Questões de Concurso Para médico clínico

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Q1267663 Português

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

Graças ___ resistência de pais e professores, há de mudar essa postura do não saber brincar e dár-se-á início ___ campanha tão merecida que causará ___ queda dos shoppings. Preencha as lacunas da frase acima, na ordem dada,
Alternativas
Q1267662 Português

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

A opção em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE é:
Alternativas
Q1267661 Português

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

No primeiro parágrafo do texto, o comentário entre parênteses sugere a seguinte crítica:
Alternativas
Q1267660 Português

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

De acordo com o autor, o documentário mencionado pode contribuir para:
Alternativas
Q1259029 Medicina
Sobre o tratamento do Diabetes Melitus tipo 2, é correto:
Alternativas
Q1259028 Medicina
Paciente de 40 anos, em tratamento de Tuberculose Pulmonar, refere quadro de perda da sensibilidade em membros. Das medicações abaixo, a que está relacionada à deficiência vitamínica que justifica o quadro acima:
Alternativas
Q1259027 Medicina

Paciente de 18 anos, diabético tipo 1, procedente do domicílio com a seguinte lesão em MSD.


Imagem associada para resolução da questão


Esquema de antibioticoterapia mais recomendado:

Alternativas
Q1259026 Psiquiatria
Mulher de 45 anos foi levada ao pronto-socorro com quadro de agitação psicomotora, tremores, palpitação, sudorese profusa e vômitos. A medicação potencialmente envolvida no caso acima é
Alternativas
Q1259025 Medicina

Paciente de 78 anos, renal crônico dialítico, admitido no pronto-socorro após mal estar inespecífico e síncope há alguns minutos. Exame físico paciente arresponsivo e com pulsos ausentes. Monitor cardíaco com o seguinte traçado:


Imagem associada para resolução da questão


A droga de escolha no manejo do caso acima deve ser

Alternativas
Q1259024 Medicina

Paciente de 37 anos, transplantado renal por diabetes tipo 1 há 5 anos, vai a consulta ambulatorial com quadro de diarreia aquosa, mais de 10 evacuações ao dia, sem sangue ou muco e febre baixa há 2 meses. Encontra-se em uso de micofenolato mofetil 1 g/dia, tacrolimus 3 mg/dia e prednisona 5 mg/dia. Ao exame físico, encontra-se hidratado e abdômen inocente. Realizou colonoscopia que não evidenciou alterações macroscópicas, porém o resultado de imunohistoquímica em anatomopatológico evidenciou o que é mostrado na figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


A causa provável da diarreia é

Alternativas
Q1259023 Medicina
Paciente do sexo feminino, 25 anos, vai a consulta com quadro de distensão abdominal e dor abdominal há 1 ano. Exame físico sem qualquer alteração. Traz exames laboratoriais com Hb: 11,5 mg/dL e VCM 70 fL. Protoparasitológico de fezes negativo e ultrassonografia de abdome total sem alterações. O resultado anatomopatológico de biópsia duodenal por endoscopia evidencia infiltrado inflamatório crônico e hiperplasia de criptas. O tratamento mais adequado é:
Alternativas
Q1259022 Medicina
Homem, de 30 anos, admitido em serviço de transplante hepático por hepatite aguda grave secundária ao uso de paracetamol. Medicação mais apropriada para tratamento:
Alternativas
Q1259021 Medicina
São achados clínicos laboratorais e endoscópicos da Doença de Crohn:
Alternativas
Q1259020 Medicina
De acordo com o IV Consenso Brasileiro sobre Infecção pelo H.pylori, um paciente de 55 anos do sexo masculino, portador de doença ulcerosa péptica, deverá ser tratado com:
Alternativas
Q1259019 Medicina
Sobre os novos critérios diagnósticos de lesão renal aguda em pacientes cirróticos, é correto afirmar:
Alternativas
Q1259018 Medicina
Homem, de 22 anos, vai a consulta ambulatorial referindo cãimbras em membros inferiores há 3 meses. Ao exame físico se encontra hipertenso com PA: 190 × 105 mmHg. Exames laboratoriais: Na+:155 mEq/L; K+: 3,2 mEq/L; HCO3- : 33 mEq/L. Causa mais comum dos achados laboratoriais:
Alternativas
Q1259017 Medicina
Mulher de 38 anos procura o pronto-socorro com quadro clínico de fraqueza e dor muscular proximal há 1 mês, com piora na última semana. Ao mesmo tempo, relata dificuldade para deglutir alimentos sólidos nesse período. Exame físico com rash suprapalpebral. Exame mais indicado para o diagnóstico:
Alternativas
Q1259016 Medicina
Paciente de 18 anos, sexo feminino, vai em consulta ambulatorial com quadro clínico de febre baixa, calafrio e artralgias há 2 meses. Diagnosticada com vasculite de grandes vasos. Achado mais provável na história ou exame físico:
Alternativas
Q1259015 Medicina
São alterações encontradas em pacientes com Mieloma Múltiplo, EXCETO:
Alternativas
Q1259014 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 30 anos, vai a consulta para investigação de anemia. Traz exames laboratoriais: Hb: 8,7 g/dL; VCM: 82 fL (VR: 80-100 fL); CHCM: 32 g/dL (VR: 31-36 g/dL); reticulócitos: 1,5%; capacidade total de ligação do ferro 100 mcg/dL (VR: 250-450 mcg/dL); ferritina: 300 ng/dL (VR: 15-149 ng/dL). O diagnóstico mais provável é:
Alternativas
Respostas
13541: C
13542: C
13543: C
13544: D
13545: A
13546: E
13547: E
13548: B
13549: D
13550: E
13551: A
13552: C
13553: B
13554: A
13555: A
13556: D
13557: B
13558: E
13559: B
13560: C