Questões de Concurso Para nível médio

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Q3285982 Química
Um estudante leu as seguintes descrições sobre um conjunto de elementos químicos:
• Gás nobre de menor número atômico;
• Metal alcalino terroso de maior número atômico;
• Calcogênio de menor número atômico.

Ao identificar os elementos químicos, o estudante encontrará como resposta os símbolos dos elementos químicos, na ordem:
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Q3285981 Química
De forma geral, podemos distinguir um fenômeno físico de um fenômeno químico pela composição da matéria. Muitos fenômenos físicos e químicos fazem parte do nosso cotidiano. Um exemplo de um fenômeno químico é:
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Q3285980 Biologia
Os seres vivos, incluindo os seres humanos, têm em comum o mesmo código genético. Tal código é expresso em diferentes sequências das mesmas quatro bases nitrogenadas: adenina, timina, citosina e guanina. Essas bases compõem uma molécula de dupla hélice denominada:
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Q3285979 Física
Quando um automóvel está em movimento várias forças agem sobre ele. Quanto maior for o resultado dessas forças, maior será a aceleração, ou seja, mais rápida será a mudança de sua velocidade. Considere um carro de 900 kg de massa que esteja submetido as forças, conforme a figura. Calculando a força resultante sobre esse automóvel e aplicando a Lei de Newton, concluímos que a aceleração sobre ele é de:
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Q3285978 Física
Na Mitologia Grega, Héracles (mais conhecido pelo seu nome grego Hércules) era filho de Zeus com uma mãe humana. Por ser um semideus já nasceu dotado de uma enorme força, capaz de feitos heroicos que o tornaram uma lenda. Imaginemos que Hércules tenha usado a sua força para ajudar a construir um templo grego. Ele sustentou um bloco de 1200 kg usando apenas uma polia fixa atrelada a um elevador manual. Se ele levantou essa carga a uma altura de 6,0 m num local onde a gravidade era de 10 m/s2 , o trabalho realizado foi de:
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Q3285977 Matemática
A área do triângulo ABC vale 18m².
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Dado que os dois pontos indicados no lado AB dividem este segmento em partes de mesma medida e os três pontos indicados no lado BC também o dividem em segmentos de mesma medida, a área, em metros quadrados, do triângulo XYZ vale:
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Q3285976 Matemática
Ao efetuar a compra de três ingressos para o show de uma grande estrela musical, Anna pagou o total de R$1.068,00, o que inclui: um ingresso de valor inteiro, dois ingressos do tipo meia-entrada, onde cada uma custa metade do valor de um ingresso de valor inteiro, e uma taxa de serviço. Sabendo que a taxa de serviço é diretamente proporcional ao valor dos ingressos comprados, neste evento, uma compra que inclua um ingresso de valor inteiro, um ingresso do tipo meia-entrada e a taxa de serviço correspondente custa, em reais: 
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Q3285975 Matemática
Ao ser questionado a respeito da idade de seus netos, João e Maria, o Sr. Antônio respondeu com o seguinte enigma: em oito anos, João terá três vezes a idade que Maria tinha no ano passado. Daqui a vinte e cinco anos, suas idades somarão 83 anos. Hoje, João tem, em anos:
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Q3285974 Matemática
Durante a construção de um palco para apresentações culturais de um evento, a equipe de produção utilizou estruturas de madeira com formatos de dois trapézios semelhantes, ABDC e CDFE, conforme a figura.
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Em uma dessas estruturas, o comprimento da base maior, representada pelo segmento AB, é de 48 cm, enquanto na outra estrutura, a base menor, representada pelo segmento EF, tem 27 cm. Para ajustar as dimensões do palco corretamente, é necessário calcular o comprimento do segmento CD, por corresponder a uma parte comum das duas estruturas. Nessas condições, a medida de CD, em centímetros, é:
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Q3285973 Matemática
Em um jogo da memória matemático, duas cartas são ditas correspondentes quando possuem o mesmo valor numérico. Em uma rodada deste jogo, a carta com a expressão numérica E=(√2–√5–√10)2 –17 (foi exibida. Para que uma carta com a expressão numérica da forma F=a√2+b√5+c√10, onde a, b, c são números inteiros, possa ser a correspondente da carta com a expressão E, o produto a.b.c deve ser igual a:
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Q3285972 Matemática
Viviane e Rafael praticam corrida como atividade física. Enquanto Rafael corre um quilômetro em 5 minutos e 6 segundos, Viviane corre a mesma distância em 5 minutos e 40 segundos. Quando comparado a Viviane, Rafael corre um quilômetro em um tempo menor em:
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Q3285971 Raciocínio Lógico
Três amigas, Bruna, Gabriela e Rafaela, morarão em um mesmo apartamento. Devido aos compromissos assumidos por cada uma para os primeiros 195 dias no novo apartamento, elas percebem que terão uma rotina que se alterna entre um período de dias em casa, seguido por um dia fora de casa. Enquanto Bruna alterna um dia em casa e um dia fora de casa, Gabriela sempre fica três dias em casa antes de ficar um dia fora de casa. Rafaela, por sua vez, sempre fica quatro dias em casa antes de ficar um dia fora de casa. Sabendo que no primeiro dia morando no apartamento todas estarão no local, durante os primeiros 195 dias de moradia, o número de dias em que nenhuma das três estará presente no apartamento será:
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Q3285970 Matemática
Uma fábrica de bolas de tênis está desenhando uma embalagem para caber, exatamente, três bolas. O esquema a seguir mostra um corte feito na embalagem, perpendicular à base, e que passa pelos centros O1 , O2 e O3 das bolas de tênis.
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O comprimento de cada uma das três circunferências associadas às bolas é de 6,5π cm. Dessa forma, a altura da embalagem, em centímetros, é de: 
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Q3285969 Matemática
Um restaurante cobra um preço fixo por refeição que serve e tem a seguinte promoção: a cada 19 refeições compradas, a 20ª o cliente não paga. Considerando que um cliente fez 20 refeições e utilizou a promoção nas condições acima, o percentual de desconto recebido no total pago pelas refeições, com relação ao preço sem a promoção, é igual a:
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Q3285968 Administração Financeira e Orçamentária
O gráfico a seguir apresenta a distribuição de recursos do Governo Federal em 2023 por áreas de atuação. 
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Fonte: Portal da Transparência
Com base nas informações do gráfico, é correto afirmar que no ano de 2023:
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Q3285967 Português
TEXTO I

Por uma cultura de paz

Uma das coisas mais bonitas de ver é a atuação pacífica de mães e de pais com seus filhos, educando-os no diálogo, na alteridade, no cuidado e no respeito aos outros. Nosso dia se ilumina ao ver um adulto se portando como adulto, sendo capaz de transmitir à geração mais nova o melhor que tem em si.

Uma das coisas mais constrangedoras de ver é a atuação descontrolada de mães e de pais com seus filhos, falando em tom agressivo, agindo com brusquidão, tentando impor seu poder pela força, com palavras ou atos físicos. Entristece-nos contemplar o ciclo de agressividade se reproduzindo, com consequências que vão muito além do que os nossos olhos podem ver naquele momento.

Essas duas situações me vêm ao pensar no cenário de agressividade que tem dominado a vida pública nacional. O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza. É uma realidade histórica renovada diariamente. Há um passado a influenciar, mas há também uma escolha feita no tempo presente: pais violentos, professores violentos, estudantes violentos, cidadãos violentos, policiais violentos, candidatos violentos, eleitores violentos, maridos violentos, motoristas violentos. Como nossa sensibilidade reage a essas situações?

O problema não é só aqui. Conheci recentemente um casal de professores universitários americanos que se mudaram para Glasgow, na Escócia, depois que o Estado do Arkansas aprovou uma lei permitindo que estudantes portassem armas ocultas no campus. Não se sentiam seguros de dar aulas sob as novas condições. O incrível é que parcela da sociedade brasileira olha para os Estados Unidos e deseja emular a mesma loucura armamentista. É uma escolha.

A cultura da violência é o oposto da cultura democrática, que é respeito, diálogo, negociação, cooperação. É evidente, diante disso, a necessidade de promover uma cultura de paz, uma cultura verdadeiramente democrática. Não é tarefa fácil, nem simples. Mas talvez o primeiro passo seja reconhecer o problema. Não somos um país pacífico. A sociedade brasileira tem historicamente tolerado – e continua tolerando – altos índices de violência. E, pior, quando nos indignamos com a violência das nossas cidades, a resposta tem sido uma só: mais violência. Almejam-se o aumento da pena e o endurecimento das condições de cumprimento da pena. Ou seja, ainda preferimos lidar com uma questão difícil e complexa por meio de uma resposta fácil e simplista.

Se queremos uma sociedade mais pacífica, em vez de pedir penas mais altas – como se todos os problemas fossem causados pelos outros –, temos de entender as causas da cultura de violência e da cultura de paz. Há exemplos interessantes. Considerada nos anos 1970 e 1980 como uma cidade difícil e violenta, Glasgow conseguiu transformar sua realidade social por meio de políticas públicas de apoio à educação e à arte e de fortalecimento dos laços comunitários.

A paz, assim como a democracia, não vem por decreto. É uma construção diária, que começa em casa, mas passa também, entre outros âmbitos, pelas eleições e por políticas públicas efetivas. Que nossa indignação com a criminalidade e a insegurança não desemboque em descontrole irracional, mas desperte uma resposta adulta – articulada e responsável – para o problema.

CAVALCANTI, Nicolau da Rocha. Opinião. Estado de Minas, 25/09/2024. Disponível em:https://www.estadao.com.br/opiniao/nicolau-da-rocha-cavalcanti/por-umacultura-de-paz/. Acesso em: 20 out. 2024. Adaptado.


TEXTO II


porto alegre, 2016


quando você viu na tv

aquelas pessoas em fila na chuva

à noite numa estrada

na fronteira de um país que não as deseja


e quando você viu as bombas

caírem sobre cidades distantes

com aquelas casas e ruas

tão sujas e tão diferentes


e quando você viu a polícia

na praça do país estrangeiro

partir pra cima de manifestantes

com bombas de gás lacrimogêneo


não pensou duas vezes

nem trocou o canal

e foi pegar comida

na geladeira


não reparou o que vinha

que era só uma questão de tempo

não interpretou como sinal a notícia

não precisou estocar mantimentos


agora a colher cai da boca

e o barulho de bomba é ali fora

e a polícia pra cima dos teus afetos

munida de espadas, sobre cavalos


FREITAS, Angélica. In: 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 13-14.

A postura apresentada no Texto 02, ao longo das cinco primeiras estrofes, dialoga com a seguinte crítica proposta pelo Texto 01:
Alternativas
Q3285966 Português

TEXTO II


porto alegre, 2016


quando você viu na tv

aquelas pessoas em fila na chuva

à noite numa estrada

na fronteira de um país que não as deseja


e quando você viu as bombas

caírem sobre cidades distantes

com aquelas casas e ruas

tão sujas e tão diferentes


e quando você viu a polícia

na praça do país estrangeiro

partir pra cima de manifestantes

com bombas de gás lacrimogêneo


não pensou duas vezes

nem trocou o canal

e foi pegar comida

na geladeira


não reparou o que vinha

que era só uma questão de tempo

não interpretou como sinal a notícia

não precisou estocar mantimentos


agora a colher cai da boca

e o barulho de bomba é ali fora

e a polícia pra cima dos teus afetos

munida de espadas, sobre cavalos


FREITAS, Angélica. In: 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 13-14.

A linguagem conotativa, ao ser empregada no verso “na fronteira de um país que não as deseja” (v. 4), confere expressividade ao texto, uma vez que:
Alternativas
Q3285965 Português

TEXTO II


porto alegre, 2016


quando você viu na tv

aquelas pessoas em fila na chuva

à noite numa estrada

na fronteira de um país que não as deseja


e quando você viu as bombas

caírem sobre cidades distantes

com aquelas casas e ruas

tão sujas e tão diferentes


e quando você viu a polícia

na praça do país estrangeiro

partir pra cima de manifestantes

com bombas de gás lacrimogêneo


não pensou duas vezes

nem trocou o canal

e foi pegar comida

na geladeira


não reparou o que vinha

que era só uma questão de tempo

não interpretou como sinal a notícia

não precisou estocar mantimentos


agora a colher cai da boca

e o barulho de bomba é ali fora

e a polícia pra cima dos teus afetos

munida de espadas, sobre cavalos


FREITAS, Angélica. In: 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 13-14.

Em relação ao conjunto de estrofes anteriores, o verso "agora a colher cai da boca" (v. 21) marca uma quebra de expectativa e provoca o seguinte efeito de sentido:
Alternativas
Q3285964 Português

TEXTO II


porto alegre, 2016


quando você viu na tv

aquelas pessoas em fila na chuva

à noite numa estrada

na fronteira de um país que não as deseja


e quando você viu as bombas

caírem sobre cidades distantes

com aquelas casas e ruas

tão sujas e tão diferentes


e quando você viu a polícia

na praça do país estrangeiro

partir pra cima de manifestantes

com bombas de gás lacrimogêneo


não pensou duas vezes

nem trocou o canal

e foi pegar comida

na geladeira


não reparou o que vinha

que era só uma questão de tempo

não interpretou como sinal a notícia

não precisou estocar mantimentos


agora a colher cai da boca

e o barulho de bomba é ali fora

e a polícia pra cima dos teus afetos

munida de espadas, sobre cavalos


FREITAS, Angélica. In: 50 poemas de revolta. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 13-14.

Entre as três primeiras estrofes e a última, são apresentadas ideias que contrastam, marcadas, sobretudo, por advérbios e locuções adverbiais. Essa oposição pode ser evidenciada, nestas estrofes, por expressões com valor semântico de:
Alternativas
Q3285963 Português
TEXTO I

Por uma cultura de paz

Uma das coisas mais bonitas de ver é a atuação pacífica de mães e de pais com seus filhos, educando-os no diálogo, na alteridade, no cuidado e no respeito aos outros. Nosso dia se ilumina ao ver um adulto se portando como adulto, sendo capaz de transmitir à geração mais nova o melhor que tem em si.

Uma das coisas mais constrangedoras de ver é a atuação descontrolada de mães e de pais com seus filhos, falando em tom agressivo, agindo com brusquidão, tentando impor seu poder pela força, com palavras ou atos físicos. Entristece-nos contemplar o ciclo de agressividade se reproduzindo, com consequências que vão muito além do que os nossos olhos podem ver naquele momento.

Essas duas situações me vêm ao pensar no cenário de agressividade que tem dominado a vida pública nacional. O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza. É uma realidade histórica renovada diariamente. Há um passado a influenciar, mas há também uma escolha feita no tempo presente: pais violentos, professores violentos, estudantes violentos, cidadãos violentos, policiais violentos, candidatos violentos, eleitores violentos, maridos violentos, motoristas violentos. Como nossa sensibilidade reage a essas situações?

O problema não é só aqui. Conheci recentemente um casal de professores universitários americanos que se mudaram para Glasgow, na Escócia, depois que o Estado do Arkansas aprovou uma lei permitindo que estudantes portassem armas ocultas no campus. Não se sentiam seguros de dar aulas sob as novas condições. O incrível é que parcela da sociedade brasileira olha para os Estados Unidos e deseja emular a mesma loucura armamentista. É uma escolha.

A cultura da violência é o oposto da cultura democrática, que é respeito, diálogo, negociação, cooperação. É evidente, diante disso, a necessidade de promover uma cultura de paz, uma cultura verdadeiramente democrática. Não é tarefa fácil, nem simples. Mas talvez o primeiro passo seja reconhecer o problema. Não somos um país pacífico. A sociedade brasileira tem historicamente tolerado – e continua tolerando – altos índices de violência. E, pior, quando nos indignamos com a violência das nossas cidades, a resposta tem sido uma só: mais violência. Almejam-se o aumento da pena e o endurecimento das condições de cumprimento da pena. Ou seja, ainda preferimos lidar com uma questão difícil e complexa por meio de uma resposta fácil e simplista.

Se queremos uma sociedade mais pacífica, em vez de pedir penas mais altas – como se todos os problemas fossem causados pelos outros –, temos de entender as causas da cultura de violência e da cultura de paz. Há exemplos interessantes. Considerada nos anos 1970 e 1980 como uma cidade difícil e violenta, Glasgow conseguiu transformar sua realidade social por meio de políticas públicas de apoio à educação e à arte e de fortalecimento dos laços comunitários.

A paz, assim como a democracia, não vem por decreto. É uma construção diária, que começa em casa, mas passa também, entre outros âmbitos, pelas eleições e por políticas públicas efetivas. Que nossa indignação com a criminalidade e a insegurança não desemboque em descontrole irracional, mas desperte uma resposta adulta – articulada e responsável – para o problema.

CAVALCANTI, Nicolau da Rocha. Opinião. Estado de Minas, 25/09/2024. Disponível em:https://www.estadao.com.br/opiniao/nicolau-da-rocha-cavalcanti/por-umacultura-de-paz/. Acesso em: 20 out. 2024. Adaptado.
No trecho “O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza” (3º parágrafo), a oração adjetiva destacada se articula à expressão anterior, produzindo um sentido de:
Alternativas
Respostas
6161: B
6162: C
6163: D
6164: A
6165: D
6166: B
6167: D
6168: C
6169: B
6170: D
6171: B
6172: A
6173: D
6174: A
6175: C
6176: C
6177: D
6178: C
6179: A
6180: A