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Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Câmara de Porto Alegre - RS
Q1230703 Biblioteconomia
Na elaboração de relatórios entendidos como instrumentos no processo de planejamento bibliotecário, a etapa que situa os objetivos da biblioteca, seu ambiente, seus serviços, seus usuários, além de sintetizar as metas do planejamento para o período, corresponde à(ao):
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN
Q1229516 Biblioteconomia
Com o desenvolvimento das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), mudanças vêm ocorrendo nas comunidades científicas e acadêmicas, reorganizando também seus processos e produtos. O suporte que reúne coleções digitais o qual armazena, preserva, gera e divulga a produção intelectual de comunidades acadêmicas ou científicas é  
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN
Q1229259 Biblioteconomia
Na CDU, os auxiliares independentes (língua, forma, lugar, raça e tempo) devem ser utilizados
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN
Q1225449 Biblioteconomia
Segundo o Código de Ética Profissional do Bibliotecário, aprovado pela Resolução CFB N.º 42, de 11 de dezembro de 2001, o bibliotecário deve interessar-se pelo bem público e, com tal finalidade, 
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN
Q1225425 Biblioteconomia
O Portal de Periódicos da Capes é uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo, reunindo conteúdo científico de alto nível para a comunidade acadêmico-científica brasileira. Ele divulga e dá acesso aos recentes artigos de pesquisadores brasileiros, indexados na  
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA
Q1225100 Português
TV DOMESTICADA 
Apesar de tantas opções de canais, muita gente tem a sensação de que há pouca coisa interessante para assistir na TV. Se você se sente assim também, anime-se. Com o início da transmissão digital no Brasil, as mudanças serão tão grandes que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho. Aliás, ela não será mais quadrada. “A grande diferença de imagem em alta definição será o de menos”, disse Nicholas Negroponte, diretor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. “A deficiência da TV atual é a programação. O sistema digital trará uma mudança de conteúdo completa”, afirma.  Para o especialista em tecnologia, a interatividade será a principal vantagem da TV digital. “Isso significa que expressões como horário nobre perderão o sentido. Cada espectador fará sua própria programação”, diz Negroponte. Ou seja, se você chegar em casa depois do jornal das 8 horas, vai poder assisti-lo à meia-noite. Vai escolher se quer mais esporte e menos política no noticiário ou vice-versa. E, se quiser assistir a um conserto, poderá optar por uma visão da primeira fila, na plateia, da frisa lateral ou do fundo das galerias. Tudo isso poderá ser operado por comandos de voz.  Vai ser uma mudança e tanto. “As emissoras vão ter de reaprender a fazer televisão”, disse o engenheiro eletrônico Eduardo Bicudo, professor da Universidade Mackenzie, responsável pelos estudos que vão definir qual dos três sistemas em operação no mundo será adotado no Brasil – o japonês, o europeu ou o americano. Para ele, porém, a mudança vale a pena: “Comparada com o potencial da digital, a TV atual é um lixo”.



“Com o início da transmissão digital no Brasil, as mudanças serão tão grandes que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho”. (segundo parágrafo)

O elemento central desse período é o trecho sublinhado, que se refere à dimensão das mudanças na TV. Esse elemento está colocado estrategicamente no meio da frase, pois se relaciona sintática e semanticamente com os outros dois segmentos: o que está à sua esquerda (“com o início da transmissão digital no Brasil”) combina ___________ e ___________; o que está à sua direita (“que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho”) denota ______________. Completam as três lacunas, respectivamente,
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Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1221935 Biblioteconomia
O conteúdo, a funcionalidade, a autenticidade, a proveniência e o contexto estão entre os requisitos que devem ser considerados na atividade de:
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Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Câmara de Porto Alegre - RS
Q1208118 Biblioteconomia
Embora o livro e toda a Biblioteconomia em seu entorno continuem sendo, inegavelmente, o coração das bibliotecas, seu perímetro tende inexoravelmente a se retrair, cedendo lugar ao digital (ACCART, 2012). Sobre o serviço de referência, do presencial ao virtual, analise as assertivas abaixo:
I. Nesse ínterim, o digital desenvolve-se independentemente das bibliotecas, construindo uma engenharia da informação que não fica muito a dever às bibliotecas, que têm tido dificuldade de acompanhar.
II. As bibliotecas, é claro, ainda dispõem de recursos. Contam, por exemplo, com a oportunidade de lidar, ao mesmo tempo, com todos os tipos de registros, lançando mão de todos os suportes e de todas as formas de mediação, atuando tanto com o presencial como com o virtual e se dirigindo a diversos públicos.
III. É preciso que a biblioteca encontre um ponto de apoio específico que a legitime plenamente, caso almeje enfrentar o futuro com confiança. Na verdade, as bibliotecas, pela primeira vez na história, estão em busca de si próprias, de sua identidade.
Quais estão corretas?
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA
Q1202176 Português
TV DOMESTICADA 
Apesar de tantas opções de canais, muita gente tem a sensação de que há pouca coisa interessante para assistir na TV. Se você se sente assim também, anime-se. Com o início da transmissão digital no Brasil, as mudanças serão tão grandes que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho. Aliás, ela não será mais quadrada. “A grande diferença de imagem em alta definição será o de menos”, disse Nicholas Negroponte, diretor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. “A deficiência da TV atual é a programação. O sistema digital trará uma mudança de conteúdo completa”, afirma.  Para o especialista em tecnologia, a interatividade será a principal vantagem da TV digital. “Isso significa que expressões como horário nobre perderão o sentido. Cada espectador fará sua própria programação”, diz Negroponte. Ou seja, se você chegar em casa depois do jornal das 8 horas, vai poder assisti-lo à meia-noite. Vai escolher se quer mais esporte e menos política no noticiário ou vice-versa. E, se quiser assistir a um conserto, poderá optar por uma visão da primeira fila, na plateia, da frisa lateral ou do fundo das galerias. Tudo isso poderá ser operado por comandos de voz.  Vai ser uma mudança e tanto. “As emissoras vão ter de reaprender a fazer televisão”, disse o engenheiro eletrônico Eduardo Bicudo, professor da Universidade Mackenzie, responsável pelos estudos que vão definir qual dos três sistemas em operação no mundo será adotado no Brasil – o japonês, o europeu ou o americano. Para ele, porém, a mudança vale a pena: “Comparada com o potencial da digital, a TV atual é um lixo”.



O texto diz, na linha 1, que “muita gente tem a sensação (...)”. Essa expressão, no contexto em que está empregada, tem a finalidade de dar à afirmação um tom

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Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1199557 Matemática
Considere um cubo no qual uma de suas arestas mede 8cm. Nessas condições, é CORRETO afirmar que a distância entre os dois centros de duas faces adjacentes desse cubo é, em cm, igual a 
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Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Câmara de Porto Alegre - RS
Q1199204 Biblioteconomia
Analise as assertivas abaixo em relação às fontes de informação na internet:
I. Para avaliar uma fonte de informação na internet, é fundamental identificar o indivíduo ou a instituição responsável por sua compilação.
II. Deve-se analisar o autor e verificar suas credenciais para versar sobre o assunto.
III. É essencial verificar se o autor é conhecido na área e se é citado por outros autores, relacionar sua especialidade com o conteúdo do trabalho, conhecer suas habilidades, identificar se houve revisão do conteúdo e procurar por críticas ao seu trabalho.
Quais estão corretas?
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Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1199105 Radiologia
No tubo de Raios-X, a velocidade dos elétrons e o número de elétrons emitidos dependem, respectivamente, da 
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Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SEDUC-AM
Q1198821 Biblioteconomia
Com relação aos dois grandes sistemas de classificação, internacionalmente empregados, a CDD e a CDU, analise as afirmativas a seguir: 
I. A CDD permite que o usuário, ao buscar na estante uma obra sobre determinado assunto, encontre-a junto a outras sobre o mesmo assunto.  II. A notação da CDU, além dos caracteres numéricos ou alfanuméricos, emprega alguns outros símbolos que não são usados pela CDD.  III. A principal característica da CDD é a síntese, atendendo assim às especificidades das bibliotecas especializadas. 
Assinale: 
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Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Câmara de Porto Alegre - RS
Q1198808 Biblioteconomia
Em um processo normal de referência, as decisões técnicas de como o acervo de informações, seja ele local ou remoto, será consultado, quais de suas partes serão consultadas e em que ordem referem-se à(ao):
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: TCE-PI
Q1197895 Português
Fundas canções
“Existirmos, a que será que se destina?” − pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína”, nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? − perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios” podem querer dar conta das questões “sérias”. O preconceito está em não admitir que haja inteligência − e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso − entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência. Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho”, de Cartola, ou em “Esses moços”, de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final”, de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular”: é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira”, do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?” − para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu...” Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora”. Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.
(BARROSO, Silvino, inédito)
Quanto ao tempo e ao modo, todas as formas verbais encontram-se adequadamente articuladas na seguinte construção:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: TCE-PI
Q1197875 Português
Fundas canções
“Existirmos, a que será que se destina?” − pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína”, nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? − perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios” podem querer dar conta das questões “sérias”. O preconceito está em não admitir que haja inteligência − e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso − entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência. Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho”, de Cartola, ou em “Esses moços”, de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final”, de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular”: é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira”, do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?” − para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu...” Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora”. Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.
(BARROSO, Silvino, inédito)
Transpondo-se para a voz ativa a frase Aquele compositor teria sido brindado pelas mais inspiradas musas, a forma verbal resultante será
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Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SEDUC-AM
Q1197583 Biblioteconomia
Dinamizar a biblioteca escolar é transformá-la em um organismo vivo, tendo em mente obedecer às cinco leis da Biblioteconomia, formuladas por Ranganathan. Como uma das alternativas de programas, com o objetivo de desenvolver o gosto pela leitura, está a atividade de apresentar às crianças menores o mundo maravilhoso da fantasia. Elas são reunidas em roda, onde lhes são apresentados cada personagem da história, podendo até resultar em uma dramatização. Esta atividade é conhecida como 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: IF-PB
Q1197289 Ética na Administração Pública
Com base nas disposições do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, analise as afirmativas abaixo. I. É vedado ao servidor público permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores.  II. Para fins de apuração do comprometimento ético, entende-se por servidor público todo aquele que, por força de lei, contrato ou de qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária ou excepcional, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão do poder estatal, como as autarquias, as fundações públicas, as entidades paraestatais, as empresas públicas e as sociedades de economia mista, ou em qualquer setor onde prevaleça o interesse do Estado.  III. É vedado ao servidor público ligar o seu nome a empreendimentos de cunho esportivo ou religioso.
Assinale 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CETRO Órgão: IF-PR
Q1196249 Português
Criança cidadã
As crianças são alvo de muitas de nossas contradições. Não consideramos inadequado que elas se manifestem como consumidoras e que façam escolhas dos mais variados tipos; queremos que sejam autônomas com rapidez e isso faz com que se metam em encrencas que não lhes fazem bem e que ainda não têm condições de resolver; insistimos para que sejam precoces na aquisição de conhecimentos especializados e que busquem o processo hoje e sempre.
Ao mesmo tempo, consideramos que alguns temas da vida não lhes dizem respeito. Em período eleitoral, dá para perceber que política é um assunto que poucos adultos consideram pertinentes a elas. Mas as crianças não compartilham dessa opinião: elas estão envolvidas com as eleições e com a política. Entretanto, são poucas as que conseguem ter a boa companhia de seus educadores para que comecem a decifrar a complexidade e a importância do assunto. Você se lembra, caro leitor, que anos atrás as escolas começaram a declarar a importância da educação para a cidadania? Pois é: a maioria colocou essa expressão em seu projeto pedagógico. E o que vemos agora, em tempo de eleição? São poucas as escolas que têm trabalhado o tema em seu cotidiano com os alunos. Muitas até trabalham, mas de um modo tão fragmentado que não colaboram para que o aluno compreenda sobre as eleições como parte de um processo do regime democrático.
Diversas escolas têm realizado a simulação de eleições para que os alunos entendam os cargos disputados e suas funções, e aprendam a argumentar e a observar os candidatos em seu empenho para convencer os eleitores de que são merecedores de seu voto. Boa parte realiza esse trabalho com alunos dos ciclos mais adiantados. Quantas escolas fazem isso com os alunos da educação infantil e dos primeiros anos do fundamental?
Enquanto isso, as crianças, desde a mais tenra idade, declaram sua preferência por este ou aquele candidato de acordo com o que lhes importa – tom de voz, tipo de roupa, cabelo –, xingam sem pudor outros, afirmam com convicção que todo político rouba, pratica corrupção, mente etc.. Muitas crianças testemunham brigas de adultos por causa de suas diferentes preferências políticas, observam a violência da argumentação utilizada neste período, entram de gaiato em farsas inventadas contra este ou aquele candidato. Assim, qual criança vai se interessar por política? E nós devemos querer que elas se interessem!
Parece que as famílias têm feito mais por seus filhos do que as escolas por seus alunos nessa questão: ouvem o que os filhos têm a dizer sobre os candidatos e explicam, sempre que conseguem, os equívocos de sua opinião, tentam conter o palavreado que eles usam, ensinam o sentido de tantas pesquisas etc.. Mas os pais têm o direito de tentar levar o filho para junto de sua posição ideológica, não é verdade? 
Por isso faz tanta falta o trabalho da escola em política e cidadania: ela poderia incentivar os alunos a ter visão crítica, a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas. Esse trabalho poderia incentivar as novas gerações a querer dar continuidade ao estado democrático e a ter interesse real por política. Não é? 
Observe a oração abaixo e, em seguida, assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabeleça o mesmo sentido e tenha a mesma classificação que a conjunção destacada na oração abaixo.
“(...) a se interessar pelo assunto sem ter de aderir a candidatos ou partidos, como faz a família, para que, na maturidade, eles façam suas próprias escolhas.” 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1195980 Biblioteconomia
A _______________________ consiste em um conjunto de informações que simbolizam um registro do conhecimento, permitindo a interseção entre as mensagens contidas nos registros do conhecimento e as mensagens internas dos usuários. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Respostas
19641: E
19642: B
19643: C
19644: D
19645: A
19646: A
19647: E
19648: E
19649: A
19650: D
19651: E
19652: C
19653: E
19654: D
19655: C
19656: E
19657: D
19658: D
19659: D
19660: B