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texto apresentado abaixo.
Nem o cientista mais ortodoxo pode negar que mexer
com equações é difícil e cansativo. Mas a ciência não deixa de
ser bonita ou agradável apenas por causa disso. A arte, apesar
de bela, também não é fácil: todo profissional sabe a dor e a
delícia de aprender bem um instrumento ou de dominar o pincel
com graça e precisão. É verdade que dificilmente alguém
espera encontrar numa equação ou num axioma as qualidades
próprias da arte, como a harmonia, a sensibilidade e a elegância.
A graça e a beleza das teorias, no entanto, sempre
tiveram admiradores - e hoje mais do que nunca, a julgar pela
quantidade de livros recentes cujo tema central é a sedução e o
encanto dos conceitos científicos. Exagero?
"As leis da física são em grande parte determinadas por
princípios estéticos", afirma o astrônomo americano Mario Livio,
do Telescópio Espacial Hubble, também autor de um livro em
que analisa a noção de beleza dentro da ciência. Ele afirma
que, quando a estética surgiu na Antigüidade, os conceitos de
beleza e de verdade eram sinônimos. Para ele, o traço de união
entre arte e ciência reside exatamente nesse ponto. "As duas
representam tentativas de compreender o mundo e de organizar
fatos de acordo com uma certa ordem. Em última instância,
buscam uma idéia fundamental que possa servir de base para
sua explicação da realidade."
Mas, se o critério estético é tão importante para o pensamento
científico, como ele se manifesta no dia-a-dia dos
pesquisadores? O diretor do Instituto de Arte de Chicago acha
que sabe a resposta. "Ciência e arte se sobrepõem naturalmente.
Ambas são meios de investigação, envolvem idéias,
teorias e hipóteses que são testadas em locais onde a mente e
a mão andam juntas: o laboratório e o estúdio", afirma.
Acredita-se que as descobertas científicas sirvam de
inspiração para os artistas, e as obras de arte ajudem a alargar
o horizonte cultural dos cientistas. Na prática, essa mistura gera
infinitas possibilidades. A celebração que artistas buscam hoje
já ocorreu diversas vezes no passado, de maneira mais ou
menos espetacular. Na Renascença, a descoberta da
perspectiva pelos geômetras encantou os pintores, que logo
abandonaram as cenas sem profundidade do período clássico e
passaram a explorar sensações tridimensionais em seus
quadros. Os arquitetos também procuravam dar às igrejas um
desenho geometricamente perfeito; acreditavam, com isso, que
criavam um portal para o mundo metafísico das idéias
religiosas.
No século XX, essa tendência voltou a crescer. A grande
preocupação dos pintores impressionistas com a luz, por
exemplo, tem muito a ver com as conquistas da ótica. A
matemática também teria influenciado a pintura do russo
Wassily Kandinsky, segundo o qual "tudo pode ser retratado por
uma fórmula matemática". Seu colega Paul Klee achou um jeito
de colocar em vários quadros alguma referência às progressões
geométricas. Bem-humorado, brincava com as idéias da matemática
dizendo que "uma linha é um ponto que saiu para
passear".
(Adaptado de Flávio Dieguez. Superinteressante, junho de
2003, p. 50 a 54)
texto apresentado abaixo.
Nem o cientista mais ortodoxo pode negar que mexer
com equações é difícil e cansativo. Mas a ciência não deixa de
ser bonita ou agradável apenas por causa disso. A arte, apesar
de bela, também não é fácil: todo profissional sabe a dor e a
delícia de aprender bem um instrumento ou de dominar o pincel
com graça e precisão. É verdade que dificilmente alguém
espera encontrar numa equação ou num axioma as qualidades
próprias da arte, como a harmonia, a sensibilidade e a elegância.
A graça e a beleza das teorias, no entanto, sempre
tiveram admiradores - e hoje mais do que nunca, a julgar pela
quantidade de livros recentes cujo tema central é a sedução e o
encanto dos conceitos científicos. Exagero?
"As leis da física são em grande parte determinadas por
princípios estéticos", afirma o astrônomo americano Mario Livio,
do Telescópio Espacial Hubble, também autor de um livro em
que analisa a noção de beleza dentro da ciência. Ele afirma
que, quando a estética surgiu na Antigüidade, os conceitos de
beleza e de verdade eram sinônimos. Para ele, o traço de união
entre arte e ciência reside exatamente nesse ponto. "As duas
representam tentativas de compreender o mundo e de organizar
fatos de acordo com uma certa ordem. Em última instância,
buscam uma idéia fundamental que possa servir de base para
sua explicação da realidade."
Mas, se o critério estético é tão importante para o pensamento
científico, como ele se manifesta no dia-a-dia dos
pesquisadores? O diretor do Instituto de Arte de Chicago acha
que sabe a resposta. "Ciência e arte se sobrepõem naturalmente.
Ambas são meios de investigação, envolvem idéias,
teorias e hipóteses que são testadas em locais onde a mente e
a mão andam juntas: o laboratório e o estúdio", afirma.
Acredita-se que as descobertas científicas sirvam de
inspiração para os artistas, e as obras de arte ajudem a alargar
o horizonte cultural dos cientistas. Na prática, essa mistura gera
infinitas possibilidades. A celebração que artistas buscam hoje
já ocorreu diversas vezes no passado, de maneira mais ou
menos espetacular. Na Renascença, a descoberta da
perspectiva pelos geômetras encantou os pintores, que logo
abandonaram as cenas sem profundidade do período clássico e
passaram a explorar sensações tridimensionais em seus
quadros. Os arquitetos também procuravam dar às igrejas um
desenho geometricamente perfeito; acreditavam, com isso, que
criavam um portal para o mundo metafísico das idéias
religiosas.
No século XX, essa tendência voltou a crescer. A grande
preocupação dos pintores impressionistas com a luz, por
exemplo, tem muito a ver com as conquistas da ótica. A
matemática também teria influenciado a pintura do russo
Wassily Kandinsky, segundo o qual "tudo pode ser retratado por
uma fórmula matemática". Seu colega Paul Klee achou um jeito
de colocar em vários quadros alguma referência às progressões
geométricas. Bem-humorado, brincava com as idéias da matemática
dizendo que "uma linha é um ponto que saiu para
passear".
(Adaptado de Flávio Dieguez. Superinteressante, junho de
2003, p. 50 a 54)
texto apresentado abaixo.
Nem o cientista mais ortodoxo pode negar que mexer
com equações é difícil e cansativo. Mas a ciência não deixa de
ser bonita ou agradável apenas por causa disso. A arte, apesar
de bela, também não é fácil: todo profissional sabe a dor e a
delícia de aprender bem um instrumento ou de dominar o pincel
com graça e precisão. É verdade que dificilmente alguém
espera encontrar numa equação ou num axioma as qualidades
próprias da arte, como a harmonia, a sensibilidade e a elegância.
A graça e a beleza das teorias, no entanto, sempre
tiveram admiradores - e hoje mais do que nunca, a julgar pela
quantidade de livros recentes cujo tema central é a sedução e o
encanto dos conceitos científicos. Exagero?
"As leis da física são em grande parte determinadas por
princípios estéticos", afirma o astrônomo americano Mario Livio,
do Telescópio Espacial Hubble, também autor de um livro em
que analisa a noção de beleza dentro da ciência. Ele afirma
que, quando a estética surgiu na Antigüidade, os conceitos de
beleza e de verdade eram sinônimos. Para ele, o traço de união
entre arte e ciência reside exatamente nesse ponto. "As duas
representam tentativas de compreender o mundo e de organizar
fatos de acordo com uma certa ordem. Em última instância,
buscam uma idéia fundamental que possa servir de base para
sua explicação da realidade."
Mas, se o critério estético é tão importante para o pensamento
científico, como ele se manifesta no dia-a-dia dos
pesquisadores? O diretor do Instituto de Arte de Chicago acha
que sabe a resposta. "Ciência e arte se sobrepõem naturalmente.
Ambas são meios de investigação, envolvem idéias,
teorias e hipóteses que são testadas em locais onde a mente e
a mão andam juntas: o laboratório e o estúdio", afirma.
Acredita-se que as descobertas científicas sirvam de
inspiração para os artistas, e as obras de arte ajudem a alargar
o horizonte cultural dos cientistas. Na prática, essa mistura gera
infinitas possibilidades. A celebração que artistas buscam hoje
já ocorreu diversas vezes no passado, de maneira mais ou
menos espetacular. Na Renascença, a descoberta da
perspectiva pelos geômetras encantou os pintores, que logo
abandonaram as cenas sem profundidade do período clássico e
passaram a explorar sensações tridimensionais em seus
quadros. Os arquitetos também procuravam dar às igrejas um
desenho geometricamente perfeito; acreditavam, com isso, que
criavam um portal para o mundo metafísico das idéias
religiosas.
No século XX, essa tendência voltou a crescer. A grande
preocupação dos pintores impressionistas com a luz, por
exemplo, tem muito a ver com as conquistas da ótica. A
matemática também teria influenciado a pintura do russo
Wassily Kandinsky, segundo o qual "tudo pode ser retratado por
uma fórmula matemática". Seu colega Paul Klee achou um jeito
de colocar em vários quadros alguma referência às progressões
geométricas. Bem-humorado, brincava com as idéias da matemática
dizendo que "uma linha é um ponto que saiu para
passear".
(Adaptado de Flávio Dieguez. Superinteressante, junho de
2003, p. 50 a 54)
Para se realizar a edição de textos em idiomas distintos, recurso disponível no Word 2002, é necessário que o suporte a multilínguas esteja instalado. Essa instalação pode ser realizada por meio da janela Painel de controle do sistema operacional Windows que estiver em uso no computador
Caso se deseje criar parágrafos com estilo de formatação própria, a exemplo do parágrafo que contém “UNIDADES CENTRAIS”, com todas as letras maiúsculas, é possível fazê-lo por meio de opção encontrada no menu
.
Por meio de opção encontrada no menu
, é possível criar uma
tabela de endereçamento para correspondências contendo uma coluna
e várias linhas, associando cada uma dessas linhas a um endereço
diferente. O Word 2002 também permite a impressão desses endereços
em um formulário de etiquetas padrão adequadamente posicionado em
uma impressora.
Sabendo que o documento em edição contém apenas uma coluna, por meio da opção Colunas, encontrada no menu
, é possível
alterar para duas o número de colunas do documento, e, a seguir,
definir larguras e espaçamento entre elas.
Caso se deseje salvar o documento em edição em um arquivo com nome diferente de “Documento1.doc” ou em um formato de arquivo diferente de .doc, é possível fazê-lo utilizando-se opção existente no menu
.
Sabendo que o Word é um dos aplicativos incluídos no pacote Microsoft Office, é possível que a versão Word 2002 em uso seja uma atualização da versão Word 2000, realizada via download de upgrade pela Internet diretamente do sítio da Microsoft.
A partir da figura mostrada, é correto afirmar que, caso se clique o botão
, a numeração do parágrafo que contém o ponto de inserção – 3.1 – será removida do documento em edição.
Considere que o computador no qual o Word 2002 está sendo executado esteja ligado a uma intranet. Nesse caso, para permitir o uso desse aplicativo apenas por pessoas autorizadas, é suficiente inserir uma senha individual, usando-se funcionalidades disponibilizadas ao se clicar
.
Caso se deseje iniciar um novo documento, em branco, com base em modelo disponibilizado na configuração padrão do Word 2002, é possível fazê-lo por meio da opção Novo, encontrada no menu
.
Sabendo que o editor de equações não está disponível na janela Objeto, acessada por meio do menu
, então é possível instalar essa
ferramenta no Word 2002, usando-se
funcionalidades encontradas na janela aberta ao se
clicar
. Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
A especificação “RAM 512 MB” refere-se a RAM do tipo cache, que é um tipo de memória um pouco mais lenta que a RAM comum, mas possui maior capacidade de armazenamento e apresenta custo menor.
Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
O modem permite que o computador transmita e receba dados por meio da linha telefônica. Os modems mais modernos permitem uma taxa máxima de transmissão de dados de 9.600 bits por segundo.
Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
Enquanto a maioria dos mouses modernos se comunica com o computador por meio da porta paralela, a maioria das impressoras modernas se comunica com o computador por meio da porta serial.
Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
A capacidade de armazenamento do disquete de 3½" mais utilizado é superior a 1 MB.
Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
A função da expressão “8X AGP card” é indicar que a velocidade de gravação do gravador de CD-ROM é de 8X.
Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
Os discos do tipo CD-ROM em geral são capazes de armazenar uma quantidade maior de dados do que os discos do tipo DVD.
Um usuário adquiriu, pela Internet, um computador com as especificações listadas acima. Com relação a essas especificações e a conceitos de hardware e software de computadores pessoais, julgue o item a seguir.
A unidade de disco rígido possui uma capacidade de armazenamento de dados superior à capacidade de 80 discos do tipo mais comum de CD-ROM.
