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Iowa, a small midwestern state, finds itself in the national economic spotlight. For conservative commentators, Iowa has emerged as America’s tax-cutting champion, a paragon of fiscal responsibility. To critics it looks more like an example of economic recklessness.
Either way, Iowa is playing an outsized role in a bigger debate about how American states ought to manage their revenues and spending. Until a few years ago it had one of the highest income-tax rates in America. By 2026 it will be down to a flat tax of 3.9%. Iowa is far from alone. Some 25 states have cut individual income taxes over the past years. A handful, including Georgia and Idaho, are shifting to a flat tax. And a few others want to eliminate their income taxes altogether.
Virtually all states, regardless of political make-up, have lowered their citizens’ tax bills since 2021. Overall, this has been a rough decline in states’ tax revenues during this time, the steepest such reduction in at least four decades. But the most aggressive moves have been cuts to income taxes, and Iowa has been at the forefront of these efforts.
The Economist. A tax-cutting wave is sweeping over America’s states.
Internet:
Based on the ideas of the preceding text and on its linguistic aspects, judge the following item.
Iowa, a small midwestern state, finds itself in the national economic spotlight. For conservative commentators, Iowa has emerged as America’s tax-cutting champion, a paragon of fiscal responsibility. To critics it looks more like an example of economic recklessness.
Either way, Iowa is playing an outsized role in a bigger debate about how American states ought to manage their revenues and spending. Until a few years ago it had one of the highest income-tax rates in America. By 2026 it will be down to a flat tax of 3.9%. Iowa is far from alone. Some 25 states have cut individual income taxes over the past years. A handful, including Georgia and Idaho, are shifting to a flat tax. And a few others want to eliminate their income taxes altogether.
Virtually all states, regardless of political make-up, have lowered their citizens’ tax bills since 2021. Overall, this has been a rough decline in states’ tax revenues during this time, the steepest such reduction in at least four decades. But the most aggressive moves have been cuts to income taxes, and Iowa has been at the forefront of these efforts.
The Economist. A tax-cutting wave is sweeping over America’s states.
Internet:
Based on the ideas of the preceding text and on its linguistic aspects, judge the following item.
Even though both forms are used to indicate an action in the
past, replacing “have lowered” (first sentence of the third
paragraph) with lowered would make the sentence
grammatically wrong.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
Caso se suprimisse a vírgula logo após a palavra “pioneiro”
(terceiro período do segundo parágrafo), não haveria
prejuízo da correção gramatical nem da coerência textual
embora o sentido original do texto fosse alterado.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
A supressão do acento indicativo de crase em “às leis da
física” (segundo período do primeiro parágrafo) prejudicaria
a correção gramatical do texto.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
O último período do texto é construído com base na tipologia
argumentativa.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
Conforme as ideias do texto, a distinção entre mente e corpo
como objetos de estudo já era conhecida desde a
Antiguidade, mas apenas com René Descartes essa distinção
foi teorizada e difundida.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
Conclui-se da leitura do texto que seu autor tem uma visão
negativa do trabalho de Descartes, o que se comprova pelo
emprego, no terceiro período do segundo parágrafo, do
adjetivo “reducionista” e da expressão “análise mecânica da
mente humana”.
A ideia de que a mente pertence a um domínio separado, distinto do corpo, foi teorizada bem cedo, em grandes textos como o Fédon, de Platão (IV a.C.) e a Suma teológica, de Tomás de Aquino (1265-1274), um texto fundador da concepção cristã da alma. Mas foi o filósofo francês René Descartes (1596-1650) quem estabeleceu aquilo que é hoje conhecido como dualismo: a tese de que a mente dotada de consciência é feita de uma substância imaterial que não está sujeita às leis da física.
Ridicularizar Descartes tornou-se moda em neurociência. Depois da publicação, em 1994, de O erro de Descartes, o best-seller de Antonio Damasio, muitos manuais contemporâneos que tratam de consciência passaram a criticar Descartes, alegando que ele teria atrasado a pesquisa em neurociência. A verdade, porém, é que Descartes foi um cientista pioneiro, fundamentalmente um reducionista, cuja análise mecânica da mente humana, muito à frente de seu tempo, foi o primeiro exercício de biologia sintética e de modelagem teórica. O dualismo de Descartes não foi um capricho de momento — fundamentava-se em um argumento lógico que afirmava a impossibilidade, para qualquer máquina, de imitar a liberdade da mente consciente.
Stanislas Dehaene. É assim que pensamos: como o cérebro
trabalha para tomarmos consciência do mundo. Trad.: Rodolfo Ilari.
São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 12 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.
No primeiro período do segundo parágrafo, a oração
“Ridicularizar Descartes” funciona como complemento da
forma verbal “tornou-se”.
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
Nesse contexto, marque a opção que apresenta uma ferramenta do Adobe Creative Cloud e sua correta utilidade.
A respeito do WebP, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Com perdas, sem perda e transparência, há suporte para imagens WebP animadas, que podem fornecer tamanhos reduzidos em comparação com GIF e APNG.
( ) Permite metadados do tipo EXIF, mas não suporta o padrão XMP (usados por câmeras, por exemplo).
( ) Uma das maneiras de detectar a compatibilidade de um navegador com o WebP é por meio da biblioteca JavaScript Modernizr.
As afirmativas são, respectivamente,
Assinale a opção a seguir que representa o método de compressão de imagens descrito acima.
Em relação ao Figma, é correto afirmar que
A respeito do Sketch, é correto afirmar que
Diante desse cenário, assinale a opção que não corresponde a um tipo de layout alternativo no Joomla.
( ) Elementos não textuais essenciais para o entendimento do que é exibido na tela devem ter uma alternativa textual, enquanto que elementos meramente decorativos devem ser ignorados por recursos de tecnologia assistiva.
( ) É recomendado evitar o uso de mais de um componente de formulário por linha em uma aplicação.
( ) Elementos interativos e de interface do usuário devem ter rótulos que descrevem o elemento e sua funcionalidade, mas não o estado ou operação do mesmo.
As afirmativas são, respectivamente,
Com relação ao emprego do JavaScript no Joomla, avalie as seguintes possibilidades:
I. Somente um framework JavaScript é fornecido como parte do Joomla 3.x: jQuery.
II. Há duas formas de incluir um arquivo JavaScript externo usando o Joomla! API: o método addScript da classe JDocument e o método script da classe JHTML.
III. O framework Mootools está obsoleto e será removido na versão 4 do Joomla.
Está correto o que se apresenta em
Dessa forma, é possível optar por mostrar ou ocultar essas estruturas dependendo da página que o usuário está acessando. Face a essa conjuntura, assinale a opção que possui o elemento do Joomla especificado acima.
Nesse contexto, considerando as limitações de processamento de dispositivos móveis, para monitorar mudanças no tamanho da janela, poderíamos