Foram encontradas 27.292 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2025 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Castelo - ES Provas: IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Agente Fiscal de Obras | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Dermatologista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico do Trabalho | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Veterinário | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Nutricionista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Orientador Social | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Procurador Municipal | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Psicólogo | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Terapeuta Ocupacional | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Cirurgião Dentista Endodontia | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Cirurgião Dentista Odontopediatria | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Cirurgião Dentista Periodontia | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Enfermeiro ESF | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico ESF | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Ginecologista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Ortopedista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Otorrinolaringologista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Pediatra | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico Psiquiatra | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Agente Fiscal de Tributos Municipais | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Analista de Sistemas | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Arquivista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Assistente Social | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Biólogo | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Auditor Público Interno | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Bibliotecário | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Educador Físico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Enfermeiro | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Engenheiro Agrimensor | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Engenheiro Agrônomo | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Engenheiro Civil | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Engenheiro Eletricista | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Farmacêutico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Fisioterapeuta | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Fonoaudiólogo | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Médico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Cirurgião Dentista ESF | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Contador | IBADE - 2025 - Prefeitura de Castelo - ES - Economista Doméstico |
Q3761456 Português
Leia o texto e responda à questão.


“O Espelho”


Machado de Assis


Quatro ou cinco cavalheiros debatiam, uma noite, várias questões de alta transcendência, sem que a disparidade dos votos trouxesse a menor alteração aos espíritos. A casa ficava no morro de Santa Teresa, a sala era pequena, alumiada a velas, cuja luz fundia-se misteriosamente com o luar que vinha de fora. Eu, que era um dos convivas, contei-lhes que possuía uma teoria, a qual me tinha custado grande trabalho e algumas noites de insônia; mas não lhe queria expor sem que me prometessem ouvi-la com paciência. Prometeram todos.

— A teoria é esta — disse eu —: cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro. A primeira, a alma interior, é a que sente e pensa; a segunda, a alma exterior, é a que nos vem de fora, da rua, das pessoas, das coisas. Esta domina muitas vezes aquela; e, em certos casos, não há propriamente duas, mas uma só alma exterior.

Pediram-me exemplos. Respondi que não os havia catalogados, mas que ia contar um caso, acontecido comigo, há muitos anos, em que vi a minha alma interior desaparecer, cedendo a outra, nascida de um objeto, de um simples objeto. E contei-lhes.

Era eu então rapaz de vinte e cinco anos, recém-saído de um curso, quando uma velha tia minha me deixou por herança um espelho grande, antigo, com moldura larga e severa. Não me parecia valiosa a dádiva; mas, por lembrança, levei-o comigo para uma casa de subúrbio, onde me recolhi, a fim de estudar. Ora, sucedeu que, mal instalado, comecei a sentir um vazio dentro de mim, como se me houvesse despido de mim mesmo. O estudo não me prendia, a leitura cansava-me; eu andava pela casa, de um aposento a outro, com um aborrecimento que não sei definir.

Foi então que me lembrei do espelho. Mandei pendurá-lo na parede da sala; ao vê-lo, senti-me outro. Não é que eu me achasse mais formoso do que era; mas o espelho tinha a virtude de dar consistência à minha pessoa: eu me via, e esse simples fato restituía-me a presença. Dentro de pouco, o hábito apoderou-se de mim. Vivia diante do espelho; trabalhava, comia, descansava, sempre com o olhar a buscar, de instante a instante, a confirmação da minha figura naquela lâmina tranquila. Se o retiravam, tudo caía no mesmo vazio anterior; se o repunham, eu renascia.

Parecer-vos-á ridículo; não o era então. O que digo é que a minha alma exterior se compunha, naquele tempo, desse objeto. Não era vaidade de beleza, nem amor próprio do traje; era qualquer coisa mais funda: a necessidade de um reflexo que me certificasse da minha existência. Ora, uma noite, por troça de amigos, esconderam-me o espelho. Dizei o que quiserdes: senti desfalecer a vida íntima; tornei-me sombra; e, apesar de me ver com os olhos do corpo, não me sentia com os olhos do espírito. Só quando me restituíram o espelho, voltei a ser eu.

Daí infiro que o homem, em não poucos casos, vive de fora para dentro; e que um objeto, um cargo, uma farda, um título, pode suplantar a alma interior, até anulá-la. Se isto é triste ou ridículo, não disputo; conto o que foi. E, posto que tenha hoje a casa cheia de espelhos, nenhum tem para mim a força daquele primeiro, que não era só vidro e azougue, mas um pedaço da minha própria alma.


Fonte: Edição de referência: Rio de Janeiro: Lombaerts & C., 1882. páginas 241-257. (Adaptado) - https://machadodeassis.net/
A tese das “duas almas” propõe um conflito entre interioridade e reconhecimento externo. No episódio do espelho, qual leitura articula melhor a tese e a experiência narrada?
Alternativas
Q3753855 Biblioteconomia

Julgue os itens abaixo acerca das Abordagens e metodologias dos estudos de usuários: 



I.  “A essência da técnica do incidente crítico implica em solicitar aos sujeitos envolvidos numa determinada atividade, tipos simples de julgamentos ou relatos de situações e fatos [...]” (Talim M.; Cendón; Talim S., 2017, p. 191);


II. “[...] A maior parte dos estudos realizados na abordagem tradicional de estudos de usuários utiliza como técnica de coleta de dados o questionário, normalmente composto por perguntas com o objetivo de quantificar hábitos de comportamento de busca e uso da informação e verificar frequências de acesso e graus de satisfação [...]” (Araújo, 2017, p. 224).


III. “[...] entrevista semiestruturada, entrevista estruturada ou semiestruturada associada à aplicação da técnica do incidente crítico, o questionário com perguntas fechadas e com perguntas abertas e fechadas, bem como a aplicação conjunta de questionário e entrevista semiestruturada” são técnicas de coleta de dados que se utilizam em pesquisas de natureza qualitativa sobre comportamentos de uso e usuários da informação no Brasil. (Tabosa; Pinto; Loureiro, 2016, p. 260);


IV. Os estudos baseados no modelo ELIS, da expressão Everyday Life Information Seeking “[...] têm como objetivo discutir como as pessoas acessam e utilizam variadas fontes e canais de informação para atender suas demandas [...]” (Nunes; Carneiro, 2019, p. 158);


V. O modelo “[...] Information Search Process, criado por Kuhlthau [...], tem sido adotado no Brasil como fundamentação metodológica e conceitual para identificar o processo de busca por informação dos usuários estudados em determinado contexto [...]” (SILVA et al., 2020, p. 11).


ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O que são “práticas informacionais”? Inf. Pauta, Fortaleza, CE, v. 2, número especial, p. 217 – 236, out. 2017. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/28421/1/2017_art_caaaraujo.pdf. Acesso em 04 set. 2024.

NUNES, Jefferson Veras; CARNEIRO, Barbara Luisa Ferreira. Dos estudos de usuários a noção de práticas informacionais: contribuições da teoria da prática. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v. 9, n. 2, p. 150-168, set. 2018/fev. 2019. Disponível em: https://revistas.usp.br/incid/ article/view/134406. Acesso em 04 set. 2024.

SILVA et al, Carlos Robson Souza da. Contribuições do modelo de Carol Kuhlthau para a pesquisa sobre comportamento informacional e competência em informação no Brasil. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianópolis, v. 25, p. 01-14, 2020.Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2019.e65234/42494. Acesso em 04 set. 2024.

TABOSA, Hamilton Rodrigues; PINTO, Virgínia Bentes; LOUREIRO, José Mauro Matheus. Análise de regularidades metodológicas em pesquisas brasileiras sobre comportamentos de uso e usuários da informação. INVESTIGACIÓN BIBLIOTECOLÓGICA, México, v. 30, n. 70, p. 249-267, sep./dic., 2016. Disponível em: http://rev-ib.unam.mx/ib/index.php/ib/article/view/57615/51068. Acesso em 04 set. 2024.

TALIM, Mariza Cristina; CENDÓN, Beatriz Valadares; TALIM, Sérgio Luiz. O uso da técnica de incidente crítico na avaliação do impacto de treinamento em pesquisa bibliográfica para mestrandos e residentes da área da saúde. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 27, n. 1, p. 187-200, jan./ abr. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/view/31419/17422. Acesso em 04 set. 2024. 



Assinale a opção CORRETA:

Alternativas
Q3753854 Biblioteconomia

Assinale a alternativa CORRETA sobre o Serviço de referência presencial e virtual: 


ACCART, Jean-Philippe. Serviço de referência: do presencial ao virtual. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2012. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5277647/mod_resource/content/1/ACCART%2C%20J.%20P.%20Servi%C3%A7o%20de%20refer%C3%AAncia%20 do%20presencial%20ao%20virtual..pdf. Acesso em 04 set. 2024.

DAMIAN, Ieda Pelógia Martins; CASTRO FILHO, Claudio Marcondes de. Dimensões do serviço de referência virtual: uma análise do ponto de vista dos usuários. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 14, n. 1, jan./abr. 2018. Disponível em: https://rbbd.febab. org.br/rbbd/article/view/487. Acesso em 04 set. 2024.

SILVA, Vítor Vasata Macchi. O serviço de referência virtual em bibliotecas nacionais e internacionais: um estudo comparativo. Biblionline, João Pessoa, v. 13, n. 1, p. 114-126, jan./mar. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/33353/17825. Acesso em 04 set. 2024.

Alternativas
Q3753853 Biblioteconomia

Associe a segunda coluna com a primeira acerca do Marketing em Ambientes Informacionais:



COLUNA 1


(1) American Marketing Association


(2) Neuromarketing


(3) Marketing de guerrilha


(4) Inbound marketing


(5) Marketing científico digital



COLUNA 2


(   ) Tem como meta final “[...] despertar o consumo por impulso [...]” (Lima Alan; Lima; Fofonca; Lopes, 2023, p. 5316);


(   )  “[...] se baseia em planejamento estratégico de informação e conteúdo direcionado para o seu público, disse minando conteúdos de seu interesse em ferramentas web, como blogs, redes sociais, websites e campanhas de e-mails [...]” (Ferreira; Santos Neto, 2021, p. 34).


(   )  “[...] As características desta estratégia estão principalmente no uso da criatividade, com ações impactantes e alto teor publicitário” (Prado, 2022, p. 16);


(   ) Define marketing como sendo “[...] a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo [...]” (Kotler, 2018, p. 3);


(   )  “[...] aplicação conjunta do marketing digital e do marketing científico como estratégia empregada em produtos da ciência, aliada à comunicação científica e comunicação digital, com o intuito de oferecer serviços alinhados às necessidades dos usuários [...]” (Araujo, 2018, p. 8).



ARAUJO, Ronaldo Ferreira. Marketing científico digital e métricas de mídias sociais: indicadores-chave de desempenho de periódicos no Facebook. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 28, n. 1, p. 7-22, jan./abr. 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/ view/22063/20360. Acesso em 04 set. 2024.

KOTLER, Philip. Administração de marketing. 15. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. Disponível em: https://edisciplinas.usp. br/pluginfile.php/7519481/mod_resource/content/0/Administrac%CC%A7a%CC%83o%20de%20Marketing%2015%C2%AA%20Edic%CC%A-7a%CC%83o_compressed.pdf. Acesso em 04 set. 2024

LIMA, Alan Freire de; LIMA, Arlete Freire de; FOFONCA, Eduardo; LOPES, Gabriel Cesar Dias. Propaganda e marketing em empresas, bibliotecas escolares e bibliotecas institucionais: a subestimação e subutilização do marketing, marketing digital e do neuromarketing em bibliotecas. Revista Gestão e Secretariado (GeSec), São Paulo, SP, v. 14, n. 4, 2023, p. 5309-5330. Disponível em: https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/1984/1005. Acesso em 04 set. 2024.

FERREIRA, Janaina Carla; SANTOS NETO, João Arlindo dos. Inbound marketing em bibliotecas universitárias: novas formas de mediação da informação. Inf. Prof., Londrina, v. 10, n. 1, p. 32–52, jan./abr. 2021. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/infoprof/article/ view/43391/pdf_1. Acesso em 04 set. 2024. 

PRADO, Jorge Moisés Kroll do. Planejamento e tendências de marketing para bibliotecas. ConCI, v. 5, p. 1 – 22, dossiê, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/conci/article/view/16846/12700. Acesso em 04 set. 2024. 


Alternativas
Q3753852 Biblioteconomia

Faça a associação CORRETA entre as duas colunas, relacionando os descritores e o seu significado.



COLUNA 1


1. Scanner


2. Assinatura digital


3. Criptografia


4. Workflow


5. Análise do sistema



COLUNA 2


(    ) Nesta fase, “[...] todos os dados e informações obtidas são analisados para a aplicação do GED, fazendo a integração de diversas mídias diferentes, como microfilmes e discos ópticos [...]” (Santos et al., 2017, p. 593);


(    )  "[...] tem por finalidade proteger os dados não somente textos, mas qualquer tipo de informação (fotos, sons, vídeos, planilhas) de modo que as técnicas computacionais consigam decifrá-los [...]" (Santos et al., 2017, p. 593);


(    ) "[...] faz a varredura do documento, transformando o mesmo em uma informação digital que será reconhecida pelo computador [...]" (Santos et al., 2017, p. 593);


(    ) "[...] ferramenta utilizada para criar padrões de processos, tal como fazer análise, compreensão e monitoramento das atividades dos negócios, proporcionando à gerência documental [...]” (Santos et al., 2017, p. 591);


(    ) "[...] traz autenticidade aos documentos, pois uma vez modificado não há possibilidade de validação da assinatura" (Santos et al., 2017, p. 594).



SANTOS, Daniele Ribeiro dos. et al. Gerenciamento eletrônico de documentos: aplicação do Gerenciamento de documentos eletrônicos no poder público/Judiciário. Revista Gestão em Foco, n. 9, p. 586 – 598, 2017. Disponível em: https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/ uploads/sites/10001/2018/06/059_gerenciamento.pdf Acesso em: 05 set. 2024. 



A CORRETA numeração dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3753851 Biblioteconomia

Sobre os Direitos Autorais, analise os itens abaixo:


I. Provém da Convenção de Berna o entendimento de que é preciso apenas que os nomes na forma usual estejam indicados nas obras para que seja reconhecida a autoria. (Valente; Sartori, 2024);


II. “O registro de direitos autorais em blockchain já é uma realidade [...]. Entre suas aplicações mais eficientes destaca-se o registro de títulos, documentos, transações e afetações em geral a bens e direitos das pessoas físicas e jurídicas [...]” (Castro, 2023, p. 251);


III. A Lei de Direitos Autorais, a Lei nº 9.610/98, relacionada à proteção das obras literárias, artísticas ou científicas no país, permanece vigente. (Brasil, 1998);


IV. O tratado da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) sobre Direito de Autor (WCT – World Coryright Treaty), de 1996, destaca como um de seus objetivos o desejo de “[...] desenvolver e manter a proteção dos direitos dos autores sobre suas obras literárias e artísticas de maneira mais eficaz e uniforme possível [...]” (Netto, 2023, p. 295).


V. Conforme Castro (2023, p. 241), com a tecnologia blockchain a “autenticidade dos registros é garantida por algoritmos de consenso, e sua inviolabilidade é mantida por criptografia digital [...]”. Contudo, não se trata de uma tecnologia barata, por isso a acessibilidade é restrita.


BRASIL. Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 fev. 1998. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm. Acesso em: 9 out. 2025.

CASTRO, Manuella Santos de. Blockchain e direitos autorais. In: SILVA, Alexandre Pacheco, D. et al. Direito autoral e internet: diagnósticos e perspectivas do debate brasileiro. São Paulo: Grupo Almedina, 2023. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9786556277769/pageid/239. Acesso em: 02 set. 2024.

NETTO, José Carlos C. Direito autoral no Brasil. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2023. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786553624634. Acesso em: 03 set. 2024.

VALENTE, Catherine Juglair Nogari; SARTORI, Rejane. Diretos Autorais e Inteligência Artificial: uma análise bibliométrica. Brazilian Journal of Information Science: research trends, v.18, p. 1 – 30, 2024. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjis/article/ view/15291/15982. Acesso em: 02 set. 2024.



É CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3753850 Biblioteconomia

Em relação à Curadoria Digital, todas as assertivas abaixo estão corretas, EXCETO:


ARAKAKI, Ana Carolina Simionato; DAL’EVEDOVE, Paula Regina. Organização e representação da informação diante das novas abordagens para o ambiente digital: apontamentos sobre Web Semântica e Curadoria Digital. In: ALBUQUERQUE, Ana C. Questões teórico-epistemológicas para a ciência da informação: possibilidade e informações. Ijuí: Editora Unijuí, 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9786586074369/ Acesso em: 02 set. 2024.

PIRES, Cássio de Oliveira; ROCHA, Rafael Port da. Finalidade e atividades da curadoria digital na perspectiva de sua implantação em uma instituição. Brazilian Journal of Information Science: Research trends, v.14, n. 4, p. 1 – 31, set./dez. 2020. Disponível em: https://revistas.marilia. unesp.br/index.php/bjis/article/view/10857. Acesso em: 02 set. 2024.

SAYÃO, Luis Fernando; SALES, Luana Farias. Curadoria digital: um novo patamar para preservação de dados digitais de pesquisa. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 22, n. 3, p. 179-191, set./dez. 2012. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/12224/8586. Acesso em: 02 set. 2024.

Alternativas
Q3753849 Biblioteconomia

Considere a citação a seguir acerca do Planejamento Estratégico em Ambientes Informacionais: 


“[...] a definição de metas e prioridades, previsão dos acontecimentos futuros e tomada de decisões sobre fins, meios e recursos [...]” (Almeida, 2005, p. 10).



ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2005. Disponível em: https://www.academia.edu/43523070/PLANEJAMENTO_DE_BIBLIOTECAS_E_SERVI%C3%87OS_DE_INFORMA%C3%8% C3%83O?auto=download. Acesso em: 01 set. 2024.



Assinale a alternativa que corresponde ADEQUADAMENTE ao conteúdo nela exposto:

Alternativas
Q3753848 Biblioteconomia

Julgue os enunciados abaixo, em relação à Automação em Unidades de Informação:



I. As orientações dos Requisitos funcionais para dados de autoridade (FRAD) “[...] tratam de dois aspectos principais: as entidades e os relacionamentos utilizados para representar os assuntos dos documentos [...]” (Milani; Sousa, 2018, p. 336);



II. “O formato MARC tornou a representação descritiva, pela primeira vez, legível por computador e teve um impacto revolucionário na comunidade bibliotecária, possibilitando a transição dos registros manuais, feitos em  fichas e cartões, para os catálogos e registros automatizados [...]” (Dumer; Albuquerque, 2020, p. 19);



III. Nos Requisitos funcionais para dados de autoridade de assunto (FRSAD), “[...] duas entidades para identificação do assunto são apontadas como de nível elevado, isto é, são consideradas entidades superiores, quais sejam: thema (plural themata ou themas) e nomen (plural nomina ou nomens)” (Milani; Sousa, 2018, p. 336);



IV. O primeiro formato de descrição bibliográfica surgiu como iniciativa da Biblioteca Nacional em meados do Século XX;



V. “[...] um conjunto semântico de elementos básicos para representar e organizar recursos em ambiente web [...] foi chamado de ‘Metadados Dublin Core’ [...] (Dumer; Albuquerque, 2020, p. 92).



DUMER, Luciana; ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar Carneiro de. O MARC 21 e os outros formatos de intercâmbio bibliográfico. João Pessoa: Editora UFPB, 2020. Disponível em: https://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/view/179/911/7524. Acesso em: 01 set. 2024.

MILANI, Suellen Oliveira; SOUSA, Brisa Pozzide. Pseudônimos de autoras, aspectos contigenciais e o seu protagonismo social: FRAD, FRSAD e a representação temática em catálogos online. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.14, n. 2, p. 329-345, nov. 2018. Disponível em: https://revista. ibict.br/liinc/article/view/4474/3954. Acesso em: 01 set. 2024.



Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3753847 Biblioteconomia

Analise as afirmativas abaixo e assinale V, se VERDADEIRAS, ou F, se FALSAS.


(   ) Desenvolvimento de coleções é “um processo, não possuindo começo, meio ou fim, sendo ciclo contínuo, e todas as etapas possuem o mesmo grau de relevância” (Miranda; Bernardino, 2019, p. 78);


(   ) O acervo bibliográfico, especialmente de Bibliotecas Universitárias, é composto "por obras gerais, infanto juvenil, literatura brasileira e regional, livros didáticos, coleções escritas históricas regionais e obras em Braille [...]” (Miranda; Bernardino, 2019, p. 78);


(   ) A “[...] visão administrativa das atividades de formação e desenvolvimento de coleções pode ser considerada como a principal justificativa da evolução terminológica dos termos utilizados para designar as atividades voltadas ao cuidado com os acervos em unidades de informação [...]” (Correa; Santos, 2015, p. 352);


(   ) O profissional bibliotecário que está inserido “[...] no espaço escolar deve participar, ativamente, dos planejamentos dos projetos políticos pedagógicos uma vez que tem a competência necessária para atuar no desenvolvimento de coleções de qualidade, contribuindo para a formação de um acervo que não apenas atenda às demandas informacionais de sua comunidade, mas que seja atrativo e estimulante para o seu público [...]” (Aguiar; Carvalho, 2022, p. 25);


(   ) A “nomenclatura ‘Gestão de Estoques Informacionais’ (GEI) começa a ser utilizada nas reformulações curriculares de alguns cursos de graduação a partir dos anos 2000” (Correa; Santos, 2015, p. 346).


AGUIAR, Niliane Cunha de; CARVALHO, Telma de. Formação e desenvolvimento de acervos em biblioteca escolar como recurso para promover a competência informacional infantil: importância, desafios e perspectivas. Bibl. Esc. em R., Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 22-41, 2022. Disponível em: https://revistas.usp.br/berev/issue/view/12255 Acesso em: 01 set. 2024.

MIRANDA, Ana Claudia Carvalho de; BERNARDINO, Maria Cleide Rodrigues. Gerenciamento de coleções em bibliotecas públicas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 15, n. 3, p. 71 – 93, set./dez., 2019. Disponível em: https://cip.brapci.inf.br/download/121396. Acesso em: 01 set. 2024. 

CORREA, Elisa Cristina Delfini; SANTOS, Luana Carla de Moura dos. De formação e desenvolvimento de coleções para gestão de estoques de informação: um panorama da mudança terminológica no Brasil. Rev. Digit.Bibliotecon. Cienc. Inf., Campinas, SP, v.13, n. 2, p. 343-355, maio/ ago. 2015. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8634631/3390 Acesso em: 01 set. 2024.



A ordem CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3753846 Biblioteconomia

Analise as afirmativas abaixo.


I. Uma das etapas do trabalho automatizado da Disseminação seletiva da informação (DSI) é o “Levantamento do perfil de interesse dos usuários - descrição detalhada da qualificação, especialidade, necessidades e interesses dos usuários” (Eirão, 2009, p. 22);


II.  A disseminação, “no âmbito informacional, está ligada à propagação de materiais informacionais e deve estar intrinsecamente voltada ao planejamento para ser efetiva em uma organização” (Amaral, 2014, p. 46);


III. DSI é um “serviço que a partir do perfil individual ou de grupo, identificado explícita ou implicitamente, encaminha periodicamente aos usuários um pacote informacional, ou permite aos usuários meios para acessá-lo, sendo o pacote informacional resultante da seleção realizada por meio de ação humana ou de um sistema automatizado, a partir da comparação dos perfis dos usuários com os recursos informacionais disponíveis” (Souto, 2008, p. 17);


IV. O HTTP “é um protocolo no nível de aplicação utilizado por sistemas distribuídos, colaborativos e sistemas de informações hipermídias”; no entanto, não está relacionado à troca de documentos de hipertexto (Calegari, 2016, p. 26);


V. A Web Semântica “é uma Web separada da ‘atual’ - a Web de documentos – mas não uma extensão que busca prover aos sistemas e agentes de software a capacidade de processar, compartilhar, reusar e entender os termos descritos por dados definidos de maneira precisa” (Calegari, 2016, p. 28).


AMARAL, Marjorie Rosielle Silva do. Disseminação Seletiva da Informação no contexto das Organizações Aprendentes: proposta de um modelo digital integrado ao SIGAA na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 2014. 118f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão em Organizações Aprendentes) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5934/1/arquivototal.pdf. Acesso em: 01 set. 2024.

CALEGARI, Newton Juniano. Proposta de uma ferramenta de anotação semântica para publicação de dados estruturados na Web. 2016. 87f.Dissertação (Mestrado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital) - Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/18992/2/ Newton%20Juniano%20Calegari.pdf. Acesso em: 01 set. 2024.

EIRÃO, Thiago Gomes. Disseminação seletiva da informação: uma abordagem. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 20-29, jul./dez. 2009. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/1972 Acesso em: 30 ago. 2024. 

SOUTO, Leonardo Fernandes. Mediação em serviços de disseminação seletiva de informações no ambiente de bibliotecas digitais federadas. 2008. 238f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Programa de Pós–Graduação em Ciência da Informação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

 

Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:

Alternativas
Q3753845 Biblioteconomia

Sobre bibliotecas e livros digitais, analise as sentenças abaixo.



I. O advento do CD-ROM pontua uma fase de destaque na transformação do texto impresso para o eletrônico, pois ampliou as aplicações de atuação do mercado editorial, com a possibilidade de armazenamento de textos, imagens, arquivos sonoros e animações. (Towle, 2007 apud Serra, 2016, p. 226).



II. De acordo com Rao (2005, apud Serra, 2016, p. 226), a segunda geração de livros no formato eletrônico iniciou-se na década de 1990, com a web disponibilizando o conteúdo e a troca de arquivos, com a portabilidade sendo favorecida. Aquele período também foi marcado pelo lançamento do formato PDF.



III. Segundo Armstrong e Lonsdale (2011, apud Serra, 2016, p. 224), a primeira idealização dos livros digitais é feita pelo protótipo Dynabook, desenvolvido por Alan Kay, um pesquisador do Laboratório do Centro de Pesquisas da Xerox em Palo Alto.



IV. A inclusão de livros digitais nas bibliotecas ocorreu de forma natural, através da oferta de conteúdo e demanda de usuários. Esse movimento foi impulsionado pelo conhecimento do objeto, do conteúdo disponível, das opções de licenciamento e das formas de utilização. (Serra, 2016, p. 228).



V. Os agregadores de conteúdo são empresas que comercializam títulos de editores para as bibliotecas, porém em plataformas próprias. (Serra, 2016, p. 232).



SERRA, Liliana Giusti Serra. Bibliotecas e livros digitais: breve história e novos desafios. In: RIBEIRO, Anna Carolina Mendonça Lemos, FERREIRA, Pedro Cavalcanti Gonçalves (orgs). Biblioteca do Século XXI: desafios e perspectivas. Brasília: Ipea, 2016, 353 p. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/170105_biblioteca_do_seculo_21.pdf. Acesso em: 02 set. 2024.



Assinale a sentença que contêm todas as alternativas VERDADEIRAS:

Alternativas
Q3753844 Biblioteconomia
Segundo Gil Leiva (2008, p. 70), "A indexação tem por objetivo o armazenamento das representações conceituais dos documentos para atender as necessidades de informação, compreendendo, fundamentalmente, duas etapas: 1) Análise de assunto; 2) Representação de conceitos”. Analise as afirmativas abaixo e classifique-as em VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):

I. (   ) A análise de assunto, por meio da leitura documental, permite a identificação e a seleção de conceitos orientados pelo conteúdo (documentos em análise) e pela demanda (usuários da biblioteca) para, em seguida, representá-los por termos de uma linguagem documental em uso pelo catálogo online. (Fujita, 2016, p. 19).

II. (   ) As bibliotecas que não estão vinculadas a nenhum sistema de informação não precisam documentar aquilo que é criado em sua organização. Essa responsabilidade é dos grandes sistemas de informação visando à criação de redes de comunicação eficientes entre os indexadores, para que haja o compartilhamento de conhecimento. (Rubi; Fujita, 2006, p.12)

III. (   ) O tema política de indexação não é recente na literatura publicada em Ciência da Informação, porém é inédita sua aplicabilidade para bibliotecas e, em especial, para bibliotecas universitárias. (Fujita, 2016, p. 21).

IV. (   ) O uso de uma metodologia de indexação aumenta a exaustividade e a especificidade, dando visibilidade aos conteúdos documentais das coleções das bibliotecas. (Fujita, 2016, p. 32)

V. (   ) Na Indexação, o termo "precisão" é usado por Lancaster (2004, p. 4) para designar a capacidade de recuperar documentos úteis.

GIL LEIVA, I. Manual de indización: teoria y práctica. Gijón: Trea, 2008. FUJITA, M. S. L. (org). Política de indexação para bibliotecas: elaboração, avaliação e implantação [online]. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016, 142 p. Disponível em https://books.scielo.org/id/dbdj8/pdf/fujita-9788579838170.pdf. Acesso em 02 de set. 2024. FUJITA, M. S. L.; RUBI, M. P. Modelo de lectura profesional para la indización. Scire (Zaragoza). v.12, p.47 - 69, 2006 LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília, Briquet de Lemos, 2004. RUBI, M. P.; FUJITA, M. L. S. O ensino de procedimentos de política de indexação na perspectiva do conhecimento organizacional: uma proposta de programa para a educação à distância do bibliotecário. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.11, n.1, p.1-16, 2006. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/23721. Acesso em: 02 set. 2024.

Assinale a alternativa com a ordem CORRETA:
Alternativas
Q3753843 Biblioteconomia
Para Sassaki (1997, p.41), “A inclusão social é o processo pelo qual a sociedade se adapta para poder inserir, em seus sistemas sociais gerais, pessoas com necessidades especiais e, simultaneamente, estas se preparam para assumir seus papéis na sociedade”. Sobre o tema, analise as afirmativas e classifique-as em VERDADEIRA (V) ou FALSA (F):

I. (   ) O surgimento das novas tecnologias, a necessidade de educação continuada e as novas exigências do mercado fizeram com que o profissional bibliotecário com perfil tradicional cedesse seu espaço para o moderno profissional da informação, com conhecimentos que vão além das técnicas, para lidar com gerência de informação em vários suportes e com conhecimentos da realidade social, política e educacional. (Lima, C.; Lima, K., 2009 apud Oliveira; Alves; Maia, 2013, p. 7)

II. (   ) Biblioteca inclusiva é o ambiente destinado às pessoas com necessidades educacionais especiais, garantindo um espaço livre de barreiras arquitetônicas. (Oliveira; Alves; Maia, 2013 p. 4)

III. (   )  A biblioteca tem a informação como “[...] peça fundamental para o processo de inclusão social [...]”. Basta que o profissional bibliotecário facilite este processo para que não aconteça “desigualdade social”. (Sanches Neto, 2011 apud Oliveira; Alves; Maia, 2013, p. 7)

IV. (   ) No início deste século, a evolução social expande os objetivos da biblioteca, quando se amplia o objetivo educacional para o de promoção da cultura em geral. Essa ampliação de objetivo não tem aceitação geral e faz com que os bibliotecários reflitam sobre a posição social da biblioteca, pensando num modo mais eficaz de torná-la mais popular e, dessa forma, mais utilizada, como forma de garantir sua existência na comunidade. (Cysne,1993, p.26)

V. (   ) A Biblioteca inclusiva caracteriza-se por ser específica para usuário determinado, por exemplo, para deficientes visuais com todo acervo disponível em Braille. (Coneglian; Silva, 2006 apud Oliveira; Alves; Maia, 2013, p. 5).

CYSNE, Fátima Portela. Biblioteconomia: dimensão social e educativa. Fortaleza: EUFC, 1993. OLIVEIRA, Magali Araújo Damasceno de Oliveira, ALVES, Márcia Valéria, MAIA, Maria Aniolly Queiroz. A função social do profissional da informação numa biblioteca inclusiva. In: XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, v. 25, 2013, Florianópolis. Anais […] Florianópolis: Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas de Informação e Instituições, 2013. Disponível em: https://portal. febab.org.br/cbbd2019/article/view/1600. Acesso em: 02 set. 2024. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.

Assinale a alternativa com a classificação das afirmativas na ordem CORRETA:
Alternativas
Q3753842 Biblioteconomia
Rubi (2008 apud Fujita, 2009, p. 84) selecionou na literatura aspectos que dizem respeito à política de indexação e os reuniu, para efeitos de estudo, em três grupos: Indexação, Linguagem Documentária e Sistema de Busca e Recuperação por Assuntos. Observe os itens a seguir:
I. Campos de assunto do formato Marc.
II. Capacidade de revocação e precisão do sistema.
III. Escolha da Linguagem.
IV. Exaustividade.
V. Adequação.

RUBI, Milena Polsinelli. Os princípios da política de indexação na análise de assunto para catalogação: especificidade, exaustividade, revocação e precisão na perspectiva dos catalogadores e usuários. In: FUJITA, M.S.L., et al. (org.). A indexação de livros: a percepção de catalogadores e usuários de bibliotecas universitárias: um estudo de observação do contexto sociocognitivo com protocolos verbais [online]. São Paulo: Editora UNESP, 2009. 149 p. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/wcvbc/pdf/boccato9788579830150.pdf. Acesso em: 02 set. 2024. 

Os itens que correspondem ao grupo da Indexação são:
Alternativas
Q3753841 Biblioteconomia
Identifique a alternativa que corresponde à classificação CORRETA, em CDU, do assunto “Indústria de cerveja na França”, escrito na Língua Inglesa.

MCLLWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: Um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação Decimal Universal. Brasília: IBICT, 1995. 143 p. UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal Universal: edição-padrão internacional em Língua Portuguesa. Brasília: IBICT, 1997/1998. 2 v.
Alternativas
Q3753840 Biblioteconomia
Baseado nos estudos de Mey (1995, p. 12-35), numere a segunda coluna de acordo com a primeira, identificando fatos sobre a história dos Catálogos e da Catalogação:

COLUNA 1
 1. Período Remoto
2. Idade Média
3. Séculos XV a XVIII
4. Século XIX
5. Século XX 

COLUNA 2
(  ) Entre os catálogos deste período, destacam-se os dos mosteiros, entre eles o do mosteiro beneditino de Saint Requier, na França. Organizado por autor, embora não em ordem, também registra o conteúdo dos volumes e o número dos volumes relativos a uma obra.

(    ) Surgem pela primeira vez as remissivas, embora de forma primitiva.

(    ) Um fato importante vem mudar a perspectiva dos códigos, a impressão e venda de fichas catalográficas pela Library of Congress dos Estados Unidos.

(    ) Os tabletes de argila com as primeiras informações bibliográficas de descrição física foram encontrados em escavações hititas. Esses tabletes identificavam o número do tablete em uma série, o título e, muitas vezes, o escriba.

(    ) Charles Ami Cutter publicou a “Rules for a dictionary catalogue” [Regras para um catálogo dicionário]. Cutter, considerado por Ranganathan como o gênio da biblioteconomia, não elaborou apenas um código de catalogação; sua obra é na verdade uma declaração de princípios.

MEY, Eliane Serrão Alves. Breve histórico dos catálogos e da catalogação. In: MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Cap. 2, p. 12-35. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.

Assinale a alternativa que corresponde à numeração na ordem CORRETA da segunda coluna:
Alternativas
Q3753839 Biblioteconomia

Sobre o instrumento para descrição de recursos informacionais RDA (Recurso Descrição e Acesso), analise as informações abaixo e classifique-as em V para VERDADEIRAS e F para FALSAS:



I. (   ) Machado e Pereira (2015 apud Santos; Arakaki, 2022, p. 2) apontaram que a América Latina apresenta alta produtividade científica sobre o RDA, graças à grande quantidade de estudos, à adoção do RDA e à sua aplicação pelas instituições.



II. (   ) O modelo FRAD (Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade) segue a mesma estrutura metodológica do FRBR, tendo como foco esclarecer e definir quais são os requisitos funcionais para os dados relativos ao controle de autoridade. (Santos; Arakaki, 2022, p. 3).



III. (   ) A grande diferença entre o AACR e o RDA é que o segundo provê as pautas necessárias para o tratamento de uma maior quantidade de recursos, incluindo os digitais, o que o AACR não alcançava em sua totalidade. (Ramírez Méndez, 2015 apud Santos; Arakaki, 2022, p. 4).



IV. (   ) O FRSAD foi elaborado com o objetivo principal de organizar as diversas partes que compõem a estrutura dos registros bibliográficos. (Pacheco; Ortega, 2015 apud Santos; Arakaki, 2022, p. 3)



V. (   ) O AACR possui um portal on-line onde os assinantes podem ter acesso ao conteúdo do recurso à medida que os conteúdos vão sofrendo atualizações. Em suma, esse kit de ferramentas está disponível ao catalogador via Web. (Silva; Soares, 2012 apud Santos; Arakaki, 2022, p. 4)



SANTOS, Alice Silva dos; ARAKAKI, Felipe Augusto. Aplicação do RDA em instituições latinoamericanas: um panorama do processo de implementação. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 18, p. 1-18, 2022. Disponível em: http://www.rlbea.unb. br/jspui/bitstream/10482/43592/1/ARTIGO_AplicacaoRDAInstituicoes.pdf. Acesso em: 12 set 2024.



Assinale o item com a classificação CORRETA das alternativas em ordem:

Alternativas
Q3753838 Biblioteconomia
A Classificação Decimal Universal (CDU) possui “cinco tabelas de conceitos recorrentes gerais, que podem ser usadas tanto isoladamente, se for o caso, como para qualificar conceitos” (Mcllwaine, 1998, p. 16).

Considerando as subdivisões auxiliares comuns da CDU e seus respectivos símbolos, numere a segunda coluna de acordo com a primeira: 

COLUNA 1
1. Ic - Auxiliares comuns de língua
2. Id - Auxiliares comuns de forma
3. Ie - Auxiliares comuns de lugar
4. If - Auxiliares comuns de raça e nacionalidade
5. Ig - Auxiliares comuns de tempo


COLUNA 2 
(   ) Símbolo (=…)
(   )  Símbolo (0…)
(   ) Símbolo (1/9)
(   ) Símbolo =
(   ) Símbolo “…”

MCLLWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: Um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação Decimal Universal. Brasília: IBICT, 1995. 143 p UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal Universal: edição-padrão internacional em Língua Portuguesa. Brasília: IBICT, 1997/1998. 2 v.

Assinale a alternativa que contém a ordem CORRETA:
Alternativas
Q3753837 Biblioteconomia

Considerando os aspectos históricos da Biblioteconomia, analise as afirmativas abaixo:



I. A biblioteconomia teve origem na Antiguidade, durante as primeiras tentativas de organização dos documentos segundo seus conteúdos (Oliveira; Crespo, 2012, p. 67).



II. Durante o Período Medieval, surge a atividade de bibliotecário, que se dedica a manter a ordem e a conservação dos volumes (Oliveira; Crespo, 2012, p. 67).



III. O conceito de biblioteca pública moderna surgiu no século XVII, na Ásia e Europa, sendo implantada nos Estados Unidos apenas no século seguinte (Ortega, 2002, p. 15).



IV. Até o final do século XIX, a biblioteconomia e a documentação foram inseparáveis: surgiram a partir das mesmas necessidades, utilizavam os mesmos processos e as mesmas ferramentas (Oliveira; Crespo, 2012, p. 67).



V. Segundo Robredo (2003, p. 92), com o início da Documentação, a biblioteca, antes preservadora e conservadora dos registros do conhecimento, passou a dar destaque ao conteúdo informacional dos mesmos.



ORTEGA, Cristina Dotta. Informática documentária: estado da arte. 2002. 235 f. Dissertação (Mestrado em ciências da comunicação) – Escola de comunicação e artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.

OLIVEIRA, Lucia Carvalho de; CRESPO, Maria Rosa. Fundamentos teóricos e estatuto científico da Biblioteconomia e Ciência da Informação.

CRB-8 Digital, São Paulo, v. 1, n. 5, p. 66-85, jan. 2012. Disponível em https://cip.brapci.inf.br/download/46656. Acesso em: 02 set. 2024.

ROBREDO, Jaime. Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de informação. Brasília: Thesaurus; SSRR Informações, 2003.



Marque a alternativa CORRETA sobre as afirmativas:

Alternativas
Respostas
1081: D
1082: C
1083: E
1084: B
1085: B
1086: E
1087: A
1088: A
1089: D
1090: E
1091: D
1092: D
1093: D
1094: B
1095: A
1096: E
1097: D
1098: A
1099: B
1100: C