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A pesquisa para o Serviço Social assume um papel decisivo na conquista de um estatuto acadêmico que possibilita aliar formação com capacitação, condições indispensáveis tanto a uma intervenção profissional qualificada, quanto à ampliação do patrimônio intelectual e bibliográfico da profissão.
GUERRA, Yolanda. A dimensão investigativa no exercício profissional. In:
Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que tange à dimensão investigativa e à produção de conhecimento no Serviço Social, julgue o item a seguir.
A preocupação com pesquisa no Serviço Social teve um
significativo impulso nos anos de 1980, o que foi
possível constatar por meio dos vários encontros
nacionais de pesquisa e (ou) de pesquisadores em
Serviço Social, realizados na referida década.
A pesquisa para o Serviço Social assume um papel decisivo na conquista de um estatuto acadêmico que possibilita aliar formação com capacitação, condições indispensáveis tanto a uma intervenção profissional qualificada, quanto à ampliação do patrimônio intelectual e bibliográfico da profissão.
GUERRA, Yolanda. A dimensão investigativa no exercício profissional. In:
Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que tange à dimensão investigativa e à produção de conhecimento no Serviço Social, julgue o item a seguir.
Como uma mediação privilegiada na relação entre
conhecimento e realidade, a pesquisa resulta em um
conhecimento sempre definitivo e total sobre os fatos
sociais.
A pesquisa para o Serviço Social assume um papel decisivo na conquista de um estatuto acadêmico que possibilita aliar formação com capacitação, condições indispensáveis tanto a uma intervenção profissional qualificada, quanto à ampliação do patrimônio intelectual e bibliográfico da profissão.
GUERRA, Yolanda. A dimensão investigativa no exercício profissional. In:
Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que tange à dimensão investigativa e à produção de conhecimento no Serviço Social, julgue o item a seguir.
O domínio teórico-metodológico somente se atualiza e
adquire eficácia quando aliado à pesquisa da realidade,
isto é, dos fenômenos históricos particulares que são
objetos do conhecimento e da ação do(a) assistente
social.
As raízes do conservadorismo ainda estão bem vivas no chão do Serviço Social, o que não poderia ser diferente, uma vez que uma profissão não é uma bolha e, assim como o conservadorismo tem encontrado espaço fértil para sua expressão na sociedade como um todo, encontra também espaço entre os (as) assistentes sociais.
CARDOSO, P. F. G. Ética e formação profissional em Serviço Social: do
conservadorismo à emancipação. Rev. Katálysis, Florianópolis, v. 20, n. 3, p.
325-334, dez. 2017, com adaptações.
Quanto ao avanço do conservadorismo e às questões éticas contemporâneas no Serviço Social, julgue o item a seguir.
O conservadorismo nunca deixou de constituir o Serviço
Social e, no momento presente, vem se reatualizando e
fortalecendo-se por algumas determinações societárias,
sem as quais não seria possível entender esse avanço do
conservadorismo.
As raízes do conservadorismo ainda estão bem vivas no chão do Serviço Social, o que não poderia ser diferente, uma vez que uma profissão não é uma bolha e, assim como o conservadorismo tem encontrado espaço fértil para sua expressão na sociedade como um todo, encontra também espaço entre os (as) assistentes sociais.
CARDOSO, P. F. G. Ética e formação profissional em Serviço Social: do
conservadorismo à emancipação. Rev. Katálysis, Florianópolis, v. 20, n. 3, p.
325-334, dez. 2017, com adaptações.
Quanto ao avanço do conservadorismo e às questões éticas contemporâneas no Serviço Social, julgue o item a seguir.
O metodologismo, como uma das faces que expressa o
conservadorismo no seio da profissão, ressurge sob a
forma de ênfase no tecnicismo e no legalismo
positivista, como elemento crucial na formação e na
pesquisa, em detrimento do questionamento, da crítica,
da grande política como elementos fundamentais do
pensamento crítico.
As raízes do conservadorismo ainda estão bem vivas no chão do Serviço Social, o que não poderia ser diferente, uma vez que uma profissão não é uma bolha e, assim como o conservadorismo tem encontrado espaço fértil para sua expressão na sociedade como um todo, encontra também espaço entre os (as) assistentes sociais.
CARDOSO, P. F. G. Ética e formação profissional em Serviço Social: do
conservadorismo à emancipação. Rev. Katálysis, Florianópolis, v. 20, n. 3, p.
325-334, dez. 2017, com adaptações.
Quanto ao avanço do conservadorismo e às questões éticas contemporâneas no Serviço Social, julgue o item a seguir.
No campo ideocultural, o avanço do fundamentalismo
religioso e da intolerância acirra a discriminação, e
variadas formas de opressão manifestam-se de maneira
cada vez mais violenta, mas também impulsiona novas
maneiras de manifestação, organização e defesa de
direitos de grupos sociais historicamente explorados e
oprimidos, como mulheres, jovens, negros e LGBTQI+.
As raízes do conservadorismo ainda estão bem vivas no chão do Serviço Social, o que não poderia ser diferente, uma vez que uma profissão não é uma bolha e, assim como o conservadorismo tem encontrado espaço fértil para sua expressão na sociedade como um todo, encontra também espaço entre os (as) assistentes sociais.
CARDOSO, P. F. G. Ética e formação profissional em Serviço Social: do
conservadorismo à emancipação. Rev. Katálysis, Florianópolis, v. 20, n. 3, p.
325-334, dez. 2017, com adaptações.
Quanto ao avanço do conservadorismo e às questões éticas contemporâneas no Serviço Social, julgue o item a seguir.
A incorporação do pensamento pós-moderno nos
currículos ratifica o pluralismo como um dos princípios
da profissão presentes no Código de Ética e nas
Diretrizes Curriculares, e não deve ser entendida como
um dos traços conservadores que encontram espaço na
formação e no exercício profissionais.
As raízes do conservadorismo ainda estão bem vivas no chão do Serviço Social, o que não poderia ser diferente, uma vez que uma profissão não é uma bolha e, assim como o conservadorismo tem encontrado espaço fértil para sua expressão na sociedade como um todo, encontra também espaço entre os (as) assistentes sociais.
CARDOSO, P. F. G. Ética e formação profissional em Serviço Social: do
conservadorismo à emancipação. Rev. Katálysis, Florianópolis, v. 20, n. 3, p.
325-334, dez. 2017, com adaptações.
Quanto ao avanço do conservadorismo e às questões éticas contemporâneas no Serviço Social, julgue o item a seguir.
Tanto o reformismo social-democrata quanto o
possibilismo neoliberal alimentam posições e
intervenções que incorrem em práticas críticas, capazes
de superar a focalização, a seletividade, a integração, o
assistencialismo, o individualismo, a competitividade, o
quantitativismo e o fortalecimento do capital humano.
A sociabilidade burguesa funda sua ética no princípio liberal segundo o qual a liberdade de cada indivíduo é o limite para a liberdade do outro.
BARROCO, M. L. Fundamentos éticos do Serviço Social. In: Serviço
Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que se refere aos fundamentos ontológicos da ética e às suas implicações no exercício profissional, julgue o item a seguir.
O projeto ético-político profissional do Serviço Social
foi construído na trajetória da profissão, em confronto
com o seu histórico conservador; logo, o campo do
projeto profissional é a história, no qual ele nasce e
desenvolve-se.
A sociabilidade burguesa funda sua ética no princípio liberal segundo o qual a liberdade de cada indivíduo é o limite para a liberdade do outro.
BARROCO, M. L. Fundamentos éticos do Serviço Social. In: Serviço
Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que se refere aos fundamentos ontológicos da ética e às suas implicações no exercício profissional, julgue o item a seguir.
Na sociedade burguesa, a moral desempenha uma
função ideológica, ou seja, ainda que não diretamente,
mas por meio de mediações complexas, reproduz os
interesses de classe, contribuindo para o controle social,
mediante a difusão de valores que visam à adequação
dos indivíduos ao ethos dominante.
A sociabilidade burguesa funda sua ética no princípio liberal segundo o qual a liberdade de cada indivíduo é o limite para a liberdade do outro.
BARROCO, M. L. Fundamentos éticos do Serviço Social. In: Serviço
Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que se refere aos fundamentos ontológicos da ética e às suas implicações no exercício profissional, julgue o item a seguir.
A sociedade burguesa tende a valorizar as abordagens
críticas, humanistas e universalistas, daí a valorização
do conhecimento filosófico, o apelo ao conhecimento
instrumental, ao utilitarismo ético e ao relativismo
cultural e político.
A sociabilidade burguesa funda sua ética no princípio liberal segundo o qual a liberdade de cada indivíduo é o limite para a liberdade do outro.
BARROCO, M. L. Fundamentos éticos do Serviço Social. In: Serviço
Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que se refere aos fundamentos ontológicos da ética e às suas implicações no exercício profissional, julgue o item a seguir.
Na sociedade capitalista, organizada a partir da
propriedade privada dos meios de produção e das
classes sociais, da divisão social do trabalho e da
exploração do homem pelo homem, a objetivação
histórica da ética é limitada e desigual, convivendo com
sua negação, o que evidencia o fenômeno da alienação.
A sociabilidade burguesa funda sua ética no princípio liberal segundo o qual a liberdade de cada indivíduo é o limite para a liberdade do outro.
BARROCO, M. L. Fundamentos éticos do Serviço Social. In: Serviço
Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília:
CFESS/ABEPSS, 2009.
No que se refere aos fundamentos ontológicos da ética e às suas implicações no exercício profissional, julgue o item a seguir.
É pela apropriação do processo de constituição histórica
do ser social que uma ética fundada ontologicamente
pode ser compreendida.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
O (A) assistente social, ao ingressar no mercado de
trabalho, vende a própria força de trabalho, ou seja,
uma mercadoria dotada apenas de valor de troca
expresso no salário.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
Levando em conta o vínculo histórico e estrutural do
trabalho do(a) assistente social com a assistência
pública, a categoria tem um papel decisivo a
desempenhar, no sentido de contribuir para assegurar e
ampliar as conquistas já obtidas constitucionalmente,
interferindo no seu processo de regulamentação legal.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
A natureza qualitativa do trabalho do(a) assistente social
como especialização do trabalho coletivo mantém-se
preservada nas diferentes inserções sócio-ocupacionais, ou
seja, verifica-se que o significado social de seu
processamento permanece idêntico, independentemente das
diversas condições em que se realiza esse ofício.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
A força de trabalho do (a) assistente social contém as
contradições típicas de toda mercadoria entre trabalho
concreto e trabalho abstrato, que preside a sociabilidade
capitalista.
Sendo o Serviço Social regulamentado como uma profissão liberal e dispondo o (a) assistente social de relativa autonomia na condução do exercício profissional, tornam-se necessários estatutos legais e éticos que regulamentem socialmente essa atividade.
IAMAMOTO, M. V. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010, com
adaptações.
No que concerne à condição do (a) assistente social como trabalhador assalariado, julgue o item a seguir.
A condição de trabalhador assalariado, regulada por um
contrato de trabalho, impede que o trabalho profissional sofra
a incidência dos dilemas da alienação e de determinações
sociais que afetam a coletividade dos trabalhadores.
À primeira vista, o tema instrumentalidade no exercício profissional do (a) assistente social parece ser algo referente ao uso daqueles instrumentos necessários ao agir profissional, por meio dos quais os (as) assistentes sociais podem efetivamente objetivar suas finalidades em resultados profissionais propriamente ditos.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade no trabalho do assistente social. In:
Programa de Capacitação Continuada para Assistentes Sociais, “Capacitação em
Serviço Social e Política Social”. Módulo 4: O trabalho do assistente social e as
políticas sociais. CFESS/ABEPSS- UNB, 2000, com adaptações.
A respeito da instrumentalidade do Serviço Social, julgue o item a seguir.
Reconhecer e atender às requisições técnico-instrumentais
da profissão significa ser funcional à manutenção da
ordem ou ao projeto burguês, sobretudo na redução da
intervenção profissional à sua dimensão instrumental.
À primeira vista, o tema instrumentalidade no exercício profissional do (a) assistente social parece ser algo referente ao uso daqueles instrumentos necessários ao agir profissional, por meio dos quais os (as) assistentes sociais podem efetivamente objetivar suas finalidades em resultados profissionais propriamente ditos.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade no trabalho do assistente social. In:
Programa de Capacitação Continuada para Assistentes Sociais, “Capacitação em
Serviço Social e Política Social”. Módulo 4: O trabalho do assistente social e as
políticas sociais. CFESS/ABEPSS- UNB, 2000, com adaptações.
A respeito da instrumentalidade do Serviço Social, julgue o item a seguir.
A instrumentalidade do Serviço Social deve ser pensada
exclusivamente como uma condição sócio-histórica da
profissão no nível da instrumentalidade do Serviço
Social face ao projeto burguês.