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Analise as afirmativas abaixo sobre os problemas do mundo contemporâneo que levam as pessoas a migrarem:
1. Pessoas podem mudar de região ou país para fugir de guerras, conflitos internos, perseguição (política, étnica, religiosa, de gênero etc,), violação de direitos humanos, fome ou catástrofes naturais.
2. O solicitante de asilo, para a Organização das Nações Unidas (ONU), é a pessoa que pediu proteção internacional e aguarda a concessão do status de refugiado.
3. Asilado, para a Organização das Nações Unidas (ONU), é o refugiado aceito oficialmente pelo país ao qual pediu refúgio.
4. O refugiado é um migrante forçado, que teve que fugir do seu país, pois a sua sobrevivência física estava ameaçada, o que é um reflexo de um grande padrão de violação dos direitos humanos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. A saida do hospital é bloqueada, os policiais vem e o tumulto se inicia. 2. Acredito que deva existir, neste hospital, melhores condições de atendimento, pois os resultados são melhores. 3. Se houvessem mais médicos e enfermeiras, a saúde pública estaria em outras condições. 4. Dois metros é suficiente para se manter o distanciamento social, devido à pandemia. 5. Nem um nem outro concordaram com as novas normas, haja vista os problemas que elas causariam.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
“___________noite chegou e realmente havia combinado que ele poderia chegar.......... noite, porém como chegou.........pressas, precisei olhá-lo cara.........cara para poder ouvir sua explicação. Ah, creia-me, nunca pensei em ir ............hospital novamente, mas vendo .........ferimentos.......... olho nu, compreendi que era_______ situação mais certa a fazer.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Leia o texto.
Bonitas mesmo.
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.
(Martha Medeiros)
Leia o texto.
Bonitas mesmo.
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.
(Martha Medeiros)
1. A cronista questiona a pressão estética que a sociedade impõe às mulheres. 2. A cronista deixa claro que a beleza feminina vai além da aparência. 3. No cotidiano da vida, no corre-corre diário é que a mulher mostra sua verdadeira beleza, segundo a cronista. 4. A cronista termina cada parágrafo com uma palavra que exalta a vida da mulher que trabalha. 5. A preocupação em ficar bonita deixa a mulher mais feia no seu interior, segundo a cronista.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São os sinais/sintomas de dengue grave:
I. Pressão arterial convergente (PA diferencial ≤ 20mmHg).
II. Enchimento capilar rápido (< 2 segundos).
III. Taquipneia.
IV. Aumento da diurese.
É correto o contido em
I. retração intercostal e subdiafragmática frequente. II. sibilância pouco frequente. III. taquipneia leve.
Está correto o contido em
– nem Amanda nem Júlio adoeceram na quarta;
– Mateus não teve febre;
– Renata adoeceu na terça;
– Amanda teve tosse; – nem Mateus nem Renata tiveram dor de cabeça;
– Amanda não adoeceu na Quinta.
Em quais dias da semana adoeceram as crianças que apresentaram, respectivamente, coriza, dor de cabeça, febre e tosse?
– Eduardo se inscreveu no concurso da prefeitura de Campina Grande, cuja prova será em março ou dezembro;
– Paulo fará as provas em setembro, mas não é o concurso para a prefeitura de João Pessoa;
– Ítalo se inscreveu no concurso para João Pessoa ou Patos. Ele não fará as provas em junho;
– Alex se inscreveu no concurso para a prefeitura de Sousa e as provas serão em junho ou dezembro;
– Ítalo fará suas provas em dezembro.
Neste caso, os meses nos quais serão realizadas as provas de Campina Grande, João Pessoa, Patos e Sousa são, nesta ordem,
– o nome Laura é mais popular do que Valentina, mas menos popular do que Helena;
– Valentina é menos popular do que Alice, mas mais popular do que Heloísa;
– Laura e Alice estão em classificações consecutivas.
Assim, o nome mais popular e o menos popular são, respectivamente,
p: Eu vou viajar.
q: Eu estou de férias.
r: Eu não tenho dinheiro sobrando este mês.
Neste caso, assinale a alternativa que representa a proposição:
Se estou de férias e tenho dinheiro sobrando este mês, então eu vou viajar.