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Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’
Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.
É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.
É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.
Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?
Disponível em:<http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/>
Malala e seu lápis mágico
Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola. Recentemente, apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete, antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos. Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico para desenhar um novo mundo, mas que também encontrou dentro de si as forças de que precisava para mudar a sociedade em que vivia. As ilustrações – instigantes – de Kerascoët aproximam essa história de uma região tão distante aos brasileiros.
EDITORA ESCALA. Revista Conhecimento Prático / Literatura. São Paulo: Ano 8, Edição 78, 2018, p. 59. Adaptado.
No trecho “[Malala] apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete,
antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos”, a expressão
destacada enfatiza uma ideia, tal como se observa em
Malala e seu lápis mágico
Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola. Recentemente, apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete, antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos. Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico para desenhar um novo mundo, mas que também encontrou dentro de si as forças de que precisava para mudar a sociedade em que vivia. As ilustrações – instigantes – de Kerascoët aproximam essa história de uma região tão distante aos brasileiros.
EDITORA ESCALA. Revista Conhecimento Prático / Literatura. São Paulo: Ano 8, Edição 78, 2018, p. 59. Adaptado.
Avalie as informações acerca dos sinais de pontuação.
I. Em "Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico...", os dois-pontos indicam uma consequência do que foi enunciado.
II. Na frase "As ilustrações – instigantes – de Kerascoët", os travessões isolam a palavra "instigantes" e equivalem a reticências.
III. No período "Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar...", as vírgulas isolam elemento de valor explicativo.
IV. Na oração "Recentemente, apresentou seu primeiro livro...", é de regra usar a vírgula para dar realce ao adjunto adverbial, podendo ser dispensada, se considerá-lo de pequeno corpo.
V. Em "...depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola..." a expressão "de seu país" deveria ficar entre parênteses porque introduz um dado biográfico importante.
Está correto apenas o que se afirma em
Leia o texto a seguir.

No infográfico apresentado encontram-se algumas normas para se atingir um objetivo. Ele tem como público-alvo pessoas que desejam mudar seus hábitos alimentares.
A esse respeito, é correto afirmar que tal conjunto de regras
Em favor da vacina
Cilene Pereira
Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.
O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.
Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.
TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, nº 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.
Em favor da vacina
Cilene Pereira
Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.
O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.
Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.
TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, nº 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.
Considere as informações veiculadas no texto e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) O ponto de vista da autora é marcado por um alarmismo velado.
( ) Os ativistas estão desprovidos de embasamento científico no que dizem.
( ) A epidemiologista consultada suscita, com a sua fala, deduções contraditórias.
( ) A prolixidade das palavras impede a compreensão do que se deseja informar ao leitor.
( ) A alusão temporal constitui um dos recursos argumentativos para a defesa do ponto de vista.
De acordo com as afirmações a sequência correta é
A Revista VEJA, na sua edição de 25 de julho passado, publicou uma reportagem especial sobre a alimentação no Brasil, com a seguinte chamada: “Até a isso voltamos. Por que, depois de 26 anos de queda ininterrupta, a mortalidade infantil tornou a crescer”.
A esse respeito, leia um fragmento do texto a seguir, publicado nessa mesma revista, em “Carta ao leitor”, na página 8.

Desde 2013, mais de 50% dos brasileiros se encontram acima do peso, e, para piorar, os especialistas estão alarmados com o avanço do problema na população infantil. Mas há um aspecto que agrava esse quadro: o aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil, um indicador que vinha caindo nos últimos 26 anos, sem falhar um único ano. Agora, com a severidade da crise e o corte nos gastos sociais, ela voltou a subir. Hoje, de cada 1000 crianças nascidas vivas, catorze morrem antes de completar 1 ano. É um número que pode recolocar o Brasil no mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído, orgulhosamente, em 2014.
Uma das principais causas da elevação da mortalidade infantil está na desnutrição, decorrência direta do descalabro econômico que o país vive. Uma parte das crianças brasileiras come menos do que deveria para ter uma vida minimamente saudável. Subnutridas, elas ficam mais sujeitas a morrer de doenças (como a diarreia, por exemplo) que jamais abateriam uma criança saudável. Como chegamos a esse ponto?
Como o Brasil voltou a desnutrir suas crianças e desleixou-se tanto na qualidade da alimentação das que podem comer, tudo isso dentro de um território que produz alimento — de boa qualidade, aliás — para parte relevante do planeta?
EDITORA ABRIL, Veja, ano 51, n. 30, 25 jul. 2018, p. 8
A Revista VEJA, na sua edição de 25 de julho passado, publicou uma reportagem especial sobre a alimentação no Brasil, com a seguinte chamada: “Até a isso voltamos. Por que, depois de 26 anos de queda ininterrupta, a mortalidade infantil tornou a crescer”.
A esse respeito, leia um fragmento do texto a seguir, publicado nessa mesma revista, em “Carta ao leitor”, na página 8.

Desde 2013, mais de 50% dos brasileiros se encontram acima do peso, e, para piorar, os especialistas estão alarmados com o avanço do problema na população infantil. Mas há um aspecto que agrava esse quadro: o aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil, um indicador que vinha caindo nos últimos 26 anos, sem falhar um único ano. Agora, com a severidade da crise e o corte nos gastos sociais, ela voltou a subir. Hoje, de cada 1000 crianças nascidas vivas, catorze morrem antes de completar 1 ano. É um número que pode recolocar o Brasil no mapa da fome da ONU, do qual havíamos saído, orgulhosamente, em 2014.
Uma das principais causas da elevação da mortalidade infantil está na desnutrição, decorrência direta do descalabro econômico que o país vive. Uma parte das crianças brasileiras come menos do que deveria para ter uma vida minimamente saudável. Subnutridas, elas ficam mais sujeitas a morrer de doenças (como a diarreia, por exemplo) que jamais abateriam uma criança saudável. Como chegamos a esse ponto?
Como o Brasil voltou a desnutrir suas crianças e desleixou-se tanto na qualidade da alimentação das que podem comer, tudo isso dentro de um território que produz alimento — de boa qualidade, aliás — para parte relevante do planeta?
EDITORA ABRIL, Veja, ano 51, n. 30, 25 jul. 2018, p. 8
O aumento da taxa de mortalidade infantil e a questão alimentar no país têm provocado reflexões de toda ordem, como se comprova no texto apresentado.
Todavia, um dado que resume a principal discussão travada nele e advém dessas ideias é
Operação Urbana Consorciada é o conjunto de intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Público Municipal, com a participação de proprietários, moradores, usuários permanentes e investidores privados, com o objetivo de alcançar em uma área transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e valorização ambiental.
Sobre as Operações Urbanas Consorciadas, é correto afirmar:
Sobre o EIV, é correto afirmar:
O Plano Diretor está definido pelo Estatuto da Cidade como instrumento básico para orientar a política de desenvolvimento e ordenamento da expansão urbana do município.
Com base no Estatuto da Cidade (Lei federal nº 10.257), assinale a alternativa correta sobre os Planos Diretores.
A intervenção nos monumentos históricos gerou uma série de debates na Europa sobre doutrinas de intervenção. Violletle-Duc e Ruskin simbolizam o antagonismo dessas doutrinas. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. Para Viollet-le-Duc, restaurar um edifício é restituí-lo a um estado completo, reconstituindo suas partes desaparecidas.
2. Ruskin considera que as marcas do tempo fazem parte da essência do monumento histórico.
3. Ruskin é contrário a qualquer tipo de intervenção, considerando a restauração a destruição do edifício como monumento histórico.
4. Viollet-le-Duc baseia sua concepção de conservação de monumentos na autenticidade.
Assinale a alternativa correta.
A licitação é um procedimento administrativo formal, isonômico, de observância obrigatória pelos órgãos/entidades governamentais, realizado anteriormente à contratação, que, obedecendo à igualdade entre os participantes interessados, visa escolher a proposta mais vantajosa à Administração, com base em parâmetros e critérios antecipadamente definidos em ato próprio (instrumento convocatório) e em consonância com a Lei nº 8.666/1993.
Com relação ao assunto, assinale a alternativa correta.
As características da edificação podem afetar a saúde e o bem-estar de maneira positiva ou negativa, com fatores como iluminação, ruído, qualidade do ar interior, cores e materiais. Métodos de medição para avaliação de qualidade dos espaços na edificação podem melhorar as definições e decisões na arquitetura, nos chamados ambientes curativos. Com relação ao assunto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) A luz natural melhora a absorção de vitaminas e sais minerais, mas não provoca aumento de produtividade.
( ) O uso de cores funcional e ergonômico estimula e aumenta a agitação, o reconhecimento e o senso de direção.
( ) A escolha individual da música provoca distração, relaxamento e pode reduzir a necessidade de analgésicos.
( ) Com menos fontes de poluição do ar pode ser registrado um aumento de produtividade de até 3%.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Os edifícios-garagem têm a vantagem de deixar os carros menos visíveis na rua e permitir que o mesmo terreno seja usado com mais de um propósito. Por outro lado, tais edifícios têm a desvantagem de muita gente considerá-los inseguros. Torna-se necessária a tomada de providências para aumentar a segurança e reduzir a possibilidade de vandalismo, furto de carros e acessórios e violência física. Recomendações têm como objetivo principal a melhoria do processo desde o planejamento, o projeto e a construção, até o uso, a manutenção e a conservação.
Com relação ao assunto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O raio de giro mínimo para os veículos deve ser de três vezes a largura de um veículo médio: 7,50 m.
( ) Na entrada de um edifício-garagem, podem ser construídas rampas para veículos de até 25% de inclinação.
( ) A rampa da entrada do edifício-garagem deve estar localizada no alinhamento predial.
( ) O estacionamento do edifício-garagem deve ser dividido em pequenas unidades administráveis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
A norma brasileira ABNT NBR 9050, revisada em 2015, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural e de edificações às condições de acessibilidade. Essa norma visa proporcionar a utilização de maneira autônoma, independente e segura do ambiente, edificação, mobiliário, equipamento urbano e demais elementos à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção.
Levando em consideração a NBR 9050, assinale a alternativa correta.
A construção à prova de fogo é classificada de acordo com o tempo que um material ou componente pode ser exposto ao fogo sem sofrer danos significativos. Portanto, a construção à prova de fogo envolve tanto a redução da capacidade de inflamar de um material como o controle da propagação do fogo. Num estudo de caso em que é utilizada laje de concreto armado de 2” sobre formas de aço, travessas de aço (tirantes) na sustentação de um teto com placas de gesso tipo X de 5/8” ou reboco de perlita sobre armação com gesso perfurada de 3/8” fixada a canaletas de 3/4” laminadas a frio, pode-se classificar o respectivo conjunto construtivo com um determinado tempo de resistência ao controle de propagação do fogo.
Com base nos dados apresentados, a proteção desse piso e cobertura é classificada no tempo de:
O objetivo do sistema de ar condicionado é ajustar os fatores de conforto térmico, de acordo com as condições internas e externas e o nível de atividade humana, de maneira que existam condições para uma zona de conforto dentro de um espaço. As seguintes relações entre os quatro fatores principais de conforto térmico podem ser usadas para descrever as zonas de conforto recomendadas:
● A temperatura do ar é controlada pelo suprimento de ar quente ou frio a um espaço através de vários meios: ar, água ou eletricidade.
● A temperatura radiante média das superfícies é controlada pelo uso de painéis radiantes de calor (aquecimento por
água quente ou resistência elétrica) ou insuflando ar quente sobre as superfícies.
● A umidade relativa é controlada pela introdução de vapor de água ou sua remoção por ventilação.
● A movimentação do ar é controlada pela ventilação mecânica.
Levando em consideração os dados apresentados, assinale a alternativa correta.