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Q3964112 Redes de Computadores
Sobre o MS-DOS, analise as afirmativas a seguir.

I. O comando PING pode ser utilizado no MS-DOS para verificar a conectividade entre um computador e outro host na rede, testando a comunicação em nível de protocolo IP.
II. O comando IPCONFIG permite visualizar parâmetros de configuração de rede, como endereço IP e gateway padrão, sendo útil na identificação de falhas de comunicação.
III. O comando TRACERT exibe o caminho percorrido por pacotes até um destino, auxiliando na identificação de pontos de falha ao longo da comunicação de dados.
IV. O comando NET USE é utilizado para testar a conectividade com a Internet por meio de pacotes ICMP, exercendo a mesma função do comando PING.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3964111 Noções de Informática
Em uma planilha do Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) utilizada pelo SAAE para padronização de procedimentos operacionais, foi estruturada a seguinte tabela, na qual os valores da linha 2 representam dados variáveis por coluna e o valor da célula B1 representa um parâmetro fixo, definido institucionalmente; observe:

Captura_de tela 2026-03-31 153109.png (303×157)

Considere que, na célula B3, foi inserida a seguinte fórmula:
=B2*$B$1

Em seguida, essa fórmula foi copiada horizontalmente até a célula D3, utilizando a alça de preenchimento. Ao copiar a fórmula, a referência ________ permaneceu inalterada por ser do tipo ________, enquanto a referência ________ foi ajustada automaticamente por ser do tipo ________, passando a apontar, nas colunas seguintes, para as células________. Considerando exclusivamente o comportamento das referências da fórmula, e não a realização de cálculos numéricos, assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Q3964110 Noções de Informática
Um analista do SAAE utiliza planilhas do Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) para analisar dados operacionais e administrativos, realizando cálculos, validações lógicas e ajustes de apresentação textual em relatórios internos. Para isso, ele emprega o uso conjunto de funções do Excel em uma mesma fórmula. Sobre a combinação de funções matemáticas, lógicas e de formatação de texto no Microsoft Excel, é INCORRETO afirmar que as funções:
Alternativas
Q3964109 Noções de Informática
No SAAE, relatórios técnicos e administrativos frequentemente passam por revisões sucessivas antes de sua publicação oficial, envolvendo contribuições de diferentes setores, como engenharia, operação e gestão. Para garantir rastreabilidade das alterações, transparência no processo de revisão e possibilidade de auditoria interna, é necessário utilizar um recurso específico do Microsoft Word. Considerando o uso do Microsoft Word para Windows (Configuração Padrão – Idioma Português- -Brasil), o recurso mais adequado para esse contexto é: 
Alternativas
Q3964108 Raciocínio Lógico
Cinco servidores de determinada companhia de saneamento – Anderson, Breno, Caio, Diego e Eduardo – ocupam funções distintas dentre as seguintes: engenheiro, técnico, fiscal, analista ambiental e atendente. Sabe-se que:

• O analista ambiental não é Anderson ou Breno;
• O fiscal não é Diego;
• O atendente não é Anderson, Breno ou Caio;
• O engenheiro não é Breno, Caio ou Eduardo; e
• O fiscal não é Breno, Caio ou Eduardo.

Nessas condições, o técnico e o fiscal são, respectivamente:
Alternativas
Q3964107 Raciocínio Lógico
Em um sorteio interno realizado por determinada companhia de saneamento participam 40 servidores, sendo que cada um possuía, inicialmente, apenas um cupom na urna para concorrer ao prêmio. De forma irregular, dois servidores – Paulo e Renato – inseriram na urna mais dois cupons cada, aumentando suas chances de forma não autorizada. Considerando essa nova configuração para o sorteio, qual a probabilidade de que a pessoa sorteada seja Paulo ou Renato?
Alternativas
Q3964106 Matemática
Determinada companhia de saneamento organiza seus servidores em turnos de trabalho, identificados por letras de A a H, de modo que cada servidor seja alocado em apenas um turno. Considerando essa organização, assinale, a seguir, o número mínimo de servidores que a companhia deve ter para que seja garantido que ao menos 7 servidores estejam vinculados a um mesmo turno, independentemente da forma como a distribuição seja feita. 
Alternativas
Q3964105 Raciocínio Lógico
Durante um programa interno de capacitação de determinada companhia de saneamento foram oferecidos 4 cursos técnicos.
Sabe-se que:

• 18 servidores concluíram todos os cursos;
• 30 servidores concluíram três ou mais cursos;
• 52 servidores concluíram exatamente dois cursos; e
• 120 servidores participaram de pelo menos um curso.

Com base nessas informações, quantos servidores realizaram apenas um curso?
Alternativas
Q3964104 Matemática
Durante ação educativa voltada à conscientização ambiental, determinada companhia municipal de saneamento realizou uma atividade em certa escola e distribuiu cartilhas informativas aos alunos participantes. Observou-se que:

• Se cada aluno participante recebesse 3 cartilhas, ainda sobrariam 18 cartilhas; e
• Se cada aluno participante recebesse 4 cartilhas, faltariam 12 cartilhas para atender a todos.

Com base nessas informações, quantos alunos participaram da ação?
Alternativas
Q3964103 Matemática
O setor administrativo de uma autarquia responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto de determinado município possui uma série de relatórios técnicos numerados sequencialmente de 1 até 315. Cada relatório contém informações detalhadas sobre inspeções de estações de tratamento, manutenção de adutoras e monitoramento da qualidade da água. Considerando tais informações, quantas vezes o algarismo 2 aparece na numeração desses relatórios de 1 a 315?
Alternativas
Q3964102 Matemática
Durante a inspeção de uma adutora circular, um operador de determinada companhia de saneamento realizou duas voltas completas no mesmo trajeto. Na primeira volta, manteve velocidade média de 36 km/h. Na segunda volta, reduziu a velocidade média para 12 km/h. Considerando todo o percurso realizado (as duas voltas), qual foi a velocidade média total do operador?
Alternativas
Q3964101 Raciocínio Lógico
Em determinada companhia municipal de saneamento, um técnico precisa criar um código de identificação para ordens de serviço, composto por 6 caracteres. As regras são as seguintes:

• Os dois primeiros caracteres devem ser consoantes maiúsculas, considerando o alfabeto com 26 letras; e
• Os quatro últimos caracteres devem ser números distintos entre si, diferentes de 0 e de 9.

Atendidas todas as condições, quantos códigos distintos podem ser formados?
Alternativas
Q3964100 Raciocínio Lógico
Cinco servidores de determinada companhia de saneamento – Ana, Bruno, Carlos, Diego e Elisa – apresentaram relatórios com produtividades distintas. Sabe-se que:

• Ana produziu menos que Carlos e Diego;
• Carlos produziu menos que Elisa;
• Bruno produziu menos que Ana; e
• Elisa não foi a mais produtiva.

Com base nessas informações, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3964099 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa interna realizada por determinada companhia de saneamento, 200 servidores informaram com quais áreas trabalham: abastecimento de água (A), esgotamento sanitário (E) e drenagem urbana (D). Sabe-se que:

• Todos atuam em ao menos uma dessas áreas;
• Ninguém atua nas três;
• 30 atuam apenas em A;
• 50 atuam apenas em E;
• 20 atuam em A e D;
• 10 atuam em E e D; e
• O número de servidores que atuam em A e E corresponde a 20% dos que atuam em E.

Com base nessas informações, quantos servidores atuam apenas na área de drenagem urbana?
Alternativas
Q3964098 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
No trecho “[...] mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis.” (4º§), a preposição em destaque estabelece uma relação semântica de: 
Alternativas
Q3964097 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Em relação à concordância dos termos destacados nos trechos a seguir, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3964096 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
O 2º§ é formado por dois períodos. Para uni-los em um único período mantendo a relação semântica original e a correção gramatical, a conjunção ou locução conjuntiva que deve ser empregada entre eles é: 
Alternativas
Q3964095 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise sintaticamente o trecho “Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos.” (5º§) e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3964094 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise o trecho: “A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.” (4º§). No contexto em que é empregado, o termo “inação” exprime a ideia de:
Alternativas
Q3964093 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática

    A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

    Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

    A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

    Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

    Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

    Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.


(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
De acordo com as informações e a argumentação apresentadas no texto, a principal causa da ineficiência no enfrentamento das crises hídricas e climáticas reside no(a):
Alternativas
Respostas
21: D
22: A
23: D
24: D
25: D
26: C
27: C
28: C
29: C
30: B
31: A
32: B
33: A
34: D
35: B
36: D
37: A
38: C
39: B
40: D