Questões de Concurso Para técnico em saúde bucal

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Q2519404 Odontologia
As resinas bulk-fill são compósitos odontológicos restauradores que, segundo seus fabricantes, permitem, após a exposição à luz e quando comparadas às resinas ditas “tradicionais”, uma maior profundidade de
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Q2519403 Odontologia
Nomenclatura é o conjunto de termos peculiares a uma arte ou ciência, por meio dos quais indivíduos de mesma profissão são capazes de se entender mutuamente. As partes constituintes das cavidades odontológicas preparadas são paredes e ângulos. O ângulo formado pela junção das paredes da cavidade com a superfície externa do dente é o 
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Q2519402 Odontologia
Apresenta-se como uma resposta exagerada ou uma dor passageira relacionada à exposição da dentina a estímulos químicos, táteis, térmicos ou osmóticos provenientes do meio bucal, os quais, normalmente, não causariam resposta em dente sem perda tecidual. A exposição dentinária pode ser resultante de perda de esmalte por processos de abfração, erosão ou abrasão e, também, por exposição radicular. A dor é consequência da exposição dentinária, e sua intensidade varia nos diferentes dentes e entre as pessoas, estando, ainda, diretamente relacionada ao grau de tolerância à dor de cada paciente acometido por
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Q2519401 Odontologia
Técnica de tratamento odontológico que se baseia na remoção mecânica local de áreas manchadas em esmalte por meio de substâncias ácidas associadas a pastas abrasivas. Essa técnica tem sido utilizada normalmente para manchas marrons ou brancas isoladas resultantes de distúrbios de desenvolvimento como fluorose com hipoplasia do esmalte. Essa técnica denomina-se 
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Q2519400 Odontologia
Material odontológico que foi desenvolvido na década de 70 a partir de estudos de Wilson e Kent. Ele constitui um grupo de materiais restauradores que evoluiu significantemente. As suas propriedades de adesividade à estrutura dental, a liberação de flúor, a biocompatibilidade e o coeficiente de expansão térmica similar ao do dente são motivos que levaram ao grande interesse por parte dos profissionais e, consequentemente, por parte dos fabricantes por esse material. Essas características referem-se
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Q2519399 Odontologia
As escovas dentais odontológicas com cerdas extramacias ou macias é relacionada, especialmente, à saúde gengival. Escovas dentais duras podem favorecer o desenvolvimento de lesões não cariosas cervicais, principalmente, quando associada a cremes dentais de maior
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Q2519398 Odontologia
Segundo a Resolução n. 142 da ANVISA de 17 de março de 2017, as escovas dentais são classificadas de acordo com a finalidade de uso, a faixa etária e a rigidez das cerdas. Pacientes com fenótipo gengival fino, com qualquer tipo de irritação tecidual ou mucosite, devem utilizar escovas 
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Q2519397 Odontologia
Instrumentos cortantes manuais são instrumentos empregados para cortar, clivar e planificar a estrutura dentária ou completar a ação dos instrumentos rotatórios durante o preparo cavitário. Instrumento cortante manual indicado, ainda hoje na dentística restauradora, para a planificação do ângulo cavo-superficial gengival e arredondamento do ângulo axiopulpar. Essa descrição refere-se aos 
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Q2519396 Odontologia
O que mantém um material estéril após ter sido esterilizado é a falta de contato desses materiais com microrganismos. Para isso, são necessárias embalagens que protejam esses materiais por meio de uma selagem hermética e da barreira microbiana. A estrutura das embalagens deve ser permeável ao agente esterilizante, como o vapor, e impedir a penetração de novos microrganismos após a esterilização. Para a manutenção da integridade da barreira microbiana, as embalagens deverão ser organizadas e armazenadas, corretamente, evitando 
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Q2519395 Odontologia
Substância de uso médico e odontológico que fixa a matéria orgânica dos materiais e instrumentais ainda com sujidade. Ela Favorece a formação de biofilme, prejudicando, posteriormente, a limpeza e, consequentemente, a esterilização dos materiais/instrumentais, quando usada como agente descontaminante. Além disso, cuidados em relação à sua manipulação, devido à sua toxicidade e à necessidade de neutralização para seu descarte, são necessários. Essa descrição refere-se ao 
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Q2519394 Odontologia
Hipoclorito de sódio é uma espécie de sal que possui um enorme poder oxidante. Ele está dentro do grupo odontológico de soluções irrigadoras. É utilizado como agente alvejante e desinfectante. A compatibilidade biológica das soluções de hipoclorito que apresentam baixa concentrações ficam entre 0,5% e 1%, enquanto as soluções com alta concentrações causam mais irritabilidade. Espontaneamente, o hipoclorito de sódio possui um problema: a instabilidade química. Sendo assim, o hipoclorito de sódio não pode ser armazenado em frascos
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Q2519393 Odontologia
O detergente enzimático é um produto de uso hospitalar e odontológico, que tem como função a dissolução de material orgânico, como secreções, sangue, entre outros. Indica-se esse produto para instrumentos odontológicos devido ao seu uso atingir um alto grau de limpeza. A frequência ideal de troca da solução de detergente enzimático, para que não haja perda da sua eficiência, deverá ser
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Q2517462 Noções de Informática
Para Centralizar o conteúdo no documento do programa Microsoft Word 365 PT-BR, o usuário seleciona o texto e utiliza, no teclado, o atalho 
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Q2517461 Noções de Informática
No programa Microsoft Excel 365 PT-BR, para iniciar uma fórmula, numa célula ou na barra de fórmulas, é preciso iniciar com o caractere
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Q2517460 Noções de Informática
Ao utilizar o atalho “CTRL+T”, no navegador do Google Chrome, o usuário vai abrir
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Q2517459 Noções de Informática

Analise a figura abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

Figura 01


A logomarca da figura 01 refere-se ao navegador

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Q2517458 Noções de Informática
No programa Microsoft Word 365 PT-BR, o atalho do teclado utilizado para Salvar o documento e, em seguida, imprimi-lo é:
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Q2517457 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

Novos perigos da inteligência artificial 

   Após pouco mais de um ano de seu lançamento, não dá para negar que a inteligência artificial generativa – que tem como seu principal representante o ChatGPT – já revolucionou diversas áreas de trabalho. Mas essa força transformadora está mostrando, aos poucos, que também tem seu lado sombrio, levantando preocupações de todo tipo, inclusive éticas, pelo mundo.
   A recém-encerrada greve dos roteiristas e atores de Hollywood já foi uma consequência do mundo pósinteligência artificial. Entre outras reivindicações, os trabalhadores dos grandes estúdios cobravam regras mais claras para evitar que roteiros sejam totalmente escritos pela inteligência artificial, bem como restrições no uso indiscriminado da imagem dos atores coadjuvantes. Além de ter o poder de aniquilar o trabalho criativo, os sindicatos de Hollywood alertam que a automação desenfreada pode levar a uma produção de conteúdo carente da autenticidade que conecta histórias aos corações do público. 
   Outros casos recentes, dessa vez no Brasil, mostraram o aprofundamento dos perigos da inteligência artificial, tanto para pessoas públicas quanto para anônimos, e tendo principalmente mulheres como alvo. Primeiro foi a atriz mineira Isis Valverde, que teve diversas fotos adulteradas para simular o vazamento de imagens conhecidas como "nudes", como se ela estivesse sem roupa. As fotos falsas circularam pelas redes sociais como se fossem autênticas, o que levou a atriz a registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes de Informática da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A inteligência artificial também foi a ferramenta usada por alunos de escolas particulares de Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro para criar versões falsas de imagens de colegas de sala nuas, em casos ainda mais preocupantes, já que envolvem adolescentes, ou seja, menores de idade.
   A greve dos roteiristas e os sombrios casos de pornografia falsa gerada por IA revelam uma desconsideração alarmante pelo trabalho, pela privacidade e pela dignidade das pessoas. Por isso, é imperativo que a sociedade desenvolva estruturas robustas para prevenir esse tipo de abuso, e isso deve ser feito tanto pelos governos, quanto pelas empresas. Do lado das companhias que oferecem esse tipo de serviço, é fundamental que exista uma transparência maior nos algoritmos que regem a produção de textos e imagens pela inteligência artificial. Também é necessário que existam meios de identificação simultânea de conteúdos, como marcas d'água, de modo a comprovar que determinada foto ou sequência de palavras foi gerada por uma IA.

   Falta ainda ao Brasil uma legislação clara para o uso da inteligência artificial, que leve em conta a atual mudança tecnológica. Apesar de a criação de montagens pornográficas – principalmente envolvendo menores de idade – ser crime, a autoria do produto final está em uma zona cinzenta das leis brasileiras. Para tentar coibir tais abusos, é preciso que existam regulamentações mais rigorosas e mecanismos claros de responsabilização pelo uso da IA para a produção de conteúdo criminoso. 

   A solução não reside em condenar a inteligência artificial – que é meramente uma ferramenta –, mas em estabelecer limites éticos e legais para sua aplicação. É preciso compreender que o perigo não está na IA em si, mas na ausência de diretrizes éticas. Como toda nova tecnologia, ela demanda técnicas, direitos e deveres totalmente novos, para que seja bem aplicada. Os alertas recentes já são mais do que suficientes para que esse debate se inicie, tanto nas empresas quanto no Congresso.

Disponível em: https://www.em.com.br/ 2023/11/6654195-novos-perigos-da-inteligencia-artificial.html. [Adaptado] 

Analise o período a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Em relação à pontuação desse período,

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Q2517456 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

Novos perigos da inteligência artificial 

   Após pouco mais de um ano de seu lançamento, não dá para negar que a inteligência artificial generativa – que tem como seu principal representante o ChatGPT – já revolucionou diversas áreas de trabalho. Mas essa força transformadora está mostrando, aos poucos, que também tem seu lado sombrio, levantando preocupações de todo tipo, inclusive éticas, pelo mundo.
   A recém-encerrada greve dos roteiristas e atores de Hollywood já foi uma consequência do mundo pósinteligência artificial. Entre outras reivindicações, os trabalhadores dos grandes estúdios cobravam regras mais claras para evitar que roteiros sejam totalmente escritos pela inteligência artificial, bem como restrições no uso indiscriminado da imagem dos atores coadjuvantes. Além de ter o poder de aniquilar o trabalho criativo, os sindicatos de Hollywood alertam que a automação desenfreada pode levar a uma produção de conteúdo carente da autenticidade que conecta histórias aos corações do público. 
   Outros casos recentes, dessa vez no Brasil, mostraram o aprofundamento dos perigos da inteligência artificial, tanto para pessoas públicas quanto para anônimos, e tendo principalmente mulheres como alvo. Primeiro foi a atriz mineira Isis Valverde, que teve diversas fotos adulteradas para simular o vazamento de imagens conhecidas como "nudes", como se ela estivesse sem roupa. As fotos falsas circularam pelas redes sociais como se fossem autênticas, o que levou a atriz a registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes de Informática da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A inteligência artificial também foi a ferramenta usada por alunos de escolas particulares de Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro para criar versões falsas de imagens de colegas de sala nuas, em casos ainda mais preocupantes, já que envolvem adolescentes, ou seja, menores de idade.
   A greve dos roteiristas e os sombrios casos de pornografia falsa gerada por IA revelam uma desconsideração alarmante pelo trabalho, pela privacidade e pela dignidade das pessoas. Por isso, é imperativo que a sociedade desenvolva estruturas robustas para prevenir esse tipo de abuso, e isso deve ser feito tanto pelos governos, quanto pelas empresas. Do lado das companhias que oferecem esse tipo de serviço, é fundamental que exista uma transparência maior nos algoritmos que regem a produção de textos e imagens pela inteligência artificial. Também é necessário que existam meios de identificação simultânea de conteúdos, como marcas d'água, de modo a comprovar que determinada foto ou sequência de palavras foi gerada por uma IA.

   Falta ainda ao Brasil uma legislação clara para o uso da inteligência artificial, que leve em conta a atual mudança tecnológica. Apesar de a criação de montagens pornográficas – principalmente envolvendo menores de idade – ser crime, a autoria do produto final está em uma zona cinzenta das leis brasileiras. Para tentar coibir tais abusos, é preciso que existam regulamentações mais rigorosas e mecanismos claros de responsabilização pelo uso da IA para a produção de conteúdo criminoso. 

   A solução não reside em condenar a inteligência artificial – que é meramente uma ferramenta –, mas em estabelecer limites éticos e legais para sua aplicação. É preciso compreender que o perigo não está na IA em si, mas na ausência de diretrizes éticas. Como toda nova tecnologia, ela demanda técnicas, direitos e deveres totalmente novos, para que seja bem aplicada. Os alertas recentes já são mais do que suficientes para que esse debate se inicie, tanto nas empresas quanto no Congresso.

Disponível em: https://www.em.com.br/ 2023/11/6654195-novos-perigos-da-inteligencia-artificial.html. [Adaptado] 

Analise o período a seguir. 


   Imagem associada para resolução da questão


As conjunções [1] e [2] em destaque introduzem orações que exprimem

Alternativas
Q2517455 Português

A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

Novos perigos da inteligência artificial 

   Após pouco mais de um ano de seu lançamento, não dá para negar que a inteligência artificial generativa – que tem como seu principal representante o ChatGPT – já revolucionou diversas áreas de trabalho. Mas essa força transformadora está mostrando, aos poucos, que também tem seu lado sombrio, levantando preocupações de todo tipo, inclusive éticas, pelo mundo.
   A recém-encerrada greve dos roteiristas e atores de Hollywood já foi uma consequência do mundo pósinteligência artificial. Entre outras reivindicações, os trabalhadores dos grandes estúdios cobravam regras mais claras para evitar que roteiros sejam totalmente escritos pela inteligência artificial, bem como restrições no uso indiscriminado da imagem dos atores coadjuvantes. Além de ter o poder de aniquilar o trabalho criativo, os sindicatos de Hollywood alertam que a automação desenfreada pode levar a uma produção de conteúdo carente da autenticidade que conecta histórias aos corações do público. 
   Outros casos recentes, dessa vez no Brasil, mostraram o aprofundamento dos perigos da inteligência artificial, tanto para pessoas públicas quanto para anônimos, e tendo principalmente mulheres como alvo. Primeiro foi a atriz mineira Isis Valverde, que teve diversas fotos adulteradas para simular o vazamento de imagens conhecidas como "nudes", como se ela estivesse sem roupa. As fotos falsas circularam pelas redes sociais como se fossem autênticas, o que levou a atriz a registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes de Informática da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A inteligência artificial também foi a ferramenta usada por alunos de escolas particulares de Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro para criar versões falsas de imagens de colegas de sala nuas, em casos ainda mais preocupantes, já que envolvem adolescentes, ou seja, menores de idade.
   A greve dos roteiristas e os sombrios casos de pornografia falsa gerada por IA revelam uma desconsideração alarmante pelo trabalho, pela privacidade e pela dignidade das pessoas. Por isso, é imperativo que a sociedade desenvolva estruturas robustas para prevenir esse tipo de abuso, e isso deve ser feito tanto pelos governos, quanto pelas empresas. Do lado das companhias que oferecem esse tipo de serviço, é fundamental que exista uma transparência maior nos algoritmos que regem a produção de textos e imagens pela inteligência artificial. Também é necessário que existam meios de identificação simultânea de conteúdos, como marcas d'água, de modo a comprovar que determinada foto ou sequência de palavras foi gerada por uma IA.

   Falta ainda ao Brasil uma legislação clara para o uso da inteligência artificial, que leve em conta a atual mudança tecnológica. Apesar de a criação de montagens pornográficas – principalmente envolvendo menores de idade – ser crime, a autoria do produto final está em uma zona cinzenta das leis brasileiras. Para tentar coibir tais abusos, é preciso que existam regulamentações mais rigorosas e mecanismos claros de responsabilização pelo uso da IA para a produção de conteúdo criminoso. 

   A solução não reside em condenar a inteligência artificial – que é meramente uma ferramenta –, mas em estabelecer limites éticos e legais para sua aplicação. É preciso compreender que o perigo não está na IA em si, mas na ausência de diretrizes éticas. Como toda nova tecnologia, ela demanda técnicas, direitos e deveres totalmente novos, para que seja bem aplicada. Os alertas recentes já são mais do que suficientes para que esse debate se inicie, tanto nas empresas quanto no Congresso.

Disponível em: https://www.em.com.br/ 2023/11/6654195-novos-perigos-da-inteligencia-artificial.html. [Adaptado] 

No quinto parágrafo, a conjunção “apesar de” é utilizada para 
Alternativas
Respostas
2261: B
2262: C
2263: C
2264: A
2265: D
2266: A
2267: B
2268: D
2269: B
2270: A
2271: D
2272: C
2273: D
2274: A
2275: B
2276: C
2277: A
2278: A
2279: C
2280: B