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Um paciente de 56 anos de idade, tabagista, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabete melito tipo I, apresenta quadro típico de claudicação intermitente de panturrilha e coxa esquerda ao deambular cerca de 100 metros no plano. Atualmente encontra-se bem controlado em relação aos seus fatores de risco; porém, o médico assistente deseja otimizar o tratamento anticoagulante para profilaxia de eventos cardiovasculares e de membros inferiores maiores.
Como o paciente já está em uso de ácido acetil salicílico (100 mg/dia), o melhor anticoagulante a ser associado é:
Um paciente de 75 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica, diabete melito tipo II e dislipidemia, apresenta queixa de claudicação intermitente incapacitante de panturrilha direita. Durante a investigação, foi solicitado ecodoppler colorido arterial de membros inferiores, que demonstrou oclusão femoropoplítea direita, sem acometimento distal importante. Diante desses fatos, o médico assistente decidiu solicitar uma angiotomografia com contraste para programação de revascularização.
Para realização desse exame nesse perfil de paciente, devido ao risco de acidose lática, é preciso ficar atento ao uso de:
Um paciente de 28 anos de idade encontra-se em investigação para aneurisma de aorta abdominal assintomático, descoberto durante exame médico de rotina. Na anamnese o paciente refere úlceras orais dolorosas de repetição e um episódio de úlcera genital.
Diante desses fatos, deve-se investigar o diagnóstico de:
Um paciente de 45 anos de idade, em pré-operatório de varizes de membros inferiores, apresentou, na telerradiografia de tórax (PA e perfil), imagem compatível com dilatação do arco aórtico, escoliose e pectus excavatum.
Nesse paciente é importante observar outros estigmas clínicos que possam sugerir a síndrome de:
Um paciente de 27 anos de idade, submetido a ablação de veia safena magna por endolaser há três dias, apresenta, no ecodoppler de controle, imagem compatível com trombose induzida por calor endovenoso (EHIT) do tipo II da classificação de Kabnick.
A melhor conduta nesses casos é:
Uma paciente de 35 anos de idade, em uso de contraceptivo oral combinado iniciado há dois meses, chega ao pronto atendimento com queixa de dor e edema de membro inferior esquerdo, associados a febre e calafrios. O médico plantonista, por suspeita de trombose venosa profunda (TVP), aplica o escore de Wells, que dá de baixa probabilidade diagnóstica.
O exame complementar que deve ser solicitado para descartar definitivamente o diagnóstico de TVP é o(a):
Um paciente portador de aneurisma de aorta abdominal e poplíteas, está lúcido, orientado e sem déficit cognitivo aparente durante a consulta. O médico percebe uma leve anisocoria (ambas reativas) e uma pequena ptose à direita.
Considerando a causa mais provável, é correto incluir nos exames habituais um(a):
Uma mulher na terceira década de vida chega com TVP em membro inferior esquerdo muito sintomática, sendo o edema (+++/++++) desde a raiz da coxa. O exame de doppler confirma uma oclusão por trombo agudo em todo o eixo íleo fêmuro-poplíteo.
A melhor abordagem para essa paciente é:
Uma mulher de 54 anos é encaminhada aos cuidados de um especialista com indicação de embolização de miomas uterinos. Relata dor pélvica, dispareunia e sangramentos exagerados ligados ao ciclo ovariano. Traz ultrassonografia transvaginal e tomografia sugestivas de leiomiomas.
A conduta mais adequada nesse momento, é:
Uma paciente tratada de AAA infrarrenal há dois anos, apresenta no controle de 24 meses, um esdoleak tipo IA com discreto aumento do saco aneurismático, que já havia diminuído.
A forma mais adequada de abordar essa situação é:
Alguns minutos após iniciado um procedimento endovascular, o arco-em-C que está em uso estranhamente superaquece e, após um leve curto-circuito que desarma o disjuntor da sala, interrompe a emissão de raios. Restabelecida de pronto a energia, o técnico tranquiliza a equipe médica, dizendo que esse aparelho já está antigo para as revascularizações distais.
A equipe então nota algumas gotas de óleo no braço do arco, talvez oriundas da ampola emissora de raios-x. O profissional técnico em radiologia que assiste a equipe prontamente oferece a solução de não continuar usando esse aparelho velho e trazer o novo da sala ao lado para que a cirurgia seja reiniciada sem prejuízo de tempo.
É adequado que nesse momento, a equipe:
Um paciente, hoje com 73 anos, foi operado há onze anos por AAA infrarrenal com instalação de endoprótese bifurcada mais embolização de artéria ilíaca interna direita, que também se encontrava muito dilatada. Sem complicações importantes, houve uma certa demora para a cicatrização da ferida inguinal direita, por onde foi introduzido o corpo principal da endoprótese (embora não houvesse infecção) e claudicação glútea decorrente da oclusão da hipogástrica, mas que cedeu após vários meses de caminhada programada e fisioterapia.
O paciente foi acompanhado regularmente ao longo desse período, e até o momento estava assintomático. Seus exames agora mostram aneurismas das artérias ilíacas esquerdas (comum = 1,3 cm; externa = 1,5 cm; interna = 1,9 cm). Confirmam a adequação do tratamento antigo (sem migração, fratura, endoleaks etc.), porém há progressão da doença.
Nesse quadro, deve-se optar por:
Ao realizar ultrassonografia abdominal, mulher de 67 anos encontra uma dilatação aórtica medindo 6,44 x 5,94 cm, em seus maiores diâmetros, com 10 cm de extensão. Nitidamente palpável ao exame, De Bakey negativo, e indolor. A paciente encontra-se completamente assintomática. Ela é hipertensa em uso de ramipril, ezetimibe atenolol e AAS, tendo interrompido o tabagismo 15 anos antes. É revascularizada do miocárdio com safenas para DP e marginal e uma mamária para DA.
Para essa paciente, é correta a conduta:
A endarterectomia, técnica aliada do cirurgião vascular, salva artérias em várias ocasiões.
O local da parede arterial em que se inicia a deposição de lipídeos, dando início ao processo da formação da placa, é:
O Serviço de Atendimento de Urgência traz um paciente de 47 anos com lesão por arma branca. Agredido pela esposa com faca de cozinha no oco clavicular direito, o paciente está vigil, torporoso, pálido e sem pulsos em membros superiores ou inferiores. O socorrista relata ter presenciado quantidade impressionante (sic) de sangue no local. O exame do membro superior direito não mostra isquemia crítica, mas há temperatura um pouco diminuída e leve palidez em relação ao contralateral. Tomografia de tórax não identifica lesão nos vasos subclávios e mostra pequeno extravasamento de contraste na musculatura e tecido celular subcutâneo.
A conduta mais adequada diante dessa situação é:
Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II, dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos, endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso, submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para 300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços, edema ou nictúria.
Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar: