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Texto 2
Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.
Eu quisera viver
como os passarinhos:
cantando a beira dos caminhos,
cantando ao sol, cantando aos luares,
cantando de tristeza e de prazer,
sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.
Eu quisera viver em plenos ares,
numa elevada trajetória,
numa existência quase incorpórea.
viver sem rumo, procurar guarida
a noite para, em sono, o corpo descansar,
viver em voos, de corrida
roçar apenas pela vida!
Eu quisera viver sem leis e sem senhor,
tão somente sujeita as leis da natureza,
tão somente sujeita aos caprichos do amor…
viver na selva acesa
pelo fulgor solar,
o convívio feliz das mais aves gozando,
viver em bando,
a voar, a voar.
Eu quisera viver cantando como as aves
em vez de fazer versos,
sem poderem assim os humanos perversos
interpretar perfidamente
meu cantar.
Eu quisera viver dentro da natureza,
sufoca-me a estreiteza
desta vida social a que me sinto presa.
Diante
de uma paisagem verdejante,
diante do céu, diante do mar,
esta minha tristeza
por momentos se finda
e desejo sofrer a vida ainda
e fico a meditar:
como os homens são maus e como a terra é linda!
Certo não fora assim tão triste a vida
se, das aves seguindo o exemplo encantador,
a humanidade livremente unida,
gozasse a natureza, a liberdade e o amor.
[…]
MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.
Texto 2
Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.
Eu quisera viver
como os passarinhos:
cantando a beira dos caminhos,
cantando ao sol, cantando aos luares,
cantando de tristeza e de prazer,
sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.
Eu quisera viver em plenos ares,
numa elevada trajetória,
numa existência quase incorpórea.
viver sem rumo, procurar guarida
a noite para, em sono, o corpo descansar,
viver em voos, de corrida
roçar apenas pela vida!
Eu quisera viver sem leis e sem senhor,
tão somente sujeita as leis da natureza,
tão somente sujeita aos caprichos do amor…
viver na selva acesa
pelo fulgor solar,
o convívio feliz das mais aves gozando,
viver em bando,
a voar, a voar.
Eu quisera viver cantando como as aves
em vez de fazer versos,
sem poderem assim os humanos perversos
interpretar perfidamente
meu cantar.
Eu quisera viver dentro da natureza,
sufoca-me a estreiteza
desta vida social a que me sinto presa.
Diante
de uma paisagem verdejante,
diante do céu, diante do mar,
esta minha tristeza
por momentos se finda
e desejo sofrer a vida ainda
e fico a meditar:
como os homens são maus e como a terra é linda!
Certo não fora assim tão triste a vida
se, das aves seguindo o exemplo encantador,
a humanidade livremente unida,
gozasse a natureza, a liberdade e o amor.
[…]
MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.
No Texto 1, tratando do poema da autora Gilka Machado, observe os versos selecionados:
“sufoca-me a estreiteza
desta vida social a que me sinto presa.”
A palavra “presa”, nesse contexto, classifica-se morfologicamente como:
Texto 2
Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.
Eu quisera viver
como os passarinhos:
cantando a beira dos caminhos,
cantando ao sol, cantando aos luares,
cantando de tristeza e de prazer,
sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.
Eu quisera viver em plenos ares,
numa elevada trajetória,
numa existência quase incorpórea.
viver sem rumo, procurar guarida
a noite para, em sono, o corpo descansar,
viver em voos, de corrida
roçar apenas pela vida!
Eu quisera viver sem leis e sem senhor,
tão somente sujeita as leis da natureza,
tão somente sujeita aos caprichos do amor…
viver na selva acesa
pelo fulgor solar,
o convívio feliz das mais aves gozando,
viver em bando,
a voar, a voar.
Eu quisera viver cantando como as aves
em vez de fazer versos,
sem poderem assim os humanos perversos
interpretar perfidamente
meu cantar.
Eu quisera viver dentro da natureza,
sufoca-me a estreiteza
desta vida social a que me sinto presa.
Diante
de uma paisagem verdejante,
diante do céu, diante do mar,
esta minha tristeza
por momentos se finda
e desejo sofrer a vida ainda
e fico a meditar:
como os homens são maus e como a terra é linda!
Certo não fora assim tão triste a vida
se, das aves seguindo o exemplo encantador,
a humanidade livremente unida,
gozasse a natureza, a liberdade e o amor.
[…]
MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.
No texto 2, no poema Aspirações, de Gilka Machado, há o predomínio de uma figura de linguagem que reforça o tom de desejo e insistência da voz poética feminina em busca de liberdade. Essa figura manifesta-se pela repetição do verso “Eu quisera viver” no início de várias estrofes.
Tal recurso é denominado:
Texto 2
Abaixo, lê-se um trecho do poema Aspirações, de Gilka Machado, no qual foram retirados os acentos indicativos de crase.
Eu quisera viver
como os passarinhos:
cantando a beira dos caminhos,
cantando ao sol, cantando aos luares,
cantando de tristeza e de prazer,
sem que ninguém ouvidos desse aos meus cantares.
Eu quisera viver em plenos ares,
numa elevada trajetória,
numa existência quase incorpórea.
viver sem rumo, procurar guarida
a noite para, em sono, o corpo descansar,
viver em voos, de corrida
roçar apenas pela vida!
Eu quisera viver sem leis e sem senhor,
tão somente sujeita as leis da natureza,
tão somente sujeita aos caprichos do amor…
viver na selva acesa
pelo fulgor solar,
o convívio feliz das mais aves gozando,
viver em bando,
a voar, a voar.
Eu quisera viver cantando como as aves
em vez de fazer versos,
sem poderem assim os humanos perversos
interpretar perfidamente
meu cantar.
Eu quisera viver dentro da natureza,
sufoca-me a estreiteza
desta vida social a que me sinto presa.
Diante
de uma paisagem verdejante,
diante do céu, diante do mar,
esta minha tristeza
por momentos se finda
e desejo sofrer a vida ainda
e fico a meditar:
como os homens são maus e como a terra é linda!
Certo não fora assim tão triste a vida
se, das aves seguindo o exemplo encantador,
a humanidade livremente unida,
gozasse a natureza, a liberdade e o amor.
[…]
MACHADO, Gilka. Poesia completa. São Paulo: Selo Demônio Negro, 2017. p. 138-140.
No texto 2, o poema de Gilka Machado traz, na voz do eu-lírico, uma fala sobre o desejo de ser pássaro.
Por qual motivo parece se dar esse desejo?
Texto 1
Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda às questões a seguir:
Deus me proteja de mim
E da maldade de gente boa
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim
Deus me proteja de mim
E da maldade de gente boa
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim
Caminho se conhece andando
Então vez em quando é bom se perder
Perdido fica perguntando
Vai só procurando
E acha sem saber
Perigo é se encontrar perdido
Deixar sem ter sido
Não olhar, não ver
Bom mesmo é ter sexto sentido
Sair distraído, espalhar bem-querer
CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.
No texto 1, no verso “Da bondade da pessoa ruim”, existe o uso expressivo de uma figura de linguagem.
Que figura de linguagem é essa:
Texto 1
Leia com atenção a canção abaixo de autoria de Chico César e responda às questões a seguir:
Deus me proteja de mim
E da maldade de gente boa
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim
Deus me proteja de mim
E da maldade de gente boa
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim
Caminho se conhece andando
Então vez em quando é bom se perder
Perdido fica perguntando
Vai só procurando
E acha sem saber
Perigo é se encontrar perdido
Deixar sem ter sido
Não olhar, não ver
Bom mesmo é ter sexto sentido
Sair distraído, espalhar bem-querer
CÉSAR, Chico. Deus me proteja de mim. Disponível em: https://www. letras.mus.br/chico-cesar/1281067/. Acessado em: 28/10/2025.
• A veia 1 está situada lateralmente (lado radial, próximo ao polegar).
• A veia 2 está situada medialmente (lado ulnar, próxima ao corpo).
Com base na anatomia das veias superficiais da fossa cubital, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os nomes corretos das veias 1 e 2.
I. O exame físico analisa características como cor e aspecto, também pode-se descrever o odor, embora estes tenha valor limitado.
II. O teste de nitrito na fita reagente sugere bacteriúria por bacilos Gram-negativos nitrato-redutores e costuma correlacionar com a visualização de bactérias na sedimentoscopia.
III. A sedimentoscopia urinária é realizada em microscópio óptico e permite a visualização de elementos como proteínas, glicose, corpos cetônicos, hemoglobina e leucócitos.
IV. Os cristais de fosfato triplo têm morfologia típica em “tampa de caixão” e se formam em urina alcalina, infecções por bactérias ureasepositivas podem favorecer a formação desses cristais, pois elevam o pH urinário.
V. A presença de grande quantidade de células epiteliais escamosas e de filamentos de muco indica um processo infeccioso, não sendo necessária a correlação com outros dados.
É correto o que se afirma apenas em:
I. A técnica do esgotamento tem por finalidade a obtenção de colônias isoladas.
II. A semeadura por picada em profundidade, feita em ágar semissólido, pode ser usada para avaliar a motilidade bacteriana e servir como prova auxiliar na identificação.
III. A semeadura quantitativa é muito utilizada para urocultura, visto a contagem de unidades formadoras de colônias (UFC) é essencial para orientação do diagnóstico.
IV. Para realizar a hemocultura, é suficiente semear o sangue coletado diretamente em meio de cultura sólido pela técnica de esgotamento.
V. A semeadura por espalhamento com swab na superfície do ágar visa obter crescimento confluente, sendo amplamente utilizada para a realização de testes de suscetibilidade por disco-difusão.
É correto o que se afirma apenas em:
Marque a alternativa que indica corretamente, qual técnica esta sendo descrito.