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Q1087818 Português
A MENTIROSA LIBERDADE
Lya Luft
      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em pratel
eiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma – como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.
      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa.
       Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade?
         Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?             Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras,
ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

Disponível em: <https://www.contioutra.com/a-mentirosa
liberdade-lya-luft/>. Acesso: 22 de outubro de 2019.

Temos, no trecho “Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa”, um período composto por:
Alternativas
Q1087817 Português
A MENTIROSA LIBERDADE
Lya Luft
      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em pratel
eiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma – como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.
      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa.
       Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade?
         Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?             Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras,
ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

Disponível em: <https://www.contioutra.com/a-mentirosa
liberdade-lya-luft/>. Acesso: 22 de outubro de 2019.

No trecho “Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, (...)” da crônica em questão, percebe-se que o termo destacado introduz uma oração:
Alternativas
Q1087816 Português
A MENTIROSA LIBERDADE
Lya Luft
      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em pratel
eiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma – como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.
      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa.
       Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade?
         Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?             Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras,
ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

Disponível em: <https://www.contioutra.com/a-mentirosa
liberdade-lya-luft/>. Acesso: 22 de outubro de 2019.

Após ler a crônica da autora Lya Luft acima, considerando-se a função social do gênero textual em questão, isto é, incitar uma reflexão sobre determinados fatos presentes na sociedade, percebe-se que a cronista critica:
Alternativas
Q1086230 Edificações

Orçamento de obras é a completa discriminação dos custos e serviços. Para a realização de uma obra de Construção Civil, precisamos conhecer conceitos e processos que nos permitam representar com a maior precisão possível o custo da construção. Nesse sentido, analise os conceitos expostos nas afirmativas abaixo.


1) Custo direto - são todos os custos da obra capazes de serem obtidos através das composições unitárias ou incorporados por alocação direta de verbas.

2) Custo indireto - são despesas variáveis que não aparecem nas composições unitárias, mas que existem e devem ser incorporadas ao custo da obra.

3) Insumos - são o conjunto de despesas financeiras para a aquisição e/ou pagamento dos materiais usados na obra.

4) Composições unitárias - são grupos de insumos, com suas quantidades e custos, necessários para se executar uma unidade física, de cada serviço da obra.


Estão corretas, apenas:

Alternativas
Q1086229 Edificações

Qual a alternativa que indica o volume de concreto para uma sapata isolada, representada na figura a seguir?


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1086228 Edificações
O "Pé direito" é a altura que fica entre o piso acabado e o teto de uma casa na parte interna. Neste sentido, a medida do pé direito (6,0cm), apresentada em um corte transversal de uma planta, corresponde a que medida na obra, se a escala da planta é de 1:50?
Alternativas
Q1086227 Eletricidade

Nas instalações elétricas de baixa tensão, existem vários dispositivos de controle do sistema e da proteção das instalações. Os disjuntores fazem parte desses dispositivos e devem ser instalados. Diante do exposto, analise as proposições a seguir.


1) O disjuntor é o dispositivo empregado para fazer a proteção dos circuitos elétricos contra sobrecargas e curtos-circuitos; e também a proteção de pessoas contra choques elétricos.

2) O disjuntor termomagnético tem a função de proteger os equipamentos elétricos contra sobrecargas e curtos-circuitos.

3) O disjuntor termomagnético interrompe o circuito elétrico assim que detecta uma elevação da temperatura que seja anormal. Esse tipo de disjuntor é bastante utilizado como proteção contra incêndios.

4) O disjuntor é a junção da proteção térmica e magnética, sendo muito utilizado nas instalações elétricas residenciais, comerciais e industriais. As vantagens desse disjuntor é que pode ser usado também para manobras de ligar e desligar os circuitos.


Estão corretas, apenas:

Alternativas
Q1086226 Edificações
Na colocação de um armário de cozinha, um trecho da tubulação de PVC soldável para água fria, diâmetro 24mm, embutida na parede, foi danificada. Para o reparo, torna-se necessário a retirada do pedaço de tubo quebrado e a reposição de um segmento com 15cm de comprimento do mesmo tubo. Para a execução desse serviço, o reparo da tubulação embutida na parede, as seguintes conexões de PVC deverão ser utilizadas:
Alternativas
Q1086225 Edificações
Em uma instalação de esgoto sanitário de um banheiro, serão utilizados para os ramais de descarga e os ramais de esgoto tubos de PVC: DN40, DN50 e DN100. De acordo com a NBR 8160 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução, essas tubulações deverão ser instaladas com as seguintes declividades mínimas:
Alternativas
Q1086224 Edificações

Quanto aos equipamentos e ferramentas utilizadas nas etapas de execução da alvenaria, marcação e elevação, analise as proposições abaixo.


1) A colher de pedreiro, a palheta e a brocha, são utilizadas tanto na fase de marcação quanto na elevação.

2) A bisnaga, o esticador de linha e a régua técnica com prumo e nível são utilizados tanto na fase de marcação quanto na de elevação.

3) A trena de 30m, o nível a laser e o esquadro metálico são utilizados apenas na fase de marcação.

4) O cavalete/andaime, o escantilhão e a palheta são utilizados apenas na fase de elevação.

5) A colher de pedreiro, o escantilhão e cavalete/andaime são utilizados tanto na fase de marcação quanto na de elevação.


Estão corretas, apenas:

Alternativas
Q1086223 Edificações

A utilização de ferramentas apropriadas para cada serviço é importante para o bom desempenho das atividades. Algumas ferramentas têm uso específico, outras podem ser utilizadas em várias etapas da construção. Relacione as ferramentas e seu uso nas atividades de execução e manutenção de obras, numerando a segunda coluna de acordo com a primeira.


1) Arco de serra

2) Torquês

3) Talhadeira

4) Ponteiro

5) Prumo de face


( ) Corte de tijolos ou blocos de alvenaria

( ) Verificação da verticalidade de alvenarias, pilares, portas e janelas.

( ) Corte de barras de aço, tubos metálicos ou de PVC.

( ) Dobragem e corte de arame recozido na amarração da ferragem.

( ) Abertura de furos no concreto ou na alvenaria, quando golpeada pela marreta.


A sequência correta, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1086222 Edificações
O cronograma físico indica a sequência de serviços definida no “plano de ataque”, com a listagem e o tempo de execução desses serviços, devendo-se considerar o prazo de execução total. Considerando apenas os serviços de “aterro do caixão”, para uma obra onde teremos 60 m3 de aterro, com quatro serventes e jornada de 9 horas/ dia para realização desse serviço, tendo a produtividade de 3 horas/ m3, o tempo que será gasto para se executar o aterro do caixão é
Alternativas
Q1086221 Edificações
O Laboratório de Tecnologia das Construções da UFPE dispõe de quatro balcões de granito, com cubas em inox. O laboratorista, após a realização de uma aula prática, necessitou lavar os equipamentos para serem guardados em seus respectivos armários. Na ocasião, para realizar a tarefa, ele colocou os equipamentos diretamente sobre a cuba que em poucos minutos se desprendeu do balcão. O setor de manutenção foi acionado para dar uma solução ao caso em tela, indicando o produto o qual deverá ser empregado para fixar novamente a cuba no balcão. Marque a alternativa que indica a melhor opção para a realização do trabalho.
Alternativas
Q1086220 Edificações
Haverá uma obra de porte mediano, nas instalações da Universidade Federal de Pernambuco, de tal forma que será necessária a instalação de um canteiro de obras bem como de sua área de vivência. Nesse caso, os contêineres deverão ter pé direito de:
Alternativas
Q1086219 Edificações
Tornou-se necessário o isolamento de área em obras civis, nas dependências da Universidade Federal de Pernambuco. De acordo com a NBR 7195, a cor que deve ser utilizada, nos fundos de letreiros nos avisos de advertência desse isolamento será a cor
Alternativas
Q1086218 Edificações
A biblioteca de um departamento da Universidade Federal de Pernambuco foi reformada, de tal forma que, depois de pronta, passou a conter apenas livros, mesas e cadeiras de madeira. O Supervisor de Obras responsável teve, também, como responsabilidade, a determinação dos extintores de incêndio portáteis que iriam compor esse recinto. Baseado nessas condições, o supervisor determinou uma quantidade específica de extintores apropriados para Incêndios de Classe
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Q1086217 Edificações
Em uma obra de manutenção predial, na Universidade Federal de Pernambuco, o supervisor de obras, juntamente com o Setor de Segurança do Trabalho, verificou a necessidade de se emitir uma Permissão de Trabalho (PT), para a execução de um determinado serviço, por se tratar de 'Trabalho em Altura'. Nesse caso, haverá necessidade de se emitir uma PT sempre que o trabalho tiver que ser feito a uma altura de:
Alternativas
Q1086216 Mecânica
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são equipamentos utilizados pelo trabalhador para minimizar a exposição ao risco, caso as medidas de proteção coletivas não sejam suficientes para tal intento. A autoridade pública em Saúde e Segurança do Trabalho emite um documento que garante a qualidade do EPI utilizado. Esse documento é:
Alternativas
Q1086215 Eletricidade
 O multímetro digital é um instrumento que serve para medir grandezas elétricas e incorpora vários instrumentos de medição. Acerca desse instrumento, é incorreto afirmar: 
Alternativas
Q1086214 Eletricidade
Toda vez que uma corrente elétrica circula pelo condutor, ele se aquece por causa do efeito joule. No entanto, há um limite máximo de aquecimento suportado pelo condutor, acima do qual o isolante começa a se deteriorar, expondo o circuito e podendo provocar curtos-circuitos, choques e incêndios. Para minimizar esse aquecimento, precisamos respeitar as normas técnicas implicadas. Neste sentido, analise as alternativas que definem cada situação, em relação às bitolas dos fios, segundo a NBR 5410, e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
11721: D
11722: B
11723: C
11724: B
11725: D
11726: B
11727: E
11728: D
11729: D
11730: A
11731: B
11732: A
11733: A
11734: E
11735: A
11736: C
11737: B
11738: D
11739: B
11740: A