Questões de Concurso Para analista judiciário - qualquer área de formação

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Q3586154 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


O paciente deve ser tratado imediatamente com heparina não fracionada, e a alteplase deve ser considerada após excluídas contraindicações ao procedimento, uma vez que a probabilidade pré-teste para embolia pulmonar é alta e o paciente apresenta instabilidade hemodinâmica. 

Alternativas
Q3586153 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


Os exames a serem realizados, após as medidas de estabilização inicial, são a angiotomografia de tórax e o doppler de membro inferior direito a beira-leito.

Alternativas
Q3586152 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


O diagnóstico principal para o caso é de sepse de foco pulmonar, podendo a hipoxemia ser explicada pelo distúrbio ventilação-perfusão causado pela pneumonia. 

Alternativas
Q3586151 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade, tabagista, compareceu à consulta médica no hospital com quadro agudo de dispneia associada à dor torácica ventilatório-dependente. Estava em uso de amoxicilina-clavulanato e azitromicina, prescritos no dia anterior durante atendimento em pronto-socorro, ocasião em que recebera diagnóstico de pneumonia, segundo o paciente. Devido à piora dos sintomas respiratórios, procurou nova avaliação. O paciente tem antecedentes pessoais de hipertensão arterial sistêmica, neoplasia prostática, aguardando cirurgia, e dislipidemia. Faz uso contínuo de losartana e rosuvastatina. No exame físico, o paciente apresentou-se em regular estado geral, anictérico, corado, acianótico, agitado e desconfortável; com saturação de oxigênio igual a 89% em ar ambiente (saturação basal relatada de 94%); frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 115 bpm; pressão arterial de 85 mmHg × 60 mmHg (pressão basal relatada de 130 mmHg × 80 mmHg); aparelho cardiovascular com ritmo cardíaco regular em dois tempos, com hiperfonese do componente B2 no foco pulmonar e sopro em foco tricúspide; aparelho respiratório com sons respiratórios presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; uso de musculatura acessória; nas extremidades, edema em membro inferior direito, com cacifo positivo e dor à dorsiflexão do pé na panturrilha. O paciente apresentou CD de tomografia de tórax sem contraste realizada no pronto-socorro no dia anterior, que mostrava opacidade pulmonar com base pleural e relação entre os ventrículos direito e esquerdo (VD/VE) > 0,9.  

A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item que se segue.  


Os próximos passos no atendimento do paciente deverão consistir em: internação em terapia intensiva; monitorização com múltiplos parâmetros; fornecimento de oxigênio com máscara oronasal; realização de acesso venoso para hidratação; reavaliação e coleta de gasometria arterial. 

Alternativas
Q3586150 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


A piora do quadro com o uso da aspirina explica-se pela inibição da ciclo-oxigenase COX 2 e seu produto a prostaglandina E2, que leva à liberação de histamina, o que gera leucotrienos pelos basófilos. 

Alternativas
Q3586149 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


A paciente deve ser orientada a não fazer uso de aspirina nem de qualquer outro anti-inflamatório não esteroidal, devido à possibilidade de exacerbação.  

Alternativas
Q3586148 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


Considerando-se o diagnóstico principal de asma, conclui-se do caso clínico um fenótipo de asma exacerbada por aspirina, devido à presença de rinossinusite crônica, polipose nasal e sensibilidade a aspirina.  

Alternativas
Q3586147 Medicina
        Paciente de 35 anos de idade, do sexo feminino, compareceu ao hospital para consulta médica, apresentando quadro de tosse seca, sibilos, dispneia e opressão torácica. Relatou que os sintomas apareciam e desapareciam no tempo e eram desencadeados com a mudança do clima, ao ficar mais frio, e quando tinha contato com livros velhos. Referiu ser alérgica a aspirina, pois, em uma das crises prévias, havia sido receitado esse medicamento e ela apresentara piora considerável dos sintomas de tosse, dispneia e sibilos, tendo tido que retornar ao pronto-socorro. Disse que, geralmente, quando em crise, faz uso de salbutamol, mas que desta vez esse medicamento não resolveu o problema. A paciente tem antecedentes pessoais de rinossinusite crônica e pólipos nasais, nega outras comorbidades, está em uso de budesonida nasal e faz lavagem nasal. No exame físico, demonstrou bom estado geral, estando anictérica, corada e acianótica; sentada inclinada sobre a mesa, falava frases incompletas e estava um pouco agitada. Sua saturação de oxigênio é de 90% em ar ambiente; frequência respiratória de 25 irpm; frequência cardíaca de 121 bpm; e pressão arterial de 125 mmHg × 90 mmHg. Seu aparelho cardiovascular apresenta ritmo cardíaco regular em dois tempos, com bulhas normofonéticas. Seu aparelho respiratório apresenta sons respiratórios presentes bilateralmente, com sibilos difusos, além de presença de retrações subcostais. A paciente apresentou radiografia de tórax realizada havia 4 dias, a qual não mostrou alterações. O pico de fluxo expiratório realizado na emergência mostrou um valor correspondente a 45% em relação ao predito. 

Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.  


O quadro clínico descrito mostra uma exacerbação de asma grave, devendo ser iniciada a administração de salbutamol combinado a ipratrópio, via espaçador de 20/20 minutos na primeira hora, oxigenoterapia e metilprednisona intravenosa.  

Alternativas
Q3586146 Medicina
        Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado. 

Julgue o seguinte item, referente ao caso clínico hipotético apresentado.  


É recomendado o uso de AAS na dose inicial de 150 mg a 300 mg o mais precocemente possível, caso o paciente em tela não possua contraindicação prévia. 

Alternativas
Q3586145 Medicina
        Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado. 

Julgue o seguinte item, referente ao caso clínico hipotético apresentado.  


Uma vez normal o resultado do ECG, estará indicada a alta hospitalar do paciente em questão, desde que haja resultado negativo da troponina colhida e alívio da dor. 

Alternativas
Q3586144 Medicina
        Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado. 

Julgue o seguinte item, referente ao caso clínico hipotético apresentado.  


A analgesia inicial de escolha para esse paciente deve ser feita com morfina, devido à presença de dor possivelmente isquêmica.  

Alternativas
Q3586143 Medicina
        Um homem de 58 anos de idade, com histórico de diabetes melito e tabagismo, chegou à emergência com dor torácica retroesternal tipo aperto, iniciada havia cerca de 3 horas, sem alívio completo com repouso. A dor irradiava para o braço esquerdo. O eletrocardiograma (ECG) realizado na admissão mostrou ritmo sinusal, sem supra ou infradesnivelamento do segmento ST ou outras alterações. O marcador de necrose miocárdica troponina ultrassensível foi colhido, mas é aguardado o resultado. 

Julgue o seguinte item, referente ao caso clínico hipotético apresentado.  


Como o paciente chegou à emergência antes de 6 horas do início dos sintomas, adicionalmente deveria ser solicitado exame da mioglobina, devido à sua maior sensibilidade para detecção precoce de infarto do miocárdio.  

Alternativas
Q3586142 Medicina
        Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.  

Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue o item que se segue. 


De acordo com os ensaios clínicos mais recentes publicados, os inibidores de SGLT2 devem ser a primeira escolha no tratamento de emergência dessa paciente, enquanto os diuréticos de alço devem ser reservados para os casos refratários. 

Alternativas
Q3586141 Medicina
        Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.  

Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue o item que se segue. 


Considerando-se o ritmo cardíaco apresentado no ECG da paciente, pontos de corte mais elevados devem ser considerados para interpretação do resultado do peptídeo natriurético. 

Alternativas
Q3586140 Medicina
        Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.  

Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue o item que se segue. 


Deve ser levantada a suspeita de amiloidose cardíaca, devido à baixa voltagem no complexo QRS no eletrocardiograma em conjunto com o espessamento ventricular esquerdo no ecocardiograma. 

Alternativas
Q3586139 Medicina
        Uma mulher de 72 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia e fadiga progressivas nos últimos 3 meses, com piora significativa nos últimos 2 dias. No exame físico, apresentou ritmo cardíaco irregular, crepitações pulmonares finas bilaterais, turgência jugular e edema em membros inferiores. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo de fibrilação atrial e baixa voltagem do complexo QRS. O ecocardiograma revelou aumento biatrial, ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica, disfunção diastólica moderada, fração de ejeção de 58% e ventrículo direito sem alterações. Foi coletado um BNP de 350 pg/mL.  

Considerando o caso clínico hipotético apresentado, julgue o item que se segue. 


O diagnóstico de insuficiência cardíaca deve ser afastado, já que a fração de ejeção do ventrículo esquerdo está acima de 50%. 

Alternativas
Q3586138 Medicina
        Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. 


A utilização de combinações de fármacos em dose fixa e em comprimido único é desaconselhada para pacientes como este, pois pode levar a maior ocorrência de efeitos colaterais, o que reduz a adesão ao tratamento. 

Alternativas
Q3586137 Medicina
        Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. 


Mesmo que o paciente seja diagnosticado com hipertensão do avental branco, ele ainda apresenta um risco cardiovascular de longo prazo maior que o de indivíduos normotensos verdadeiros. 

Alternativas
Q3586136 Medicina
        Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. 


Haja vista a possibilidade de efeito do avental branco, se um MAPA de 24 horas fosse realizado no paciente e mostrasse pressão arterial média igual a 128 mmHg × 84 mmHg, o diagnóstico de hipertensão deveria ser descartado e as alterações da pressão arterial observadas no consultório poderiam ser consideradas efeito do avental branco. 

Alternativas
Q3586135 Medicina
        Um homem de 45 anos de idade faz acompanhamento ambulatorial para prevenção de eventos cardiovasculares. Suas medidas de pressão arterial no consultório em três ocasiões distintas, ao longo do último mês, foram respectivamente iguais a 148 mmHg × 92 mmHg, 152 mmHg × 94 mmHg e 145 mmHg × 90 mmHg. Ele relata sentir-se nervoso no consultório e nega quaisquer sintomas em casa. Ele não possui comorbidades conhecidas e é ativo fisicamente. O restante do exame físico está normal.  

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir. 


Com base apenas nas três medições de pressão arterial realizadas no consultório, é possível classificar o paciente como portador de hipertensão sustentada estágio 1. 

Alternativas
Respostas
121: C
122: C
123: E
124: C
125: E
126: C
127: C
128: C
129: C
130: E
131: E
132: E
133: E
134: C
135: C
136: E
137: E
138: C
139: E
140: C