Questões de Concurso
Para residência médica
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Caso clínico para responder à questão.
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Caso clínico para responder à questão.
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Caso clínico para responder à questão.
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Caso clínico para responder à questão.
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Caso clínico para responder à questão.
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Uma paciente de 39 anos procurou o ambulatório com queixas de sonolência diurna e fadiga. Durante a anamnese, ela comentou que vinha dormindo mal à noite. Ela acreditava que seu sono estivesse sendo prejudicado por uma sensação de “inquietude” e desconforto nas pernas quando deitava na cama à noite. Isso gerava uma forte necessidade de movimentá-las, o que provocava alívio parcial do desconforto. Negou fazer uso de medicações ou ter doenças prévias. O exame físico estava sem alterações. O médico que estava atendendo suspeitou de síndrome das pernas inquietas.
Entre as alternativas abaixo, a conduta mais indicada para essa paciente é:
Se for confirmada a hipótese de paralisia periódica hipocalêmica, a orientação para prevenção de novos episódios de fraqueza em membros inferiores é:
Na investigação de ascite, a paracentese diagnóstica foi realizada. O gradiente soro ascite de albumina foi calculado com valor de 1,5 g/dl. No entanto, o paciente apresentou proteína do líquido ascítico em valores baixos (1,8 g/dl), ou seja, menores que 2,5 g/dl.
Uma causa para essa ascite é:
A melhor conduta neste momento é:
Entre as medicações a serem prescritas para uma paciente como ela, com insuficiência cardíaca e fração de ejeção preservada, aquela que tem maior benefício de redução de morte cardiovascular e hospitalização por insuficiência cardíaca é:
A conduta para o caso é:
Para o caso em pauta, o tratamento mais adequado é:
Nesse caso, a conduta mais apropriada é: