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Q3684536 Medicina
Numa análise anatômica do corpo humano, o tronco é dividido em tórax, abdome e pelve. Cada uma dessas regiões possui órgãos com funções específicas, pertencentes a diferentes sistemas. Em cada uma dessas três divisões do tronco, encontramos, respectivamente,
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Q3684535 Medicina
Um dos sistemas do corpo humano que de forma direta ou indireta influencia outros sistemas e regiões corporais é o sistema urinário. Com funções diversas, desde a filtragem para eliminação de substâncias não mais úteis ao organismo, passando pela regulação do pH sanguíneo, até a influência direta na pressão arterial, o sistema urinário é dividido didaticamente numa porção formadora da urina e em outra eliminadora. Durante a dissecação de estruturas do sistema urinário, nota-se que
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Q3684534 Medicina
A recepção, preparação e absorção de alimentos são realizadas pelo sistema digestório. Tal sistema, didaticamente, pode ser dividido em canal alimentar e glândulas anexas. Considerando essas divisões, as estruturas anatômicas que as compõem e suas funções, sejam órgãos/vísceras ou glândulas, é correto afirmar que o(a)
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Q3684533 Medicina
Todas as células corporais precisam de nutrientes para se manterem, regenerarem ou serem substituídas. O sistema responsável por levar o aporte necessário de nutrientes a todo o corpo é o circulatório, cujo principal órgão que impulsiona o sangue bombeando-o as mais distantes e profundas regiões corporais é o coração. Considerando a dinâmica de funcionamento do coração, é correto afirmar que
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Q3684532 Medicina
Com o objetivo de se conseguir uma melhor hematose, o ar que chega aos pulmões deve estar aquecido e úmido. Enquanto a umidade do ar é conseguida pelas gotículas de água dispersas no ambiente, sendo o ideal acima de 60%, a temperatura ideal para hematose comumente é alcançada quando o ar inspirado entra em contato com as paredes da cavidade nasal. Considerando a necessidade de se ter o ideal aquecimento do ar inspirado, algumas alternativas morfofuncionais foram utilizadas pelo corpo humano. Uma delas é o(a)
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Q3684531 Medicina
O conjunto de dois ou mais sistemas que formam o corpo humano compõe os aparelhos. Um desses aparelhos corporais é o locomotor, sendo constituído pelos sistemas esquelético, articular e muscular. Este último é a parte ativa do aparelho locomotor, ou seja, quem responde pela movimentação do esqueleto enquanto arcabouço corporal. Cada músculo apresenta uma extremidade que não se movimenta (ponto fixo) denominado de origem, e uma extremidade que se movimenta (ponto móvel) denominada inserção. Em alguns músculos, o número de extremidades fixas pode variar, de tal modo que eles (os músculos), em relação à origem, podem ser classificados de diferentes modos, como 
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Q3684530 Medicina
Na constituição do corpo humano, diversos sistemas estão didática e funcionalmente definidos. Um desses sistemas é o esquelético, que, para análise e estudo, pode ser dividido em três partes: esqueleto axial, esqueleto apendicular superior e inferior, e as cinturas ou cíngulos. Numa montagem do esqueleto, cada parte (axial, apendicular e cinturas/cíngulos) possui diversos ossos, sendo correta a seguinte distribuição de alguns dos ossos a cada parte.
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Q3684529 Medicina
Ao se analisar e estudar as articulações que formam o corpo humano, o tipo de tecido que as compõe e a amplitude dos movimentos que elas realizam são relevantes informações e observações. Considerando os diferentes tecidos em sua composição e as diversas amplitudes de movimentos das articulações, é correto afirmar que 
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Q3684528 Medicina
Para o estudo de peças anatômicas, diversas técnicas são utilizadas, entre elas, a da dissecação. Essencial para muitas análises de vasos, músculos, órgãos e demais estruturas do corpo humano, essa técnica tem como passo inicial a retirada da pele. Quando se busca a remoção da pele como estrutura anatômica, deve ser retirada a 
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Q3684527 Medicina
Para o estudo de anatomia humana, é necessária a utilização de técnicas que propiciem a visualização de estruturas internas e localizadas em regiões diferentes do corpo humano. Para tal, as secções em planos e as técnicas de dissecação são utilizadas rotineiramente em laboratórios de anatomia humana. Ao se analisar os planos de secção do corpo, realizado com a finalidade do estudo de anatomia humana, observa-se que o plano de secção 
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Q3684526 Medicina
Em aulas de anatomia humana, comumente se trabalha por sistemas ou por regiões corporais. Dessa forma, assinale a alternativa que apresenta os órgãos que serão estudados em uma aula sobre região abdominal.
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Q3684513 Português
        ______________ a internet tenha possibilitado que as pessoas seguissem suas atividades e interagissem umas com as outras, essa imersão profunda no mundo digital gerou consequências irreversíveis para a sociedade. Estar o tempo todo conectado com o mundo digital provocou um cansaço excessivo e, com isso, uma série de distúrbios de saúde, como sedentarismo, miopia, transtorno de desvio de atenção, depressão, dismorfia corporal e ansiedade.
        ______________, esse contato constante com as redes sociais promove cada vez mais a “sociedade do igual” que tenta se homogeneizar, seja pela comparação nas mídias, seja pela tentativa (bem sucedida) capitalista de vender sempre os mesmos produtos.
Disponível em: https://jornalistaslivres.org/. Acesso em 03 set. 2023. [Fragmento adaptado]
Conforme a leitura do texto, os operadores discursivos que completarão corretamente os tracejados apresentam, respectivamente, sentido
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Q3684512 Português

Leia o texto seguinte e responda à questão.


        A palavra “sertão” é curiosa. A sonoridade sugere o verbo “ser” numa dimensão empolada. Ser tão, existir tanto. Os portugueses levaram a palavra para África e tentaram nomear assim a paisagem da savana. Não resultou. A palavra não ganhou raiz. Apenas nos escritos coloniais antigos se pode encontrar o termo “sertão”. Quase ninguém hoje, em Moçambique e Angola, reconhece o seu significado.


        João Guimarães Rosa criou este lugar fantástico, e fez dele uma espécie de lugar de todos os lugares. O sertão e as veredas de que ele fala não são da ordem da geografia. O sertão é um mundo construído na linguagem. “O sertão”, diz ele, “está dentro de nós”. Guimarães Rosa não escreve sobre o sertão. Ele escreve como se ele fosse o sertão.


        Em Moçambique nós vivíamos e vivemos ainda o momento épico de criar um espaço que seja nosso, não por tomada de posse, mas porque nele podemos encenar a ficção de nós mesmos, enquanto criaturas portadoras de História e fazedoras de futuro. Era isso a independência nacional, era isso a utopia de um mundo sonhado.


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 11 set. 2023. [Fragmento]

O fragmento de texto evidencia uso de linguagem
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Q3684508 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão. 


        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.


        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]


        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.


        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]


        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]

No trecho “Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação?”, os questionamentos têm por função 
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Q3684507 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão. 


        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.


        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]


        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.


        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]


        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]

Assinale a alternativa que NÃO se constitui argumento para a defesa da tese apresentada no texto.
Alternativas
Q3684506 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão. 


        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.


        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]


        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.


        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]


        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. (...)


Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado]

Nesse fragmento textual, o autor defende a ideia de que os planos feitos para o Brasil 
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Q2284949 Medicina
A parede abdominal interna é revestida por uma membrana serosa que se reflete sobre as vísceras para também as revestir em extensão variável. Essa membrana é denominada de: 
Alternativas
Q2284948 Medicina
Foi solicitado ao Técnico de Anatomia para separar, em uma mesa, as peças cadavéricas do sistema genital feminino. Sobre essa solicitação de peças anatômicas que deverão ser preparadas, é INCORRETO afirmar que deve separar:
Alternativas
Q2284947 Medicina
A figura a seguir representa esquematicamente uma dissecação do corpo do pênis, comumente utilizada em aulas práticas nos laboratórios de anatomia:
Imagem associada para resolução da questão


Identifique qual secção é observada no segmento e rotule as estruturas numeradas correspondentes:
Alternativas
Q2284946 Medicina Legal
Para realizar a remoção completa do encéfalo íntegro, o cadáver é posicionado em decúbito dorsal sobre a mesa de dissecação, com cabeça fixada, preferencialmente com o uso de uma morsa porta-crânio. Com auxílio de um bisturi, seccionam-se o couro cabeludo e os músculos. A secção dos ossos do crânio, com auxílio de serra ortopédica ou em fita, deverá ser realizada no plano:
Alternativas
Respostas
41: C
42: A
43: C
44: C
45: D
46: D
47: C
48: D
49: C
50: C
51: A
52: D
53: A
54: B
55: B
56: A
57: C
58: E
59: A
60: D