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Na CDD, o tema “Medicina Veterinária” é classificado fora da área de Medicina, que é vista, no código, sob o aspecto estritamente humano.
Na CDU, a classe composta é uma subdivisão direta, como no exemplo: na classe Botânica, cada planta é uma classe composta.
Na CDU, o número 616 é uma classificação extensiva de doenças e seus tratamentos e o número 611.12 é utilizado para classificar o tema “Anatomia do coração”. Sendo assim, utiliza-se a subdivisão paralela para classificar “Doenças do coração”, que recebe o número 616.12.
A ligação da notação de um assunto a outro por meio de sinais de conexão é uma especificação da CDU.
É vetada a censura pública ao bibliotecário como penalidade disciplinar, resguardada, assim, a sua integridade moral e profissional.
Se o bibliotecário não pagar a anuidade prevista pelo órgão de classe, será suspenso por até três anos e, caso persista o débito, seu registro será cancelado.
O órgão de classe do bibliotecário não tem por obrigação a defesa em caso de ofensa à sua dignidade profissional, podendo indicar, para tanto, instituições, empresas ou profissionais qualificados que tenham investidura jurídica/legal para esse tipo de prática.
Um servidor de empresa pública ou privada que tem formação completa em biblioteconomia, mas que não exerce o cargo efetivo de bibliotecário pode dar pareceres formais sobre temas inerentes à área, colocando, junto à sua assinatura, o seu respectivo número de registro no órgão de classe.
O resumo é uma representação sucinta do conteúdo de um documento. Se o resumo se destinar a proporcionar acesso a um documento com finalidade de recuperação, ele precisará ser mais longo para que possa oferecer suficientes pontos de acesso.
O índice KWIC (Keyword in Context) é elaborado a partir de palavras-chave retiradas do texto, as quais se tornam pontos de acesso.
No processo de indexação que utiliza a linguagem controlada, as palavras podem ser utilizadas em seu sentido básico ou primário.
O processo de indexação divide-se em identificação da necessidade de informação do usuário para definir cabeçalhos e subcabeçalhos e aplicação de linguagem codificada ou linguagem de classificação para a seleção de termos.
Indexação é um método de organização de dados de forma aleatória que permite recuperar informações de um arquivo contido em um dispositivo de armazenamento de acesso direto ou de uma tabela armazenada na memória.
O documento pode ser processado e avaliado de acordo com critérios pragmáticos e padrões de referência qualitativos preestabelecidos (por meios mecânicos ou cognitivos), além disso pode aumentar seu valor ou interagir com bases de conhecimento geradas natural ou artificialmente.
Os documentos de biblioteca são produzidos no transcurso de atividades intelectuais e de funções jurídicas ou administrativas, as quais apresentam relações orgânicas entre si.
A documentação é um sistema técnico-social, uma vez que é constituída de elementos interdependentes (pessoas, objetos materiais e processos), arranjados para alcançar um objetivo.
Acerca de documentação e caracterização de documentos, julgue o item a seguir.
Os signos e os suportes são objetos da documentação.
O surgimento da documentação é considerado como um continuísmo da ciência da informação e sua grande contribuição à época foi reforçar o papel tradicional da biblioteca enquanto preservadora dos registros de conhecimento, dando destaque a seu tratamento e armazenamento.
Os médicos devidamente registrados no CRM-PR poderão participar de sessões, que não de julgamento, sem direito à voz ou voto e após agendamento prévio com a diretoria.
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)