Questões de Concurso Para engenheiro júnior

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Q424579 Português
O autor do texto, ao discutir sua relação com a língua, afirma: “De vez em quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português” (l 16-19).

Seu relato está reescrito, respeitando a norma-padrão, na seguinte frase:
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Q424578 Português
Muitas vezes, o emprego de um verbo determina a presença de uma preposição ou uma expressão equivalente, como é o caso de “não alguma coisa através da qual as pessoas se entendam” (. 69-70).

Se fosse empregada a forma verbal confiem em vez de se entendam, o resultado, de acordo com a norma-padrão, seria o seguinte:
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Q424577 Português
O verbo destacado em “Que me aconteceria se eu dissesse” (. 32-33) é uma forma do verbo dizer.

A forma verbal que apresenta o mesmo modo e tempo de dissesse e está acompanhada de seu infinitivo correspondente, de acordo com a norma-padrão, é a seguinte:
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Q424576 Português
Existem situações em que um pronome oblíquo pode ser colocado em mais de uma posição em relação ao verbo.

O pronome em destaque poderá, de acordo com a norma-padrão, estar colocado depois do verbo em
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Q424575 Português
O acento indicativo de crase está empregado em DESACORDO com a norma-padrão em:
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Q424574 Português
A palavra pois, empregada em “se o fiz, mereço desculpas, pois nunca tive essa intenção.” ( l 47-48), pode ser substituída, respeitando a norma-padrão e mantendo-se o sentido original, pelo que se destaca em:
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Q424573 Português
A palavra se, empregada em “Que me aconteceria se eu dissesse a uma bela dama” ( l 32-33), tem a mesma classe gramatical do que se destaca em:
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Q424572 Português
Considerando o contexto, é possível reescrever o período “Confesso que escrevo de palpite, como outras pessoas tocam piano de ouvido” (l15-16), mantendo-se o sentido original, da seguinte forma:
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Q424571 Português
Ao afirmar “se o senhor é um desses cavalheiros que sabem qual é o feminino de cupim, tenha a bondade de não me cumprimentar.” (l 52-54), o autor do texto deixa evidente sua opinião sobre um certo tipo de comportamento com relação à língua portuguesa.

Essa opinião também aparece em:
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Q424570 Português
O título do texto – “Nascer no Cairo, ser fêmea de cupim” – justifica-se pelo fato de:
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: Transpetro
Q1223754 Estatística
Considere as séries estatísticas.
X: X₁, X₂, ..., Xₙ
com média μₓ , desvio padrão σₓ , Xᵢ > 1, i = 1, 2,..., n, e σₓ > 0;
Y: Y₁, Y₂, ..., Yₙ
com média μY e desvio padrão σY.
Se , Yᵢ=Xᵢ/μₓ onde i = 1, 2,..., n, então
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: Transpetro
Q1213792 Administração Geral
Em um sistema produtivo, são necessários os seguintes insumos:a formulação de planos para atingir as metas empresariais; a descrição dos produtos feita através da lista de material e suas quantidades;as especificações do processo com instruções detalhadas; o tempo necessário para realizar as tarefas; e os recursos que estão disponíveis na empresa.
Esses insumos básicos são integrantes do sistema de
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1235564 Conhecimentos Gerais
A exposição “Auguste Rodin, homem e gênio” reúne 62 esculturas do mestre francês Auguste Rodin no Palacete das Artes, em Salvador. Entre as peças de grande, médio e pequeno porte selecionadas, estão obras conhecidas internacionalmente, como “O pensador”, “O beijo” e “Eva”. Parte das comemorações do Ano da França no Brasil, ficará na capital baiana por três anos. Rodin é considerado:
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1223036 Atualidades
O anúncio da fusão de duas grandes empresas do ramo de eletrodomésticos, pegou muita gente de surpresa, mas para os consumidores, o saldo deve ser positivo. Grupos fortes e competitivos tendem a oferecer preços mais baixos. Nasce a “Máquina de vendas” com a união de:
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1208272 Noções de Informática
No Microsoft Word (versão XP – configuração padrão), a ferramenta utilizada para adição de equações matemáticas é denominada:
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Riachuelo - SE
Q1191143 Português
TEXTO:     Cheque em xeque
O país anda tão desconfiado, mas tão desconfiado, que todos nós viramos suspeitos. Cada cheque é uma CPI particular. O vendedor, por mais amável que tenha sido, lança um olhar de suspeita. E pergunta a primeira coisa que vem à cabeça:
– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong.
Enquanto ele decide se sorri ou me morde, atiro o cheque no balcão e fujo com as compras.
É duro falar em geral, quando nem todo mundo é assim. Acabo injustiçando as centenas de pessoas simpáticas que já me atenderam nos balcões sem me tratar como um mafioso. Mas também sou injustiçado. Sei que a crise, a falta de ética e a corrupção escorreram sobre nossas vidas, precipitando desconfianças. O pior é que todas as exigências não adiantam nada, se o portador do cheque estiver interessado em dar o golpe.
Pedem a carteira de identidade. Ofereço a minha, com uma linda foto em que apareço esbelto, com os cabelos cobrindo as orelhas e uma franja gigantesca sobre os óculos. Algo como uma versão década de 60 de um cachorro lulu. Sou eu mesmo, mas só os parentes sabem. A vendedora me olha, conferindo. Ou filosofando sobre a passagem do tempo, não sei. Sorri, como se tivesse me reconhecido, o que sei ser impossível. Sorrio de volta, com ar suspeito, e até uma certa emoção. Serei eu mesmo?
Aí, ela compara a assinatura. Acontece que tenho o prazer de falsificar minha própria assinatura. De raiva. Às vezes boto só um rabisco. Pois a vendedora confere e aceita.
Também pedem o telefone e o endereço. Outro dia, desabei na quitanda de uma coreana. Recém-chegada. Comprei um maço de rabanetes, um quilo de batatas e uma dúzia de bananas. Peguei o cheque. Ela estreitou os olhinhos. Expliquei que era especial. As pestanas, dois riscos irritados. Ela olhou o cheque, virado de cabeça para baixo. Chamou um ajudante, tipo nordestino. Resmungaram entre si. Em que língua eu não sei. Ele explicou:
– Ela aceita se o senhor for virar freguês.
Quase me ajoelhei. Ia gente em casa, e aquelas batatas eram a diferença entre ser um lorde ou um cafona. Prometi passar lá todos os dias, quem sabe até ser sócio. O rapaz tentou soletrar meu nome. Empacou no W. Quase sufocou. Cantei alegremente todas as letras. Ele pediu de tudo: até o endereço da mãe. Escrevi no verso do cheque: Pirulito que bate bate / Pirulito que já bateu / Quem gosta de mim é ela / Quem gosta dela sou eu.
Aceitaram. Até hoje não sei como o banco pagou.
Pode parecer piada, mas é um sofrimento. Faz pouco tempo, estive em um hipermercado de uma rede que está em todo o país. Fiz o cheque. A caixa apertou um botão, acendeu uma luzinha. Explicou que precisava conferir. Esperei meia hora. Ninguém apareceu. Pedi licença, fui reclamar. A moça do balcão de atendimento rosnou:
– Não adianta reclamar.
Chamei o gerente, briguei. Demorou mais meia hora. Aliás, para garantir meu cheque, já chamei até polícia. Estava em um restaurante chinês, com uma amiga. Depois de me conciliar com alguns camarõezinhos empanados, pedi a conta. Fui fazer o cheque, o garçom explicou:
– Não aceitamos.
– E por que não avisam antes?
Ele me mostrou um cartaz na parede. Iludido pelo molho de ostras, eu não havia visto. Expliquei que não tinha dinheiro. Ele correu ao caixa. Vi um chinês velho abanando a cabeça como um leque. O garçom voltou. Eu disse, calmamente:
– Chame a polícia.
– O quê?
– Chame a polícia. Quero pagar, vocês não querem receber. Chame.
Foi um bafafá. Um jovem veio correndo da cozinha. Pensei que ia me soterrar com um prato de sopa de tubarão, tal a fúria. Repeti o pedido, gentil: queria a polícia. Aceitaram o cheque, com suspiros de nervosismo. Houve um momento em que pareciam tentados a me transformar num porco agridoce.
Bilheteria de show ou teatro, nem se fala. Alguns teatros grandes já chegaram a exigir avalista e fazer consulta telefônica para vender ingressos.
[...] Melhor vivem os fantasmas. Porque a esses, tudo se permite. Não enfrentam filas e descontam cheques de madrugada. Não precisam de CPF nem devem ter RG. Endereço e assinatura, nem se fala.
Difícil, mesmo, é estar entre os simples mortais.
(Walcyr Carrasco. O Golpe do aniversariante e outras crônicas. São Paulo: Ática, 200/Para Gostar de Ler, 20/Fragmento.)
“[...] O vendedor, por mais amável que tenha sido, lança um olhar de suspeita. E pergunta a primeira coisa que vem à cabeça:
– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong....”
A resposta ao vendedor demonstra, por parte do autor:
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Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa
Q1236050 Engenharia Ambiental e Sanitária
Julgue o item abaixo, considerando que a legislação brasileira admite o lançamento de esgotos em corpos receptores, desde que sejam observados padrões e restrições.
Para garantir as condições de lançamento do esgoto, este pode ser diluído antes do lançamento, utilizando-se, para tanto, água de melhor qualidade.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa
Q1234664 Eletricidade
Julgue o item abaixo, quanto ao controle de velocidade em um motor de indução.
O controle de velocidade em motores do tipo rotor bobinado pode ser efetuado inserindo-se adequadamente resistores variáveis (reostatos) no rotor do motor. 
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa
Q1234516 Eletricidade
Julgue o item abaixo, quanto ao controle de velocidade em um motor de indução.
Não é possível controlar a rotação de motores de indução com rotor bobinado instalando-se reostatos no circuito do estator do motor.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa
Q1234484 Eletricidade
Julgue o item abaixo, quanto ao controle de velocidade em um motor de indução.
Um circuito do tipo retificador-inversor, composto por capacitor e elementos estáticos do estado sólido, adequadamente dimensionados, alimentados e inseridos no circuito, são apropriados para controle de velocidade de motores de indução.
Alternativas
Respostas
961: D
962: B
963: E
964: A
965: C
966: E
967: B
968: A
969: E
970: D
971: C
972: C
973: C
974: E
975: C
976: B
977: E
978: C
979: E
980: C