Foram encontradas 27.462 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3247405 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


Disponível em: https ://www.em.com.br/. Aces so em: 10 maio 2024.
A linguagem empregada no texto 
Alternativas
Q3247404 Português
A questão refere-se ao texto abaixo.


O trabalho infantil precisa sair de cena


    A imagem é cotidiana nas cidades brasileiras: crianças e adolescentes pelas ruas exercendo atividades para ganhar algum dinheiro. Durante o dia ou à noite, surgem oferecendo doces, amendoins e petiscos do gênero, água, refrigerante e até mesmo mimos e brinquedos. Às vezes, estão acompanhados, mas, em muitos casos, enfrentam a função sozinhos. Há também aquela limpeza rápida no para-brisa, em dias de calor ou de frio, em busca de um trocado dos motoristas. Uma realidade que está escancarada e precisa provocar discussões e ações.

    A Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente classificam o trabalho infantil como uma grave violação de direitos, a qual impede o desenvolvimento amplo e sadio de crianças e jovens. Segundo estabelece a legislação, a partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que, entre 14 e 16 anos, somente na condição de aprendiz. Abaixo dos 14 anos, qualquer tipo de trabalho é proibido.

    Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que, em 2022, o Brasil apresentou quase 1,9 milhão de crianças e adolescentes realizando alguma prática econômica, o equivalente a 4,9% do total de habitantes entre 5 e 17 anos no país. Os estudos apontam que a crise gerada pela pandemia de COVID-19, com o aumento da vulnerabilidade das famílias de baixa renda, deixou os jovens ainda mais expostos e agravou a situação.

    Ainda segundo o IBGE, em 2023, houve uma retomada da presença na pré-escola, porém foi registrada uma tendência de queda nas matrículas do ensino fundamental. Já em relação ao ensino médio, houve pouca oscilação se comparado a 2022. No ano passado, 91,9% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na sala de aula, e 75% faziam, especificamente, essa etapa do processo. 

    A complexidade do problema é tanta que frequentar a escola não significa que o jovem está afastado do trabalho. As duas atividades normalmente acontecem juntas, impossibilitando um crescimento adequado e impactando a educação e a saúde dos menores. Diante de um cenário intrincado, identificar o início desse novelo pode ser uma maneira de impedir que ele ganhe proporção. O aliciamento – que costuma passar pela necessidade – deve ser atacado sem julgamentos. Cortar essa linha no começo, dando suporte às famílias, é o passo inicial. O segundo é criar condições para que as instituições de ensino sejam capazes de cativar e manter as crianças e os adolescentes em seus quadros.

    Em 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, tirou 2.564 crianças e adolescentes de situações de exploração do trabalho infantil em 1.518 ações de combate. Das 2.564 vítimas resgatadas, 1.923 eram meninos e 641, meninas. O Mato Grosso do Sul liderou com 372 afastamentos, seguido por Minas Gerais, com 326 casos, e São Paulo, com 203. O órgão informa que o aumento da fiscalização é uma das metas neste ano. Esse trabalho é fundamental, porém não soluciona a questão.

    Traçar medidas e pensar iniciativas que aprofundem uma solução para o problema são pontos cruciais. Políticas públicas devem amparar menores e familiares carentes. E a sociedade precisa pensar sobre essa problemática como prioridade. É importante que a responsabilidade pelo bem-estar das crianças e adolescentes seja compartilhada com a população. Investir na proteção dos jovens é preparar um futuro mais justo e melhor para a nação. Adquirir uma mercadoria oferecida pelas mãos dos pequenos com a intenção de ajudar pode ser destrutivo para a vida deles. Não exigir das autoridades e dos políticos um olhar comprometido é perpetuar o descaso. 

    O Brasil precisa abraçar essa causa – que é gigante em importância e dificuldade. Nas metrópoles e nas pequenas cidades do país, o trabalho infantil tem de ser erradicado. Avanços aconteceram, porém o objetivo precisa ser livrar, definitivamente, os jovens desse tipo de exploração, dando a eles proteção e garantindo o direito de viver a infância plenamente.


Disponível em: https ://www.em.com.br/. Aces so em: 10 maio 2024.
Considerando a sua totalidade, a intenção comunicativa principal do texto é
Alternativas
Q3228178 Biblioteconomia
No fim do século 20 se acentuaram mais pesquisas em bibliotecas de cunho qualitativo em vez de meramente quantitativo (Baptista; Cunha, 2007). Considere a informação: “O grupo focal é um método de coleta de dados considerado por alguns autores como uma espécie de ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Q3228177 Biblioteconomia
Dentre os princípios e aplicações da indexação de assuntos, segundo Lancaster (2004), três perguntas são de grande utilidade: “De que trata? Por que foi incorporado a nosso acervo? Quais de seus aspectos serão de interesse para nossos usuários?”. Assinale a alternativa correta para o contexto em que se encontram as perguntas formuladas.
Alternativas
Q3228176 Biblioteconomia
Assinale a alternativa correta que designa um catálogo organizado como um todo e que “agrupa, numa única ordem alfabética, as entradas relativas a autores, títulos, assuntos, séries, remissivas e referências cruzadas”.
Alternativas
Q3228175 Biblioteconomia
Assinale a alternativa correta que designa um “disco óptico compacto de memória apenas de leitura”.
Alternativas
Q3228174 Biblioteconomia
Em bibliografias brasileiras quando a autoria for desconhecida, a norma técnica recomenda ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Q3228173 Biblioteconomia
Desenho das fases, etapas, ou passos de um trabalho desenvolvido dentro de uma unidade de informação por meio de uma determinada simbologia. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3228172 Biblioteconomia
Segundo a ABNT NBR 6023 a documentação jurídica compreende legislação, jurisprudência, atos administrativos normativos e documentos civis e de cartórios. Assinale a alternativa correta para documentação jurídica que inclui: “Acórdão, Decisão Interlocutória, Despacho, Sentença, Súmula, entre outros”.
Alternativas
Q3228171 Biblioteconomia
De acordo com a Estrutura da CDU assinale a alternativa que apresenta o nome dado ao “código que representa os conceitos em uma classificação e que, em geral, expressa sua ordenação”. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta a definição do texto acima.
Alternativas
Q3228170 Biblioteconomia
Na CDU os auxiliares comuns indicam relacionamento entre dois ou mais números principais ou auxiliares. Assinale a alternativa que apresenta o sinal para relacionar dois ou mais números não consecutivos e que serve para indicar um assunto composto para o qual não existe um número simples.
Alternativas
Q3228169 Biblioteconomia
A 2ª Edição da CDU introduziu algumas alterações significativas. Dentre os destaques, a classe Organização mudou para Administração e foi expandida amplamente. Assinale a alternativa que apresenta essa classe.
Alternativas
Q3228168 Biblioteconomia
S. R. Ranganathan (1892-1972), bibliotecário e matemático indiano, ficou conhecido internacionalmente no campo da biblioteconomia pela sua publicação As Cinco Leis da Biblioteconomia. Diante do exposto, assinale a alternativa que contém a 3ª Lei da biblioteconomia.
Alternativas
Q3228167 Biblioteconomia
NO AACR2 CD-ROM, fitas de vídeos e fitas cassetes tem capítulos específicos para se fazer a descrição. Assinale a alternativa que apresenta o capítulo necessário para descrição de: “Trilha sonora de filmes não acompanhada de material visual”. 
Alternativas
Q3228166 Biblioteconomia
A organização da descrição geral do AACR-2 divide-se em um determinado número de áreas. Assinale a alternativa que apresenta esse número.
Alternativas
Q3228165 Biblioteconomia
Existe uma orientação para elaboração de resumo, resenha e recensão acerca da quantidade de palavras. Com relação à extensão destes textos, assinale a alterativa correta que convém à composição de resenhas e recensões.
Alternativas
Q3228164 Biblioteconomia
“Obra de referência, periódica ou não, que informa nome, endereço, tipo de suporte, assunto coberto, recursos humanos e outros dados relativos a bibliotecas, centros de informação e documentação.”
Assinale a alternativa que apresenta a qual norma regulamentadora se refere a definição acima
Alternativas
Q3228163 Biblioteconomia
Segundo a norma de referências ABNT - NBR6023, a transcrição dos elementos quando se tratar de entrevista com pessoa física o primeiro elemento a ser indicado na responsabilidade deverá ser:
Alternativas
Q3228162 Biblioteconomia
“Normalização no campo das finanças, bancos, seguros, comércio, administração e documentação, compreendendo práticas adotadas em bibliotecas, centros de documentação e de informações, no que concerne à terminologia, requisitos, serviços e generalidades”. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3228161 Biblioteconomia
“Designação dos diversos tipos de documentos segundo seu aspecto formal: ata, carta, certidão, decreto, despacho, edital, ofício, relatório, requerimento etc”. Diante do exposto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
3701: A
3702: A
3703: C
3704: D
3705: C
3706: A
3707: B
3708: C
3709: A
3710: C
3711: D
3712: A
3713: C
3714: B
3715: D
3716: A
3717: C
3718: D
3719: B
3720: A