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O agente etiológico mais comum nesse cenário é:
A principal condição sistêmica associada a este quadro clínico é:
Uma menina de 2 anos é trazida à emergência porque sofreu trauma de crânio após queda da cama dos pais (altura de 50 cm), há 30 minutos. Apresentou um episódio de vômito após a queda, mas não teve alteração no nível de consciência. No momento, pontua 15 na escala de coma de Glasgow e está assintomática.
A conduta correta, nesse caso, é:
No posto do salva-vidas, foi corretamente realizada:
Um paciente de 8 anos, com sobrepeso, apresenta pressão arterial (PA) entre o percentil 90 e 95 para sexo, idade e altura. A pressão arterial nunca havia sido aferida. Nega sintomas.
É correto afirmar que:
Considerando um paciente com asma parcialmente controlada, a resposta afirmativa:
Uma menina de 8 anos foi levada pelos pais à consulta com imunologista apresentando história de infecções sinopulmonares recorrentes, bronquite, dermatite atópica e diarreias.
Os exames solicitados indicaram tratar-se da forma mais comum de imunodeficiência primária, conhecida como:
Uma menina de 4 anos foi internada num serviço de pediatria apresentando, além de petéquias e equimoses disseminadas por todo o tegumento, a presença de gengivorragia e sangramento subconjuntival. Os pais informaram que a criança já vinha sendo acompanhada pelo hematologista há algum tempo e que tinha melhorado após um ciclo de corticosteroide, que havia sido interrompido há cerca de dois meses, após a melhora clínica. Um hemograma solicitado na ocasião da internação foi considerado normal, exceto pelo número reduzido de plaquetas (10.000/mm3 ). Na ocasião da internação, a menina encontrava-se em bom estado geral, ativa e reativa, interagindo bem com o examinador, anictérica, acianótica, afebril e com boa perfusão periférica. O abdômen encontrava-se flácido, com peristalse presente, doloroso apenas à palpação profunda do hipocôndrio esquerdo, onde era possível palpar a borda inferior do baço a cerca de 4 centímetros abaixo do rebordo costal esquerdo. Chamado para ver o caso, um imunologista concluiu tratar-se de uma púrpura trombocitopênica autoimune e optou por reiniciar o corticoide, visto que a criança havia respondido bem ao tratamento anterior.
Com base nas reações de hipersensibilidade, a enfermidade que segue o mesmo critério de classificação da doença apresentada pela criança do caso clínico acima é:
A imunoterapia com vacinas para aeroantígenos representa um importante avanço no tratamento das alergias respiratórias. Todavia, ao longo dos 100 anos de sua existência, uma série de mudanças na confecção ocorreram, de forma a torná-las mais adequadas para uso clínico.
Uma dessas mudanças foi a substituição das vacinas aquosas, que frequentemente causavam acidentes, por vacinas mais seguras, com antígenos adsorvidos em: