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( ) A veia safena magna autóloga é considerada o padrão-ouro para revascularizações infrainguinais tanto supra quanto infrageniculares, devido à sua durabilidade superior e melhor patência a longo prazo, em comparação às próteses sintéticas.
( ) Em reconstruções aórticas, as próteses sintéticas de Dacron ou ePTFE são amplamente utilizadas, pois os enxertos venosos não oferecem resistência mecânica adequada.
( ) O uso de próteses sintéticas está absolutamente contraindicado em qualquer contexto infeccioso, sendo obrigatório o emprego de enxertos autólogos.
( ) O ePTFE pode ser indicado como alternativa em revascularizações infrainguinais quando não há veia safena ou outra veia autóloga disponível, especialmente acima do joelho.
( ) Enxertos biológicos homólogos (aloenxertos preservados) são reservados para situações especiais, como infecção protética ou ausência de material autólogo adequado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. O tabagismo e o diabetes melito são os principais fatores de risco.
II. O ITB <0,9 é diagnóstico de doença arterial periférica.
III. A dor em repouso geralmente indica isquemia crítica, associada a risco de perda do membro.
IV. A revascularização precoce está indicada apenas em pacientes assintomáticos para evitar progressão da doença.
V. O exame físico com ausência de pulsos periféricos pode ser suficiente para o diagnóstico e conduta em todos os casos, dispensando a realização de exames complementares.
Quais estão corretas?
I. A fístula arteriovenosa (FAV) autóloga é utilizada como padrão para hemodiálise por apresentar maior durabilidade, embora possua uma taxa mais elevada de complicações infecciosas.
II. Os enxertos arteriovenosos sintéticos possuem um tempo de maturação inferior ao das FAVs nativas, mas apresentam risco aumentado de infecção e trombose.
III. Cateteres venosos centrais tunelizados são preferencialmente recomendados em comparação às fístulas arteriovenosas para pacientes que requerem acesso vascular de longa duração.
IV. A veia jugular interna direita é a preferida para o uso de cateter venoso central, pois sua anatomia é considerada favorável e está associada a menor risco de complicações.
( ) O teste de Trendelenburg é indicado para avaliar a competência valvar na junção safeno-femoral e/ou em veias perfurantes, sendo considerado positivo quando se observa enchimento rápido das varizes após o paciente adotar a posição ortostática.
( ) O teste de Perthes tem como objetivo analisar a perviedade do sistema venoso profundo, verificando-se o esvaziamento das varizes durante a deambulação com a aplicação de garrote proximal na coxa.
( ) A identificação de edema mole, depressível e com piora vespertina constitui sinal típico de insuficiência venosa crônica.
( ) A palpação de cordões venosos endurecidos, dolorosos e superficiais sugere a presença de trombose venosa profunda.
( ) A observação de um paciente com hiperpigmentação cutânea, lipodermatoesclerose e úlceras maleolares indica a presença de doença venosa crônica avançada, descrita na classificação Clínica, Etiologia, Anatomia e Patofisiologia (CEAP) como categoria 4.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: