Questões de Concurso Para nível médio

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Q3489866 Raciocínio Lógico
Nathan e Angelina tocam instrumentos de percussão no bandão do CEFET. Em uma determinada música, Nathan deve dar uma batida a cada 4 segundos e Angelina, uma batida a cada 5 segundos. Em um instante da música, eles tocam juntos. Após esse instante, o número de segundos até que toquem juntos novamente é:
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Q3489865 Matemática

A expressão abaixo é igual a:



Imagem associada para resolução da questão

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Q3489864 Matemática
Sr. e Sra. Fonseca sempre dividem igualmente as despesas da casa. Ele pagou R$ 1530,00 do cartão de crédito e ela R$ 2460,00 com a escola do filho e outras contas da casa. O Sr. Fonseca deve à Sra. Fonseca, em reais:
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Q3489863 Matemática
A equação 3.(x-4)=2025 tem como única solução o valor: 
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Q3489862 Matemática
Um time de futebol pretende vender um de seus atletas pelo valor de 35 milhões de euros. Considerando a taxa de câmbio em que 1 euro equivale a 6,37 reais, o valor pretendido para a venda desse atleta, em milhões de reais, é:
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Q3489861 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No trecho “Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade” (5º parágrafo), o emprego da forma verbal em destaque sugere que a autora: 
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Q3489860 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
No segundo parágrafo, a autora menciona a opinião de um grupo de cientistas com o objetivo principal de: 
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Q3489859 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
Na passagem "Como tudo na vida tem seu preço, a conta está para chegar, oficialmente [...]" (1º parágrafo), o vocábulo em destaque assume valor de: 
Alternativas
Q3489858 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
O emprego das aspas na expressão “todo mundo tem”, no primeiro parágrafo, assume o papel de:
Alternativas
Q3489857 Português
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


   Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

   Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

   Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

  É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

  A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4 
A estratégia argumentativa predominante no desenvolvimento do artigo é a enumeração de: 
Alternativas
Q3465730 Noções de Informática
Durante um projeto em grupo, Marcos é responsável por enviar um e-mail com o relatório final para a professora. Ele também quer que os outros integrantes do grupo recebam o mesmo e-mail, e saibam quem mais recebeu a mensagem, para manter a transparência na comunicação. Qual alternativa ele deve usar para adicionar os e-mails dos colegas de forma apropriada?
Alternativas
Q3465729 Redes de Computadores
Avalie as afirmativas a seguir:

I- O Post Office Protocol (POP3) é um protocolo de comunicação unidirecional, o que significa que os dados são extraídos do servidor remoto e enviados para o cliente local.
II- O Internet Message Access Protocol (IMAP) é um protocolo de comunicação unidirecional, em que as alterações feitas no cliente de e-mail são transmitidas ao servidor.
III- O Simple Mail Transfer Protocol (SMTP) é usado para se comunicar com o servidor remoto para enviar o e-mail de um cliente local para o servidor remoto e, eventualmente, para o servidor de e-mail do destinatário.

Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3465728 Noções de Informática
Muitos sites salvam informações sobre o usuário em arquivos, os quais são salvos no seu computador para serem usados na próxima vez que o site for visitado. Quando ele retorna, o código do site lê esse arquivo para saber se é o usuário. Por exemplo, ao acessar um site, a página memoriza seu nome de usuário e senha. Alguns memorizam informações mais detalhadas como interesses, hábitos de navegação na web. Isso significa que um site pode fornecer conteúdo mais direcionado, geralmente na forma de anúncios. O trecho faz referência a 
Alternativas
Q3465727 Redes de Computadores
A rede privada usada por organizações para disponibilizar acesso a terceiros confiáveis, como parceiros, fornecedores, clientes e outros negócios, é denominada
Alternativas
Q3465726 Noções de Informática
A computação em nuvem é a disponibilidade sob demanda de recursos computacionais (armazenamento e infraestrutura), como serviços pela internet. Ela elimina a necessidade de indivíduos e empresas gerenciarem os próprios recursos físicos enquanto pagam apenas pelo que usarem.

Sobre os tipos de modelos de implantação da computação em nuvem, avalie as seguintes afirmativas:

I- As nuvens públicas são executadas por provedores de serviços de nuvem localmente.
II- As nuvens públicas não oferecem recursos de computação, armazenamento e rede pela internet, permitindo que as empresas acessem recursos compartilhados sob demanda com base nos requisitos exclusivos e nas metas de negócios.
III- As nuvens privadas são criadas, gerenciadas e pertencentes a uma única organização e hospedadas de modo particular nos data centers dela, geralmente conhecidos como “no local”.
IV- As nuvens privadas oferecem maior controle, segurança e gerenciamento de dados, enquanto ainda permitem que usuários internos se beneficiem de um pool compartilhado de recursos de computação, armazenamento e rede.
V- As nuvens híbridas combinam modelos de nuvem pública e privada, permitindo que as empresas aproveitem os serviços de nuvem pública e mantenham os recursos de segurança e compliance normalmente encontrados em arquiteturas de nuvem privada.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3465725 Redes de Computadores
Leia o trecho a seguir:

“[...] são os conjuntos de normas que permitem que duas ou mais máquinas conectadas à internet se comuniquem entre si. Funcionam como uma linguagem universal, que pode ser interpretada por computadores de qualquer fabricante, por meio de qualquer sistema operacional. Eles são responsáveis por pegar os dados transmitidos pela rede e dividi-los em pequenos pedaços, chamados pacotes. Cada pacote carrega em si informações de endereçamento de origem e destino.”

O trecho menciona um mecanismo importantíssimo, para que o uso da internet seja algo possível, conhecido por 
Alternativas
Q3465724 Noções de Informática
O arquivo padrão de uma apresentação criada para ser aberta no Microsoft PowerPoint e que pode armazenar diferentes tipos de conteúdo, como textos, imagens, músicas e até vídeos, é denominado
Alternativas
Q3465723 Noções de Informática
Observe a planilha a seguir:

Captura_de tela 2025-07-05 113121.png (364×404)
O elaborador, 2025.

Qual alternativa apresenta a fórmula utilizada para calcular os campos total(B11), o preço médio(B13) e o número de produtos(b15), respectivamente?
Alternativas
Q3465722 Noções de Informática
No Microsoft Word, a ferramenta “Localizar e Substituir” permite ao usuário:

I- Corrigir palavras digitadas incorretamente, em todo o documento.
II- Atualizar nomes, termos ou dados repetidos.
III- Aplicar alterações em massa com rapidez e precisão.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3465721 Noções de Informática
Avalie a imagem a seguir sobre o Microsoft Word:

Captura_de tela 2025-07-05 112927.png (410×146)
O elaborador, 2025.

A imagem diz respeito à aba Layout e as ferramentas estão enumeradas de 1 a 7. Assinale a alternativa que apresenta o nome das ferramentas, considerando a ordem numérica.
Alternativas
Respostas
5841: D
5842: C
5843: A
5844: D
5845: B
5846: A
5847: B
5848: A
5849: C
5850: A
5851: E
5852: C
5853: B
5854: A
5855: D
5856: B
5857: C
5858: A
5859: E
5860: D