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Q3161783 Psicologia

        Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.



Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.


No caso de Carlos, o uso de intervenções farmacológicas é contraindicado, pois o risco suicida é manejado exclusivamente com intervenções psicossociais e planos de segurança. 

Alternativas
Q3161782 Psicologia

        Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.



Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.


Uma abordagem recomendada para a intervenção em situações como a de Carlos, em que há risco suicida, é a construção de um plano de segurança, que inclua estratégias de enfrentamento para momentos de crise. 

Alternativas
Q3161781 Psicologia

        Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.



Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.


Carlos apresenta sinais de afeto intolerável, como desespero e culpa, que são fatores associados ao risco iminente de suicídio, sendo a avaliação contínua de risco indispensável durante o tratamento. 

Alternativas
Q3161780 Psicologia

        Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.



Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.


O isolamento social apresentado por Carlos é característico do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), e reflete uma tentativa de evitar estímulos associados ao trauma vivenciado. 

Alternativas
Q3161779 Psicologia

        Uma escola pública localizada em uma comunidade de alta vulnerabilidade social buscou a ajuda de uma equipe multidisciplinar para lidar com o aumento de casos de bullying, baixa frequência escolar e relatos de estresse entre alunos e professores. A psicóloga da equipe iniciou uma avaliação institucional, que contemplou entrevistas com alunos, professores e famílias, para compreender as dinâmicas e as demandas daquele espaço. Após a análise, ela propôs intervenções voltadas para a promoção do bem-estar coletivo, por meio de rodas de conversa para fortalecimento de vínculos, capacitação de professores em práticas de mediação de conflitos e ações preventivas para a saúde mental, como palestras e grupos de apoio.

Considerando a situação hipotética apresentada e os múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue o próximo item. 


A proposta de capacitação de professores e as rodas de conversa mencionadas na situação hipotética precedente não se configuram como práticas de higiene mental, pois estas se restringem a intervenções individuais. 

Alternativas
Q3161778 Psicologia

        Uma escola pública localizada em uma comunidade de alta vulnerabilidade social buscou a ajuda de uma equipe multidisciplinar para lidar com o aumento de casos de bullying, baixa frequência escolar e relatos de estresse entre alunos e professores. A psicóloga da equipe iniciou uma avaliação institucional, que contemplou entrevistas com alunos, professores e famílias, para compreender as dinâmicas e as demandas daquele espaço. Após a análise, ela propôs intervenções voltadas para a promoção do bem-estar coletivo, por meio de rodas de conversa para fortalecimento de vínculos, capacitação de professores em práticas de mediação de conflitos e ações preventivas para a saúde mental, como palestras e grupos de apoio.

Considerando a situação hipotética apresentada e os múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue o próximo item. 


A abordagem descrita na situação hipotética está de acordo com os pressupostos da psicologia institucional e comunitária, cujo objetivo é transformar as práticas e dinâmicas coletivas por meio de intervenções que envolvam a participação ativa dos indivíduos e grupos. 

Alternativas
Q3161777 Psicologia

        Sérgio, 25 anos de idade, buscou atendimento em um CAPS-AD após relato de uso abusivo de crack e outras drogas. Ele reside em uma comunidade vulnerável e compartilha frequentemente seringas com outros usuários. Em entrevista com a equipe psicossocial, relatou episódios de infecção respiratória e resistência ao tratamento em abordagens que exigiam abstinência imediata.


A partir da situação hipotética apresentada, julgue o item subsequente.

No caso de Sérgio, a abordagem de redução de danos pode incluir ações educativas sobre práticas mais seguras de uso de substâncias, bem como a distribuição de insumos pelo SUS, como seringas descartáveis.

Alternativas
Q3161776 Psicologia

        Sérgio, 25 anos de idade, buscou atendimento em um CAPS-AD após relato de uso abusivo de crack e outras drogas. Ele reside em uma comunidade vulnerável e compartilha frequentemente seringas com outros usuários. Em entrevista com a equipe psicossocial, relatou episódios de infecção respiratória e resistência ao tratamento em abordagens que exigiam abstinência imediata.


A partir da situação hipotética apresentada, julgue o item subsequente.

Sérgio não pode ser atendido no CAPS-AD, uma vez que a abstinência é uma condição imprescindível para o início do cuidado.

Alternativas
Q3161775 Saúde Pública
        Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto. 

A partir da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir. 


O suporte psicológico fornecido à Juliana na UBS é um exemplo de atenção à saúde no nível terciário, que é voltado para a recuperação de condições graves e complicadas. 

Alternativas
Q3161774 Psicologia
        Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto. 

A partir da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir. 


O papel do psicólogo na equipe multidisciplinar, em casos como o de Juliana, inclui facilitar a expressão emocional, orientar a família e contribuir para o planejamento de cuidados preventivos e reabilitadores. 

Alternativas
Q3161773 Psicologia
        Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto. 

A partir da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir. 


Em casos de perda gestacional, como o de Juliana, pode-se conduzir a intervenção psicológica levando-se em consideração os estágios do luto descritos por Kübler-Ross, reconhecendo-se que as mulheres podem passar por diferentes estágios, como negação e depressão, durante o processo de luto. 

Alternativas
Q3161772 Psicologia
        Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto. 

A partir da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir. 


Intervenções psicológicas específicas como grupos de apoio para mulheres em luto gestacional dificilmente contribuem para a aceitação da perda ou para o fortalecimento da rede de suporte social, podendo inclusive conduzir para um luto complicado. 

Alternativas
Q3161771 Saúde Pública
        Juliana, 28 anos de idade, enfrentou uma perda gestacional no terceiro mês de gravidez. Após o aborto espontâneo, ela experimentou um grande impacto emocional, manifestando sintomas de tristeza, ansiedade e isolamento. Durante a gestação, Juliana estava sendo acompanhada na Unidade Básica de Saúde (UBS), e, após a perda, a equipe multidisciplinar da unidade, inclusive a psicóloga, continuou a oferecer suporte a Juliana durante seu processo de luto. 

A partir da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir. 


Ações preventivas no contexto da saúde da mulher, após uma perda gestacional como a de Juliana, não devem incluir orientações para futuras gestações, pois essas discussões podem gerar mais sofrimento. 

Alternativas
Q3161770 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
Em casos de suspeita de maus-tratos, fica o profissional desobrigado a cumprir o dever de confidencialidade. 
Alternativas
Q3161769 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
Com o intuito de realizar a avaliação diagnóstica, além da observação da criança e das entrevistas com os responsáveis, o profissional responsável precisará, entre outros cenários, investigar se o comportamento de Amora estaria associado a algum medo ou ansiedade diante de situações sociais.
Alternativas
Q3161768 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
Os sintomas de insegurança e medo de Amora associados ao fracasso persistente de falar em ambiente escolar corroboram o quadro de mutismo seletivo.
Alternativas
Q3161767 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
Frente às dificuldades apresentadas por Amora, é dever ético do profissional escolar a obtenção do consentimento dos pais ou responsáveis prévio ao início de avaliação psicológica.  
Alternativas
Q3161766 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
Amora atende a critérios de transtorno disruptivo da desregulação do humor.  
Alternativas
Q3161765 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
Eventual solicitação de informações a respeito do acompanhamento psicológico para fins jurídicos deverá ser realizada por meio de parecer técnico a ser elaborado pelo profissional responsável pelo acompanhamento de Amora, com informação de todos os aspectos pertinentes à criança, incluindo habilidades e prejuízos. 
Alternativas
Q3161764 Psicologia

        Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.        


         A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.

Considerando o caso hipotético apresentado, o código de ética profissional do psicólogo, sua atuação, as abordagens teóricas e a psicopatologia, julgue o item subsequente.
É vedada ao profissional que acompanha Amora a utilização de instrumentos psicológicos desfavoráveis, já que sua utilização é permitida apenas para fins de pesquisa.
Alternativas
Respostas
101: E
102: C
103: C
104: C
105: E
106: C
107: C
108: E
109: E
110: C
111: C
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119: E
120: C