Questões de Concurso Para bibliotecário

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Q1250467 Português

Analise a tirinha a seguir para responder à questão.




Em relação à norma-padrão, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1250466 Português

Analise a tirinha a seguir para responder à questão.




O efeito de humor da tirinha depende da distinta possibilidade de sentido que a palavra “vendo” pode assumir. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. No primeiro quadrinho, devido à pergunta feita ao garoto, entende-se que o verbo ‘vender’ foi conjugado na primeira pessoa do singular, no presente do indicativo. II. No segundo quadrinho, devido à resposta do garoto, entende-se que o verbo ‘ver’, em “vendo pôr do sol”, foi conjugado na segunda pessoa do singular, no presente do indicativo. III. No terceiro quadrinho, em “aproveite para ver também”, tem-se o gerúndio do verbo ‘ver’.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q1250465 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Às vezes, as pessoas contam histórias bonitas sem ter a noção do que elas [as histórias] sejam. Nem mesmo de que sejam crônicas de um dia comum, da vida mais amena de que se tem notícia. Fomos adestrados para acompanhar a macro-história, os grandes eventos, as vidas das celebridades. Para que se tome consciência de que os episódios prosaicos merecem registro, é preciso que alguém use lentes de enxergá-los. E as lentes, muitas vezes, ficam guardadas. À maneira da dança ou dos esportes, ficamos inábeis se ficamos tanto tempo sem usar esses filtros. Fazer crônica é enxergar o avesso dos eventos. Os deseventos, desinventar o notável, inventar o quase invisível, observar as coisas quando elas são despistadas, discretas, aliviadas do peso de serem epopeias. [...]
(Crônicas do Ordinário – Ana Elisa Ribeiro).
Disponível em: 
<https://www.digestivocultural.com/colunistas/.
Acesso em: 29 jan. 2019 (Adaptação)
No trecho a seguir, a autora utiliza termos não dicionarizados.
“Os deseventos, desinventar o notável, inventar o quase invisível, observar as coisas quando elas são despistadas, discretas, aliviadas do peso de serem epopeias.”
A partir do contexto, é possível inferir seus sentidos. Sendo assim, é correto afirmar que “desevento” tem sentido semelhante a:
Alternativas
Q1250464 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Às vezes, as pessoas contam histórias bonitas sem ter a noção do que elas [as histórias] sejam. Nem mesmo de que sejam crônicas de um dia comum, da vida mais amena de que se tem notícia. Fomos adestrados para acompanhar a macro-história, os grandes eventos, as vidas das celebridades. Para que se tome consciência de que os episódios prosaicos merecem registro, é preciso que alguém use lentes de enxergá-los. E as lentes, muitas vezes, ficam guardadas. À maneira da dança ou dos esportes, ficamos inábeis se ficamos tanto tempo sem usar esses filtros. Fazer crônica é enxergar o avesso dos eventos. Os deseventos, desinventar o notável, inventar o quase invisível, observar as coisas quando elas são despistadas, discretas, aliviadas do peso de serem epopeias. [...]
(Crônicas do Ordinário – Ana Elisa Ribeiro).
Disponível em: 
<https://www.digestivocultural.com/colunistas/.
Acesso em: 29 jan. 2019 (Adaptação)
Em “Para que se tome consciência de que os episódios prosaicos merecem registro, é preciso que alguém use lentes de enxergá-los”, o pronome oblíquo –los retoma o termo:
Alternativas
Q1243626 Biblioteconomia
Em relação à Biblioteca Universitária, é CORRETO afirmar que esta
Alternativas
Q1243625 Biblioteconomia
De acordo com a ABNTNBR 6022:2018, relacione as colunas:
I- Elementos Pré-textuais. II- Elementos Textuais. III- Elementos Pós- textuais.
( ) Título em outro idioma. ( ) Identificação e disponibilidade. ( ) Agradecimentos. ( ) Considerações finais. ( ) Glossário. ( ) Resumo no idioma do documento.
Indique a alternativa que indica a associação CORRETA:
Alternativas
Q1243624 Biblioteconomia
O sistema de catalogação cooperativa iniciou-se no Brasil no ano de 1942. Quando a catalogação cooperativa surgiu, seu objetivo considerava evitar o desperdício de tempo e de mão-de-obra dos bibliotecários num trabalho repetitivo. Atualmente, as bibliotecas utilizam um formato padrão para o intercâmbio de registros bibliográficos e catalográficos que visam garantir a integridade dos dados na transferência de um sistema para outro. Este formato é denominado:
Alternativas
Q1243623 Biblioteconomia
Analise as proposições abaixo e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas, tendo por base o formato MARC 21:
( ) O formato MARC é um conjunto de códigos e designações de conteúdos definidos para codificar registros que serão interpretados por máquina. ( ) Sua principal finalidade é possibilitar a coleta de dados, ou seja, importar dados de diferentes instituições. ( ) O campo 021 e 022 são destinados, respectivamente, ao ISBN e ao ISSN. ( ) O campo 110 é destinado à Entrada Principal de Entidade.
Com base nas proposições, a alternativa que corresponde CORRETAMENTE é a:
Alternativas
Q1243622 Biblioteconomia
Segundo a NBR 10520:2002 (Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação) a expressão usada para indicar que a citação foi retirada de outra página, de uma obra já citada anteriormente, é:
Alternativas
Q1243621 Biblioteconomia
O processo de aquisição é uma importante peça para o processo de formação e desenvolvimento de coleções. Considerando esta informação, indique a alternativa em que aparecem descritas as modalidades de aquisição em uma biblioteca.
Alternativas
Q1243620 Biblioteconomia
Segundo a AACR2, uma obra com responsabilidade compartilhada é aquela em que duas ou mais pessoas contribuem para sua criação, neste caso, orienta-se que:
Alternativas
Q1243619 Biblioteconomia
Os sistemas de classificação utilizados pelas bibliotecas têm o objetivo de identificar o assunto do documento, para que ele possa ser posto em local determinado nas estantes, junto com outros documentos com assuntos semelhantes. Logo, assim, um sistema de classificação permite aos bibliotecários:
I- A organização dos materiais por conceitos. II- A localização dos materiais em suas coleções. III- Facilidade na busca pela informação. IV- Descrever e identificar o documento por meio de conceitos que o representam.
Analise as proposições acima e indique a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1243618 Biblioteconomia
O ISBN - International Standard Book Number- é um sistema que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país e a editora, individualizando-os inclusive por edição. A partir de 1º de janeiro de 2007, o ISBN passou de dez para treze dígitos. Os dígitos do terceiro segmento correspondem ao:
Alternativas
Q1243617 Biblioteconomia
Analise as proposições abaixo e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas, tendo por base o Código de Ética do Bibliotecário:
( ) Auxiliar a fiscalização do exercício profissional e zelar pelo cumprimento deste Código de Ética, comunicando, com discrição, aos órgãos competentes, as infrações de que tiver ciência. ( ) Aplicar todo zelo e recursos ao seu alcance no atendimento ao público, não se recusando a prestar assistência profissional, sob nenhuma hipótese. ( ) É considerada infração ético-disciplinar passível de penalidade permitir a utilização de seu nome por qualquer estabelecimento ou instituição, onde não exerça pessoal e efetivamente sua função. ( ) O objeto de trabalho do bibliotecário é a informação, artefato cultural aqui conceituado como conhecimento estruturado sob as formas escrita, oral, gestual, audiovisual e digital, por meio da articulação de linguagens natural e/ou artificial. ( ) Cooperar para o progresso da profissão, por meio do intercâmbio de informações com órgãos de representação profissional da categoria, instituições de ensino e órgãos de divulgação técnica e científica.
Com base nas proposições, a alternativa que responde CORRETAMENTE é:
Alternativas
Q1243616 Biblioteconomia
O acervo de uma biblioteca universitária é constituído para um real atendimento da demanda de informações da comunidade acadêmica. Nesse contexto, uma das coleções identificáveis é aquela formada por obras de leitura obrigatória, referentes aos títulos clássicos e essenciais, recomendadas pelos profissionais de disciplinas das diferentes áreas dos cursos oferecidos pela universidade. Essa coleção é denominada:
Alternativas
Q1243615 Biblioteconomia
A estrutura do AACR2 (2002) divide-se em duas partes, sendo elas:
Alternativas
Q1243614 Biblioteconomia
Segundo a NBR6023:2018, são elementos complementares na referência de um livro:
Alternativas
Q1243613 Biblioteconomia
A degradação dos materiais informacionais em bibliotecas está relacionada a inúmeros fatores. É considerado fator intrínseco, que acelera o processo de degradação das obras:
Alternativas
Q1243612 Biblioteconomia
De acordo com a NBR14724:2011, o “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração” para o trabalho acadêmico, chama-se:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234395 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Em que alternativa o verbo poderia ser empregado no plural, segundo a Gramática Normativa, embora o uso recorrente no Brasil seja o singular?
Alternativas
Respostas
12461: A
12462: A
12463: B
12464: C
12465: C
12466: B
12467: B
12468: A
12469: B
12470: E
12471: A
12472: E
12473: D
12474: C
12475: D
12476: C
12477: E
12478: D
12479: A
12480: A