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( ) O advérbio de intensidade MUITO, se deslocado para junto do verbo “cansar” (cansa muito), altera a informação expressa no título, enfatizando a ideia de que “Pensar” é, em si, uma atividade cansativa.
( ) Em: “Foi o que descobriu um grupo de cientistas franceses, que monitorou os cerébros de 40 voluntários enquanto eles realizavam versões fáceis ou difíceis do mesmo teste”, o pronome ELES tem como referente a expressão “um grupo de cientistas franceses.”
( ) No título, a posição em que ocorre o advérbio REALMENTE pode gerar ambiguidade estrutural e semântica, admitindo ser considerado um adjunto/focalizador, cujo escopo é o verbo “cansar”; ou um adjunto oracional/modalizador, denotando uma opinião, leitura mais provável.
( ) Nas duas orações que iniciam o texto, os termos FRESCURA, IMPRESSÃO e REAL, usados como predicativo, na caracterização do fenômeno descrito pertencem todos à mesma classe – a dos adjetivos.
A sequência de avaliação CORRETA é:
“A Covid-19 alterou para sempre a dinâmica corporativa, normalizou o home office e escancarou a necessidade de priorizar o bem estar”.
( ) No sub-título, os adjetivos RUIDOSA e INUSITADA adjuntos de “tendência” e “alternativa”, na caracterização do quiet quitting, reforçam a obscuridade ou incerteza do novo conceito e o fato de ser um fenômeno que chama a atenção.
( ) Os substantivos MÁXIMA e CONCEITO, no parágrafo que inicia o texto, funcionam como recursos de referência, encapsulando o conteúdo expresso na citação que abre o texto: o trabalho como algo dignificante/edificante.
( ) O uso do adjetivo RECAUCHUTADO, em “o conceito, ressalve-se, é recauchutado”, referindo-se ao quiet quitting, favorece a inferência de que a discussão em torno do fenômeno está propensa a falhar.
( ) O último parágrafo faz menção à insatisfação dos entrevistados por Veja em relação ao quiet quitting, o que é justificado por duas estruturas causais que sinalizam o fato de a iniciativa do engenheiro Zaid Khan motivar a inquietação dos seguidores, levando-os a abandonarem os empregos.
A sequência de avaliação CORRETA é:
95% DOS PLANTADORES de maconha na Califórnia fecharam o ano passado com prejuízo, segundo levantamento da empresa New Leaf Data Services, que monitora o mercado da cannabis. Depois que esse estado americano legalizou o uso recreativo da erva, em 2016, houve uma corrida para explorá-la comercialmente: e, devido ao excesso de oferta, o preço do produto despencou (só em 2022, a queda foi de 35%). (BG)
Indique a alternativa em que a explicação fornecida na proposição NÃO se aplica ao recurso em foco.
Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, a ação pedagógica deve ter como foco a alfabetização, a fim de garantir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas diversificadas de letramentos. Como aponta o Parecer CNE/CEB n.º 11/201029, "os conteúdos dos diversos componentes curriculares [...], ao descortinarem às crianças o conhecimento do mundo por meio de novos olhares, lhes oferecem oportunidades de exercitar a leitura e a escrita de um modo mais significativo" (BRASIL, 2010).
De acordo com a BNCC, ao longo do Ensino Fundamental - Anos Iniciais, a progressão do conhecimento ocorre pela:
As reformas Capanema que ocorreram entre 1942 e 1946 deram continuidade ao processo de estruturação/reestruturação do ensino brasileiro que resultou posteriormente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional em 1961 (SAVIANI, 2007). A partir de 1945, foi iniciada sua fase de redemocratização do país, que sofre pressões internas por parte de militares apoiados por grupos das classes médias e das classes dominantes ligadas ao capital norte-americano (ABDULMASSIH, 2004). O modelo de supervisão americano que teve uma maior perpetuação no Brasil.
PRÁTICA COTIDIANA DO SUPERVISOR ESCOLAR: UMA ANÁLISE - Amanda de Albuquerque Queiroga Fonte: https://repositorio.ufpb .br/jspui/bitstream/123456789/3869/1/AAQ10092013.pdf
Esse modelo foi criado no final o século XVIII como:
Por formação continuada ou contínua entendemos aquela que se dá ao longo da carreira profissional após a aquisição da certificação profissional inicial. Vale ressaltar, porém, que não a concebemos somente como o somatório de cursos ou eventos de formação, mas, sobretudo, como reflexão sobre a própria prática, reflexão esta articulada com as dimensões econômicas, sociais, políticas e culturais mais amplas em que essa prática se insere.
Cavalcante, L. I. P. (2007). Formação continuada, profissionalização docente e a complexidade de ser professor. In: Ghedin, E. (Org.). Perspectivas em formação de professores. Manaus: Editora valer.
A partir dessa perspectiva teórica, é CORRETO afirmar que:
Segundo o Portal da UNESCO, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo vive com alguma forma de deficiência, destas, quase 93 milhões são crianças. No Brasil, são 45,6 milhões de pessoas, que representam quase 24% da população brasileira com algum tipo de deficiência.
Fonte: https://pt.unesco.org/fieldoffice/brasilia/inclusive-education
O Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Especial, considerando a Constituição Federal de 1988, que estabelece o direito de todos a educação; a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, de janeiro de 2008; e o Decreto Legislativo nº 186, de julho de 2008, que ratifica a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), institui as Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado - AEE na educação básica, regulamentado pelo do Decreto nº 6.571, de 18 de setembro de 2008.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view= download&alias=428-diretrizes-publicacao&Itemid=30192
Acerca dessa temática, é CORRETO afirmar que:
Historicamente, o discurso de democratização permeia a sociedade marcada pela divisão de classes sociais, na qual a grande maioria da população sobrevive com renda inferior ao padrão de vida idealizado como necessário para sua sobrevivência, convivendo com uma pequena minoria detentora do poder. Na educação não é diferente: há muito tempo, o discurso sobre mudanças tornou-se um dos temas mais discutidos.
A SUPERVISÃO ESCOLAR NO PROCESSO EDUCATIVO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA: BUSCA DE RE-SIGNIFICADO PARA SUA PRÁTICA NO ESTADO DO PARANÁ - Vilze Vidotte Costa
Fonte: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/96389/costa_vv_ me_mar.pdf?sequence=1
Interessante lembrar, segundo alguns autores, que embora a Supervisão Escolar no Brasil tenha surgido ainda na Primeira República, sob os moldes da Inspeção, a função de Supervisor propriamente dita só veio a se estabelecer:
A área da Supervisão Educacional vem ganhando diferentes contornos no decorrer do seu processo histórico, suas funções/atribuições foram sendo modificadas de acordo com as transformações ocorridas em âmbito social, político, econômico e educacional. Nesse contexto, julgue as afirmações que seguem:
I. A história da Supervisão Educacional surgiu antes das políticas públicas que institucionalizaram esta profissão, já que estudos trazem à tona que essa profissão sempre acompanhou os processos educativos, mesmo que de forma subentendida.
II. Nos dias atuais, percebe-se o uso dos termos Supervisão Educacional e Coordenação Pedagógica, estes são dois elementos compreendidos por muitos sujeitos como termos sinônimos, ou seja, na literatura que debate esses temas, muitas vezes, encontra-se o mesmo conceito para caracterizar a Coordenação e a Supervisão Escolar.
III. Na perspectiva do sistema de produção capitalista, a escola passa a ser compreendida como uma empresa e a Supervisão Educacional, enquanto profissão, surge no espaço escolar com o objetivo de inspecionar e fiscalizar o trabalho educativo.
É correto o que se afirma em:
"Sabemos que na nossa sociedade globalizada, a inclusão e aceitação das diversas camadas sociais e bagagens culturais não é feita de forma plural, que impostas pelas ideias etnocêntricas e o poder político-econômico conquistado ao longo dos tempos, reduziu a guetos diferentes classes e grupos sociais. Porém, nos últimos anos algumas práticas interculturais de educação têm tentado resgatá-las e integrá-las a todas as camadas sociais".
INTERCULTURALIDADE: UMA EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE - Isabela Vieira Barbosa Fonte:https://bu.furb.br/soac/index.php/sip/xiiisip/paper/viewFile/2062/520
Sobre essa temática, é CORRETO afirmar que:
O desenvolvimento profissional docente é um campo de conhecimento muito amplo e diverso, do qual tentámos mostrar algumas das suas ideias gerais. Aprofundar requer uma análise mais pormenorizada dos diferentes processos e conteúdos que levam os docentes a aprender a ensinar. E não existe apenas uma resposta a esta questão. Mas, seja qual for a orientação que se adote, é necessário que se compreenda que a profissão docente e o seu desenvolvimento constituem um elemento fundamental e crucial para assegurar a qualidade da aprendizagem dos alunos.
Fonte: MARCELO, C. Desenvolvimento profissional docente: passado e futuro. Sísifo - Revista de Ciências da Educação, Lisboa, n. 8, p. 7-22, jan./abr. 2009b.
Nesse contexto, julgue as afirmativas a seguir:
I. Nessa perspectiva, as atividades de desenvolvimento profissional docente devem ser realmente significativas, promovendo um distanciamento entre teoria e prática, para que a formação continuada contemple as experiências dos profissionais, prioritariamente no âmbito da escola, podendo socializar os avanços e as dificuldades lhes proporcionando reflexões sobre sua prática, num espaço coletivo de aprendizagem.
II. Os processos de transformação nos âmbitos de ensino exigem o envolvimento e dedicação efetiva dos professores. O desejável é ter espaços e formações dentro dos contextos de ensino que possibilitem discussões significativas que levem os profissionais a um processo de análise e desenvolvimento de ações significativas e criativas, buscando transformações em disformidade com as necessidades da contemporaneidade.
III. Através da formação continuada, o processo de aprendizagem e desenvolvimento do professor se torna constante, oportunizando-o a refletir e aperfeiçoar as suas práticas pedagógicas e também de promover o protagonismo de seus alunos, potencializando, assim, o processo de ensino e aprendizagem. O processo de desenvolvimento profissional na atualidade deve abordar o desenvolvimento de um novo professor.
É correto o que se afirma em:
Os princípios democráticos que sustentam a ideia de gestão democrática exigem que toda a comunidade escolar exerça um papel participativo nas relações cotidianas, tanto no que se refere à análise teórico-filosófica, quanto ao planejamento coletivo das ações de curto, médio e longo prazo.
Todos, indistintamente, possuem um papel coletivo e particular para que se garanta uma prática educacional e pedagógica afinada com os fundamentos filosóficos que dão contorno à escola.
Fonte: Gestão Democrática e Participativa: em busca da ação coletiva. Anna Augusta Sampaio de Oliveira https://acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/ 155278/1/unesp-nead_reei1_d03_texto01.pdf
A participação e democratização das relações na escola são frutos da própria historicidade das práticas sociais e educacionais e um dos instrumentos que propiciam a organicidade à escola é o:
O supervisor escolar faz parte do corpo de professores e tem a especificidade do seu trabalho caracterizado pela coordenação - organização em comum - das atividades didáticas e curriculares e a promoção e o estímulo de oportunidades coletivas de estudo.
No contexto brasileiro, a supervisão se apresenta como uma prática relativamente recente. Remonta aos anos 70 e surgiu no cenário sócio-político-econômico, historicamente, como a função de controle.
A supervisão passa de escolar, como é frequentemente designada, à pedagógica e caracteriza-se por um trabalho de assistência ao professor, em forma de planejamento, acompanhamento, coordenação, controle, avaliação e atualização do desenvolvimento de processo de ensino e aprendizagem.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Olhar o mundo a partir do ponto de vista da criança pode revelar contradições e uma outra maneira de ver a realidade. Nesse processo, o papel do cinema, da fotografia, da imagem, é importante para nos ajudar a constituir esse olhar infantil, sensível e crítico. Atuar com as crianças com esse olhar significa agir com a própria condição humana, com a história humana.
A INFÂNCIA E SUA SINGULARIDADE - Sonia Kramer.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/ensifund9anobasefinal.pdf
A partir dessa perspectiva teórica, é CORRETO afirmar que:
Ao tratarmos sobre o uso social da linguagem, faz-se necessário antes de tudo definir os conceitos de alfabetização e letramento. Partimos, então, do pressuposto abordado por Soares (2002) de que alfabetização e letramento são dois processos distintos e da sua compreensão dependerão os caminhos a serem percorridos para a formação de leitores que compreendam os significados de textos.
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: AS CONCEPÇÕES DOS ACADÊMICOS DE LICENCIATURA DA UFMS/CAMPUS DO PANTANAL - Bruno Marini Bruneri poadds/stes/6611/2011805/BBunnoMMariniBBrunerpdd o/mestrado-doutorado-educacao/wp-content/uploads/sites/61/2018/05/Bruno-Marini-Bruneri.pdf
Levando em consideração a alfabetização na perspectiva do letramento, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A palavra Alfabetização em seu sentido próprio é o processo de aquisição da "tecnologia da escrita", isto é, do conjunto de técnicas - procedimentos, habilidades - necessárias para a prática da leitura e da escrita: as habilidades de codificação de fonemas em grafemas e de decodificação de grafemas em fonemas, isto é, o domínio do sistema de escrita (alfabético, ortográfico).
(__) Para não reduzir a alfabetização a um mero mecanismo de codificação e decodificação, o conceito de alfabetização pode ser compreendido como um sistema mais amplo, ou seja, como um processo de compreensão e expressão de significados morfológicos, sintáticos e semânticos da língua escrita "não se escreve como se fala, mesmo quando se fala em situações formais; não se fala como se escreve, mesmo quando se escreve em contextos formais".
(__) Alfabetizar é entendido como fazer com que o educando compreenda as convenções do código alfabético, decifrando as estruturas arbitrárias da escrita, por meio do desenvolvimento de competências e habilidades de análise estrutural das palavras como reflexão metalinguística.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: