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Q402431 Matemática
Um consumidor introduziu um objeto dentro da caixa acoplada de uma descarga, o que provocou uma economia de 600 mL de água a cada descarga. Supondo que 1 000 000 de consumidores façam o mesmo, num dia em que cada um desses consumidores der 3 descargas, a economia de água será de
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Q402430 Matemática
O Sr. José gastou 5% de seu salário com a conta de água, 10% com a conta de luz e 32% no mercado. Sendo o total dessas despesas R$ 1.410,00, pode-se afirmar que, com a conta de água, ele gastou
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Q402429 Matemática
A tabela a seguir mostra o tempo, aproximado, que um professor leva para elaborar cada questão de matemática.

       QUESTÃO (DIFICULDADES)          TEMPO (MINUTOS)
                     Fácil                                                  8
                     Média                                               10
                     Difícil                                                15
                  Muito difícil                                        20

O gráfico a seguir mostra o número de questões de matemática que ele elaborou.

imagem-017.jpg

O tempo, aproximado, gasto na elaboração dessas questões foi
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Q402428 Matemática
O dono de uma construtora paga seus funcionários conforme a dificuldade e a produtividade de cada serviço. No mês passado, Felipe recebeu o dobro de Cláudio, e Cláudio recebeu o triplo de Francisco. Se, juntos, os três receberam R$ 7.500,00, Felipe recebeu
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Q402427 Matemática
Uma mesa de reuniões, retangular, mede 1,8 m de largura por 3,6 m de comprimento. A área dessa mesa foi dividida igualmente entre quatro pessoas. Cada uma das pessoas ocupa uma área de
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Q402426 Matemática
A tabela a seguir mostra as corridas que um taxista fez em uma semana.

Para que a média de corridas de segunda a sexta-feira, nessa semana, seja de 20 corridas, o número de corridas que ele fez na sexta-feira foi

SEMANA (DIAS)            CORRIDAS
segunda-feira                        16  terça-feira                              18  quarta-feira                           15  quinta-feira                           27  sexta-feira                               ?
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Q402425 Matemática
O preço de um livro é R$ 50,00 à vista, em dinheiro. Pagando com cheque pré-datado, esse preço aumenta em 3% e, se parcelado no cartão de crédito, esse valor aumenta em 10%.

A diferença entre o pagamento parcelado no cartão ou o pagamento em cheque é de
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Q402424 Matemática
A expectativa de vida do Sr. Joel é de 75 anos e, neste ano, ele completa 60 anos. Segundo esta expectativa, pode-se afirmar que a fração de vida que ele já viveu é
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Q402423 Matemática
Fernanda divide as despesas de um apartamento com suas amigas. A Fernanda, coube pagar a conta de água a cada três meses, a conta de luz a cada dois meses e o aluguel a cada quatro meses. Sabendo-se que ela pagou as três contas juntas em março deste ano, esses três pagamentos irão coincidir, novamente, no ano que vem, em
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Q402419 Português
Assinale a alternativa em que o acento indicador da crase e a colocação dos pronomes estão de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
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Q402418 Português
        O sistema educativo tem por missão preparar as pessoas para um papel social. É de fato no dia a dia, na sua atividade profissional, cultural, de consumidor, que cada membro da coletividade deve assumir as suas responsabilidades em relação aos outros. Há, pois, que preparar cada pessoa para esta participação, mostrando-lhe os seus direitos e deveres, mas também desenvolvendo as suas competências sociais.

                                                (new.netica.org.br - Acesso em 04.04.2014 - Adaptado)


No trecho – Há, pois, que preparar cada pessoa para esta participação, mostrando-lhe os seus direitos e deveres... – a palavra destacada estabelece sentido de
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Q402415 Português
A pontuação está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
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Q402413 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


Assinale a alternativa que apresenta palavras em sentido figurado.
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Q402412 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


No trecho – ... a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias... – a palavra destacada apresenta sentido contrário de
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Q402411 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


No trecho – ... descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”. – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q402410 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


Considerando o título do texto – Cidadania, essa raridade – pode-se afirmar que o autor, em relação à cidadania,
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Q402409 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


Segundo o texto, ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais ou governamentais,
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Q402408 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


O autor acredita que o melhor caminho para sairmos da ignorância e do atraso é a
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Q402407 Português
                                Cidadania, essa raridade

        Todos deveríamos ser cidadãos. Desde o início dos tempos. Mas, ainda hoje, se fosse possível contar individualmente as pessoas deste planeta que vivem na plenitude de seus direitos (civis, sociais, políticos), descobriríamos, estarrecidos, que o ser humano ainda não faz justiça à qualificação de “animal racional”.
        Definitivamente, a cidadania não está ao alcance de todos, nem de quase todos. O que é preciso para termos um mundo habitado só por cidadãos? Antes de mais nada, educação, um bem público, um dever do Estado. É a educação que vai libertar o indivíduo da pré-história, tirando-o do atraso e da ignorância. Educado, o ser humano terá pela frente um horizonte de conhecimentos que lhe permitirá adquirir consciência de seus direitos fundamentais (e lutar por eles, para si e para os outros).
        É preciso que o ser humano desperte para seus direitos, faça valer o que está nas constituições, porque é nelas que estão expressos esses direitos humanos que não chegam a todos os cidadãos.
        Nem tudo está perdido, porém. Bem ou mal, aos trancos ou barrancos, o que se percebe no mundo é que a tal consciência da cidadania se expande por todos os cantos, ampliando o território dos direitos e garantias, seja através de ações isoladas, de ONGs e movimentos sociais e até mesmo de participações governamentais.
        Algum dia, cada indivíduo deste planeta terá se tornado um cidadão. Resta saber quando será esse dia no calendário da desigualdade social.

                                (Carlos Eduardo Novaes. Cidadania para Principiantes. 2012. Adaptado)


De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Ano: 2013 Banca: Quadrix Órgão: CRF-RS
Q1233977 Português
Indústria farmacêutica acompanha disputa nos EUA
O setor farmacêutico brasileiro acompanha uma disputa que chegou à Suprema Corte nos Estados Unidos.
O FTC (Federal Trade Commission, órgão norte­-americano responsável pela defesa da concorrência) questiona uma prática que envolve o mercado de medicamentos de marcas e genéricos.
A indústria de remédios de marca, dona das patentes, remunera as concorrentes fabricantes de genéricos para que permaneçam por mais tempo fora do mercado. O sistema é conhecido como "pay for delay".
O FTC avalia que o atraso na entrada do competidor genérico, que poderia oferecer preços mais baixos, prejudica o consumidor.
Não existe paralelo no Brasil, segundo afirma Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma (sindicato do segmento).
Os dois lados no país, porém, também estão atentos a possíveis parcerias semelhantes por aqui, de acordo com especialistas.
Por ora, há empresas que antecipam a liberação de suas patentes para um fabricante de genérico com exclusividade, segundo a entidade do setor, a PróGenéricos.
"É tradicional neste setor que a primeira empresa a lançar a cópia ocupe a liderança de vendas", diz Teima Salles, presidente da entidade.
O caso recente mais relevante ocorreu há cerca de três anos, com o medicamento Lípitor, que envolveu Pfizer e Eurofarma, de acordo com a PróGenéricos.
Atualmente, três moléculas de síntese química, cujas patentes expiram ao longo deste ano, possuem "grande potencial" para atrair acordos bilaterais entre laboratórios e genéricos antes da expiração, segundo a entidade. São elas a ezetimiba, para colesterol, a sirolimus, para transplantados, e a nelfinavir, usada no coquetel para tratar Aids. 
Sobre a forma verbal "remunera", que aparece em destaque no terceiro parágrafo, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
6821: C
6822: A
6823: D
6824: E
6825: D
6826: E
6827: A
6828: C
6829: B
6830: E
6831: B
6832: A
6833: C
6834: B
6835: E
6836: A
6837: C
6838: C
6839: B
6840: E