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A expressão musical constitui um componente essencial da interpretação, resultando da articulação consciente entre recursos técnicos, escolhas interpretativas e compreensão estética da obra. Ela envolve a leitura crítica da partitura, o domínio dos elementos expressivos e o entendimento do estilo, do contexto histórico-cultural e do caráter musical, permitindo ao intérprete comunicar intenções artísticas de forma coerente e significativa, sem descaracterizar a obra executada.
Considerando os princípios da expressão musical no ensino e na prática interpretativa, assinale a alternativa correta.
A leitura musical constitui um processo cognitivo e perceptivo complexo, no qual o intérprete precisa decodificar, interpretar e integrar simultaneamente diferentes símbolos gráficos presentes na partitura. Esse processo envolve a articulação entre aspectos rítmicos, melódicos, harmônicos e expressivos, exigindo não apenas o domínio da notação musical, mas também a relação entre percepção auditiva, conhecimento teórico, coordenação motora e intenção interpretativa durante a execução musical.
Considerando os pressupostos pedagógicos e musicais da leitura musical no contexto do ensino da música, assinale a alternativa correta.
No âmbito do ensino da música, os elementos musicais constituem os fundamentos estruturantes da linguagem sonora, sendo responsáveis pela organização dos sons no tempo e no espaço, bem como pela atribuição de sentido estético, expressivo e funcional à música. Esses elementos estão diretamente relacionados aos processos de leitura, escrita, execução, criação, improvisação e apreciação musical, manifestando-se de forma integrada nas diferentes práticas pedagógicas, seja no ensino individual, seja em contextos coletivos como bandas, fanfarras, corais e grupos instrumentais.
Considerando a função pedagógica e musical desses elementos no processo de ensino-aprendizagem, assinale a alternativa correta.
A Lei Orgânica do Município de Barra do Bugres estabelece os princípios fundamentais da administração pública municipal, estruturando as competências dos Poderes Executivo e Legislativo, a organização administrativa, os direitos do cidadão e os instrumentos de participação popular, como iniciativa popular, referendo e plebiscito. Entre suas disposições, destaca se o conjunto de competências privativas da Câmara Municipal, especialmente no que diz respeito ao controle externo e à fiscalização dos atos da administração.
Com base na Lei Orgânica, assinale a alternativa que apresenta uma competência típica da Câmara Municipal no exercício de sua função fiscalizadora:
Durante o século XX, Barra do Bugres passou por transformações políticas e econômicas que contribuíram para sua elevação de categoria administrativa, acompanhando o crescimento populacional e a expansão agrícola da região.
Sobre sua emancipação político administrativa, marque a alternativa correta.
A ocupação da região onde hoje está Barra do Bugres tem relação com rotas fluviais e atividades de exploração presentes desde o período colonial. A localização às margens do rio Paraguai favoreceu a formação de povoados e o desenvolvimento econômico da região.
Sobre o processo de formação do município, assinale a alternativa correta.
A economia do município de Barra do Bugres está ligada ao agronegócio, favorecida por solos férteis, relevo predominantemente plano e clima quente. O território combina áreas de Cerrado e de transição para a planície pantaneira.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica do relevo e vegetação de Barra do Bugres.
Barra do Bugres está localizada na região Sudoeste do estado de Mato Grosso e se destaca pela presença de dois importantes cursos d’água: o rio Paraguai e o rio Bugres. Esses rios influenciam o clima, as atividades econômicas e a dinâmica urbana do município.
Sobre a hidrografia do município, assinale a alternativa correta.
Observe a sequência:
1 – 2 – 4 – 7 – 11 – 16 – ...
Considerando a sequência apresentada, determine o próximo número.
Em uma urna utilizada para experimentos didáticos, havia:
• 8 bolas vermelhas
• 6 bolas azuis
• 6 bolas verdes
Com isso, buscava-se trabalhar conceitos de eventos e suas probabilidades.
A probabilidade de retirar uma bola que não seja vermelha é:
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Leia o fragmento:
“O silêncio envolvia Augusto enquanto ele observava a movimentação suave dos funcionários da estação.”
Considerando que, na língua portuguesa, nem sempre há correspondência direta entre letras e fonemas, especialmente em palavras que apresentam dígrafos, encontros consonantais ou encontros vocálicos, assinale a alternativa cuja palavra apresenta igualdade entre o número de letras e o número de fonemas, sem ocorrência de dígrafo ou ditongo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.
Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.
Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.
O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.
Durante um _____, o bailarino realiza movimentos lentos e controlados, mantendo equilíbrio sobre uma única perna enquanto o outro membro executa elevação lateral.
Essa execução requer o trabalho sinérgico entre glúteo médio e mínimo (estabilizadores pélvicos) e eretores da espinha (controle axial).
Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.