Questões de Concurso Para analista judiciário - psicologia

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Q1992389 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço; outro, o ferro ao pé. Havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.
       O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.
     Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.
       Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoutasse.

(Adaptado de: Assis, Machado de. 50 contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007) 
Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. (4º parágrafo)
Os termos sublinhados acima constituem, respectivamente, 
Alternativas
Q1992388 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço; outro, o ferro ao pé. Havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.
       O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.
     Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.
       Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoutasse.

(Adaptado de: Assis, Machado de. 50 contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007) 
Em Escravo que fugia assim (2º parágrafo), o termo sublinhado exerce a mesma função sintática da expressão sublinhada em:
Alternativas
Q1992387 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço; outro, o ferro ao pé. Havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.
       O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.
     Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.
       Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoutasse.

(Adaptado de: Assis, Machado de. 50 contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007) 
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo em:
Alternativas
Q1992386 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço; outro, o ferro ao pé. Havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.
       O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.
     Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.
       Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoutasse.

(Adaptado de: Assis, Machado de. 50 contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007) 
Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr (3º parágrafo)

No contexto em que se insere, o trecho sublinhado expressa ideia de
Alternativas
Q1992385 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço; outro, o ferro ao pé. Havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.
       O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.
     Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.
       Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoutasse.

(Adaptado de: Assis, Machado de. 50 contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007) 
O narrador dirige-se explicitamente a seus leitores no seguinte trecho: 
Alternativas
Q1988497 Psicologia
De acordo com a Resolução CFP n.º 18/2002, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação ao preconceito e à discriminação racial, os psicólogos não poderão
Alternativas
Q1988496 Psicologia
Considerando-se a obrigatoriedade do registro documental decorrente da prestação de serviços psicológicos, ao realizar atendimento de grupo, é correto afirmar que o psicólogo deve manter, além dos registros dos atendimentos, a documentação individual referente a cada usuário
Alternativas
Q1988495 Psicologia
   Um psicólogo, que conduz uma pesquisa com um grupo de profissionais em uma organização, decidiu utilizar testes psicológicos para aumentar a qualidade do estudo, das análises de dados e dos resultados.
Nessa situação hipotética, de acordo com o disposto na nota técnica do Conselho Federal de Psicologia sobre testes psicológicos, o psicólogo deve, no contexto da avaliação ou da pesquisa,
Alternativas
Q1988494 Psicologia
   A comunicação deve ainda apresentar como qualidades: a clareza, a concisão e a harmonia. A clareza se traduz, na estrutura frasal, pela sequência ou ordenamento adequado dos conteúdos, pela explicitação da natureza e função de cada parte na construção do todo.
O referido trecho extraído da Resolução CFP n.º 07/2003 refere-se aos princípios  
Alternativas
Q1988493 Psicologia
Cabe ao psicólogo
Alternativas
Q1988492 Psicologia
Os princípios fundamentais previstos no Código de Ética Profissional do Psicólogo incluem
Alternativas
Q1988491 Psicologia
No que se refere à prevenção e à saúde mental no trabalho, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1988490 Psicologia
No que se refere à avaliação da personalidade, julgue os itens a seguir.

I O principal instrumento avaliativo do funcionamento psicológico e da personalidade é a entrevista clínica.
II O Zulliger (Z-Teste) e o Teste de Apercepção Temática (TAT) são técnicas perceptivas de identificação.
III O House-Tree-Person (HTP) é um teste projetivo gráfico que avalia o funcionamento emocional e cognitivo do examinando.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q1988489 Psicologia
Texto 13A2-II

   Natan, de 27 anos de idade, está estudando para concursos. Ele procurou atendimento psicológico devido ao fato de estar se sentido ansioso, triste e culpado. Por um lado, ele se sente incomodado com a possibilidade de passar em um concurso e afasta-se dos pais, que são idosos, já que é o único filho que ainda reside na casa dos genitores. Por outro lado, ele se sente pressionado, uma vez que é o cuidador primordial dos pais e não recebe, para essa tarefa, ajuda de irmãos e de parentes que moram em outra cidade.
Com relação ao caso clínico 13A2-II, Natan deve
Alternativas
Q1988488 Psicologia
Com base no Manual diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais (DSM-5), assinale a opção correta.
Alternativas
Q1988487 Psicologia
Julgue os itens a seguir, relativos às intervenções possíveis no caso de pacientes com transtorno decorrente do uso de álcool, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5) e a Classificação Internacional das Doenças (CID-10).

I O diagnóstico e o tratamento precoce da dependência de álcool têm efeitos no prognóstico de pacientes.
II Não há evidência da necessidade de utilização da entrevista motivacional em casos de dependência de álcool.
III As intervenções, no caso de transtorno decorrente do uso de álcool, devem priorizar confrontações diretas.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q1988486 Psicologia
Texto 13A2-I

    Juarez, de 47 anos de idade, compareceu ao serviço médico de determinado tribunal, com o intuito de ser avaliado por um psicólogo. Ao ser atendido, ele contou que tinha acabado de deixar uma sala de reunião, onde se encontravam alguns colegas de trabalho, aos gritos, descompensado. Ele disse, ainda, que não sabia o que estava acontecendo com ele, que vivia com medo de explodir e sentia-se como uma bomba-relógio. Ademais, o paciente informou que não costumava ter episódios ou dias de mau humor, que era tudo muito imprevisível, já que, repentinamente, perdia o controle e exaltava-se. No entanto, havia, aproximadamente, 6 meses que o referido descontrole havia passado a acontecer 2 ou 3 vezes por semana e que já não estava aguentando mais. Segundo Juarez, até ingressar no tribunal, ele não conseguia permanecer nem um ano em empregos e que, para ele, a diferença do tribunal em relação a outros trabalhos era que lá ele havia encontrado um chefe que o apoiava e compreendia as suas dificuldades. Por fim, o paciente relatou que achava que havia algo errado e que a mãe dizia que ele sempre havia tido um temperamento difícil, com dificuldades claras para manter certas relações, como o casamento, uma vez que havia se divorciado 4 vezes. Segundo Juarez, a mãe dizia que as pessoas costumavam ter medo de dizer qualquer coisa que o desagradasse, já que nunca era possível prever como ele reagiria, outrossim, essas reações, quando ocorriam, eram sempre desproporcionais aos fatos. Além disso, havia, aproximadamente, 5 meses que ele tinha começado a ingerir bebidas alcoólicas sob o pretexto de relaxar e acalmar-se. 
Ainda em relação ao caso clínico 13A2-I, se houver intoxicação por álcool, Juarez poderá apresentar
Alternativas
Q1988485 Psicologia
Texto 13A2-I

    Juarez, de 47 anos de idade, compareceu ao serviço médico de determinado tribunal, com o intuito de ser avaliado por um psicólogo. Ao ser atendido, ele contou que tinha acabado de deixar uma sala de reunião, onde se encontravam alguns colegas de trabalho, aos gritos, descompensado. Ele disse, ainda, que não sabia o que estava acontecendo com ele, que vivia com medo de explodir e sentia-se como uma bomba-relógio. Ademais, o paciente informou que não costumava ter episódios ou dias de mau humor, que era tudo muito imprevisível, já que, repentinamente, perdia o controle e exaltava-se. No entanto, havia, aproximadamente, 6 meses que o referido descontrole havia passado a acontecer 2 ou 3 vezes por semana e que já não estava aguentando mais. Segundo Juarez, até ingressar no tribunal, ele não conseguia permanecer nem um ano em empregos e que, para ele, a diferença do tribunal em relação a outros trabalhos era que lá ele havia encontrado um chefe que o apoiava e compreendia as suas dificuldades. Por fim, o paciente relatou que achava que havia algo errado e que a mãe dizia que ele sempre havia tido um temperamento difícil, com dificuldades claras para manter certas relações, como o casamento, uma vez que havia se divorciado 4 vezes. Segundo Juarez, a mãe dizia que as pessoas costumavam ter medo de dizer qualquer coisa que o desagradasse, já que nunca era possível prever como ele reagiria, outrossim, essas reações, quando ocorriam, eram sempre desproporcionais aos fatos. Além disso, havia, aproximadamente, 5 meses que ele tinha começado a ingerir bebidas alcoólicas sob o pretexto de relaxar e acalmar-se. 
No que se refere ao caso clínico 13A2-I, com base no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5) e da Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o paciente apresenta
Alternativas
Q1988484 Psicologia
   Organizações reconhecidas como de alta performance combinam práticas, estruturas de trabalho e processos de gestão de pessoas que maximizam o conhecimento, as habilidades, o compromisso e a flexibilidade de sua força de trabalho. Para isso, entre alguns princípios, é importante que as pessoas estejam profundamente familiarizadas com a natureza do seu trabalho e em condições de reconhecer problemas e desenvolver soluções.
O trecho descrito anteriormente aborda o princípio
Alternativas
Q1988483 Psicologia
No âmbito dos programas de incentivo ao trabalho, o pagamento de um valor em virtude de contribuição especial feita por um empregado denomina-se
Alternativas
Respostas
661: E
662: A
663: C
664: D
665: A
666: A
667: B
668: E
669: D
670: C
671: A
672: D
673: D
674: B
675: D
676: A
677: A
678: C
679: A
680: D