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• número reduzido de mitocôndrias funcionais;
• acúmulo de proteínas mal enoveladas no retículo endoplasmático rugoso;
• dilatação do complexo golgiense com excesso de vesículas;
• aumento de radicais livres no citoplasma.
Em relação às organelas citoplasmáticas envolvidas nesse quadro, considere as afirmativas a seguir.
I. A redução no número de mitocôndrias funcionais compromete a fosforilação oxidativa, diminuindo a produção de adenosina trifosfato (ATP) e prejudicando processos como a secreção de proteínas e a manutenção do potencial de membrana.
II. O acúmulo de proteínas mal enoveladas no retículo endoplasmático rugoso desencadeia a chamada resposta de estresse do retículo, que pode levar à ativação de vias apoptóticas caso o reparo celular seja insuficiente.
III. A dilatação do complexo golgiense indica que essa organela passou a desempenhar papel direto na síntese de adenosina trifosfato (ATP), substituindo parcialmente a função das mitocôndrias.
IV. O excesso de radicais livres no citoplasma demonstra falha do retículo endoplasmático liso, responsável por neutralizar espécies reativas de oxigênio no interior celular.
Assinale a alternativa correta.
Sobre o sistema ABO nesse cruzamento, assinale a alternativa correta.
Sobre os ciclos biogeoquímicos, assinale a alternativa correta.
E quando o seu corpo de dois mil e trezentos quilos– tomado por uma infecção generalizada– segue para o descanso da morte, ainda ostenta, intocado, o cobiçado chifre que fez dele um alvo por toda sua vida. Sudan é o último macho dos rinocerontes brancos do norte. Mas o seu sêmen congelado ainda é esperança de rebentos. Multiplicados, alimentarão a lenta e difícil tentativa de reverter a extinção da subespécie. Se os caçadores não se reproduzirem como pragas, se a cobiça não caminhar mais rápido que a ciência, se todos os obstáculos forem superados, talvez seja possível repovoar a savana.
(Kriemler, C. O sêmen do rinoceronte branco. São Paulo: Patuá Editora. 2020, p. 30.)
O caso de Sudan inspirou pesquisas de reprodução assistida que também têm paralelo na saúde humana, em que técnicas como fertilização in vitro e inseminação artificial são utilizadas para superar dificuldades reprodutivas.
Sobre os tipos de reprodução e as técnicas envolvidas nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Sobre esse fenômeno, assinale a alternativa correta.
Sobre esse debate histórico, assinale a alternativa correta.
(Eduardo Srur. PETS, 2008. Intervenção urbana nas margens do rio Tietê, em São Paulo (SP).)
Com base na imagem, nos conhecimentos sobre arte contemporânea e sobre a produção do artista Eduardo Srur, assinale a alternativa correta.
O neoconcreto, nascido de uma necessidade de exprimir a complexa realidade do homem moderno dentro da linguagem estrutural da nova plástica, nega a validez das atitudes cientificistas e positivistas e marte e repõe o problema da expressão, incorporando as novas dimensões “verbais” criadas pela arte não figurativa construtiva [...] Não concebemos a obra de arte nem como “máquina” nem como “objeto”, mas como um quasi corpus, isto é, um ser cuja realidade não se esgota nas relações exteriores de seus elementos.
(Manifesto Neoconcreto [Texto publicado, originalmente, em 1959 no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil].)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre Neoconcretismo brasileiro, relacione o nome dos artistas, na coluna da esquerda, com a obra de arte de sua autoria, na coluna da direita.
(I) Amilcar de Castro
(II) Hélio Oiticica
(III) Lygia Clark
(IV) Lygia Pape
(A)
(B)
(C)
(D)
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Com base no TO de Boal, considere as afirmativas a seguir.
I. Com jogos e exercícios cênicos, objetiva gerar a catarse em atores e não atores por meio da opressão e violência máxima de seus limites corporais e morais.
II. Método composto por exercícios e jogos teatrais que busca a desmecanização física e intelectual dos atores e não atores.
III. Importa dar acesso ao universo teatral às camadas sociais menos favorecidas, a fim de transformar a realidade por meio do diálogo e da representação teatral.
IV. Une a prática dos palcos com a sua teoria para conceber uma dramaturgia política.
Assinale a alternativa correta.
(Robert Morris. Sem título, 1965. 243,8 x 243,8 x 60,9 cm)
Com base na imagem, nos conhecimentos sobre o Minimalismo americano e a produção do artista Robert Morris (1931-2018), assinale a alternativa correta.
(Eleonore Koch. Mesa com flores e bule, 1971. Têmpera sobre tela. 50,5 x 58,5 cm)
Sobre as características da pintura da artista brasileira Eleonore Koch (1926-2018), considere as afirmativas a seguir.
I. Abstracionista lírica, com forte uso de tintas provenientes do universo da indústria.
II. Abstracionista geométrica, com o emprego de planos que criam profundidade ilusionista.
III. Figurativa, com a presença de objetos representados de forma sintética.
IV. Pinceladas marcadas, com o uso de procedimentos artesanais na fatura da tinta.
Assinale a alternativa correta.
Observe a imagem a seguir.

(Artemísia Gentileschi. Judith e Holofernes, 1620-1621. Óleo sobre tela. 199 x 162,5 cm)
Sobre o Barroco Europeu e a pintura da artista italiana Artemísia Gentileschi (1593-1653), considere as afir mativas a seguir.
I. Tema de natureza narrativa.
II. Representação de momento dramático.
III. Uso calculado e contrastante da luz e da sombra.
IV. Racionalização que inibe a expressão dos sentimentos humanos.
Assinale a alternativa correta.
Primeiro foi o futurismo, e hoje o senso comum identifica ‘moderno’ como sinônimo do que há de mais contemporâneo. Mas, no que se refere a arte, moderno é uma coisa, e contemporâneo, outra. Moderno é o nome de um movimento com características particulares que nasceu na Europa, com variados desdobramentos por quase todos os países do Ocidente, e que entrou em crise a partir da década de 1950. A partir daí, foi sendo substituído por um conjunto de manifestações que, cada qual dotada de peculiaridades, foram, na falta de um nome melhor, reunidas sob a etiqueta simples e genérica de arte contemporânea.
(FARIAS, Agnaldo. Arte brasileira hoje. São Paulo: Publifolha, 2002. p. 13.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre arte contemporânea brasileira, relacione o nome das artistas, na coluna da esquerda, com dados sobre as suas produções artísticas, na coluna da direita.
(I) Adriana Varejão
(II) Brígida Baltar
(III) Rosana Paulino
(IV) Rosângela Rennó
(A) Suas produções abordam, de forma crítica e por meio de diversas linguagens, questões relacionadas ao racismo, à ancestralidade e à escravidão do povo negro.
(B) Entre coletas de neblina, de orvalho e de maresia, a artista carioca marca a cena da arte contemporânea brasileira por meio de intensos envolvimentos com a paisagem.
(C) Conhecida como fotógrafa que não fotografa, a produção desta artista se vale da apropriação de acervos fotográficos públicos e particulares, articulando-os com memórias afetivas, sociais e políticas.
(D) Por meio da representação de azulejos portugueses recheados de vísceras, a artista retoma feridas que dizem respeito ao processo de colonização do Brasil.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
(Maria Martins. Glebe-ailes, 1944. Bronze. 55,60 x 115,30 cm)
Sobre a imagem acima, a linguagem escultórica e a produção artística de Maria Martins (1894-1973), considere as afirmativas a seguir.
I. Linguagem tridimensional que utiliza formas orgânicas não naturalistas.
II. Formas bidimensionais com o emprego de gestos precisos a fim de representar corpos humanos deforma naturalista.
III. O hiper-realismo é expresso em formas modeladas e esculpidas, primeiramente em gesso, e posteriormente impressas em 3D por meio de recursos tecnológicos.
IV. Volumes tridimensionais que buscam expressão a partir da representação estilizada de seres híbridos.
Assinale a alternativa correta.
(I) Anita Malfatti
(II) Emiliano Di Cavalcanti
(III) Tarsila do Amaral
(IV) Victor Brecheret
(A) Espécie de cronista visual da cidade do Rio de Janeiro em sua época, retratou em seus desenhos e pinturas pessoas em ambientes boêmios e marginalizados.
(B) Sua pintura dialogou com várias vanguardas europeias, constituindo fases nomeadas como Pau-Brasil, Antropofágica e Social.
(C) Tendo formação artística na Europa e nos Estados Unidos, quando retorna ao Brasil, com desenhos e pinturas de cunho expressionista, recebe crítica ferrenha do escritor Monteiro Lobato.
(D) Suas esculturas, em grande parte figurativas, apresentam estilizações formais por meio de sintetismos, com base geométrica.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.

I. Aplicação de esterco animal como fertilizante pode introduzir fármacos veterinários no sistema hídrico.
II. Estações de tratamento conseguem isolar completamente os fármacos no lodo, impedindo sua dispersão.
III. Medicamentos consumidos são totalmente metabolizados pelo organismo humano antes da excreção.
IV. Medicamentos descartados incorretamente no lixo ou no vaso sanitário podem parar no abastecimento de água.
Assinale a alternativa correta.

( )Os fármacos presentes no abastecimento hídrico são reconhecidos pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA como uma ameaça potencial.
( ) A legislação atual norte-americana estabelece limites seguros para o descarte de fármacos em redes de esgoto
( ) Pesquisadores analisam os impactos dos resíduos de fármacos na água sobre a saúde humana e o meio ambiente.
( ) Estudos indicam que a contaminação por fármacos e hormônios ocorre de forma esporádica, sem impacto significativo nas regiões metropolitanas.
( ) A maioria das amostras de rios contém produtos farmacêuticos em concentrações muito pequenas, mas que representam risco potencial para organismos aquáticos.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
One of myfavorite scenes in writer/director James Gunn’s energetic but scattershot “Superman” is also one of the simplest. Rachel Brosnahan’s Lois Lane comes home to her apartment and finds David Corenswet’s Clark Kent cooking her “breakfast for dinner” as a surprise to celebrate their three-month anniversary.
Clark says that’s her favorite. your favorite. Lois says no—that’s They’re in that awkward and halting but sweet start-up period in a relationship, where one of them is ahead of the other in terms of making a commitment and they’re still getting to know each other. Oh, and then there’s the fact that Clark is Superman, and Clark Kent, the Daily Planet journalist, keeps getting exclusive, friendly interviews with Superman, but Clark agrees to give Lois an on-the-record interview with Superman. The result is a clearly written, well-performed conversation that feels like a funny romantic comedy with serious undertones, as Lois asks Superman fair but tough questions about the ethics of his decision to end a coming war in a foreign land without the approval of the United States government. Good stuff. There are a number of well-executed, dialogue-driven scenes mixed with the explosive CGI battles, the existential drama and the laugh-out-loud cameos, and writer/director Gunn admirably focuses on showing Superman as the embodiment of the classic American immigrant story—but this first entry in the new DC Universe left me with a cinematic fast-food vibe. You enjoy the flavors well enough, but you’re left feeling as if you’ve consumed a familiar, empty-calorie (relatively) Happy Meal. Despite the sincere and strong performances by Corenswet and Brosnahan, and plenty of colorful turns by the talented supporting cast, the fantastical elements of the Gods and Monsters universe come across as leftovers from Gunn’s “Guardians of the Galaxy” films and the battle sequences feel like fast-edited, unoriginal copies of fight scenes from dozens of other superhero movies. We’re left with a decent but not great take on “Superman” that, at times, will remind you of the 1978 version, but doesn’t quite match it for pure pop entertainment value. As for Corenswet, he makes for a charming Superman, but he can’t quite match the movie star power of Christopher Reeve, nor does he have the unsettling, laser-focused ferocity of Henry Cavill. We’ve had nearly a dozen versions of Superman on screens big and small through the decades—and for that matter, about the same number of Lex Luthors. This latest version makes for enjoyable-enough popcorn entertainment, but ultimately leaves us wondering: was it even necessary?

Superman
Action
130 minutes · PG-13 · 2025
Richard Roeper
July 8, 2025
5 min read
(Adaptado de ROEPER, Richard. Superman. In RogerEbert.com (ONLINE), 8 jul. 2025.)
(Disponível em:
I. A metáfora do “fast-food” serve para destacar a contradição entre qualidade técnica e profundidade narrativa.
II. A associação com o “Happy Meal” sugere que, embora o filme seja divertido, ele se caracteriza pela falta de originalidade.
III. A metáfora sugere que o filme é saboroso e memorável, deixando uma experiência única no espectador.
IV. A expressão “cinematic fast-food vibe” sugere que o filme usa ação e humor para criticar a sociedade norte-americana.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
One of myfavorite scenes in writer/director James Gunn’s energetic but scattershot “Superman” is also one of the simplest. Rachel Brosnahan’s Lois Lane comes home to her apartment and finds David Corenswet’s Clark Kent cooking her “breakfast for dinner” as a surprise to celebrate their three-month anniversary.
Clark says that’s her favorite. your favorite. Lois says no—that’s They’re in that awkward and halting but sweet start-up period in a relationship, where one of them is ahead of the other in terms of making a commitment and they’re still getting to know each other. Oh, and then there’s the fact that Clark is Superman, and Clark Kent, the Daily Planet journalist, keeps getting exclusive, friendly interviews with Superman, but Clark agrees to give Lois an on-the-record interview with Superman. The result is a clearly written, well-performed conversation that feels like a funny romantic comedy with serious undertones, as Lois asks Superman fair but tough questions about the ethics of his decision to end a coming war in a foreign land without the approval of the United States government. Good stuff. There are a number of well-executed, dialogue-driven scenes mixed with the explosive CGI battles, the existential drama and the laugh-out-loud cameos, and writer/director Gunn admirably focuses on showing Superman as the embodiment of the classic American immigrant story—but this first entry in the new DC Universe left me with a cinematic fast-food vibe. You enjoy the flavors well enough, but you’re left feeling as if you’ve consumed a familiar, empty-calorie (relatively) Happy Meal. Despite the sincere and strong performances by Corenswet and Brosnahan, and plenty of colorful turns by the talented supporting cast, the fantastical elements of the Gods and Monsters universe come across as leftovers from Gunn’s “Guardians of the Galaxy” films and the battle sequences feel like fast-edited, unoriginal copies of fight scenes from dozens of other superhero movies. We’re left with a decent but not great take on “Superman” that, at times, will remind you of the 1978 version, but doesn’t quite match it for pure pop entertainment value. As for Corenswet, he makes for a charming Superman, but he can’t quite match the movie star power of Christopher Reeve, nor does he have the unsettling, laser-focused ferocity of Henry Cavill. We’ve had nearly a dozen versions of Superman on screens big and small through the decades—and for that matter, about the same number of Lex Luthors. This latest version makes for enjoyable-enough popcorn entertainment, but ultimately leaves us wondering: was it even necessary?

Superman
Action
130 minutes · PG-13 · 2025
Richard Roeper
July 8, 2025
5 min read
(Adaptado de ROEPER, Richard. Superman. In RogerEbert.com (ONLINE), 8 jul. 2025.)
(Disponível em:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
One of myfavorite scenes in writer/director James Gunn’s energetic but scattershot “Superman” is also one of the simplest. Rachel Brosnahan’s Lois Lane comes home to her apartment and finds David Corenswet’s Clark Kent cooking her “breakfast for dinner” as a surprise to celebrate their three-month anniversary.
Clark says that’s her favorite. your favorite. Lois says no—that’s They’re in that awkward and halting but sweet start-up period in a relationship, where one of them is ahead of the other in terms of making a commitment and they’re still getting to know each other. Oh, and then there’s the fact that Clark is Superman, and Clark Kent, the Daily Planet journalist, keeps getting exclusive, friendly interviews with Superman, but Clark agrees to give Lois an on-the-record interview with Superman. The result is a clearly written, well-performed conversation that feels like a funny romantic comedy with serious undertones, as Lois asks Superman fair but tough questions about the ethics of his decision to end a coming war in a foreign land without the approval of the United States government. Good stuff. There are a number of well-executed, dialogue-driven scenes mixed with the explosive CGI battles, the existential drama and the laugh-out-loud cameos, and writer/director Gunn admirably focuses on showing Superman as the embodiment of the classic American immigrant story—but this first entry in the new DC Universe left me with a cinematic fast-food vibe. You enjoy the flavors well enough, but you’re left feeling as if you’ve consumed a familiar, empty-calorie (relatively) Happy Meal. Despite the sincere and strong performances by Corenswet and Brosnahan, and plenty of colorful turns by the talented supporting cast, the fantastical elements of the Gods and Monsters universe come across as leftovers from Gunn’s “Guardians of the Galaxy” films and the battle sequences feel like fast-edited, unoriginal copies of fight scenes from dozens of other superhero movies. We’re left with a decent but not great take on “Superman” that, at times, will remind you of the 1978 version, but doesn’t quite match it for pure pop entertainment value. As for Corenswet, he makes for a charming Superman, but he can’t quite match the movie star power of Christopher Reeve, nor does he have the unsettling, laser-focused ferocity of Henry Cavill. We’ve had nearly a dozen versions of Superman on screens big and small through the decades—and for that matter, about the same number of Lex Luthors. This latest version makes for enjoyable-enough popcorn entertainment, but ultimately leaves us wondering: was it even necessary?

Superman
Action
130 minutes · PG-13 · 2025
Richard Roeper
July 8, 2025
5 min read
(Adaptado de ROEPER, Richard. Superman. In RogerEbert.com (ONLINE), 8 jul. 2025.)
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