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Q1611174 Português

A paranoia está batendo

(artigo de Arnaldo Jabor; By admin | Abril, 2013) 


    Um dia, há muitos anos, percebi que haviam modificado a caixa grande dos Chicletes Adams (uma cor-de-rosa e outra amarela). Quem se lembra dessas saudosas embalagens? Eram caixas maiores, que tinham uma janelinha de celofane, através da qual se viam os chicletinhos chacoalhando. Assustado, notei que a janela original fora trocada por uma mentirosa abertura, desenhada com os chicletinhos impressos. Algum executivo zeloso, para fazer bonito junto aos patrões, acabara com a visão real das balinhas frescas como a brisa, deixando-nos somente um simulacro. Isso me preocupou. Entendi que se iniciava uma época comercial menos humana (talvez a pós-modernidade), mas, por outro lado, compreendi que detalhes ínfimos podem ser indícios de momentos históricos. Por isso, como vivemos a época de encrencas insolúveis, sem um futuro claro, me ligo em bobagens iluminadoras do presente.

    Por exemplo, que significa a resposta de uma telefonista, se eu lhe agradeço por uma informação e ela replica: “Imagina!…”. Que quer dizer isso? Talvez denote que eu e ela fazemos parte de um “sistema” coletivo de obrigações automáticas, sem espaço para gentilezas individuais e gratidão desnecessária. É quase uma repreensão, como se meu ‘muito obrigado’ quebrasse a lógica contínua de seu serviço. Daí a resposta: “Imagina! O senhor se acha especial?”. Aliás, “senhor” é uma novidade. Dizia-se sempre “Sr. Fulano, Sr. Sicrano…”.

   Tudo bem, mas agora usam um “senhor” no fim da frase: “Estaremos entregando a encomenda, senhor”… Ou “senhorita”. Alguém já ouviu “senhorita” no dia a dia? Isso deve ser influência do gerúndio na dublagem de filmes americanos: “Miss Williams, we’ll be sending your package soon”. Seria a nefasta influência do imperialismo cultural (esquerda) ou o crescimento de uma linguagem global (liberais). As telefonistas também dizem: “Quem deseja?” ou “O senhor Fulano não se encontra…”. Isso me desorganiza. Tenho ganas de dizer: “Todos desejam, o ser humano deseja! E o senhor Fulano não ‘se encontra’, como? Ele está em crise, perdidaço na vida?”. Nada digo, porque ela responderia: “Eu não saberia lhe informar, senhor…”. 

 Outro fenômeno moderno, ou melhor, “contemporâneo” (aliás, não aguento mais esta palavra ‘contemporâneo’, que tudo absolve e tudo explica: “Isso é uma merda, mas é supercontemporâneo!…”), é o tom dos falantes no celular. Em aeroportos, é comum mulheres discutindo a relação com o marido, falando alto, andando pela sala, até chorando, na linguagem ‘metapsicológica’ dos Big Brothers. Criou-se uma língua BBB, feita de súbitas lágrimas, acusações e queixumes, rancor dosado por perdões simultâneos, deixando escapar propositais intimidades, pontuadas por rápidas olhadas para conferir a reação dos circunstantes. Aliás, por falar em celular, e as musiquinhas? Jingle Bells ou Pour Elise tocam no bolso de um executivo, que imediatamente faz um resumo da situação da empresa aos berros. Por que não fazem um celular que aperte o saco do usuário? Ele daria um grito e gemeria discretamente: “Alô?”.

  E os dedinhos “contemporâneos” que não param nos blackberries e iPhones, com as cabeças baixas, digitando mensagens misteriosas? Isso me traz uma dolorosa solidão, pois ninguém mais presta atenção em ninguém ‘ao vivo’, como se o importante é o que não está ali, o desejo ‘não se encontra’ aqui, mas acolá, talvez na ‘nuvem’. E as notícias? São eivadas de incertezas – se a Grécia quebra ou não quebra – ou de certezas impossíveis como, por exemplo: a taxa de inflação vai ser de 6,3 ou 6,7 ao fim do ano, cai em outubro e sobe em novembro. Como podem saber? Como se mede isso? Por que não tomam medidas essenciais como cortar gastos públicos em vez dessa irritante roleta brasileira de palpites? Claro que os ‘pentelhos’ e seus aliados feudais não deixam.

  Por que as paradas gay têm três milhões e os evangélicos quatro milhões e a marcha contra a corrupção no Rio só 2.500 pessoas? É a medida clara de nossa alienação política. E as queimadas e desmatamentos? O governo fala disso como se referisse a outro país, com um lamento impotente: “O equivalente a mil campos de futebol foram queimados em um mês…”. Por que a medida ‘campos de futebol’? Para deprimir corintianos? Aliás, entristece-me ver os times de futebol com anúncios no peito dos jogadores. Sou um babaca romântico, claro. Mas os times heroicos vendendo Hyundai e Kalunga me doem.

  E os garçons simpáticos? Sempre que eu peço um guaraná, ouço invariavelmente: “Com gelo e laranja?”. Por quê? O meu guaraná indígena não basta? Sempre tenho a esperança de encontrar um “old timer” que me pisque o olho e faça a bela pergunta antiga: “Da Brahma ou da Antártica?”.

  E a demarcação das terras indígenas, e as paisagens condenadas? É politicamente incorreto ser contra 11 mil índios que dispõem de dez mil metros quadrados cada um na ‘Raposa do Sol’, índios de bermuda e relógio. Por quê? Não podemos mais admirar uma paisagem sem que um chato não diga: “Olha bem, que está acabando…”. 

  Repugnam-me células fotoelétricas em bicas de banheiros chiques. Você mete a mão ensaboada debaixo de uma bica dourada e a água não sai. Você tenta de novo, nada; até que o faxineiro te instrui a posição certa, esperando gorjeta, mas a água jorra e para, antes de lavar o sabão cor-de-rosa ou cor de diarreia. E o aparelho de secar mão que uiva como uma boca de hipopótamo? E os cremes de rosto e dentes, com a bisnaga vazia pela metade, para faturar uns reais dos otários? E as giletes turbinadas cujas caixas só têm duas unidades? E o papel higiênico ‘folha fina’, que se esgarça entre as unhas? Abomino e-mails em cascata, com as piadinhas da hora, tenho asco de pequenas besteirinhas como gente dizendo-me “bom descanso” ou “bom trabalho”, pagode careta, casais que se casam e se separam na Caras, e, pasmem, não aguento mais ‘bunda’. Isso, no bom sentido, claro, mas não aguento mais ver ‘melancias, melões e moranguinhos’ em toda parte, outdoors, revistas… A economia de consumo é embalada pelas bundas. Viram? A paranoia está batendo… Santo Deus, que será de mim?

Marque a alternativa em que o uso da vírgula se justifica pela mesma regra do fragmento a seguir:

São eivadas de incertezas – se a Grécia quebra ou não quebra – ou de certezas impossíveis como, por exemplo: a taxa de inflação vai ser de 6,3 ou 6,7 ao fim do ano...

Alternativas
Q1611173 Português

A paranoia está batendo

(artigo de Arnaldo Jabor; By admin | Abril, 2013) 


    Um dia, há muitos anos, percebi que haviam modificado a caixa grande dos Chicletes Adams (uma cor-de-rosa e outra amarela). Quem se lembra dessas saudosas embalagens? Eram caixas maiores, que tinham uma janelinha de celofane, através da qual se viam os chicletinhos chacoalhando. Assustado, notei que a janela original fora trocada por uma mentirosa abertura, desenhada com os chicletinhos impressos. Algum executivo zeloso, para fazer bonito junto aos patrões, acabara com a visão real das balinhas frescas como a brisa, deixando-nos somente um simulacro. Isso me preocupou. Entendi que se iniciava uma época comercial menos humana (talvez a pós-modernidade), mas, por outro lado, compreendi que detalhes ínfimos podem ser indícios de momentos históricos. Por isso, como vivemos a época de encrencas insolúveis, sem um futuro claro, me ligo em bobagens iluminadoras do presente.

    Por exemplo, que significa a resposta de uma telefonista, se eu lhe agradeço por uma informação e ela replica: “Imagina!…”. Que quer dizer isso? Talvez denote que eu e ela fazemos parte de um “sistema” coletivo de obrigações automáticas, sem espaço para gentilezas individuais e gratidão desnecessária. É quase uma repreensão, como se meu ‘muito obrigado’ quebrasse a lógica contínua de seu serviço. Daí a resposta: “Imagina! O senhor se acha especial?”. Aliás, “senhor” é uma novidade. Dizia-se sempre “Sr. Fulano, Sr. Sicrano…”.

   Tudo bem, mas agora usam um “senhor” no fim da frase: “Estaremos entregando a encomenda, senhor”… Ou “senhorita”. Alguém já ouviu “senhorita” no dia a dia? Isso deve ser influência do gerúndio na dublagem de filmes americanos: “Miss Williams, we’ll be sending your package soon”. Seria a nefasta influência do imperialismo cultural (esquerda) ou o crescimento de uma linguagem global (liberais). As telefonistas também dizem: “Quem deseja?” ou “O senhor Fulano não se encontra…”. Isso me desorganiza. Tenho ganas de dizer: “Todos desejam, o ser humano deseja! E o senhor Fulano não ‘se encontra’, como? Ele está em crise, perdidaço na vida?”. Nada digo, porque ela responderia: “Eu não saberia lhe informar, senhor…”. 

 Outro fenômeno moderno, ou melhor, “contemporâneo” (aliás, não aguento mais esta palavra ‘contemporâneo’, que tudo absolve e tudo explica: “Isso é uma merda, mas é supercontemporâneo!…”), é o tom dos falantes no celular. Em aeroportos, é comum mulheres discutindo a relação com o marido, falando alto, andando pela sala, até chorando, na linguagem ‘metapsicológica’ dos Big Brothers. Criou-se uma língua BBB, feita de súbitas lágrimas, acusações e queixumes, rancor dosado por perdões simultâneos, deixando escapar propositais intimidades, pontuadas por rápidas olhadas para conferir a reação dos circunstantes. Aliás, por falar em celular, e as musiquinhas? Jingle Bells ou Pour Elise tocam no bolso de um executivo, que imediatamente faz um resumo da situação da empresa aos berros. Por que não fazem um celular que aperte o saco do usuário? Ele daria um grito e gemeria discretamente: “Alô?”.

  E os dedinhos “contemporâneos” que não param nos blackberries e iPhones, com as cabeças baixas, digitando mensagens misteriosas? Isso me traz uma dolorosa solidão, pois ninguém mais presta atenção em ninguém ‘ao vivo’, como se o importante é o que não está ali, o desejo ‘não se encontra’ aqui, mas acolá, talvez na ‘nuvem’. E as notícias? São eivadas de incertezas – se a Grécia quebra ou não quebra – ou de certezas impossíveis como, por exemplo: a taxa de inflação vai ser de 6,3 ou 6,7 ao fim do ano, cai em outubro e sobe em novembro. Como podem saber? Como se mede isso? Por que não tomam medidas essenciais como cortar gastos públicos em vez dessa irritante roleta brasileira de palpites? Claro que os ‘pentelhos’ e seus aliados feudais não deixam.

  Por que as paradas gay têm três milhões e os evangélicos quatro milhões e a marcha contra a corrupção no Rio só 2.500 pessoas? É a medida clara de nossa alienação política. E as queimadas e desmatamentos? O governo fala disso como se referisse a outro país, com um lamento impotente: “O equivalente a mil campos de futebol foram queimados em um mês…”. Por que a medida ‘campos de futebol’? Para deprimir corintianos? Aliás, entristece-me ver os times de futebol com anúncios no peito dos jogadores. Sou um babaca romântico, claro. Mas os times heroicos vendendo Hyundai e Kalunga me doem.

  E os garçons simpáticos? Sempre que eu peço um guaraná, ouço invariavelmente: “Com gelo e laranja?”. Por quê? O meu guaraná indígena não basta? Sempre tenho a esperança de encontrar um “old timer” que me pisque o olho e faça a bela pergunta antiga: “Da Brahma ou da Antártica?”.

  E a demarcação das terras indígenas, e as paisagens condenadas? É politicamente incorreto ser contra 11 mil índios que dispõem de dez mil metros quadrados cada um na ‘Raposa do Sol’, índios de bermuda e relógio. Por quê? Não podemos mais admirar uma paisagem sem que um chato não diga: “Olha bem, que está acabando…”. 

  Repugnam-me células fotoelétricas em bicas de banheiros chiques. Você mete a mão ensaboada debaixo de uma bica dourada e a água não sai. Você tenta de novo, nada; até que o faxineiro te instrui a posição certa, esperando gorjeta, mas a água jorra e para, antes de lavar o sabão cor-de-rosa ou cor de diarreia. E o aparelho de secar mão que uiva como uma boca de hipopótamo? E os cremes de rosto e dentes, com a bisnaga vazia pela metade, para faturar uns reais dos otários? E as giletes turbinadas cujas caixas só têm duas unidades? E o papel higiênico ‘folha fina’, que se esgarça entre as unhas? Abomino e-mails em cascata, com as piadinhas da hora, tenho asco de pequenas besteirinhas como gente dizendo-me “bom descanso” ou “bom trabalho”, pagode careta, casais que se casam e se separam na Caras, e, pasmem, não aguento mais ‘bunda’. Isso, no bom sentido, claro, mas não aguento mais ver ‘melancias, melões e moranguinhos’ em toda parte, outdoors, revistas… A economia de consumo é embalada pelas bundas. Viram? A paranoia está batendo… Santo Deus, que será de mim?

O fragmento que melhor exemplifica a ideia central do texto, é:
Alternativas
Q1611172 Português

A paranoia está batendo

(artigo de Arnaldo Jabor; By admin | Abril, 2013) 


    Um dia, há muitos anos, percebi que haviam modificado a caixa grande dos Chicletes Adams (uma cor-de-rosa e outra amarela). Quem se lembra dessas saudosas embalagens? Eram caixas maiores, que tinham uma janelinha de celofane, através da qual se viam os chicletinhos chacoalhando. Assustado, notei que a janela original fora trocada por uma mentirosa abertura, desenhada com os chicletinhos impressos. Algum executivo zeloso, para fazer bonito junto aos patrões, acabara com a visão real das balinhas frescas como a brisa, deixando-nos somente um simulacro. Isso me preocupou. Entendi que se iniciava uma época comercial menos humana (talvez a pós-modernidade), mas, por outro lado, compreendi que detalhes ínfimos podem ser indícios de momentos históricos. Por isso, como vivemos a época de encrencas insolúveis, sem um futuro claro, me ligo em bobagens iluminadoras do presente.

    Por exemplo, que significa a resposta de uma telefonista, se eu lhe agradeço por uma informação e ela replica: “Imagina!…”. Que quer dizer isso? Talvez denote que eu e ela fazemos parte de um “sistema” coletivo de obrigações automáticas, sem espaço para gentilezas individuais e gratidão desnecessária. É quase uma repreensão, como se meu ‘muito obrigado’ quebrasse a lógica contínua de seu serviço. Daí a resposta: “Imagina! O senhor se acha especial?”. Aliás, “senhor” é uma novidade. Dizia-se sempre “Sr. Fulano, Sr. Sicrano…”.

   Tudo bem, mas agora usam um “senhor” no fim da frase: “Estaremos entregando a encomenda, senhor”… Ou “senhorita”. Alguém já ouviu “senhorita” no dia a dia? Isso deve ser influência do gerúndio na dublagem de filmes americanos: “Miss Williams, we’ll be sending your package soon”. Seria a nefasta influência do imperialismo cultural (esquerda) ou o crescimento de uma linguagem global (liberais). As telefonistas também dizem: “Quem deseja?” ou “O senhor Fulano não se encontra…”. Isso me desorganiza. Tenho ganas de dizer: “Todos desejam, o ser humano deseja! E o senhor Fulano não ‘se encontra’, como? Ele está em crise, perdidaço na vida?”. Nada digo, porque ela responderia: “Eu não saberia lhe informar, senhor…”. 

 Outro fenômeno moderno, ou melhor, “contemporâneo” (aliás, não aguento mais esta palavra ‘contemporâneo’, que tudo absolve e tudo explica: “Isso é uma merda, mas é supercontemporâneo!…”), é o tom dos falantes no celular. Em aeroportos, é comum mulheres discutindo a relação com o marido, falando alto, andando pela sala, até chorando, na linguagem ‘metapsicológica’ dos Big Brothers. Criou-se uma língua BBB, feita de súbitas lágrimas, acusações e queixumes, rancor dosado por perdões simultâneos, deixando escapar propositais intimidades, pontuadas por rápidas olhadas para conferir a reação dos circunstantes. Aliás, por falar em celular, e as musiquinhas? Jingle Bells ou Pour Elise tocam no bolso de um executivo, que imediatamente faz um resumo da situação da empresa aos berros. Por que não fazem um celular que aperte o saco do usuário? Ele daria um grito e gemeria discretamente: “Alô?”.

  E os dedinhos “contemporâneos” que não param nos blackberries e iPhones, com as cabeças baixas, digitando mensagens misteriosas? Isso me traz uma dolorosa solidão, pois ninguém mais presta atenção em ninguém ‘ao vivo’, como se o importante é o que não está ali, o desejo ‘não se encontra’ aqui, mas acolá, talvez na ‘nuvem’. E as notícias? São eivadas de incertezas – se a Grécia quebra ou não quebra – ou de certezas impossíveis como, por exemplo: a taxa de inflação vai ser de 6,3 ou 6,7 ao fim do ano, cai em outubro e sobe em novembro. Como podem saber? Como se mede isso? Por que não tomam medidas essenciais como cortar gastos públicos em vez dessa irritante roleta brasileira de palpites? Claro que os ‘pentelhos’ e seus aliados feudais não deixam.

  Por que as paradas gay têm três milhões e os evangélicos quatro milhões e a marcha contra a corrupção no Rio só 2.500 pessoas? É a medida clara de nossa alienação política. E as queimadas e desmatamentos? O governo fala disso como se referisse a outro país, com um lamento impotente: “O equivalente a mil campos de futebol foram queimados em um mês…”. Por que a medida ‘campos de futebol’? Para deprimir corintianos? Aliás, entristece-me ver os times de futebol com anúncios no peito dos jogadores. Sou um babaca romântico, claro. Mas os times heroicos vendendo Hyundai e Kalunga me doem.

  E os garçons simpáticos? Sempre que eu peço um guaraná, ouço invariavelmente: “Com gelo e laranja?”. Por quê? O meu guaraná indígena não basta? Sempre tenho a esperança de encontrar um “old timer” que me pisque o olho e faça a bela pergunta antiga: “Da Brahma ou da Antártica?”.

  E a demarcação das terras indígenas, e as paisagens condenadas? É politicamente incorreto ser contra 11 mil índios que dispõem de dez mil metros quadrados cada um na ‘Raposa do Sol’, índios de bermuda e relógio. Por quê? Não podemos mais admirar uma paisagem sem que um chato não diga: “Olha bem, que está acabando…”. 

  Repugnam-me células fotoelétricas em bicas de banheiros chiques. Você mete a mão ensaboada debaixo de uma bica dourada e a água não sai. Você tenta de novo, nada; até que o faxineiro te instrui a posição certa, esperando gorjeta, mas a água jorra e para, antes de lavar o sabão cor-de-rosa ou cor de diarreia. E o aparelho de secar mão que uiva como uma boca de hipopótamo? E os cremes de rosto e dentes, com a bisnaga vazia pela metade, para faturar uns reais dos otários? E as giletes turbinadas cujas caixas só têm duas unidades? E o papel higiênico ‘folha fina’, que se esgarça entre as unhas? Abomino e-mails em cascata, com as piadinhas da hora, tenho asco de pequenas besteirinhas como gente dizendo-me “bom descanso” ou “bom trabalho”, pagode careta, casais que se casam e se separam na Caras, e, pasmem, não aguento mais ‘bunda’. Isso, no bom sentido, claro, mas não aguento mais ver ‘melancias, melões e moranguinhos’ em toda parte, outdoors, revistas… A economia de consumo é embalada pelas bundas. Viram? A paranoia está batendo… Santo Deus, que será de mim?

Dado o fragmento: ... deixando-nos somente um simulacro. O termo em destaque pode ser substituído, sem alterar o sentido, por:
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Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325553 Geografia
Imagem associada para resolução da questão Durante o verão, principalmente nos meses de dezembro e janeiro, milhares de pessoas se deslocam para as diversas praias em todo o litoral brasileiro. Trata-se de férias escolares e quando muitos trabalhadores procuram também desfrutar de suas férias anuais. O elevado número de turistas também acaba atraindo para as cidades litorâneas diversos trabalhadores em busca de trabalho temporário. O nome dado a esse fenômeno é:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325552 Geografia

Observe a imagem da malha urbana de alguns municípios da Grande Florianópolis. A imagem apresenta uma vista aérea de quatro municípios: Biguaçu, São José, Palhoça e a parte continental de Florianópolis.

Imagem associada para resolução da questão

Quando dois ou mais municípios passam a formar uma única malha urbana, na qual não se percebe facilmente os limites territoriais entre eles, no contexto da Geografia Urbana, acontece um fenômeno chamado de:

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Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325551 Geografia

A imagem a seguir representa uma bacia hidrográfica:

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: LUCCI, E. A.; BRANCO, A. L.; MENDONÇA, C. Território e sociedade no mundo globalizado. São Paulo: Saraiva, 2016.

Sobre bacias hidrográficas, analise os itens a seguir, indicando (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso.

(  ) Uma bacia hidrográfica é formada por um rio principal que recebe as águas de seus afluentes e subafluentes, que, por sua vez, são formados pela captação das águas das chuvas e pelas nascentes.

(  ) A área da bacia hidrográfica é delimitada pelo relevo, e os pontos mais altos são denominados divisores de águas.

(  ) A foz em delta ocorre quando o rio acumula sedimentos no leito, formando ilhas fluviais no final do seu curso, e as águas correm ramificadas.

(  ) A dinâmica de escoamento e a infiltração de água não estão associadas ao tipo de ocupação do solo.

(  ) A maior parte das grandes bacias hidrográficas tem suas águas levadas pelos rios principais para os mares e oceanos.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325550 Geografia

Observe o mapa abaixo, leia o enunciado e responda a questão.

Imagem associada para resolução da questão

As placas tectônicas são imensos blocos rochosos de tamanhos e formas diversas e milhares de quilômetros de extensão que deslizam sobre o magma e constituem a litosfera. Ao se movimentar, esses blocos geram dois tipos principais de tectonismo: a colisão de placas tectônicas e o afastamento de placas tectônicas. Se tratando de colisão de placas tectônicas, o tipo de relevo que se constitui é:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325549 História

Em 2019, a morte de Leonardo da Vinci completa 500 anos. Leia abaixo o texto sobre este homem que viveu no período histórico conhecido com Renascimento:

Nascido em 1452, filho bastardo de uma camponesa e de um tabelião bem de vida, Da Vinci ajudou a formatar o método científico e enveredou pelas mais diversas ciências: da botânica à engenharia militar, da cartografia à ótica, da anatomia à geologia. Deixou mais de 7.000 papéis com desenhos, projetos, esboços, perguntas (“o que é a alma?”) e listas de tarefas (“descrever as causas da risada”), hoje preservados em bibliotecas europeias e na coleção privada de Bill Gates. [...] Ele mudou a forma como as narrativas são estruturadas, como as madonas são pintadas, como a luz e a cor são usadas nas composições, e pintou os quadros mais famosos do mundo: “Mona Lisa” e “A última ceia”. [...] Leitor de Euclides e Arquimedes e estudioso do latim, Da Vinci desenhava plantas e máquinas voadoras e esboçou um projeto para desviar o curso do Rio Arno de Florença a Pisa.

Fonte: Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/por-que-leonardo-da-vinciainda-nos-impressiona-500-anos-apos-sua-morte. Acesso em: 25 jun. 2019.

Assinale as alternativas abaixo e assinale aquela que contém as características do renascimento cultural italiano, presentes no breve texto sobre Da Vinci.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325548 História

Disputando áreas de influência em várias regiões do mundo, soviéticos e estadunidenses geraram um período de graves tensões políticas, que ficou conhecido como Guerra Fria. Entre os principais alvos dos governos dos Estados Unidos e da União Soviética, nesse período, estavam os países subdesenvolvidos, como eram então chamadas as nações mais pobres da América latina, da Ásia e da África. O período foi marcado por guerras em algumas regiões do planeta, alianças militares supranacionais, corrida militar nuclear armamentista e corrida espacial.

Fonte: COTRIM, G. História global. São Paulo: Saraiva, 2016, p.148.

Sobre a guerra fria, analise as seguintes afirmativas:

I. A Guerra da Coreia (1950–1953) determinou a seguinte divisão: Coreia do Norte socialista e Coreia do Sul capitalista.

II. Os Estados Unidos foram os primeiros a produzir e utilizar armas nucleares. A corrida nuclear foi denominada de “equilíbrio pelo terror”.

III. A corrida espacial foi marcada pelo pioneirismo soviético. A União Soviética foi o primeiro país a lançar um satélite artificial denominado Sputnick.

IV. No período da Guerra Fria surgiu a Internet, que, no início, era restrita aos militares estadunidenses.

V. Durante a Guerra Fria ocorreu a Guerra do Vietnã. Os Estados Unidos, contando com o apoio do Vietnã do Sul, em 1975, conseguiram unificar o país por meio do socialismo, criando a República Democrática do Vietnã.

Assinale a alternativa CORRETA referente as afirmativas anteriores.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325547 História

Leia o texto e observe a imagem abaixo:

Os 15 primeiros anos do Governo Vargas (1930–1945), assim como os quase quatro seguintes (1951–1954) foram profundamente marcantes para o Brasil. Para entender esses governos, contamos com trabalhos de fôlego de vários pesquisadores que detalharam fatos marcantes como a guerra civil de São Paulo (1932), as revoltas da Aliança Nacional Libertadora (1935), a tentativa dos integralistas de tomar o poder (1938) e a entrada do país na Segunda Guerra Mundial (1942), dentre outros temas, tais como o incremento da indústria nacional, a oficialização do samba, a extensão do direito de voto às mulheres e a invenção do trabalhismo.

Fonte: MOURELLE, T. C. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/as-variasfaces-de-vargas/. Acesso em: 25 jun. 2019.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Disponível em: https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/ uma-revisao-sobre-era-vargas.htm. Acesso em 25 jun. 2019.


A partir do texto e da imagem, julgue as afirmativas a seguir quantos às várias versões da ilustração de Getúlio Vargas, considerando a sequência da esquerda para a direita:

I. O primeiro Vargas pode ser associado ao momento em que ele tomou o poder pelo movimento de 1930, que depôs o presidente Washington Luís e pôs fim à política do café com leite.

II. O segundo Vargas pode ser associado ao momento em que ele foi eleito indiretamente pela Constituição de 1934, a qual trouxe direitos trabalhistas, algo inédito na história brasileira.

III. O terceiro Vargas pode ser associado ao momento em que ele, inspirado pela Revolução Russa de 1917, decretou um regime autoritário conhecido como Estado Novo.

IV. O quarto Vargas pode ser associado ao período em que ele se afastou da política nacional em decorrência de sua deposição após a derrota do Brasil na II Guerra Mundial.

V. O quinto Vargas pode ser associado ao momento em que ele foi eleito democraticamente e terminou seu mandato e sua vida com o suicídio.

Agora, assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325546 História

Em 15 de novembro de 1889, foi instaurada a República no Brasil, sistema que perdura até os dias atuais. Esse sistema é dividido em diferentes períodos históricos, dentre os quais: República Oligárquica, Era Vargas e Ditadura Militar. Relacione as afirmativas com os seus respectivos períodos históricos.

1. República Oligárquica

2. Era Vargas

3. Ditadura Militar

(  ) Período marcado por fraudes eleitorais, voto de cabresto, coronelismo e hegemonia política de São Paulo e Minas Gerais.

(  ) Época marcada pelos atos institucionais. O AI-5 proibiu as manifestações contra o governo. CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS 21

(  ) Nesse período, o voto foi estendido para as mulheres.

(  ) Ocorreu a revolta denominada Intentona Comunista, liderada pela Aliança Nacional Libertadora (ANL).

(  ) Criação das leis trabalhistas, da Companhia Vale do Rio Doce e da Companhia Siderúrgica Nacional.

(  ) Nesse período, foram realizadas construções consideradas faraônicas, como a ponte Rio-Niterói, Usina Hidrelétrica de Itaipu e Rodovia Transamazônica.

(  ) Período conhecido pela Política do Café com Leite.

Assinale a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses de cima para baixo, é:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325545 Biologia
Sobre a classificação dos seres vivos, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325544 Física

Um piloto de Fórmula 1, durante a largada de uma corrida, ao observar as luzes de sinalização se apagarem, acelera seu carro até atingir a velocidade de 150 km/h. No entanto, ao avistar uma curva, observa que é necessário reduzir sua velocidade para 80 km/h, a fim de contorná-la com segurança.

Com relação aos dados apresentados na situação acima, analise as afirmações abaixo:

I. A energia cinética do carro de Fórmula 1 aumenta desde a largada até ele atingir 150 km/h.

II. Quando o piloto diminui sua velocidade de 150 km/h para 80 km/h, a fim de contornar a curva com segurança, a energia cinética do carro é mantida constante.

III. As velocidades do carro de Fórmula 1 citadas no enunciado da questão são apresentadas no Sistema Internacional de Unidades.

IV. O que permite ao piloto contornar a curva com seu carro é a existência da força de atrito entre os pneus e o asfalto.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de informações em relação ao enunciado da questão.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325543 Física

Pedro, Paulo, Tiago, João e Marcos fizeram uma viagem com destino a Blumenau – SC. Todos iniciaram a viagem às 7h30min do mesmo dia. A tabela a seguir apresenta a cidade de origem de cada um, a distância entre Blumenau e a cidade de origem e a velocidade média da viagem.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que contém APENAS os indivíduos que concluíram a viagem antes do meio-dia.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325542 Química

Leia atentamente os textos 1 e 2: Texto 1: “Em 1869, um professor da Universidade de São Petersburgo, o russo Dmitri Mendeleev (1834–1907), concebeu um diagrama em que ordenava cerca de 60 elementos químicos então conhecidos em função de sua respectiva massa. Essa foi a primeira versão do que viria a ser conhecida como a moderna tabela periódica, hoje composta de 118 elementos, dispostos em 18 grupos (colunas) e 7 períodos (linhas).”

Fonte: Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2019/03/14/a-encruzilhadada-tabela-periodica/. Acesso em 19 jun. 2019). 18

Texto 2:

“Você já ouviu falar do ununênio? Ununênio, ou mesmo Eka-Frâncio, é como se chama, provisoriamente, aquele que será o elemento de número atômico 119 da tabela periódica. Ele se localizará na família dos metais alcalinos, se assemelhando ao lítio, sódio, potássio, rubídio, césio, e frâncio, sendo responsável por iniciar o oitavo período da tabela de Henry Moseley e representado pelo símbolo Uue.”

Fonte: Disponível em: http://www.petquimica.ufc.br/ununenio-um-elemento-aindanao-sintetizado/. Acesso em 19 jun. 2019

Os textos 1 e 2 referem-se à disposição dos elementos químicos inseridos nos últimos anos na atual Tabela Periódica e mencionam que estes encontram-se, respectivamente, nos 7º e 8º períodos. Indique a alternativa abaixo que melhor define os períodos na Tabela Periódica:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325541 Física

No dia 21 de maio do ano de 2018, os caminhoneiros iniciaram no Brasil uma greve, chamada Greve do Diesel, que durou até o dia 30 de maio. Entre as principais consequências da grave dos caminhoneiros estavam o desabastecimento de produtos alimentícios nos supermercados e a falta de combustível nos postos, pois os caminhões que geralmente realizam estas atividades estavam parados. Com isso, quando era divulgado que algum posto estava com novos estoques de combustível, o que se observava era a formação de enormes filas de motoristas na esperança de poderem reabastecer seus veículos. No entanto, como os estoques não eram grandes, a maioria deles não conseguia abastecer, e o que se via era um grande número de pessoas fazendo uso das  Leis de Newton ao empurrarem seus automóveis, sem combustível, nas ruas ao redor desses postos. Em relação às aplicações das Leis de Newton, quando empurramos um carro sem combustível, considerando uma situação em que a rua seja plana, analise as afirmações abaixo e marque V para alternativas verdadeiras e F para as alternativas falsas.

(  ) Ao empurrar o carro, a força que fazemos sobre o carro é maior que a força que o carro faz sobre nós.

(  ) A força resultante que atua sobre o carro é igual ao produto da massa do carro pela aceleração que ele adquire.

(  ) Quando o carro inicia o movimento, a força resultante sobre ele é zero.

A sequência que contém a ordem CORRETA das respostas é:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325540 Física

Analise as afirmativas:

I. A velocidade média de um móvel que percorre 80m em 5s é de 16m/s.

II. 72km/h equivalem a 20m/s.

III. 1,0 newton equivale a 10 metros.

Assinale a alternativa que apresenta a(s) afirmativa(s) CORRETA(S):

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325539 Matemática
A área de um terreno quadrado é igual a 100m². Nessas condições, o perímetro desse terreno é igual a:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325538 Raciocínio Lógico

Em um comunicado geral, no início do período letivo, a professora de Matemática informou que faria 5 (cinco) avaliações escritas durante o semestre e que a nota final da disciplina seria composta pela média aritmética dessas avaliações. Assim, a aprovação se daria pela média igual ou superior a 7,0 (sete) pontos. João, aluno desta turma, recebeu as notas das 4 (quatro) primeiras avaliações e organizou-as em uma sequência, da seguinte forma:

Imagem associada para resolução da questão

Qual deverá ser a nota mínima de João, na quinta avaliação, para que ele obtenha aprovação no semestre?

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2019 - IFC-SC - Nível Médio |
Q1325537 Matemática

Um boleto bancário no valor de R$ 120,00 tem vencimento para a data 09/08/2019. A empresa emissária do documento lançou a seguinte promoção na tentativa de evitar a inadimplência, e distribuiu aos seus clientes:

Imagem associada para resolução da questão

Se o cliente decidir realizar o pagamento deste boleto na data 07/08/2019, de quanto será o valor do desconto?

Alternativas
Respostas
9341: D
9342: C
9343: A
9344: E
9345: C
9346: C
9347: A
9348: A
9349: D
9350: D
9351: B
9352: D
9353: D
9354: A
9355: D
9356: E
9357: B
9358: E
9359: A
9360: B