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Durante a análise de um projeto de instalação de uma usina de processamento de minérios em região de bioma sensível, órgãos estaduais de licenciamento ambiental condicionaram a aprovação do empreendimento à reformulação de etapas do processo industrial. A empresa alegou afronta à livre iniciativa e à autonomia da atividade econômica. O caso foi remetido ao Ministério Público para apuração de possíveis violações à ordem constitucional. Com base nos princípios que orientam a ordem econômica previstos na Constituição Federal, analise as afirmativas a seguir:
I.A liberdade de iniciativa econômica assegura ao empresário o direito de executar seu projeto produtivo independentemente de exigências ambientais ou sociais, desde que observada a legislação ordinária.
II.A função social da propriedade impõe que o uso da propriedade — inclusive industrial — observe valores coletivos como a preservação ambiental, o desenvolvimento regional e a justiça social.
III.O princípio da livre concorrência deve ser compatibilizado com outros fundamentos constitucionais, como a soberania nacional, a defesa do consumidor e a proteção do meio ambiente.
Assinale a alternativa correta:
A Constituição Federal prevê mecanismos excepcionais para a preservação da ordem pública e da estabilidade institucional diante de situações de grave risco ao Estado Democrático de Direito. Esses instrumentos jurídicos, previstos no capítulo "Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas", são acionados segundo requisitos específicos, com controle político e jurídico rigoroso. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.
Coluna A (termos):
1.Estado de Defesa.
2.Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
3.Estado de Sítio.
Coluna B (descrições):
(__)Medida constitucional de caráter excepcional, decretada pelo Presidente da República para preservar ou restabelecer a ordem pública ou a paz social em locais restritos e determinados, diante de grave instabilidade institucional ou calamidades.
(__)Medida mais drástica de natureza constitucional, autorizada pelo Congresso Nacional mediante solicitação do Presidente da República, nos casos de comoção grave de repercussão nacional ou guerra.
(__)Atuação das Forças Armadas em território nacional por iniciativa do Presidente da República, quando esgotados os instrumentos regulares de segurança pública, sem necessidade de decretação formal de estado de exceção.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
A Constituição da República de 1988 consagra a independência e a harmonia entre os Poderes da União como cláusula estruturante do Estado brasileiro, admitindo, contudo, mecanismos de controle recíproco e exercício de funções atípicas por cada Poder. A aplicação concreta dessa repartição funcional é modulada por normas constitucionais específicas e princípios como reserva de jurisdição, legalidade orçamentária e responsabilidade administrativa. Considerando as disposições constitucionais que regem a organização dos Poderes da União, analise as afirmativas a seguir e registre V, para verdadeiro, e F, para falso:
(__)A prevalência de funções executivas, como a iniciativa legislativa privativa em matérias orçamentárias e a direção da administração pública federal, confere ao Poder Executivo primazia funcional sobre os demais Poderes, ainda que formalmente se reconheça a separação.
(__)A cláusula de reserva de jurisdição impede qualquer interferência do Poder Legislativo nas políticas públicas do Poder Judiciário, inclusive quanto à aprovação do orçamento do Judiciário e à criação de cargos e despesas nos tribunais superiores.
(__)A competência administrativa e financeira do Supremo Tribunal Federal, embora assegurada pela Constituição, submete-se a controle externo do Tribunal de Contas da União, mas somente quanto às despesas discricionárias que excedam os limites estabelecidos pela LDO.
(__)O princípio da independência e harmonia entre os Poderes não implica isolamento absoluto, admitindo a existência de controles recíprocos, como a sanção e o veto presidenciais, a aprovação parlamentar de determinadas autoridades e o controle de constitucionalidade exercido pelo Judiciário.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.Os direitos humanos compõem um sistema jurídico de fontes plurais, cuja eficácia depende da incorporação simultânea de normas constitucionais e instrumentos internacionais, sendo seu fundamento último a dignidade da pessoa humana como valor jurídico central do Estado Democrático de Direito.
II.A normatividade dos direitos humanos decorre exclusivamente de sua recepção no direito interno por meio de emenda constitucional, sendo os tratados internacionais meramente programáticos até sua formal conversão em norma de igual hierarquia à Constituição Federal.
III.A indivisibilidade dos direitos humanos reflete a impossibilidade de fracionamento hierárquico entre os direitos civis, políticos, sociais, culturais e ambientais, exigindo do Estado proteção integral, mesmo diante de limitações materiais ou econômicas.
Está correto o que se afirma em:
Nos editores de texto modernos, como o Microsoft Word e o LibreOffice Writer, a formatação de parágrafo é um recurso fundamental para garantir a organização visual e a legibilidade de documentos. Ela permite controlar aspectos como o espaçamento entre linhas, a distância do parágrafo em relação às margens e o alinhamento do texto dentro de uma página. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.
Coluna A (termos):
1.Recuo.
2.Espaçamento entre linhas.
3.Alinhamento.
Coluna B (descrições):
(__)Determina como o texto será disposto horizontalmente entre as margens, podendo ser à esquerda, à direita, centralizado ou justificado.
(__)Define a distância do início ou do fim de um parágrafo em relação à margem esquerda ou direita da página.
(__)Controla a quantidade de espaço vertical entre as linhas de um mesmo parágrafo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo
Em ambientes de planilhas eletrônicas, como Microsoft Excel e LibreOffice Calc, o domínio da estrutura das fórmulas e da lógica de precedência dos operadores é essencial para evitar erros de cálculo, principalmente quando se combinam múltiplas operações em uma única célula. Esse domínio também inclui o uso de referências relativas e absolutas, parênteses para controle de execução e operadores que respeitam hierarquia específica. Sobre esses aspectos, analise as afirmativas a seguir. Para fins desta questão, considere a versão tradicional do Microsoft Excel, sem ativação de funções matriciais dinâmicas ou recursos personalizados de suplementos.
I.Ao utilizar a fórmula =A1+B1*C1, o resultado dependerá da precedência dos operadores, sendo a multiplicação avaliada antes da adição, mesmo sem o uso de parênteses.
II.A fórmula =((A2+B2)/C2)*D2 avalia corretamente as somas antes da divisão e da multiplicação subsequente, pois o uso de parênteses modifica a ordem natural de execução dos operadores.
III.A fórmula =SOMA(A1:B1*C1) é válida para multiplicar os valores do intervalo A1 até B1 pelo conteúdo de C1, e depois somar os resultados automaticamente, conforme comportamento padrão da função SOMA().
Está correto o que se afirma em:
Ao estruturar documentos com listas ou alinhamentos específicos em editores de texto como o Microsoft Word ou o LibreOffice Writer, o usuário pode utilizar ferramentas que organizam o conteúdo horizontalmente de forma precisa, sem a necessidade de inserir vários espaços manuais. Esse recurso permite configurar posições específicas para o início de trechos do texto e, quando combinado com marcadores ou numeração automática, facilita a leitura e a uniformidade do documento. A esse mecanismo de controle posicional dá-se o nome de ________.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
O acesso eficiente a recursos na internet envolve conhecimento técnico sobre os componentes estruturais das URLs, os comportamentos padrão e customizáveis dos hiperlinks, a correta distinção entre sites e serviços de indexação, bem como as possibilidades de manipulação e exportação de conteúdo via navegadores. Tais aspectos são essenciais não apenas para usuários, mas também para administradores de sistemas e desenvolvedores web. Acerca do assunto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Uma URL válida deve seguir a sintaxe definida pela RFC 3986, contendo, em geral, esquema (protocolo), autoridade (incluindo domínio), caminho e, opcionalmente, string de consulta e fragmento, permitindo a localização precisa de recursos na web.
(__)Um hyperlink, por padrão, dispara a abertura de uma nova aba ou janela no navegador ao ser clicado, comportamento que não pode ser alterado por meio de atributos HTML como target="_self" ou target="_parent".
(__)Um site é um sistema de indexação automatizada de conteúdos hospedados em servidores distintos, cuja principal função é permitir ao usuário realizar consultas com base em palavras-chave ou operadores booleanos.
(__)Os navegadores modernos oferecem recursos nativos para impressão de páginas HTML via atalho de teclado, permitindo não apenas a seleção de trechos e ajuste de margens, mas também o redirecionamento da saída para formatos digitais como o Portable Document Format (PDF).
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
A coesão textual diz respeito aos recursos linguísticos responsáveis por articular as partes de um texto, garantindo sua conexão formal e a fluidez entre as ideias. Entre os principais mecanismos de coesão estão:
os elementos referenciais – pronomes, elipses, expressões anafóricas ou catafóricas; os conectores – conjunções e advérbios que estabelecem relações de causa, consequência, adversidade, adição etc.;
os mecanismos lexicais – sinônimos, hiperônimos, repetições controladas, campos semânticos (ANTUNES, 2020).
Com base nos mecanismos de coesão textual empregados no texto base apresentado, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
O papel do intestino é "justamente quebrar os alimentos em moléculas simples" e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Com base na análise sintática do trecho citado, é correto afirmar que a oração destacada:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
No entanto, Pasricha ressalta que "precisa-se de evidências suficientes" para estabelecer uma relação clara de causa e efeito.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Com base no trecho extraído do texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente a figura de linguagem predominante nesse segmento.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar. Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal.
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa que expressa corretamente uma conclusão coerente com as informações e os argumentos desenvolvidos ao longo da exposição.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Essas substâncias "são" produzidas por glândulas e "enviam" sinais por todo o corpo.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se (considere as alterações, caso necessário):
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Ao analisarmos um texto, é fundamental reconhecer tanto sua tipologia textual, que diz respeito à estrutura predominante de organização do conteúdo, quanto seu gênero textual, que se refere à forma socialmente reconhecida e funcional com que esse conteúdo é apresentado. O reconhecimento da tipologia permite compreender os objetivos estruturais do texto; o do gênero, os contextos de uso e a função comunicativa (BRONCKART, 2021).
Com base na tipologia e no gênero textual do texto base apresentado, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Todo texto que se pretende comunicativo deve apresentar certas marcas de textualidade, que são os elementos responsáveis por garantir sua organização interna e sua eficácia na transmissão de sentidos. Entre as principais, destacam-se: coesão textual, coerência e intertextualidade (KOCH, 2022).
Com base nas marcas de textualidade presentes no texto analisado, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Com base na estrutura sintática do período composto, é correto afirmar que: