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Q951100 Português

                                         [Um documentário britânico]


      No início dos anos 1980, uma equipe da TV BBC britânica veio ao Brasil gravar um documentário sobre as condições de vida numa favela do Rio de Janeiro. A ideia era mostrar de forma hiper-reaiista, no melhor estilo “câmera invisível” da tradição anglo-americana de reportagem, um dia na vida de uma jovem favelada. A intenção era explorar ao máximo as chagas abertas e a penúria do dia a dia na favela, as condições aviltantes da vida no morro.

      Acontece que a eleita para servir de fio condutor do programa personificava a negação viva de toda a carga de sombra e amargura que o registro clínico de seu cotidiano na favela nos faria esperar dela. A moça, porém, em meio à pobreza, irradiava uma energia alegre e espontânea, uma satisfação íntima consigo mesma e uma sensualidade exuberante que jamais se encontrariam numa inglesa de sua idade, não importando a classe social. Embora tivesse razões de sobra para queixar-se do destino e viver na mais espessa melancolia, ela esbanjava alegria de viver por todos os poros e arrancava luz das trevas com sua vitalidade interior.

      Inesquecível é a cena em que a moça ia buscar água numa bica distante de casa e, para o desconcerto da equipe da BBC, voltava carregando o balde pesado equilibrado na cabeça e... cantando! A relação assim estabelecida entre o barraco pobre e objetivo e o alegre palácio interior dá o que pensar. Pelo menos terá feito pensar muito os jornalistas britânicos que vieram para fazer uma reportagem e fizeram outra.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 160-161)

Estes dois segmentos expressam comportamentos ou atributos relativos à jovem moradora da favela não previstos pelos jornalistas britânicos:
Alternativas
Q951099 Português

                                         [Um documentário britânico]


      No início dos anos 1980, uma equipe da TV BBC britânica veio ao Brasil gravar um documentário sobre as condições de vida numa favela do Rio de Janeiro. A ideia era mostrar de forma hiper-reaiista, no melhor estilo “câmera invisível” da tradição anglo-americana de reportagem, um dia na vida de uma jovem favelada. A intenção era explorar ao máximo as chagas abertas e a penúria do dia a dia na favela, as condições aviltantes da vida no morro.

      Acontece que a eleita para servir de fio condutor do programa personificava a negação viva de toda a carga de sombra e amargura que o registro clínico de seu cotidiano na favela nos faria esperar dela. A moça, porém, em meio à pobreza, irradiava uma energia alegre e espontânea, uma satisfação íntima consigo mesma e uma sensualidade exuberante que jamais se encontrariam numa inglesa de sua idade, não importando a classe social. Embora tivesse razões de sobra para queixar-se do destino e viver na mais espessa melancolia, ela esbanjava alegria de viver por todos os poros e arrancava luz das trevas com sua vitalidade interior.

      Inesquecível é a cena em que a moça ia buscar água numa bica distante de casa e, para o desconcerto da equipe da BBC, voltava carregando o balde pesado equilibrado na cabeça e... cantando! A relação assim estabelecida entre o barraco pobre e objetivo e o alegre palácio interior dá o que pensar. Pelo menos terá feito pensar muito os jornalistas britânicos que vieram para fazer uma reportagem e fizeram outra.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 160-161)

O objetivo que trouxe ao Rio de Janeiro os profissionais da BBC
Alternativas
Q272527 Arquitetura
Na avaliação e benfeitorias urbanas devem ser levados em consideração os seguintes elementos:

I. finalidade;

II. características construtivas;

III. conservação;

IV. obsoletismo físico.

É correto o que consta em
Alternativas
Q272526 Arquitetura
A viga de madeira colocada no respaldo de paredes, com a função de distribuir as cargas concentradas provenientes de tesouras, de vigas principais ou de outras peças de madeira da estrutura, é denominada:
Alternativas
Q272525 Arquitetura
A camada anódica formada eletroliticamente sobre a superfície do alumínio, denominada anodização, assegura uma proteção eficiente desse material contra as intempéries, conferindo-lhe paralelamente aspecto uniforme e mais estético. A espessura da camada anódica para atmosfera rural praticamente sem poluição industrial ou marítima, ou atmosfera urbana moderada, longe do mar, será em micrômetros da classe:
Alternativas
Q272524 Arquitetura
Na produção e montagem de estruturas metálicas, os componentes que participam de uma solda por meio de arco voltaico são:

I. eletricidade;

II. calor;

III. escória;

IV. gases.

É correto o que consta em
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Q272523 Arquitetura
Para fins de projeto e execução de fundações, são necessárias investigações geotécnicas locais do terreno (solo ou rocha ou mistura de ambos), abrangendo:

I. sondagens de reconhecimento e sondagens para a retirada de amostras deformadas e descomprimidas;

II. ensaios exclusivamente de penetração dinâmica;

III. realização de provas de carga;

IV. medições de nível de água e de pressão dinâmica ou por capilaridade.

É correto o que consta em
Alternativas
Q272522 Arquitetura
No sistema de qualidade, aplicável à organização do canteiro e execução de obras, destaca-se a necessidade de políticas e organização, tais como:

I. responsabilidade e organização da empresa para a qualidade;

II. registros de qualidade e arquivo técnico;

III. plano de qualidade de obras;

IV. tratamento de não conformidades e ações corretivas.

É correto o que consta em
Alternativas
Q272521 Arquitetura
A ligação entre o sistema de proteção de descargas atmosféricas (SPDA) e as instalações metálicas, destinada a reduzir as diferenças de potencial causadas pela corrente de descarga atmosférica, é denominada:
Alternativas
Q272520 Arquitetura
As instalações prediais de água fria devem ser projetadas de modo que, durante a vida útil do edifício que as contém, atendam aos seguintes requisitos:

I. preservar a turbidez da água;

II. garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quantidade adequada e com pressões de até 90 mca e velocidades de até 0,65 m/s, compatíveis com o perfeito funcionamento dos aparelhos sanitários, peças de utilização e demais componentes;

III. evitar níveis de ruído acima de 60 dBa, inadequados à ocupação do ambiente;

IV. proporcionar conforto aos usuários, prevendo peças de utilização adequadamente localizadas, de fácil operação, com vazões satisfatórias e atendendo as demais exigências do usuário.

É correto o que consta em
Alternativas
Q272519 Arquitetura
O refluxo de água usada, proveniente de um reservatório, aparelho sanitário ou de qualquer outro recipiente, para o interior de uma tubulação, devido à sua pressão ser inferior à atmosférica, é denominado
Alternativas
Q272518 Arquitetura
Podem ser utilizadas as seguintes fontes para sistema de alimentação elétrica para serviços de segurança:

I. baterias;

II. magnetos e eletroímãs em série;

III. geradores independentes da alimentação normal;

IV. ramais separados da rede de distribuição, efetivamente independentes da alimentação normal.

É correto o que consta em
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Q272517 Arquitetura
Para permitir aos usuários entrar no elevador e dele sair sem empecilhos, o tempo de porta aberta deve ser inicialmente ajustado para 5 s. O sistema de controle deve possibilitar que o tempo de porta aberta (t) seja ajustável entre:
Alternativas
Q272516 Arquitetura
Considera-se junta de concretagem parcial aquela em que a redução da espessura, em relação à seção de concreto, seja igual ou maior a
Alternativas
Q272515 Arquitetura
Quanto às Normas de segurança de edificações e de saídas de emergência, os acessos devem:

I. permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes do prédio;

II. permanecer desobstruídos em todos os pavimentos;

III. ter pé-direito mínimo de 2,50 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,00 m;

IV. ser sinalizados e iluminados com indicação clara do sentido da saída.

É correto o que consta em
Alternativas
Q272514 Arquitetura
O uso real ou uso previsto de uma edificação ou parte dela, para abrigo e desempenho de atividades de pessoas ou proteção de animais e bens, é denominado de
Alternativas
Q272513 Arquitetura
São escalas de desenho permitidas pela Norma NBR 8.196/1999:

I. 1:125

II. 1:75

III. 1:225

IV. 1:100

É correto o que consta em
Alternativas
Q272512 Arquitetura
A representação gráfica no desenho da característica do elemento, através de linhas, símbolos, notas e valor numérico numa unidade de medida, é denominada:
Alternativas
Q272511 Arquitetura
Na falta de indicações específicas, a Norma Brasileira estabelece, para fins do cálculo de condicionamento de ar para a cidade de Recife (PE), as seguintes condições do ar exterior, consideradas simultaneamente as temperaturas do termômetro de bulbo seco (TBS), do termômetro de bulbo úmido (TBU), bem como a temperatura máxima (Tmax):

I. TBS = 30 °C

II. TBS = 32 °C

III. TBU = 26 °C

IV. Tmax = 32,6 °C

É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q272510 Arquitetura
Recomenda-se, pela Norma pertinente, que nos projetos de ar condicionado a velocidade média do ar (Vm), ao nível 1,5 m, esteja dentro do parâmetro:
Alternativas
Respostas
221: E
222: C
223: B
224: C
225: D
226: A
227: C
228: D
229: C
230: A
231: E
232: A
233: E
234: B
235: C
236: D
237: E
238: C
239: A
240: D