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Q3691686 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Quase como um filme de ficção cientifica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. (L.48-52)


A ocorrência do QUE sublinhada no período acima se classifica como

Alternativas
Q3691685 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

...como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. (L.12-14)


O segmento acima, em relação ao trecho imediatamente anterior, apresenta relação de

Alternativas
Q3691684 Português

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Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia. (L.40-47)

Assinale a alternativa em que a alteração do segmento sublinhado no período acima tenha-se mantido de acordo com a norma culta. Não leve em conta possíveis alterações de sentido.
Alternativas
Q3691683 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido formada por composição.
Alternativas
Q3691682 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira. (L.4-7)
O pronome sublinhado no período acima desempenha papel 
Alternativas
Q3691681 Português

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Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Em relação à sua tipologia, é correto afirmar que o texto é eminentemente
Alternativas
Q3691680 Português

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Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,

diz cientista Rafael Yuste



    Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.

    

     "Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.


    Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.


    A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.


    Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.


    Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.


     Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".


    Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.


     Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.


    O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".


    Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.


    O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.


(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)  

Em relação à leitura do texto e suas corretas inferências, analise as afirmativas a seguir:


I. Um maior e melhor conhecimento do cérebro levaria à possível solução de problemas com enfermidades que afetam o ser humano e limitam sua vida.


II. Um dos riscos do acesso a dados cerebrais se dá pela possível perda de controle das informações, o que poderia levar à quebra do direito à privacidade da memória e do conhecimento.


III. Uma vez conhecido o cérebro por meio da neurotecnologia, a comunicação entre os seres humanos será aperfeiçoada e inequívoca, minimizando problemas da convivência.


Assinale

Alternativas
Q3690949 Segurança e Saúde no Trabalho
Em relação as atividades e periodicidade para o serviço de higiene e limpeza, assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma atividade de higiene e limpeza que deve ser realizada diariamente.
Alternativas
Q3690948 Noções de Primeiros Socorros
As queimaduras são todas as lesões produzidas no tecido de revestimento do organismo, por agentes térmicos, elétricos, produtos químicos, radiação ionizante, animais (água-viva) e plantas (urtiga), entre outros. Consiste em uma medida de primeiros socorros em casos de queimaduras:
Alternativas
Q3690947 Segurança e Saúde no Trabalho
Existem vários tipos de Equipamentos de Proteção Individual (EPI's), cada qual com sua finalidade e modo de usar com especificações muito particulares dependendo da atividade laboral a ser executada. Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde aos EPI's que podem ser indicados para a proteção visual e facial.
Alternativas
Q3690946 Segurança e Saúde no Trabalho
As condições físicas ou mecânicas que põem em risco a integridade física e/ou a saúde dos trabalhadores e a própria segurança das instalações e dos equipamentos. Ex: Instalações elétricas defeituosas ou em mau estado, são denominadas:
Alternativas
Q3690945 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Coleta Seletiva é um mecanismo de recolha dos resíduos, os quais são classificados de acordo com sua origem e depositados em contentores indicados por cores. Nesse contexto, assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, as cores dos coletores seletivos utilizados para o descarte de lixos hospitalares, vidro e metais.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/coleta-seletiva/
Alternativas
Q3690944 Segurança e Saúde no Trabalho

Registre V, para verdadeiro, e F, para falso, no que se refere a higiene e segurança do trabalho.



(__) A higiene do trabalho compreende normas e procedimentos adequados para proteger a integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerente às tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são executadas.



(__) A higiene do trabalho está ligada ao diagnóstico e à prevenção das doenças ocupacionais, a partir do estudo e do controle do homem e seu ambiente de trabalho.



(__) A higiene do trabalho tem caráter preventivo por promover a saúde e o conforto do funcionário, evitando que ele adoeça e se ausente do trabalho.



Fonte: https://www2.fab.mil.br/eear/images/cfc/cfc_cg

 _nocoesbasicas.pdf



Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

Alternativas
Q3690943 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os materiais não recicláveis são aqueles para os quais não se tem processo eficiente ou de custo benefício viável para que seja feita a reciclagem. Nesse contexto, analise os materiais abaixo:

I. Frascos de medicamentos ou de produtos químicos.

II. Frascos de reagentes tóxicos

III. Esponja de aço e latas de embalagem de tintas e agrotóxicos.

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/materiais- que-nao-sao-reciclaveis.htm

Não são materiais recicláveis os que se afirma em:
Alternativas
Q3690942 Segurança e Saúde no Trabalho
O Acidente do trabalho pode ser definido como o acidente que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Sobre os tipos de acidentes de trabalho, analise a afirmativa abaixo:

Fonte: https://egov.df.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Apostila-1.pdf

O _____________ do trabalho ocorre no local e durante o trabalho, considerando como acontecimento súbito, violento e ocasional que provoca no trabalhador incapacidade para a prestação de serviço.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna na afirmativa acima.
Alternativas
Q3690941 Noções de Primeiros Socorros
José estava trabalhando como auxiliar de serviços gerais quando escorregou e sofreu uma fratura no braço esquerdo. São medida adequadas de primeiros socorros para José:

I. Imobilizar o braço utilizando um pedaço de tecido ou faixa para evitar movimentos bruscos.


II. Colocar o osso no lugar caso esteja exposto.


III. Tentar endireitar o braço quebrado para evitar danos adicionais.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3690940 Segurança e Saúde no Trabalho
O serviço de limpeza e higienização de superfícies com processos sistematizados, tende a dispor de métodos organizacionais de forma linear, ou seja, todos os trabalhadores, contribuirão para evitar a disseminação de microrganismos; primando pela conduta de realizar a limpeza seguindo os procedimentos corretos. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo:

Fonte: https://saude.goiania.go.gov.br

I. A limpeza da parede deve ser realizada de cima para baixo.


II. A limpeza dos tetos deve ser realizada no sentido unidirecional, ou seja, não deve ser realizado movimentos de vai e vem ou circulares em torno do que será limpo.


III. A limpeza de pisos de corredores, escadas e hall, deve ser realizada de dentro para fora.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3690939 Meio Ambiente
A coleta seletiva representa a maneira ecológica mais adequada para o descarte de lixo. Associado ao tema de educação ambiental e do desenvolvimento sustentável, a coleta seletiva evita a poluição do solo e das águas. A intenção é separar todos os resíduos, utilizando-os na reciclagem. São benefícios da coleta seletiva, EXCETO:

Fonte: https://www.todamateria.com.br/coleta-seletiva/
Alternativas
Q3690938 Administração de Recursos Materiais
Dentre as opções citadas abaixo, assinale a alternativa que corresponde a uma das justificativas para a implementação de um controle eficiente de estoque dos materiais de limpeza em uma empresa.
Alternativas
Q3690937 Segurança e Saúde no Trabalho

Avaliar e entender os possíveis riscos no ambiente de trabalho pode ajudar a empresa a evitar problemas relacionados ao bem-estar de seus colaboradores. No que se refere aos tipos de riscos no ambiente de trabalho, analise as afirmativas abaixo:



I. Riscos Físicos: temperaturas extremas, ruído e má iluminação.



II. Riscos Químicos: poeira, neblina e gases.



III. Riscos Biológicos: vírus, bactérias e protozoários.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
2441: B
2442: B
2443: D
2444: D
2445: C
2446: B
2447: A
2448: D
2449: E
2450: B
2451: A
2452: E
2453: B
2454: E
2455: B
2456: C
2457: C
2458: A
2459: B
2460: B