas.
II - Cargas acidentais são cargas móveis ou em movimento em razão da utilização da estrutura.
III - Cargas permanentes são causadas por efeitos ambientais, tais como vento, neve e terremotos.
IV - Um engenheiro estrutural não precisa considerar a possibilidade de cargas atuarem simultaneamente na estrutura, pois isso raramente ocorre.
V - As normas de construção geralmente especificam as cargas mínimas de projeto e as combinações de cargas para as quais as estruturas devem ser projetadas.
É correto o que se afirma em:
( ) A presença de água nas cavas de fundação pode facilitar o trabalho de escavação e não modifica o equilíbrio das terras.
( ) A presença de água não afeta a estabilidade do fundo da escavação ou os taludes.
( ) Quando os lençóis aquíferos são artesianos, a água não se eleva acima do nível do terreno.
( ) A variação de nível em um aquífero livre corresponde a variações de pressão na água.
( ) Aquíferos suspensos são aqueles nos quais a massa d'água é suportada por uma camada permeável situada abaixo do nível freático da zona.
I - O planejamento estratégico envolve o curto prazo, enquanto o planejamento operacional lida com o longo prazo.
II - O planejamento estratégico é mais detalhado e específico em termos de atividades e prazos do que o planejamento operacional.
III - O planejamento estratégico é responsável por definir a missão e os valores da empresa, enquanto o planejamento operacional se concentra na implementação de métodos e processos.
IV - O planejamento estratégico é baseado em metas de desempenho, enquanto o planejamento operacional se concentra na visão de longo prazo da empresa.
V - O planejamento estratégico lida com a alocação de recursos e a definição de estratégias de alto nível, enquanto o planejamento operacional trata da execução das tarefas diárias e das atividades detalhadas.
Está correto apenas o que se afirma em:
I - evitar o esgotamento dos lençóis freáticos, ampliando a recarga hídrica.
II - reduzir o déficit de oxigênio nas redes de esgoto, prevenindo a eutrofização.
III - acelerar o fluxo nas tubulações, depletando nutrientes.
IV - prevenir a saturação dos sistemas de esgoto, elevando a condutividade elétrica.
V - minimizar a liberação de contaminantes, preservando a qualidade ambiental.
É incorreto o que se afirma em: