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Os valores de a e b são, respectivamente:
“Glaucoma e diabetes são doenças silenciosas que, se não tratadas, podem levar ___ cegueira. Para combater esses males por meio da informação, foi criada ___ campanha Abril Marrom, um alerta ___ população brasileira sobre problemas que podem levar ___ perda irreversível da visão e que podem ser evitados. [...]”
PENANTE, Luciana. Glaucoma e diabetes podem levar à cegueira; saiba mais. Tecmundo, 08 de abril de 2022. Disponível em: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/236728- glaucoma-diabetes-levar-cegueira-saiba.htm. Acesso em: 08 abr. 2022.
Completam as lacunas, na ordem em que elas aparecem,

Em aplicativos de navegação de páginas da
Internet, o ícone de um cadeado que surge ao lado
da caixa de texto de URL, conforme figura acima,
sinaliza que
Assinale a alternativa que apresente uma solução adequada à LGPD.
Acerca da impugnação apresentada pela empresa, de acordo com as disposições da Lei nº 14.133/2021 – Lei de Licitações e Contratos Administrativos, assinale a alternativa que contém a afirmação correta.
Utilizando os conhecimentos acerca das disposições constantes na Lei nº 8.112/90 acerca da reversão, assinale a alternativa correta.
I. uso de jargões técnicos.
II. coesão e coerência.
III. uso da norma padrão da língua portuguesa.
IV. linguagem literária.
V. formalidade e padronização.
Estão corretos:
Com base na piada abaixo, responda à questão.

Numa escola, a professora pede a um aluno:
– Pedro, diga um verbo.
– Bicicreta.
– Não é bicicreta… É bicicleta! E bicicleta não é verbo.
Diz ao segundo aluno: – Orestes, diga um verbo.
– Prástico.
– Não é prástico… É plástico! E plástico não é verbo.
A professora, desesperada, pergunta ao terceiro aluno.
– Francisco, diga você um verbo.
– Hospedar.
– Muito bem! Agora fale uma frase com o verbo que você escolheu.
– Hospedar da bicicreta é de prástico!
Ainda com base na piada acima, analise os itens seguintes.
I. A vírgula empregada em “Numa escola, a professora pede a um aluno:” se justifica por estar separando um adjunto adverbial de lugar.
II. O uso da vírgula em “Numa escola, a professora pede a um aluno:” é opcional.
III. Os dois pontos empregados em “Numa escola, a professora pede a um aluno:” servem para introduzir um discurso direto.
IV. Os dois pontos empregados em “Numa escola, a professora pede a um aluno:” servem para introduzir um discurso indireto.
V. A vírgula empregada em “– Pedro, diga um verbo.” se justifica, pois separa um vocativo.
Estão corretos:
Com base na piada abaixo, responda à questão.

Numa escola, a professora pede a um aluno:
– Pedro, diga um verbo.
– Bicicreta.
– Não é bicicreta… É bicicleta! E bicicleta não é verbo.
Diz ao segundo aluno: – Orestes, diga um verbo.
– Prástico.
– Não é prástico… É plástico! E plástico não é verbo.
A professora, desesperada, pergunta ao terceiro aluno.
– Francisco, diga você um verbo.
– Hospedar.
– Muito bem! Agora fale uma frase com o verbo que você escolheu.
– Hospedar da bicicreta é de prástico!
I. Muitas piadas trabalham a partir de um preconceito. A base dessa é o preconceito linguístico (rimos do caipira que fala errado).
II. Do ponto de vista linguístico, destaca-se o traço que a piada explora: a troca de /l/ pelo /r/ em certas posições da sílaba, uma das características do português mais acentuadas na fala rural.
III. A professora pediu para Francisco formular uma frase a partir de uma palavra (um verbo, hospedar).
IV. Francisco entendeu que a professora tivesse pedido para construir uma frase com uma sequência de artigo + substantivo: os pedar.
V. O fator humor dessa piada surge com o fato de Francisco não compreender a proposta da professora e formular uma frase a partir do que ele entendeu ser o pedido dela.
Estão corretos:
Com base na ilustração abaixo, responda à questão.

(CAULOS. Só dói quando eu respiro. Porto Alegre: L&PM,
1976.)
Com base na ilustração abaixo, responda à questão.

(CAULOS. Só dói quando eu respiro. Porto Alegre: L&PM,
1976.)
I. Uma leitura superficial de toda a ilustração permite argumentar que ela representa um indivíduo desempenhando atividades cotidianas.
II. Sobre o primeiro quadro, pode-se argumentar que a maleta vazia representa bens materiais escassos; o coração cheio representa vitalidade, aspectos realmente importantes da vida.
III. Sobre o quinto quadro, pode-se argumentar que a maleta cheia representa sucesso financeiro e profissional; o coração vazio representa prejuízo à saúde e às relações humanas.
IV. Sobre os três quadros centrais, pode-se argumentar que, na medida em que o indivíduo vai se realizando profissionalmente e financeiramente, os valores humanos, assim como as relações interpessoais, vão perdendo prioridade.
V. A expressão “Divirta-se”, título da ilustração, pode ser interpretada como um recado ao leitor de que ele deve encontrar um equilíbrio entre o trabalho com a diversão.
Estão corretos:
Leia o excerto abaixo e responda à questão.
A mata dormia o seu sono jamais interrompido. Sobre ela passavam os dias e as noites, brilhava o sol do verão, caíam as chuvas do inverno. Os troncos eram centenários, um eterno verde se sucedia pelo monte afora invadindo a planície, se perdendo pelo infinito. Era como um mar nunca explorado, cerrado no seu mistério. A mata era como uma virgem cuja carne nunca tivesse sentido a chama do desejo (...). Impenetrável e misteriosa, antiga como o tempo e jovem como a primavera, a mata aparecia diante dos homens como a mais temível das assombrações (...). A mata! Não é um mistério, não é um perigo nem uma ameaça. É um deus!
(AMADO, Jorge. Terras do Sem Fim. Rio de Janeiro: Record,
2004, pp. 45-47).
Leia o excerto abaixo e responda à questão.
A mata dormia o seu sono jamais interrompido. Sobre ela passavam os dias e as noites, brilhava o sol do verão, caíam as chuvas do inverno. Os troncos eram centenários, um eterno verde se sucedia pelo monte afora invadindo a planície, se perdendo pelo infinito. Era como um mar nunca explorado, cerrado no seu mistério. A mata era como uma virgem cuja carne nunca tivesse sentido a chama do desejo (...). Impenetrável e misteriosa, antiga como o tempo e jovem como a primavera, a mata aparecia diante dos homens como a mais temível das assombrações (...). A mata! Não é um mistério, não é um perigo nem uma ameaça. É um deus!
(AMADO, Jorge. Terras do Sem Fim. Rio de Janeiro: Record,
2004, pp. 45-47).
Com base no excerto abaixo, responda à questão.
“Na Idade Média, ao contrário da festa oficial, o carnaval era o triunfo de uma espécie de liberação temporária da verdade dominante e do regime vigente, da abolição provisória de todas as relações hierárquicas, privilégios e tabus.”
(BAKHTIN, M. A cultura polular na Idade Média e no
Renascimento. São Paulo: Hucitec, 1987.)