Questões de Concurso
Para analista econômico - financeiro
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O livro “Como escrever bem”, de William Zinsser, aponta como problemas de escritura: “Toda palavra que não tenha uma função, toda palavra longa que poderia ser substituída por uma palavra curta, todo advérbio que contenha o mesmo significado que já está contido no verbo, toda construção em voz passiva que deixe o leitor inseguro a respeito de quem está fazendo o quê...”. (p. 19)
No pensamento do escritor inglês Hazlitt – Aqueles para quem a
roupa é a parte mais importante da pessoa acabam, geralmente,
por valer tanto quanto sua roupa – ocorre uma inadequação da
escritura, que é:
O texto da revista Veja indica uma posição contrária ao movimento e o argumento básico para a crítica é:
Texto 2
“A prefeitura da capital italiana anunciou que vai banir a
circulação de carros a diesel no centro a partir de 2024. O
objetivo é reduzir a poluição, que contribui para a erosão dos
monumentos”. (Veja, 7/3/2018)
Há uma série de inferências possíveis a partir do texto 2; a única inferência inadequada é:
Texto 2
“A prefeitura da capital italiana anunciou que vai banir a circulação de carros a diesel no centro a partir de 2024. O objetivo é reduzir a poluição, que contribui para a erosão dos monumentos”. (Veja, 7/3/2018)
A ordem cronológica dos fatos citados no texto 2 é:
- Por que o termo “lobby” é associado a uma imagem negativa, uma atividade nebulosa?
- Ninguém gosta do termo “lobby”, sobretudo quem atua na área. Nos Estados Unidos, por exemplo, havia uma poderosa organização chamada “Associação dos lobistas americanos”, que trocou de nome para “Associação americana de relações governamentais”.
O aspecto ausente desse pequeno texto é:
Observe a frase abaixo, do escritor alemão Goethe:
“A liberdade, como a vida, só a merece quem deve conquistá-la a cada dia”.
A observação correta sobre os componentes dessa frase é:
Texto 1
Em artigo publicado no jornal carioca O Globo, 19/3/2018, com o
nome Erros do passado, o articulista Paulo Guedes escreve o
seguinte: “Os regimes trabalhista e previdenciário brasileiros são
politicamente anacrônicos, economicamente desastrosos e
socialmente perversos. Arquitetados de início em sistemas
políticos fechados (na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália
fascista de Mussolini), e desde então cultivados por obsoletos
programas socialdemocratas, são hoje armas de destruição em
massa de empregos locais em meio à competição global.
Reduzem a competitividade das empresas, fabricam
desigualdades sociais, dissipam em consumo corrente a
poupança compulsória dos encargos recolhidos, derrubam o
crescimento da economia e solapam o valor futuro das
aposentadorias”. (adaptado)
Texto 1
Em artigo publicado no jornal carioca O Globo, 19/3/2018, com o
nome Erros do passado, o articulista Paulo Guedes escreve o
seguinte: “Os regimes trabalhista e previdenciário brasileiros são
politicamente anacrônicos, economicamente desastrosos e
socialmente perversos. Arquitetados de início em sistemas
políticos fechados (na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália
fascista de Mussolini), e desde então cultivados por obsoletos
programas socialdemocratas, são hoje armas de destruição em
massa de empregos locais em meio à competição global.
Reduzem a competitividade das empresas, fabricam
desigualdades sociais, dissipam em consumo corrente a
poupança compulsória dos encargos recolhidos, derrubam o
crescimento da economia e solapam o valor futuro das
aposentadorias”. (adaptado)
Texto 1
Em artigo publicado no jornal carioca O Globo, 19/3/2018, com o
nome Erros do passado, o articulista Paulo Guedes escreve o
seguinte: “Os regimes trabalhista e previdenciário brasileiros são
politicamente anacrônicos, economicamente desastrosos e
socialmente perversos. Arquitetados de início em sistemas
políticos fechados (na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália
fascista de Mussolini), e desde então cultivados por obsoletos
programas socialdemocratas, são hoje armas de destruição em
massa de empregos locais em meio à competição global.
Reduzem a competitividade das empresas, fabricam
desigualdades sociais, dissipam em consumo corrente a
poupança compulsória dos encargos recolhidos, derrubam o
crescimento da economia e solapam o valor futuro das
aposentadorias”. (adaptado)
Texto 1
Em artigo publicado no jornal carioca O Globo, 19/3/2018, com o
nome Erros do passado, o articulista Paulo Guedes escreve o
seguinte: “Os regimes trabalhista e previdenciário brasileiros são
politicamente anacrônicos, economicamente desastrosos e
socialmente perversos. Arquitetados de início em sistemas
políticos fechados (na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália
fascista de Mussolini), e desde então cultivados por obsoletos
programas socialdemocratas, são hoje armas de destruição em
massa de empregos locais em meio à competição global.
Reduzem a competitividade das empresas, fabricam
desigualdades sociais, dissipam em consumo corrente a
poupança compulsória dos encargos recolhidos, derrubam o
crescimento da economia e solapam o valor futuro das
aposentadorias”. (adaptado)
( ) Nos dois choques do petróleo, em 1973 e 1979, o Brasil sofreu o impacto da elevação dos preços, principalmente porque havia uma forte dependência, materializada na importação do óleo bruto, então consumido no País.
( ) Diante da crise do petróleo, em 1973 e 1979, a partir do novo patamar de preços e das necessidades de crescimento econômico e desenvolvimento industrial, o Brasil adotou duas grandes estratégias para contornar a crise: investimentos para aumento da produção doméstica de petróleo e a implementação do Proálcool.
( ) O Proálcool é o exemplo do maior e mais bem-sucedido programa de substituição de combustíveis derivados de petróleo do mundo.
( ) Diante das dificuldades enfrentadas pela economia brasileira com as crises do petróleo, atualmente a matriz energética brasileira é a que conta com a maior participação de energias renováveis – um exemplo de sustentabilidade.
( ) Quanto ao aspecto econômico, o Brasil é reconhecido como o produtor mais competitivo de combustíveis derivados do petróleo.
A sequência está correta em
I. As políticas fiscal e monetária adotadas pelo governo, ao garantirem condições para um ambiente de estabilidade econômica, reforçaram as tendências delineadas em anos anteriores no sistema financeiro, cuja característica marcante ainda é a busca por ganhos de escala, por meio dos quais as instituições financeiras procuram compensar perda de receitas, agora não mais decorrentes do fim do chamado “lucro inflacionário”, mas resultantes da queda nas taxas de juros.
II. Diante das transformações no Sistema Financeiro Nacional, uma tendência que também já se consolida é a segmentação dos portfólios das instituições de médio e grande porte, segundo o perfil do cliente.
III. Diante das transformações no Sistema Financeiro Nacional, a segmentação dos portfólios busca imprimir maior eficiência operacional – redução de custos e aumento da produtividade – às instituições pela maior especialização de sua estrutura, segundo padrões de estratégia definidos em função das características dos nichos de mercado em que atuam.
IV. Diante das transformações no Sistema Financeiro Nacional, as instituições financeiras têm buscado se especializar. Essa maior especialização exige equipes profissionais com conhecimentos específicos sobre os nichos de mercado em que a instituição está presente, de forma a desenvolver produtos com características adequadas ao perfil de demanda de cada um, sem perder de vista as estratégias do concorrente.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
I. Os últimos anos têm sido marcados por um crescente interesse nas características e desempenho de países como Bélgica, Rússia, Índia, China e África no Sul (ou BRICS).
II. Os últimos anos têm sido marcados por um crescente interesse nas características e desempenho de países como Brasil, Rússia, Índia, China e África no Sul (ou BRICS).
III. Do ponto de vista internacional, o desempenho recente da economia brasileira coloca o país em um grupo de países em desenvolvimento que possuem características comuns em termos territoriais, econômicos e demográficos, que lhes confere um maior potencial de crescimento.
IV. No cenário internacional, atualmente, mais do que possibilidades de crescimento aludem-se aos BRICS um potencial para “mudar o mundo”, tanto pelas ameaças quanto oportunidades que esses cinco países representam, do ponto de vista econômico, social e político.
V. Agências e analistas internacionais já perceberam o potencial dos BRICS, sugerindo que os investidores se atentam às oportunidades apresentadas por estes países.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. Reduziu a taxa de crescimento dos países centrais e levou os países em desenvolvimento a terem sua renda por habitante estagnada.
II. Teve como causa fundamental a crise do Estado – uma crise fiscal do Estado, uma crise do modo de intervenção do Estado no econômico e no social, e uma crise da forma burocrática de administrar o Estado.
III. Deixou claro que o Estado, além de garantir a ordem interna, a estabilidade da moeda e o funcionamento dos mercados, tem um papel fundamental de coordenação econômica.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)