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Depreende-se do texto que os Estados laicos surgiram com a aceitação tanto da liberdade religiosa quanto da liberdade política.
O emprego do sinal indicativo de crase em “à livre consciência individual" (L. 19) justifica-se pela regência do termo “adesão" (L. 18) e pela presença de artigo feminino.
Depreende-se do texto que, para o narrador, Nicolau comportava-se de forma exemplar na câmara, embora não demonstrasse vocação política.
Na linha 19, o autor emprega o sinal de dois-pontos para introduzir mais uma especulação do narrador a respeito do ponto de vista de Nicolau acerca do fato ocorrido após a dissolução da assembleia.
Subentende-se das relações de sentido estabelecidas no texto que a expressão “essa conjetura" (L.19) se refere à hipótese apresentada pelo narrador de que Nicolau era favorável à dissolução da assembleia.
O adjetivo “augusta" (L.14) é empregado no sentido de vil, evidenciando a ironia típica dos textos de Machado de Assis.
O referente dos elementos “o" (L.13) e “seu" (L.14) é Nicolau.
A substituição de “não obstante" (L.12) por no entanto manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.
O termo “balofo" (L.9) expressa uma característica do sujeito da oração na qual esse adjetivo é empregado.
Seriam desrespeitadas as regras gramaticais caso se substituísse, na expressão “à custa de" Ll.4), o vocábulo “custa" por custas.
A substituição de “por que" Ll.2) por já que, antecedida de vírgula, manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.
O vocábulo “metaforicamente" (L.5) é empregado em referência à relação de significado estabelecida entre a expressão custar o sangue e o sacrifício que a frequência à câmara representava para Nicolau.
Nos trechos “que de fato desprezava" (L.7) e “que ensinamentos tirei da leitura" (L.22), o elemento “que" recebe a mesma classificação morfossintática.
No trecho “a morte, da nossa" (L.11), a vírgula foi empregada para indicar a omissão do vocábulo “vontade".
As opiniões conflitantes de Montaigne acerca do suicídio revelam, para o narrador, que esse autor é contraditório.
Da leitura do texto infere-se que o ato de chorar, para o narrador, era uma forma de punição, visto que tornava o sofrimento de sua alma mais intenso.
A substituição da forma verbal “tornava" (L.21) por tornasse preservaria as regras gramaticais bem como a coesão e a coerência do texto.
A substituição da locução “a fim de" (L.16) por para manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.


