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Em uma experiência de queda livre, foram realizadas 10 medidas de tempo para um objeto cair sempre de uma mesma altura. Foi utilizado um cronômetro que permitia leitura de até centésimos de segundos e os resultados obtidos foram: 2,35s; 2,25s; 2,28s; 2,32s; 2,38s; 2,31s; 2,32; 2,27s; 2,33s e 2,30s. A maneira correta de expressar o resultado da medição é
1) Lançar horizontalmente duas pequenas esferas a partir da borda da bancada do laboratório.
2) Medir o alcance das duas esferas.
3) Calcular o tempo de queda de cada esfera.
4) Calcular o módulo da velocidade de lançamento de cada esfera.
5) Considerar g = 10 m/s² e desprezar a resistência do ar no movimento das esferas.
Um grupo de alunos registra no relatório o esquema abaixo e as seguintes informações sobre o experimento:

“Duas esferas, A e B, foram lançadas horizontalmente a partir da borda da bancada do laboratório, de altura h = 080m, e atingiram o piso nas distâncias representadas no esquema”.
Supondo corretos os cálculos efetuados pelo grupo de alunos, os valores para o tempo de queda, em s, e o módulo da velocidade de lançamento de cada esfera, em m/s, são, respectivamente, iguais a
Durante uma aula de laboratório, o professor de Física utiliza uma lente para projetar, sobre um anteparo, a imagem real de um objeto. A seguir, o professor perguntou aos alunos qual ou quais alterações seriam observadas na imagem projetada do objeto no anteparo, caso metade da lente fosse recoberta por uma tinta opaca e, registrou no quadro da sala, as cinco respostas mais frequentes:
1- o brilho e o tamanho da imagem diminuem.
2- o tamanho da imagem diminui e sua forma altera.
3- o brilho da imagem aumenta e sua forma altera.
4- a forma da imagem sofrerá alteração.
5- o brilho da imagem fica menor.
É (são) correta(s) a(s) resposta(s)
Em um calorímetro, contendo 300 ml de água a 20 oC, são adicionados 120ml de água a 100 oC. A temperatura de equilíbrio térmico atingida é igual a 40 oC. Despreze as perdas de calor para o ambiente e considere o calor específico da água igual a 1,0 cal/ goC. A capacidade térmica do calorímetro é igual a
Numa alavanca interpotente, as forças potente e resistente são aplicadas a 20 cm e 50 cm do ponto de apoio, respectivamente. Sendo o módulo da força resistente igual a 40 N, a força potente tem módulo, em N, igual a

Nas montagens A e B, o dinamômetro indica, respectivamente, 0,26 kgf e 0,18 kgf. O empuxo que atua no objeto na montagem B, em kgf, é igual a
Um transformador possui 25 espiras no primário e 400 espiras no secundário. O primário do transformador é ligado em uma rede alternada de 120 V, sendo percorrido por uma corrente elétrica máxima de 4,0 A. Considerando o transformador ideal, a tensão e a intensidade máxima da corrente elétrica que pode se obter no secundário são, respectivamente, iguais a
Uma lente biconvexa de vidro de distância focal F, um anteparo e uma pequena lâmpada são usados para projetar imagem, ilustrando a formação de imagens em lentes. A configuração na qual se obtém uma imagem da lâmpada, projetada no anteparo, real e menor, é
A figura representa uma onda estacionária, obtida em uma corda. A velocidade da onda na corda é 48,0m/s.

A frequência da fonte é igual a

Atividade 1: girar o ímã em torno do eixo X. Atividade 2: girar o ímã em torno do eixo Y. Atividade 3: mover o ímã e a bobina ao longo do eixo X, com mesma velocidade. Atividade 4: mover o ímã e a bobina ao longo do eixo X com mesma aceleração. Atividade 5: mover o ímã e a bobina ao longo do eixo z com mesma velocidade.
O microamperímetro indica a passagem de uma corrente apenas na atividade
Os esquemas abaixo representam um circuito misto de resistores (R1, R2, R3 e R4). O voltímetro é representado por um círculo com um V e o amperímetro por um círculo com um A. Para se medir o valor da intensidade da corrente no resistor R4 e da tensão entre seus terminais, a maneira correta de associar esses aparelhos está melhor representada em:

A função entre essas grandezas é
Durante uma experiência de Física cujo objetivo era determinar o tempo de queda de um objeto, foram feitos dois grupos de medidas G1 e G2. Os tempos de cada grupo são mostrados abaixo:
G1 (t1=1,27s; t2=1,28s; t3=1,27s; t4=1,26s; t5=1,28s)
G2 (t1=1,19s; t2=1,23s; t3=1,27s; t4=1,11s; t5=1,35s) .
Sabendo que o tempo mais provável é 1,23s, as medidas dos grupos G1 e G2 são, respectivamente,
A figura representa um peixe e uma régua usada para medi-lo. A menor divisão da régua é o milímetro.

A medida do comprimento do peixe é
Em um recipiente de vidro são misturados um líquido A cujos volume e massa são, respectivamente, 254 ml e 326,60 g, e um líquido B. A massa e o volume de B são, respectivamente, 21,4 g e 232,08 ml. Sendo os líquidos miscíveis, a densidade da mistura, em g/cm3, obtida é igual a
INSTRUÇÃO: Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.
Texto 3
Ciência e o sentido da vida
Marcelo Gleiser
[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".
[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado.
Dentre os pronomes grifados nas sentenças a seguir, houve uma ocorrência de O ou A como equivalente a um pronome demonstrativo em:
INSTRUÇÃO: Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.
Texto 3
Ciência e o sentido da vida
Marcelo Gleiser
[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".
[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado.
NÃO é uma estratégia argumentativa utilizada no texto 3 o uso de
INSTRUÇÃO: Considere o texto 3, a seguir, para responder às questões 11 a 15.
Texto 3
Ciência e o sentido da vida
Marcelo Gleiser
[1º§]Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez "aquela" pergunta: professor, por que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão, ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie do resto.
[2º§]A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o "mistério", como Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: "A emoção mais significativa que podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e não é mais capaz de se maravilhar, está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou".
[3º§]Einstein pôs as artes e as ciências sobre o mesmo patamar, frutos que são da criatividade humana. Para ele, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos e sobre o mundo à nossa volta.
[4º§]A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos. Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance e precisão determinados pelo estado da tecnologia.
[5º§]É claro que um telescópio do século 19 não pode competir com os telescópios mais avançados de hoje. Com isso, o que captamos da realidade depende de forma essencial daquilo que nossos instrumentos nos permitem ver. Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo.
[6º§]Um exemplo que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
[7º§]Esta é uma lição importante, que elaboro no livro "Ilha do Conhecimento": o conhecimento não evolui linearmente; cresce de forma imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por completo. Isso dá uma conotação única à ciência. Sendo um caminho para o conhecimento, ela nos oferece uma oportunidade de estar sempre buscando, e crescendo com a busca.
[8º§]O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista. Ele se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos que ainda não escalou.
[9º§]A busca pelo conhecimento científico é assim: uma escalada por todos os picos que podemos encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no espaço.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 12/10/2014. Texto adaptado.
De acordo com o texto 3, a ciência