Questões de Concurso Para técnico em laboratório - biologia

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Q4089079 Não definido
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a luz mais antiga do Universo que já observamos


Existem expressões tão comuns que deixam de causar impacto, mas, ao serem reconsideradas, revelam dimensões surpreendentes. É o caso das descobertas de astros a bilhões de anos-luz de distância. Quando se lembra que um ano-luz equivale a cerca de nove trilhões de quilômetros, torna-se evidente a imensidão do percurso da luz até a Terra. Embora seja uma unidade de distância, o ano-luz também indica o tempo de viagem da luz.

A tecnologia permite observar vestígios do passado remoto do Universo graças a uma luz extremamente antiga que atravessou o espaço até chegar a nós. Isso suscita questões fundamentais: a luz é eterna? Qual é a mais antiga já observada?

A luz mais antiga detectada provém do fundo cósmico de micro-ondas, emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

No início, o Universo era extremamente quente e composto por um plasma denso. Nesse período, os fótons não podiam se deslocar livremente devido às constantes colisões com partículas carregadas.

Com a expansão e o resfriamento do Universo, prótons e elétrons se combinaram, formando átomos de hidrogênio. Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente. A radiação liberada nesse instante permanece até hoje e constitui um registro essencial da formação do cosmos.

Essa radiação está presente em todo o espaço e é percebida, em parte, no ruído visual de antigos televisores analógicos, resultado da radiação cósmica de fundo que percorreu bilhões de anos até chegar à Terra.

Ao considerar objetos individuais, estrelas antigas próximas não fornecem a luz mais antiga observada, pois sua proximidade faz com que a radiação recebida seja relativamente recente. O caso de uma estrela muito antiga, cuja luz leva cerca de duzentos anos para chegar até nós, ilustra essa diferença entre idade do objeto e idade da luz.

As luzes mais antigas observadas provêm, na verdade, de galáxias muito distantes, cuja radiação foi emitida quando o Universo ainda possuía apenas algumas centenas de milhões de anos. Essa luz viajou por bilhões de anos até ser detectada.

Entre esses registros, há galáxias cuja luz foi emitida quando o Universo tinha cerca de trezentos milhões de anos, resultando em uma radiação com mais de treze bilhões de anos.

Ao observar essas luzes, não vemos os objetos como são atualmente, mas como eram no momento da emissão da radiação. Trata-se, portanto, de uma observação do passado.

Quanto à natureza da luz, as leis da física indicam que a energia não se perde, apenas se transforma. Como a luz é uma forma de energia, ela não desaparece. Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.

Mesmo quando deixa de existir como partícula independente, a energia associada à luz pode ser novamente emitida sob outra forma. Em uma situação ideal, sem interação com outras partículas, um fóton poderia existir indefinidamente.

Assim, conclui-se que a luz não possui prazo de validade: ela pode se transformar, mas nunca é completamente destruída, permanecendo como parte contínua da dinâmica energética do Universo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy81kxkvmpno.adaptado. 
Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos sinais de pontuação no trecho apresentado.
Alternativas
Q4089078 Não definido
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a luz mais antiga do Universo que já observamos


Existem expressões tão comuns que deixam de causar impacto, mas, ao serem reconsideradas, revelam dimensões surpreendentes. É o caso das descobertas de astros a bilhões de anos-luz de distância. Quando se lembra que um ano-luz equivale a cerca de nove trilhões de quilômetros, torna-se evidente a imensidão do percurso da luz até a Terra. Embora seja uma unidade de distância, o ano-luz também indica o tempo de viagem da luz.

A tecnologia permite observar vestígios do passado remoto do Universo graças a uma luz extremamente antiga que atravessou o espaço até chegar a nós. Isso suscita questões fundamentais: a luz é eterna? Qual é a mais antiga já observada?

A luz mais antiga detectada provém do fundo cósmico de micro-ondas, emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

No início, o Universo era extremamente quente e composto por um plasma denso. Nesse período, os fótons não podiam se deslocar livremente devido às constantes colisões com partículas carregadas.

Com a expansão e o resfriamento do Universo, prótons e elétrons se combinaram, formando átomos de hidrogênio. Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente. A radiação liberada nesse instante permanece até hoje e constitui um registro essencial da formação do cosmos.

Essa radiação está presente em todo o espaço e é percebida, em parte, no ruído visual de antigos televisores analógicos, resultado da radiação cósmica de fundo que percorreu bilhões de anos até chegar à Terra.

Ao considerar objetos individuais, estrelas antigas próximas não fornecem a luz mais antiga observada, pois sua proximidade faz com que a radiação recebida seja relativamente recente. O caso de uma estrela muito antiga, cuja luz leva cerca de duzentos anos para chegar até nós, ilustra essa diferença entre idade do objeto e idade da luz.

As luzes mais antigas observadas provêm, na verdade, de galáxias muito distantes, cuja radiação foi emitida quando o Universo ainda possuía apenas algumas centenas de milhões de anos. Essa luz viajou por bilhões de anos até ser detectada.

Entre esses registros, há galáxias cuja luz foi emitida quando o Universo tinha cerca de trezentos milhões de anos, resultando em uma radiação com mais de treze bilhões de anos.

Ao observar essas luzes, não vemos os objetos como são atualmente, mas como eram no momento da emissão da radiação. Trata-se, portanto, de uma observação do passado.

Quanto à natureza da luz, as leis da física indicam que a energia não se perde, apenas se transforma. Como a luz é uma forma de energia, ela não desaparece. Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.

Mesmo quando deixa de existir como partícula independente, a energia associada à luz pode ser novamente emitida sob outra forma. Em uma situação ideal, sem interação com outras partículas, um fóton poderia existir indefinidamente.

Assim, conclui-se que a luz não possui prazo de validade: ela pode se transformar, mas nunca é completamente destruída, permanecendo como parte contínua da dinâmica energética do Universo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy81kxkvmpno.adaptado. 
As luzes mais antigas observadas "provêm" de galáxias muito distantes.

Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se: 
Alternativas
Q4089077 Não definido
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a luz mais antiga do Universo que já observamos


Existem expressões tão comuns que deixam de causar impacto, mas, ao serem reconsideradas, revelam dimensões surpreendentes. É o caso das descobertas de astros a bilhões de anos-luz de distância. Quando se lembra que um ano-luz equivale a cerca de nove trilhões de quilômetros, torna-se evidente a imensidão do percurso da luz até a Terra. Embora seja uma unidade de distância, o ano-luz também indica o tempo de viagem da luz.

A tecnologia permite observar vestígios do passado remoto do Universo graças a uma luz extremamente antiga que atravessou o espaço até chegar a nós. Isso suscita questões fundamentais: a luz é eterna? Qual é a mais antiga já observada?

A luz mais antiga detectada provém do fundo cósmico de micro-ondas, emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

No início, o Universo era extremamente quente e composto por um plasma denso. Nesse período, os fótons não podiam se deslocar livremente devido às constantes colisões com partículas carregadas.

Com a expansão e o resfriamento do Universo, prótons e elétrons se combinaram, formando átomos de hidrogênio. Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente. A radiação liberada nesse instante permanece até hoje e constitui um registro essencial da formação do cosmos.

Essa radiação está presente em todo o espaço e é percebida, em parte, no ruído visual de antigos televisores analógicos, resultado da radiação cósmica de fundo que percorreu bilhões de anos até chegar à Terra.

Ao considerar objetos individuais, estrelas antigas próximas não fornecem a luz mais antiga observada, pois sua proximidade faz com que a radiação recebida seja relativamente recente. O caso de uma estrela muito antiga, cuja luz leva cerca de duzentos anos para chegar até nós, ilustra essa diferença entre idade do objeto e idade da luz.

As luzes mais antigas observadas provêm, na verdade, de galáxias muito distantes, cuja radiação foi emitida quando o Universo ainda possuía apenas algumas centenas de milhões de anos. Essa luz viajou por bilhões de anos até ser detectada.

Entre esses registros, há galáxias cuja luz foi emitida quando o Universo tinha cerca de trezentos milhões de anos, resultando em uma radiação com mais de treze bilhões de anos.

Ao observar essas luzes, não vemos os objetos como são atualmente, mas como eram no momento da emissão da radiação. Trata-se, portanto, de uma observação do passado.

Quanto à natureza da luz, as leis da física indicam que a energia não se perde, apenas se transforma. Como a luz é uma forma de energia, ela não desaparece. Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.

Mesmo quando deixa de existir como partícula independente, a energia associada à luz pode ser novamente emitida sob outra forma. Em uma situação ideal, sem interação com outras partículas, um fóton poderia existir indefinidamente.

Assim, conclui-se que a luz não possui prazo de validade: ela pode se transformar, mas nunca é completamente destruída, permanecendo como parte contínua da dinâmica energética do Universo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy81kxkvmpno.adaptado. 
As produções discursivas podem assumir diferentes formas de organização, variando conforme seus objetivos comunicativos, a forma de apresentação das informações e o modo como os conteúdos são estruturados ao longo do texto.

Assinale a alternativa correta quanto à classificação tipológica e ao gênero do texto apresentado sobre a luz no Universo.
Alternativas
Q4089076 Não definido
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a luz mais antiga do Universo que já observamos


Existem expressões tão comuns que deixam de causar impacto, mas, ao serem reconsideradas, revelam dimensões surpreendentes. É o caso das descobertas de astros a bilhões de anos-luz de distância. Quando se lembra que um ano-luz equivale a cerca de nove trilhões de quilômetros, torna-se evidente a imensidão do percurso da luz até a Terra. Embora seja uma unidade de distância, o ano-luz também indica o tempo de viagem da luz.

A tecnologia permite observar vestígios do passado remoto do Universo graças a uma luz extremamente antiga que atravessou o espaço até chegar a nós. Isso suscita questões fundamentais: a luz é eterna? Qual é a mais antiga já observada?

A luz mais antiga detectada provém do fundo cósmico de micro-ondas, emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

No início, o Universo era extremamente quente e composto por um plasma denso. Nesse período, os fótons não podiam se deslocar livremente devido às constantes colisões com partículas carregadas.

Com a expansão e o resfriamento do Universo, prótons e elétrons se combinaram, formando átomos de hidrogênio. Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente. A radiação liberada nesse instante permanece até hoje e constitui um registro essencial da formação do cosmos.

Essa radiação está presente em todo o espaço e é percebida, em parte, no ruído visual de antigos televisores analógicos, resultado da radiação cósmica de fundo que percorreu bilhões de anos até chegar à Terra.

Ao considerar objetos individuais, estrelas antigas próximas não fornecem a luz mais antiga observada, pois sua proximidade faz com que a radiação recebida seja relativamente recente. O caso de uma estrela muito antiga, cuja luz leva cerca de duzentos anos para chegar até nós, ilustra essa diferença entre idade do objeto e idade da luz.

As luzes mais antigas observadas provêm, na verdade, de galáxias muito distantes, cuja radiação foi emitida quando o Universo ainda possuía apenas algumas centenas de milhões de anos. Essa luz viajou por bilhões de anos até ser detectada.

Entre esses registros, há galáxias cuja luz foi emitida quando o Universo tinha cerca de trezentos milhões de anos, resultando em uma radiação com mais de treze bilhões de anos.

Ao observar essas luzes, não vemos os objetos como são atualmente, mas como eram no momento da emissão da radiação. Trata-se, portanto, de uma observação do passado.

Quanto à natureza da luz, as leis da física indicam que a energia não se perde, apenas se transforma. Como a luz é uma forma de energia, ela não desaparece. Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.

Mesmo quando deixa de existir como partícula independente, a energia associada à luz pode ser novamente emitida sob outra forma. Em uma situação ideal, sem interação com outras partículas, um fóton poderia existir indefinidamente.

Assim, conclui-se que a luz não possui prazo de validade: ela pode se transformar, mas nunca é completamente destruída, permanecendo como parte contínua da dinâmica energética do Universo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy81kxkvmpno.adaptado. 
A luz mais antiga detectada "provém" do fundo cósmico de "micro-ondas", emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

Assinale a alternativa correta quanto à ortografia oficial das palavras destacadas no trecho, à luz do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4089075 Não definido
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a luz mais antiga do Universo que já observamos


Existem expressões tão comuns que deixam de causar impacto, mas, ao serem reconsideradas, revelam dimensões surpreendentes. É o caso das descobertas de astros a bilhões de anos-luz de distância. Quando se lembra que um ano-luz equivale a cerca de nove trilhões de quilômetros, torna-se evidente a imensidão do percurso da luz até a Terra. Embora seja uma unidade de distância, o ano-luz também indica o tempo de viagem da luz.

A tecnologia permite observar vestígios do passado remoto do Universo graças a uma luz extremamente antiga que atravessou o espaço até chegar a nós. Isso suscita questões fundamentais: a luz é eterna? Qual é a mais antiga já observada?

A luz mais antiga detectada provém do fundo cósmico de micro-ondas, emitido quando o Universo tinha cerca de trezentos mil anos.

No início, o Universo era extremamente quente e composto por um plasma denso. Nesse período, os fótons não podiam se deslocar livremente devido às constantes colisões com partículas carregadas.

Com a expansão e o resfriamento do Universo, prótons e elétrons se combinaram, formando átomos de hidrogênio. Esse processo, chamado recombinação, permitiu que os fótons passassem a viajar livremente, marcando o momento em que o Universo se tornou transparente. A radiação liberada nesse instante permanece até hoje e constitui um registro essencial da formação do cosmos.

Essa radiação está presente em todo o espaço e é percebida, em parte, no ruído visual de antigos televisores analógicos, resultado da radiação cósmica de fundo que percorreu bilhões de anos até chegar à Terra.

Ao considerar objetos individuais, estrelas antigas próximas não fornecem a luz mais antiga observada, pois sua proximidade faz com que a radiação recebida seja relativamente recente. O caso de uma estrela muito antiga, cuja luz leva cerca de duzentos anos para chegar até nós, ilustra essa diferença entre idade do objeto e idade da luz.

As luzes mais antigas observadas provêm, na verdade, de galáxias muito distantes, cuja radiação foi emitida quando o Universo ainda possuía apenas algumas centenas de milhões de anos. Essa luz viajou por bilhões de anos até ser detectada.

Entre esses registros, há galáxias cuja luz foi emitida quando o Universo tinha cerca de trezentos milhões de anos, resultando em uma radiação com mais de treze bilhões de anos.

Ao observar essas luzes, não vemos os objetos como são atualmente, mas como eram no momento da emissão da radiação. Trata-se, portanto, de uma observação do passado.

Quanto à natureza da luz, as leis da física indicam que a energia não se perde, apenas se transforma. Como a luz é uma forma de energia, ela não desaparece. Os fótons podem ser convertidos em matéria, absorvidos por átomos ou transferir energia para elétrons, mas essa energia permanece no sistema.

Mesmo quando deixa de existir como partícula independente, a energia associada à luz pode ser novamente emitida sob outra forma. Em uma situação ideal, sem interação com outras partículas, um fóton poderia existir indefinidamente.

Assim, conclui-se que a luz não possui prazo de validade: ela pode se transformar, mas nunca é completamente destruída, permanecendo como parte contínua da dinâmica energética do Universo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy81kxkvmpno.adaptado. 
Existem abordagens científicas que permitem compreender a luz como um registro da história do Universo, exigindo do leitor a articulação entre conceitos de tempo, espaço e transformação da energia ao longo da evolução cósmica.

Assinale a alternativa correta de acordo com as ideias desenvolvidas no texto acerca da natureza da luz e de seu papel na observação do Universo.
Alternativas
Q4080118 Não definido

A figura a seguir mostra uma das etapas da digestão que acontece assim que o alimento chega ao estômago. A presença alimentar estende a parede estomacal e estimula a produção do hormônio I, que estimula a produção de sucos gástricos.




Imagem associada para resolução da questão



Fonte: REECE, J. B. et al. Biologia de Campbell. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015, p. 909.



É correto afirmar que o hormônio I é a

Alternativas
Q4080117 Não definido

A figura a seguir mostra uma câmara de Neubauer utilizada rotineiramente no laboratório para contagem de diferentes tipos celulares.



Imagem associada para resolução da questão



Fonte: LEAL, V. L. Org. et al. Protocolos e técnicas laboratoriais de rotina. São Paulo: Tiki Books; Santa Cruz do Sul: UNISC, 2019, p. 191. Adaptado.



Em uma unidade de saúde do interior da Bahia, foi recebida amostra sanguínea para realização de hemograma por solicitação do médico de plantão como forma de auxiliar no diagnóstico de um paciente com quadro febril.



É correto afirmar que o técnico do laboratório, ao usar a câmara de Neubauer, seguindo a diluição prevista no protocolo, deverá contar apenas as células que estiverem presentes nos quadrantes a

Alternativas
Q4080116 Não definido

O técnico do laboratório de biologia do IFBa recebeu uma apostila de aulas práticas de microbiologia para auxiliá-lo na preparação dos reagentes para uma aula de crescimento microbiano. Dentre os materiais necessários estavam uma série de meios de cultura que seriam utilizados para diferenciar grupos bacterianos (os chamados meios diferenciais).



Para este fim, NÃO é esperado que o técnico prepare

Alternativas
Q4080115 Não definido

A figura a seguir mostra as fases típicas do crescimento bacteriano.



Imagem associada para resolução da questão



Fonte: LEAL, V. L. Org. et al. Protocolos e técnicas laboratoriais de rotina. São Paulo: Tiki Books; Santa Cruz do Sul: UNISC, 2019, p. 137.



É correto afirmar que a fase lag do crescimento está representada pelo (s) número (s)

Alternativas
Q4080114 Não definido

A tabela a seguir compara características dos três domínios da vida: Bacteria, Archaea e Eukarya. Nela, a ausência da característica é identificada pelo símbolo –, enquanto a presença, pelo símbolo +.



Imagem associada para resolução da questão



O (s) número (s) que pode (m) ser corretamente substituído (s) pelo símbolo + é (são):

Alternativas
Q4080113 Não definido

A deriva genética pode ser definida como uma série de eventos aleatórios que podem causar flutuações imprevistas nas frequências alélicas de uma geração para outra nas populações.



Avalie as afirmações feitas sobre a deriva genética.



I - Pode levar alelos deletérios a se tornarem fixos.


II - É praticamente insignificante em populações pequenas.


III - Pode levar à perda de variabilidade genética dentro das populações.



Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q4080112 Não definido

A figura a seguir mostra, esquematicamente, o cloroplasto e as reações que ocorrem em seu interior, sendo os números I, II, III e IV reagentes e produtos dessas reações.



Imagem associada para resolução da questão



É correto afirmar que os números II e III podem ser substituídos, respectivamente, por

Alternativas
Q4080111 Não definido

A figura a seguir mostra, esquematicamente, uma das organelas encontradas em células eucarióticas e que desempenha funções fundamentais para a manutenção da homeostase.



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2008, p. 34.



Avalie as seguintes afirmações sobre essa organela citoplasmática.



I – É uma estrutura polarizada.


II – Sua superfície trans recebe as vesículas vindas do retículo endoplasmático.


III – Sua superfície cis origina vesículas que carregam o material para fora da organela.


IV – Em células nervosas, pode ser encontrada sob a forma de pequenos agrupamentos dispersos no citoplasma.


V – Suas cisternas apresentam diferentes enzimas que participam de reações de fosforilação e hidrólise parcial de proteínas.



Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q4080110 Não definido

A figura a seguir mostra, esquematicamente, uma célula de um organismo diploide, em meiose. 



Imagem associada para resolução da questão



Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a célula em questão.



( ) A célula está em prófase.


( ) O n representado é igual a 6.


( ) O n representado é igual a 12.


( ) O genótipo representado é Aabb.


( ) A célula representada mostra ser homozigota para o alelo A e heterozigota para o alelo b.



De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q4080109 Não definido

O diagrama de Hommel é uma simbologia muito utilizada em laboratórios onde existem compostos químicos. Ele classifica o risco de cada produto em diferentes níveis que são evidenciados por cores específicas.



Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir sobre o diagrama de Hommel.



Quatro são as cores utilizadas no diagrama de Hommel como parâmetros para aferir o potencial de risco das substâncias perigosas presentes em produtos químicos. __________ representa __________ risco de inflamabilidade/combustão. __________ representa riscos à saúde, __________ indica riscos específicos de cada tipo de produto e por fim, __________ indica risco de __________.



A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é 

Alternativas
Q4080108 Não definido

Os pictogramas de seguridade ou sinais de seguridade são figuras ou sinalizações de segurança presentes em todo laboratório, uma vez que são relacionados a itens potencialmente perigosos. Assim, é de fundamental importância que toda a equipe saiba interpretá-los de maneira a garantir a segurança durante a execução da rotina laboratorial.



Associe corretamente o risco associado ao seu respectivo pictograma.



RISCOS ASSOCIADOS



1 - Perigos físicos e químicos


2 - Perigos para a saúde



PICTOGRAMAS


Imagem associada para resolução da questão




A sequência correta dessa associação é 

Alternativas
Q4080107 Não definido

O teste de ELISA (Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay) é muito utilizado nos laboratórios para a realização de testes diagnósticos, seja de doenças infecciosas, autoimunes ou alérgicas. Esta técnica possibilita tanto a identificação de antígenos, quanto a de anticorpos específicos no plasma sanguíneo. Existem vários tipos de ELISA destacando-se o direto, indireto e sanduíche.



Numere os eventos na sequência em que ocorrem, do primeiro ao último acontecimento, no protocolo de ELISA direto.



( ) Mensuração da absorbância.


( ) Adição de substrato e incubação.


( ) Bloqueio dos sítios livres com caseína.


( ) Adição do anticorpo secundário marcado com enzima.


( ) Fixação do antígeno de interesse em um suporte e incubação.


( ) Adição da amostra para investigação da presença de anticorpos e incubação.



A sequência correta dessa numeração é

Alternativas
Q4080106 Não definido

A reação em cadeia da polimerase (PCR) possibilita a amplificação de fragmentos curtos de DNA sem a necessidade da clonagem, embora a clonagem ainda seja amplamente usada para amplificar fragmentos maiores de DNA e para outras manipulações de sequências deste material genético.



Considerando-se a técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) e seus constituintes, associe corretamente o componente da reação à sua respectiva característica/função.



COMPONENTES



1 - DNA


2 - Iniciadores


3 - DNA polimerase


4 - Temperatura (90°C)


5 - Temperatura (72°C)



CARACTERÍSTICAS/FUNÇÕES



( ) extensão da nova fita.


( ) incorporação de dNTPs.


( ) alvo para a síntese da nova fita de DNA.


( ) quebra das ligações do tipo ponte hidrogênio.


( ) sequência de 15-20 nucleotídeos complementares à sequência molde.



A sequência correta dessa associação é

Alternativas
Q4080105 Não definido

No final dos anos 1960 um evento importante no desenvolvimento dos métodos de genética molecular foi a descoberta das enzimas de restrição, também chamadas de endonucleases de restrição, as quais reconhecem e fazem cortes de fita dupla no DNA em sequências de nucleotídeos especificas. Essas enzimas são produzidas naturalmente pelas bactérias e usadas na defesa contra vírus. Uma bactéria protege seu próprio DNA de uma enzima de restrição ao modificar a sequência de reconhecimento, em geral ao adicionar grupos metila a seu DNA.


Fonte: GRIFFITHS, A.J.F.; LEWONTIN, R.C.; S.B.; WESSLER, S.R. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2009, 740 p.



Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as enzimas de restrição.



( ) Alvos das enzimas de restrição podem estar presentes em moléculas de DNA derivadas de vírus, bactérias, insetos ou humanos, inclusive.


( ) São enzimas muito importantes e muito utilizadas no processo de replicação que é mimetizado no laboratório na técnica de PCR.


( ) Uma enzima de restrição que reconhece uma sequência de quatro bases cortaria em teoria um grande fragmento de DNA a cada 256 pb.


( ) A maioria das sequências reconhecidas pelas enzimas de restrição tem 4 a 8 pares de bases de comprimento e reconhecem sequências palindrômicas – sequências que leem o mesmo (de 5′ para 3′) nas duas fitas DNA.


( ) Os mecanismos de corte do DNA, por meio das enzimas de restrição, são realizados através da quebra das ligações fosfodiéster em apenas uma das fitas do DNA, e por forças físicas na outra fita, gerando extremos cegos ou coesivos, dependendo da força de torção do DNA gerada após a ação da enzima.



De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q4080104 Não definido

Pesquisas realizadas por geneticistas da União Europeia estudaram diversas famílias que apresentavam casos de uma doença autossômica recessiva (AR), a talassemia, que é um grupo de anemias hemolíticas hereditárias microcíticas caracterizadas por defeito na síntese da hemoglobina. Uma das famílias estudadas na pesquisa revelou que um, dos dois filhos do casal, apresentou rasgos (no esfregaço sanguíneo) de talassemia maior.



Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as talassemias e a família em questão.



( ) O pai é homozigoto e a mãe heterozigota.


( ) A criança com talassemia maior é homozigota.


( ) Dos progenitores, apenas a mãe é heterozigota.


( ) Tanto a mãe como o pai das crianças são heterozigotos para o alelo da B-globina.


( ) Os outros filhos do casal que não manifestam rasgos de talassemia no esfregaço ou não têm a mutação ou são heterozigotos.



De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Respostas
341: E
342: C
343: C
344: B
345: D
346: B
347: D
348: E
349: A
350: C
351: D
352: B
353: D
354: A
355: C
356: D
357: A
358: A
359: D
360: B