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Q3155457 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1. 


As aspas no trecho ‘supostamente revolucionários’ (segundo parágrafo) denotam a ironia com que a expressão foi empregada no texto. 

Alternativas
Q3155456 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1. 


A correção e a coerência do texto seriam mantidas caso a forma verbal “compartilhando” (primeiro parágrafo) fosse substituída por a fim de compartilharem. 

Alternativas
Q3155455 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1. 


No primeiro parágrafo, a correção gramatical do texto seria mantida caso se empregasse ponto no lugar da vírgula logo após “2023”, com a devida alteração da inicial minúscula para maiúscula na palavra “compartilhando”. 

Alternativas
Q3155452 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, a partir das ideias veiculadas no texto CB1A1.


As diferenças entre os programas de IA e a mente humana mencionadas no quarto parágrafo — ‘esses programas (...) diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem’ — são explicitadas nos parágrafos seguintes do texto. 

Alternativas
Q3155451 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, a partir das ideias veiculadas no texto CB1A1.


Segundo os autores do artigo publicado no The New York Times, a possibilidade de “armazenar imensas quantidades de informação” pode ser considerada um aspecto positivo dos programas de IA. 

Alternativas
Q3155450 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, a partir das ideias veiculadas no texto CB1A1.


Infere-se da leitura do texto que os linguistas que escreveram o artigo para o jornal americano são contrários ao uso de ferramentas de inteligência artificial. 

Alternativas
Q3155449 Português

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, a partir das ideias veiculadas no texto CB1A1.


Um aspecto negativo da IA mencionado pelos pesquisadores citados no texto diz respeito aos princípios éticos, uma vez que, segundo eles, as descobertas e criações científicas nem sempre serão adequadamente atribuídas a seus autores. 

Alternativas
Q3144459 Psicologia
Considerando os tipos de violência descritos no documento “Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em Programas de Atenção à Mulher em situação de Violência” (CFP, 2012), relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de violência às suas respectivas definições.

Coluna 1
1. Patrimonial. 2. Física. 3. Psicológica. 4. Moral.

Coluna 2
( ) Pode expressar-se pela tentativa de controlar as ações e valores da mulher por meio de intimidação, manipulação e/ou ameaças, e geralmente é impingida através de humilhação, isolamento social e familiar, rejeição, exploração e agressão verbal.
( ) Expressa-se através de danos, perdas, subtração ou retenção de objetos, documentos pessoais, bens e valores da mulher.
( ) Representada por ações que visam a calúnia, difamação ou injúria contra a reputação da mulher.
( ) Refere-se às situações que colocam em risco a integridade corporal da mulher.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3144458 Psicologia
De acordo com Oliveira et al. (2020) em seu ensaio que problematiza o comportamento da pandemia em relação à população negra no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3144457 Psicologia
Considerando a atuação do profissional psicólogo hospitalar, conforme discutido no documento “Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS” (CFP, 2019), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3144456 Psicologia
Considerando as normativas vigentes do Conselho Federal de Psicologia (CFP) em relação à atuação do profissional da Psicologia no Brasil, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A Resolução nº 01/1999 do CFP estabelece normas de atuação para psicólogos em relação à orientação sexual, afirmando que a categoria deve contribuir para uma reflexão sobre o preconceito e para o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra a população LGBT.
( ) O Código de Ética Profissional do Psicólogo prescreve, para a categoria profissional, um conjunto fixo de regras e normativas que devem ser seguidas de forma padronizada e unificada em todo o território nacional, sem necessidade de reflexão contextual acerca das normas estabelecidas.
( ) Considerar as relações de poder nos contextos em que atua, bem como os impactos dessas relações sobre suas atividades profissionais, posicionando-se de forma crítica, é um dos princípios fundamentais descritos no Código de Ética Profissional do Psicólogo.
( ) É uma das responsabilidades do psicólogo prestar serviços profissionais em situações de calamidade pública ou de emergência sem visar benefício pessoal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3144455 Psicologia
Conforme Freitas et al., a terapia antirretroviral, tratamento padrão para HIV/Aids, requer taxas de adesão da ordem de 95% para ser efetiva. Considerando as questões abordadas pelos referidos autores no artigo “Variáveis Psicossociais e Adesão ao Tratamento Antirretroviral para HIV/Aids” (2020), analise a sentença abaixo:

A adesão ao tratamento antirretroviral para HIV/Aids é um fenômeno multidimensional que engloba o sistema de saúde, a equipe, fatores relacionados ao paciente, além de variáveis relacionadas ao tratamento, à doença e a aspectos culturais e socioeconômicos (1ª parte). A presença de um transtorno mental pode ser citada como um dos exemplos de situação associada ao paciente que pode dificultar a adesão ao tratamento (2ª parte). Em relação ao gênero dos participantes analisados, o estudo evidenciou que os níveis de adesão são mais elevados em mulheres, uma vez que estas costumam apresentar maiores taxas de autocuidado quando comparadas à população de homens (3ª parte).

Quais partes estão corretas?
Alternativas
Q3144454 Psicologia
Conforme a Lei nº 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3144453 Psicologia
Considerando as “Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em políticas públicas de álcool e outras drogas” (CFP, 2019), em relação ao trabalho do profissional da Psicologia nesse âmbito, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Deve-se buscar, como princípio básico, a defesa dos direitos humanos.
( ) O tratamento deve buscar, sempre que possível, a abstinência como meta.
( ) São essenciais para o desenvolvimento desse trabalho as noções de território, comunidade e autonomia.
( ) Recomenda-se informar e orientar a pessoa que faz uso de álcool e outras drogas, pois ela costuma não ter recursos para superar sua condição.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3144452 Psicologia
A atenção psicossocial para crianças e adolescentes é um desafio para o SUS, e os serviços de saúde mental infantojuvenis têm uma função social que extrapola o fazer meramente técnico do tratar, o que inclui ações como escutar, cuidar e possibilitar ações emancipatórias. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo:

I. Crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e detentores de lugares autênticos de fala, sendo responsáveis por suas demandas e seus sintomas. Mesmo assim, na ausência de pais ou responsáveis, não têm direito à realização de atendimentos em saúde.
II. É comum a resistência de trabalhadores em acolher e tratar crianças e adolescentes que apresentem situações relacionadas ao uso de álcool e/ou outras drogas ou que tenham cometido algum tipo de ato infracional.
III. É fundamental, no acompanhamento psicossocial de crianças e adolescentes, a articulação intersetorial, colocando a rede da assistência social, da educação, da cultura e do lazer, entre outras que estiverem ativas no território, como copartícipes do processo de cuidado em saúde e garantia de direitos dessa população. 

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3144451 Psicologia
São atribuições do profissional da Psicologia em unidades de emergência, de acordo com Barbosa et al. (2007), EXCETO:
Alternativas
Q3144450 Psicologia
De acordo com as “Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no CAPS – Centro de Atenção Psicossocial” (CFP, 2013), são fatores que interferem na implantação de uma rede de serviços de saúde mental no território:

I. Trabalhadores sem formação para atuar no campo da saúde mental no SUS.
II. Baixo grau de participação social no monitoramento e controle dos serviços de saúde mental.
III. Desenvolvimento de políticas de governo em detrimento de políticas de Estado.
IV. Investimentos financeiros aquém das necessidades no campo da saúde mental.

Quais estão corretos? 
Alternativas
Q3144449 Psicologia
Sobre as residências terapêuticas, analise as assertivas abaixo:

I. O Acompanhamento Terapêutico (AT) é um dos recursos que podem ser utilizados no processo de desinstitucionalização, tendo como um de seus objetivos propiciar a progressiva construção de autonomia nos usuários atendidos nesses espaços.
II. São potenciais beneficiários das residências terapêuticas pessoas em situação de rua com transtornos mentais severos, quando inseridos em projetos terapêuticos especiais acompanhados nos Centros de Atenção Psicossocial.
III. É contraindicado aos usuários que residem nesses espaços a convivência com seus familiares, uma vez que esse vínculo pode lhes causar mais sofrimento e comprometer o tratamento.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3144448 Psicologia
A Resolução da Comissão Intergestores Tripartite nº 32/2017 estabelece as diretrizes para o fortalecimento da RAPS no SUS. De acordo com essa Resolução, são componentes da RAPS os seguintes pontos de atenção, EXCETO:
Alternativas
Q3144447 Psicologia
Conforme a Portaria nº 3.588/2017, são moradias inseridas na comunidade destinadas a cuidar dos portadores de transtornos mentais crônicos com necessidade de cuidados de longa permanência, prioritariamente egressos de internações psiquiátricas e de hospitais de custódia, que não possuam suporte financeiro, social e/ou laços familiares que permitam outra forma de reinserção. O trecho refere-se aos(às):
Alternativas
Respostas
161: E
162: C
163: E
164: C
165: C
166: E
167: E
168: B
169: A
170: C
171: D
172: C
173: B
174: D
175: C
176: B
177: D
178: A
179: C
180: B