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TEXTO 6
“Note que a gramática só se atreve a meter o bico quando escrevemos. Quando falamos, afasta-se para longe, de orelhas murchas”.
Monteiro Lobato
TEXTO 6
“Note que a gramática só se atreve a meter o bico quando escrevemos. Quando falamos, afasta-se para longe, de orelhas murchas”.
Monteiro Lobato
TEXTO 3
Você partiu meu coração,
Mas, meu amor, não tem problema não
Agora vai sobrar então
Um pedacim pra cada esquema.
Só um pedacim.
(Canção “Você partiu meu coração”, de Nego do Borel)
TEXTO 3
Você partiu meu coração,
Mas, meu amor, não tem problema não
Agora vai sobrar então
Um pedacim pra cada esquema.
Só um pedacim.
(Canção “Você partiu meu coração”, de Nego do Borel)
Leia a frase a seguir:
“Beber muita água depois de comer pão não o torna mais calórico [...]”
Saúde&beleza. Ed. Prime, nº39. Ano 06, 2011. pág. 31.
Segundo a Gramática Normativa, na frase citada, é correto afirmar que no enunciado há
TEXTO 2
[...] Mas é claro que o Sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem [...]
(Russo, Renato; Venturini, Flavio. Mais uma vez. Intérprete Renato Russo. In: Renato Russo presente. Rio de Janeiro, EMI, 2003. 1 CD. Faixa 1.)
TEXTO 2
[...] Mas é claro que o Sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem [...]
(Russo, Renato; Venturini, Flavio. Mais uma vez. Intérprete Renato Russo. In: Renato Russo presente. Rio de Janeiro, EMI, 2003. 1 CD. Faixa 1.)
TEXTO 1
Ellen ganha bolsa de estudos no Grupo e Fio se preocupa
Bóris (Mouhamed Harfouch) tanto batalha que acaba conseguindo uma bolsa de estudos para Ellen (Heslaine Vieira) no Colégio Grupo. E corre para conversar com Dóris (Ana Flávia Cavalcante) sobre a ótima oferta. Juntos, conversam com a mãe da menina que concorda com a mudança de escola, e fica radiante. Eles falam com Ellen. A garota se sensibiliza com a notícia inesperada. A única pessoa que sofre com tudo é Fio (Lucas Penteado). O gatinho teme que a amada aceite a proposta e mude de colégio, o que pode levar os dois a se afastarem um do outro.
(Texto Adaptado. Revista Tititi, ano 19, n.990, p.31)
NASSAR, Raduan. Obra completa. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
”Que rostos mais coalhados, nossos rostos adolescentes em volta daquela mesa: o pai à cabeceira, o relógio de parede às suas costas, cada palavra sua ponderada pelo pêndulo, e nada naqueles tempos nos distraindo tanto como os sinos graves marcando as horas...”
Quanto à tipologia textual, o trecho acima, retirado do texto, é predominantemente:
Será que eu me tornei um sintoma da minha época ou essa é uma indisposição que só diz respeito a mim?
Seja como for, tenho achado cada vez mais difícil ler. Neste ano li menos livros do que no ano passado; no ano passado, li menos que no anterior; no ano anterior, menos que no ano que vinha antes. Todo mundo conhece o fenômeno do bloqueio criativo, a angústia do escritor diante da página em branco – eu, porém, fui acometido por um bloqueio de leitor. Trata-se de um problema que se manifesta de forma gradativa, de diferentes maneiras, nas mais variadas circunstâncias. Numa viagem recente às Bahamas, por exemplo, eu decidi que devia fazer um esforço para deixar de lado a leitura porque, afinal, pode-se ler um livro em qualquer lugar, mas aquele talvez fosse um dos poucos momentos em que eu teria a oportunidade de ver um mar tão turquesa, uma areia tão rosada. De maneira um pouco grandiloquente e pomposa, batizei essa minha condição de síndrome de Mir, a estação espacial russa: um cosmonauta que passou por lá declarou não ter lido uma única página do livro que levara na bagagem porque se deu conta de que aproveitaria melhor o seu tempo livre se simplesmente olhasse pela janela.
Muitas vezes acontece de eu estar com preguiça de ler, preferindo ver tevê. Ocorre também, com mais frequência, que eu me sinta autoconsciente diante da página. Ler nunca me pareceu algo trabalhoso – ao contrário de escrever –, de modo que, quando sinto que deveria estar trabalhando, associo essa obrigação à escrita. Pelo menos em teoria, quando não estou escrevendo estou livre para ler, mas nessas horas sinto uma culpa vaga, e no fim das contas, em vez de escrever (trabalhar) ou ler (relaxar), acabo não fazendo nem uma coisa nem outra: fico zanzando à toa, reorganizando os livros. Ou seja, não faço nada. (...)
Retirado de: DYER, Geoff. Déficit de atenção. Revista Piauí, n. 128. Editora Abril, 2017. p. 60.
Nos trechos abaixo, retirados do Texto, há alguns elementos que estabelecem relações anafóricas com termos anteriores. Entre os elementos destacados, aquele que não se refere a um termo anterior é:
