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O gráfico a seguir mostra as pirâmides demográficas do Brasil, em 1960 e 2010.

Sobre a evolução da população brasileira, no período 1960/2010,
assinale a afirmativa correta.
A respeito da produção agrícola brasileira e da expansão da área plantada, analise o gráfico a seguir.

A partir do gráfico, assinale a afirmativa correta.
O padrão de urbanização imprimiu à metrópole paulistana pelo menos duas fortes características: apresenta componentes de "insustentabilidade" vinculados aos processos de expansão e transformação urbana e proporciona baixa qualidade de vida a parcelas significativas da população. A RMSP configura-se claramente como uma metrópole onde estão bem definidas o centro e a periferia, tendo a mancha urbana se desenvolvido de forma tipicamente radial a partir do centro histórico.
GROSTEIN, Marta D. Metrópole e Expansão Urbana: a persistência de processos "insustentáveis". São Paulo em Perspectiva. 2012. (Adaptado)
Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O padrão de urbanização criou a cidade formal, que concentra os investimentos públicos, e a cidade informal, que cresce exponencialmente na ilegalidade urbana.
( ) A cidade informal, solução para o assentamento dos pobres na cidade, tem gerado graves problemas socioambientais ao ocupar encostas, fundos de vale e áreas de preservação.
( ) A configuração centro-periferia tende a incentivar os deslocamentos pendulares em direção ao centro, local dos postos de trabalho, dos serviços públicos, do comércio etc.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Analise a charge a seguir.

A charge mostra que surgiu uma nova ordem econômica mundial
após o fim da Guerra Fria. A esse respeito, assinale a afirmativa
correta.
Avalie o gráfico a seguir.

A partir do gráfico, analise as afirmativas a seguir.
I. A queda da taxa de crescimento da população mundial é explicada, em parte, pela adoção de métodos anticonceptivos e pela difusão de medidas preventivas.
II. Em 2020, em razão da epidemia de Covid, pela primeira vez, a média anual de crescimento da população ficou abaixo de 1%.
III. A queda da taxa de crescimento da população mundial permite projetar estabilidade e mesmo diminuição da população até o final do século XXI.
Está correto o que se afirma em
As redes de comunicação no mundo globalizado

A integração econômica, financeira e cultural, conhecida como globalização, só foi possível a partir da criação e popularização das diferentes tecnologias que passaram a ter um papel fundamental tanto para o desenvolvimento da economia mundial quanto para a sociedade.
Sobre a economia globalizada, assinale a afirmativa incorreta
O desenvolvimento econômico impulsionou o poder de compra da população que passou a consumir e a gerar “lixo” em proporções alarmantes, passando os resíduos sólidos a poluir cada vez mais o meio ambiente.
Sobre a destinação dos resíduos sólidos, assinale a afirmativa correta.
As mudanças climáticas são, hoje, um problema em escala mundial, uma vez que correspondem às consequências do acelerado crescimento da produção industrial, principal responsável pelo nível de poluição que ameaça a sobrevivência do planeta.
Sobre as possíveis causas das mudanças climáticas, analise as afirmativas a seguir.
I. O aumento da concentração dos chamados gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera provoca o aumento da temperatura média do planeta, o que leva às mudanças climáticas.
II. A emissão de clorofluorcarbonos (CFCs) provoca buracos na camada de ozônio, o que leva a mudanças na temperatura planetária, causando o degelo das calotas polares.
III. As ações antrópicas podem alterar o equilíbrio entre a energia que entra e a que sai da atmosfera, causando mudanças capazes de comprometer a estabilidade dos ecossistemas da Terra.
Está correto o que se afirma em
Global Perspectives of Public Administration

From a global perspective, public administration still raises passionate debates. Many of us presume to know the virtues of a globalized world, where commerce flourishes without barriers, cultures intertwine with each other, communication and technologies connect distant places to local villages and even to one’s living room. We probably agree that globalization creates a sense of togetherness, a feeling that events on one side of the world concern people living on the other side and that democracy and good governance are globalized aspirations to which people of all nations are prime subscribers. We soon realize however that globalization carries within it an insatiable spirit of competition and greed. The idea that the fittest, the strongest ultimately destroys the weakest, is straight from the jungle. The notion that globalization facilitates the overhauling of established norms and values, for better or for worse, is very much practicable.
What are public administrators to do when globalization seems to threaten the very customs and values that glue their society together? […]
The notion that public administration is a global phenomenon, subject to universal principles of moralities and values is tantalizing but questionable. A particular form of governance seems to work well for societies with common cores principles and traditional heritage, while another form of practice seems to facilitate better the development and aspirations of citizens in other corners of the world. Public administrators are first and foremost responsible for the management of their constituent’s affairs. They should dedicate their time and energy to respond to the aspirations and desiderata of their people and within the established boundaries of their societies. Public administrators seem to be more effective when they are inspired by concrete societal goals and objectives rather than when they are driven by a subjective sense of universal morality and goodness toward mankind. Too often, we have witnessed senseless wars and targeted killings in the name of subjective greater goods and selfish interests. […]
Nevertheless, the world is interconnected and public administrators have to deal with internal as well as external issues outside of their national borders. International laws and regulations require that countries’ citizens behave in a certain manner toward fellow neighbors that certain principles of coexistence such as respect for diversity and basic understanding of human rights and dignity are undeniable. Public administrators in a globalized world have to focus on these ideas and create structures that essentially characterize these viewpoints.
(Adapted from https://patimes.org/global-perspectives-public-administration/
Retrieved June 28th, 2022.)
Global Perspectives of Public Administration

From a global perspective, public administration still raises passionate debates. Many of us presume to know the virtues of a globalized world, where commerce flourishes without barriers, cultures intertwine with each other, communication and technologies connect distant places to local villages and even to one’s living room. We probably agree that globalization creates a sense of togetherness, a feeling that events on one side of the world concern people living on the other side and that democracy and good governance are globalized aspirations to which people of all nations are prime subscribers. We soon realize however that globalization carries within it an insatiable spirit of competition and greed. The idea that the fittest, the strongest ultimately destroys the weakest, is straight from the jungle. The notion that globalization facilitates the overhauling of established norms and values, for better or for worse, is very much practicable.
What are public administrators to do when globalization seems to threaten the very customs and values that glue their society together? […]
The notion that public administration is a global phenomenon, subject to universal principles of moralities and values is tantalizing but questionable. A particular form of governance seems to work well for societies with common cores principles and traditional heritage, while another form of practice seems to facilitate better the development and aspirations of citizens in other corners of the world. Public administrators are first and foremost responsible for the management of their constituent’s affairs. They should dedicate their time and energy to respond to the aspirations and desiderata of their people and within the established boundaries of their societies. Public administrators seem to be more effective when they are inspired by concrete societal goals and objectives rather than when they are driven by a subjective sense of universal morality and goodness toward mankind. Too often, we have witnessed senseless wars and targeted killings in the name of subjective greater goods and selfish interests. […]
Nevertheless, the world is interconnected and public administrators have to deal with internal as well as external issues outside of their national borders. International laws and regulations require that countries’ citizens behave in a certain manner toward fellow neighbors that certain principles of coexistence such as respect for diversity and basic understanding of human rights and dignity are undeniable. Public administrators in a globalized world have to focus on these ideas and create structures that essentially characterize these viewpoints.
(Adapted from https://patimes.org/global-perspectives-public-administration/
Retrieved June 28th, 2022.)
Global Perspectives of Public Administration

From a global perspective, public administration still raises passionate debates. Many of us presume to know the virtues of a globalized world, where commerce flourishes without barriers, cultures intertwine with each other, communication and technologies connect distant places to local villages and even to one’s living room. We probably agree that globalization creates a sense of togetherness, a feeling that events on one side of the world concern people living on the other side and that democracy and good governance are globalized aspirations to which people of all nations are prime subscribers. We soon realize however that globalization carries within it an insatiable spirit of competition and greed. The idea that the fittest, the strongest ultimately destroys the weakest, is straight from the jungle. The notion that globalization facilitates the overhauling of established norms and values, for better or for worse, is very much practicable.
What are public administrators to do when globalization seems to threaten the very customs and values that glue their society together? […]
The notion that public administration is a global phenomenon, subject to universal principles of moralities and values is tantalizing but questionable. A particular form of governance seems to work well for societies with common cores principles and traditional heritage, while another form of practice seems to facilitate better the development and aspirations of citizens in other corners of the world. Public administrators are first and foremost responsible for the management of their constituent’s affairs. They should dedicate their time and energy to respond to the aspirations and desiderata of their people and within the established boundaries of their societies. Public administrators seem to be more effective when they are inspired by concrete societal goals and objectives rather than when they are driven by a subjective sense of universal morality and goodness toward mankind. Too often, we have witnessed senseless wars and targeted killings in the name of subjective greater goods and selfish interests. […]
Nevertheless, the world is interconnected and public administrators have to deal with internal as well as external issues outside of their national borders. International laws and regulations require that countries’ citizens behave in a certain manner toward fellow neighbors that certain principles of coexistence such as respect for diversity and basic understanding of human rights and dignity are undeniable. Public administrators in a globalized world have to focus on these ideas and create structures that essentially characterize these viewpoints.
(Adapted from https://patimes.org/global-perspectives-public-administration/
Retrieved June 28th, 2022.)
Global Perspectives of Public Administration

From a global perspective, public administration still raises passionate debates. Many of us presume to know the virtues of a globalized world, where commerce flourishes without barriers, cultures intertwine with each other, communication and technologies connect distant places to local villages and even to one’s living room. We probably agree that globalization creates a sense of togetherness, a feeling that events on one side of the world concern people living on the other side and that democracy and good governance are globalized aspirations to which people of all nations are prime subscribers. We soon realize however that globalization carries within it an insatiable spirit of competition and greed. The idea that the fittest, the strongest ultimately destroys the weakest, is straight from the jungle. The notion that globalization facilitates the overhauling of established norms and values, for better or for worse, is very much practicable.
What are public administrators to do when globalization seems to threaten the very customs and values that glue their society together? […]
The notion that public administration is a global phenomenon, subject to universal principles of moralities and values is tantalizing but questionable. A particular form of governance seems to work well for societies with common cores principles and traditional heritage, while another form of practice seems to facilitate better the development and aspirations of citizens in other corners of the world. Public administrators are first and foremost responsible for the management of their constituent’s affairs. They should dedicate their time and energy to respond to the aspirations and desiderata of their people and within the established boundaries of their societies. Public administrators seem to be more effective when they are inspired by concrete societal goals and objectives rather than when they are driven by a subjective sense of universal morality and goodness toward mankind. Too often, we have witnessed senseless wars and targeted killings in the name of subjective greater goods and selfish interests. […]
Nevertheless, the world is interconnected and public administrators have to deal with internal as well as external issues outside of their national borders. International laws and regulations require that countries’ citizens behave in a certain manner toward fellow neighbors that certain principles of coexistence such as respect for diversity and basic understanding of human rights and dignity are undeniable. Public administrators in a globalized world have to focus on these ideas and create structures that essentially characterize these viewpoints.
(Adapted from https://patimes.org/global-perspectives-public-administration/
Retrieved June 28th, 2022.)
Global Perspectives of Public Administration

From a global perspective, public administration still raises passionate debates. Many of us presume to know the virtues of a globalized world, where commerce flourishes without barriers, cultures intertwine with each other, communication and technologies connect distant places to local villages and even to one’s living room. We probably agree that globalization creates a sense of togetherness, a feeling that events on one side of the world concern people living on the other side and that democracy and good governance are globalized aspirations to which people of all nations are prime subscribers. We soon realize however that globalization carries within it an insatiable spirit of competition and greed. The idea that the fittest, the strongest ultimately destroys the weakest, is straight from the jungle. The notion that globalization facilitates the overhauling of established norms and values, for better or for worse, is very much practicable.
What are public administrators to do when globalization seems to threaten the very customs and values that glue their society together? […]
The notion that public administration is a global phenomenon, subject to universal principles of moralities and values is tantalizing but questionable. A particular form of governance seems to work well for societies with common cores principles and traditional heritage, while another form of practice seems to facilitate better the development and aspirations of citizens in other corners of the world. Public administrators are first and foremost responsible for the management of their constituent’s affairs. They should dedicate their time and energy to respond to the aspirations and desiderata of their people and within the established boundaries of their societies. Public administrators seem to be more effective when they are inspired by concrete societal goals and objectives rather than when they are driven by a subjective sense of universal morality and goodness toward mankind. Too often, we have witnessed senseless wars and targeted killings in the name of subjective greater goods and selfish interests. […]
Nevertheless, the world is interconnected and public administrators have to deal with internal as well as external issues outside of their national borders. International laws and regulations require that countries’ citizens behave in a certain manner toward fellow neighbors that certain principles of coexistence such as respect for diversity and basic understanding of human rights and dignity are undeniable. Public administrators in a globalized world have to focus on these ideas and create structures that essentially characterize these viewpoints.
(Adapted from https://patimes.org/global-perspectives-public-administration/
Retrieved June 28th, 2022.)
Based on the information provided by the text, mark the statements below as true (T) or false (F).
( ) Globalization has both pleasant and objectionable consequences.
( ) Viewed globally, forms of administration are alike.
( ) Public administrators must be aware of national and international laws.
The statements are, respectively,
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
“E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.”
Assinale a opção que apresenta a forma de reescrever essa frase que modifica o seu sentido original.
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
Os adjetivos, em língua portuguesa, mostram estados, características, qualidades e relações.
Assinale o adjetivo abaixo, retirado do texto, que não indica uma qualidade.
Texto 1
Índio
Uma das consequências das Cruzadas (séculos XI a XIII) foi a descoberta das riquezas do Oriente: tecidos, pedras e metais preciosos, especiarias.
Tudo isso passou a ter um valor extraordinário para os europeus do século XV (a canela chegou a valer mais do que o ouro!). E assim as grandes navegações para a Ásia se tornaram financeiramente atrativas.
O genovês Cristóvão Colombo, o que botou o ovo em pé (como se fosse uma grande coisa: as galinhas já faziam isso muito antes dele), consegue, na Espanha, em 1492, o patrocínio dos reis Fernando II e Isabel I para uma viagem à Índia.
Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.
Acertou na forma, mas errou no cálculo do diâmetro. Colombo chega às Bahamas, em 12 de outubro, e acha que alcançou a Índia. Por isso, ao ver uns selvagens locais, Colombo os chama de índios. Pronto, o nome ficou e o erro se consagrou: a partir daí, todo selvagem, nu ou seminu, passou a ser chamado de índio.
(PIMENTA, R. Casa da Mãe Joana, curiosidade na origem das palavras, frases e marcas. Ed. Campus. Rio de Janeiro-RJ. 2002)
“Para chegar lá, os portugueses desciam até o final da África e dobravam à esquerda. Colombo, que sempre adorou viver na contramão da História, sai da Espanha, no dia 3 de agosto, e dobra à direita, convencido de que a Terra era redonda.”
Depreende-se corretamente desse segmento do texto que