Questões de Concurso Para técnico administrativo

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Q3060957 Matemática
As progressões podem se comportar de duas formas diferentes: aritmeticamente e geometricamente. Analise as duas progressões a seguir e analise as assertivas.

1ª progressão: (1, 4, 7, 10, 13, 16, 19)
2ª progressão: (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64)

I. Ambas as progressões são, ao mesmo tempo, aritméticas e geométricas.
II. A razão da 2ª progressão é igual ou maior do que a razão da 1ª progressão.

Observando as assertivas, é possível se afirmar que:
Alternativas
Q3060956 Matemática
Para comemorar o aniversário de uma escola municipal, os professores se reuniram e criaram brindes para serem sorteados em uma pequena festa com alunos e pais. Os brindes foram colocados em caixas cúbicas com volume de 1.000 cm³. Nesse sentido, cada face dessa caixa deve ter área superficial de:
Alternativas
Q3060955 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

      Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.
      Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos, isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim», mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
     Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga. Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.

Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
No trecho "nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros", o verbo "muníamos" concorda corretamente com o sujeito "nós". Assinale a alternativa que indica corretamente a forma verbal do verbo "munir" (muníamos) nesse trecho.
Alternativas
Q3060954 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

      Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.
      Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos, isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim», mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
     Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga. Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.

Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
No trecho "que abria os braços mostrando a roça e o quintal", a conjunção "e" estabelece uma relação entre as duas partes da frase. Qual é a função sintática da conjunção "e" nesse contexto?
Alternativas
Q3060953 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

      Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.
      Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos, isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim», mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
     Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga. Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.

Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
Com base no excerto, analise as seguintes afirmações:

I. O pai da narradora acredita que o trabalho na fazenda é duro, mas compensa com a boa colheita e a tranquilidade de não ser importunado.
II. As crianças tinham uma função essencial na roça: espantar as pragas que atacavam o arrozal.
III. O gerente da fazenda permitia que as famílias construíssem casas de alvenaria para garantir melhores condições de moradia.

Quais assertivas estão corretas?
Alternativas
Q3060952 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

      Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.
      Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos, isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim», mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
     Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga. Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.

Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
O excerto aborda a importância do trabalho coletivo na colheita de arroz e o papel das crianças nesse processo, que eram responsáveis por espantar os pássaros que atacavam o arrozal. Qual era o método utilizado pelas crianças para proteger a colheita dos passarinhos?
Alternativas
Q3060951 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

      Anos depois do acidente que emudeceu uma de suas filhas, meu pai, incentivado por Sutério, havia convidado o irmão de minha mãe para residir em Água Negra. O gerente queria trazer gente que «trabalhe muito» e «que não tenha medo de trabalho», nas palavras de meu pai, «para dar seu suor na plantação». Podia construir casa de barro, nada de alvenaria, nada que demarcasse o tempo de presença das famílias na terra. Podia colocar roça pequena para ter abóbora, feijão, quiabo, nada que desviasse da necessidade de trabalhar para o dono da fazenda, afinal, era para isso que se permitia a morada. Podia trazer mulher e filhos, melhor assim, porque quando eles crescessem substituiriam os mais velhos. Seria gente de estima, conhecida, afilhados do fazendeiro. Dinheiro não tinha, mas tinha comida no prato. Poderia ficar naquelas paragens, sossegado, sem ser importunado, bastava obedecer às ordens que lhe eram dadas. Vi meu pai dizer para meu tio que no tempo de seus avós era pior, não podia ter roça, não havia casa, todos se amontoavam no mesmo espaço, no mesmo barracão.
      Para convencê-lo, meu pai disse que o arrozal era bom de trabalhar. Que ali chovia, tinha terra boa, que, «olha», abria os braços mostrando a roça e o quintal, mostrando a mata ao redor deles, «aqui não nos falta nada». «Você tem os meninos, isso é de ajuda. Tem um passarinho preto miudinho assim», mostrava as falanges dos dedos dando a dimensão aproximada da praga, «que ataca o arrozal de manhã cedo. Os meninos podem ajudar a espantar eles. Aqui todo mundo acorda cedo para espantar os passarinhos, só assim fazemos boa colheita».
     Era verdade. Nos longos anos em que plantaram arroz no meio do sertão de água, na beira dos pântanos dos marimbus, acordávamos antes que o sol se levantasse no horizonte e seguíamos rumo à roça da fazenda. Nos muníamos de galhos, pedras, tudo que fosse instrumento para espantar os pássaros, miudinhos, de penas negras e que brilhavam quase azuis na luz da manhã. Se não fôssemos rápidos o suficiente, seu bico entrava no grão que amadurecia e sugava tudo que estivesse dentro, com sua minúscula língua. Enquanto os adultos trabalhavam, cabia a nós, as crianças, espantar a praga. Os meninos chegavam com estilingues, por vezes abatiam a ave pequena. Certa vez, Belonísia chorou e só cessou o pranto quando sugeri que fizéssemos um enterro, com direito a uma caixa de vela, como urna, e flores que colhemos no campo.

Excerto extraído da obra Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior.
No início do excerto, o pai da narradora menciona que "no tempo de seus avós era pior" para convencer o tio a se mudar para Água Negra. Esse argumento é uma tentativa de minimizar as dificuldades atuais. Qual situação o pai descreve como sendo melhor na época atual em comparação com o tempo dos avós?
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Q3043448 Noções de Informática
Considere as afirmativas a seguir:

I- Um sistema operacional, como o Windows, é um software aplicativo. II- Um sistema operacional, como o Linux, gerencia recursos computacionais e fornece uma interface para interação com o sistema III- Um computador pode ter dois ou mais sistemas operacionais, por exemplo Windows e Linux, que podem, concomitantemente, controlar o computador em um dado instante.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
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Q3043443 Matemática
Os lados de um triângulo ABC medem Q26.png (193×25) . Sobre os ângulos internos Q26_.png (46×21) desse triângulo, pode-se afirmar que
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Q3043441 Matemática
Uma impressora 3D é capaz de produzir uma peça complexa em exatos 27 minutos. O tempo total necessário para imprimir 15 dessas peças é
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Q3043438 Matemática
João encontrou seu álbum de família e separou algumas fotos para restauração. Ao chegar ao estúdio de fotografia MocPrint, o vendedor informou que o valor de restauração de cada foto é R$ 20,00. No entanto, caso ele optasse por restaurar entre 5 e 9 fotos, teria um desconto de 10% no valor total e, a partir de 10 fotos ou mais, o desconto seria de 40% no valor total. Inicialmente, João havia selecionado 7 fotos e estava prestes a pagar, mas repensou e decidiu selecionar mais 3 fotos, totalizando 10 fotos, e efetuou o pagamento. A diferença entre o valor que João pagaria e o valor que João pagou é de
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Q3043427 Administração Geral
Gestão da Qualidade refere-se ao conjunto de práticas e processos adotados por uma organização para garantir que seus produtos ou serviços atendam aos requisitos e expectativas dos clientes de forma consistente. Envolve o planejamento, controle e melhoria contínua de todos os processos que impactam a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos. Em um hospital público, a gestão da qualidade no atendimento ao público envolve garantir que os pacientes recebam cuidados adequados, com respeito, eficiência e segurança. Isso inclui desde a triagem inicial até o acompanhamento pós-tratamento. Por mais que a equipe médica e administrativa se esforçassem para o cumprimento dos protocolos de atendimento, os indicadores de desempenho insatisfatórios, como tempo de espera, taxa de reinternação e satisfação do paciente, estavam abaixo do esperado Para mapear as causas dos indicadores apontados como insatisfatórios, qual das seguintes ferramentas da qualidade é indicada para apontar os desvios e garantir a qualidade no atendimento ao público em uma instituição de saúde? 
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Q3043426 Administração de Recursos Materiais
Você é responsável pela gestão de estoque em uma farmácia hospitalar que fornece medicamentos essenciais paradiversos setores do hospital, incluindo emergência, UTI e enfermarias. A farmácia hospitalar precisa garantir que semprehaja disponibilidade suficiente de medicamentos para atender às necessidades dos pacientes, minimizando, ao máximo,os riscos de desabastecimento.
Dados Disponíveis:
• A demanda diária média de um medicamento crítico utilizado na emergência é de 200 unidades; • O estoque mínimo é de 1200 unidades de medicamentos; • O tempo médio de ressuprimento desse medicamento, considerando o processo de compra, recebimento edistribuição interna, é de 7 dias.
Pergunta-se: Considerando os dados fornecidos, como você determinaria o Ponto de Pedido para esse medicamentocrítico na farmácia hospitalar?
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Q3043425 Administração Geral
O processo decisório racional pode ser entendido como conjunto de funções, técnicas e estratégias que orientam a tomada de decisão. Diante das etapas do processo decisório, as árvores de decisão são eficientes ao representar a relação entre o objetivo pretendido (ou o problema a resolver) e o sistema de alternativas possíveis e as suas consequências.
Observe o exemplo: Imagine-se como atendente de uma agência bancária e, quando chega um cliente, você deve escutar o problema-objetivo dele. Se ele quiser falar com o gerente, você o encaminha para uma fila; se quiser realizar o saque de dinheiro direciona para outra fila; e por fim, se quiser atendimento para penhores, você indica uma terceira fila e, assim, sucessivamente até que se esgotem as alternativas.
Considerando o exemplo representado na figura a seguir, identifique a árvore de decisão desenhada para guiar o atendente na tomada de decisão?
Q8.png (262×207)
Alternativas
Q3043424 Administração Geral
As descrições a seguir mostram como diferentes teorias das organizações são aplicadas em contextos organizacionais reais, moldando práticas, estruturas e decisões para melhorar o desempenho e a eficácia das organizações. Associe cada descrição com a teoria das organizações correspondente:

A. Teoria da Burocracia de Max Weber B. Teoria das Relações Humanas C. Teoria da Contingência D. Teoria da Estruturação

( ) 1. Ênfase na eficiência, hierarquia formal e regras claras. ( ) 2. Valorização das relações interpessoais e do ambiente psicológico no trabalho. ( ) 3. Adaptação da estrutura organizacional às contingências ambientais e tecnológicas. ( ) 4. Reconhecimento da dualidade entre estrutura social e técnica na organização.

Marque a alternativa estabelecida em sequência numérica, de cima para baixo
Alternativas
Q3043423 Direito Administrativo
A Lei nº 14.133/2021 estabelece normas gerais de licitação e contratação para as Administrações Públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Para tanto, instituem-se as modalidades de licitação que visam aprimorar a eficiência e transparência dos processos de contratação pública no Brasil.
São modalidades de licitação:
Alternativas
Q3043422 Administração Geral
Imagine que você é o gestor de uma equipe em um órgão público responsável pela manutenção de estradas. Nos últimos meses, os colaboradores têm demonstrado baixa motivação, refletindo diretamente na qualidade dos serviços prestados, como reparos de emergência e conservação das vias. Essa situação tem gerado reclamações frequentes dos usuários, impactando negativamente na imagem do órgão perante a comunidade.
Pergunta-se: qual a estratégia mais adequada para avaliar e melhorar a motivação da equipe, visando impactar positivamente no serviço público prestado? 
Alternativas
Q3043421 Direito Financeiro
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é uma norma elaborada anualmente pelo Poder Executivo e submetida ao Poder Legislativo, que estabelece as metas e prioridades para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. A LDO orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e define as diretrizes econômicas, fiscais e políticas para o exercício financeiro subsequente. Um exemplo prático de aplicação da LDO pode ser observado na esfera municipal de uma cidade. A LDO define as prioridades e as metas a serem alcançadas no ano seguinte, influenciando diretamente as decisões de alocação de recursos em áreas como saúde, educação, infraestrutura, segurança, entre outras. Por exemplo, a LDO pode determinar um aumento no investimento em educação e saúde, priorizando a melhoria desses serviços públicos conforme as necessidades da população local.
Considere uma cidade que está elaborando sua Lei de Diretrizes Orçamentárias para o próximo ano. Qual dos seguintes itens não faz parte das diretrizes que devem ser contempladas pela LDO?
Alternativas
Q3043420 Administração Financeira e Orçamentária
Na Prefeitura Municipal de uma cidade fictícia, foi identificada uma irregularidade no orçamento público. Durante a análise das contas, foi descoberto que houve superestimação dos valores de algumas obras públicas, inflacionando os custos em atendimento à interesses privados. Essa prática comprometeu os princípios orçamentários prejudicando a eficiência na utilização dos recursos públicos e a transparência na gestão municipal.
Agora, como gestor responsável pela fiscalização e correção dessas irregularidades, qual das alternativas a seguir você consideraria como a mais apropriada para corrigir o desvio no orçamento público?
Alternativas
Q3043419 Direito Administrativo
Sobre um processo de licitação, previsto na Lei nº 14.133/021, durante a fase de Publicação do Edital para aquisição de insumos hospitalares, um erro foi identificado.
Qual dos seguintes erros compromete a transparência e a equidade do processo licitatório?
Alternativas
Respostas
2781: A
2782: C
2783: C
2784: D
2785: A
2786: B
2787: A
2788: B
2789: A
2790: E
2791: A
2792: B
2793: C
2794: D
2795: A
2796: B
2797: E
2798: A
2799: E
2800: D