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I. Informar os órgãos competentes sobre o deslocamento irregular de bens culturais dentro do país ou para o exterior.
II. Executar programas de treinamento e especialização voltados à Museologia e à Museografia.
III. Restaurar peças pertencentes ao acervo de instituições museológicas, danificadas pelo tempo ou por acidentes.
É atribuição do Museólogo o que se indica em
2025-078 Utensílio doméstico Candeeiro de querosene Vidro, ferro fundido, latão Iluminação artificial
A informação que não consta no registro acima é
1. Integração
2. Mediação
3. Intercâmbio
( ) Diferentes tipos de dados são unificados em um mesmo modelo, como juntar registros de fósseis, minerais e documentos de expedições científicas.
( ) Dados padronizados são compartilhados entre instituições, como quando um museu geológico exporta informações de seu acervo em uma plataforma internacional.
( ) O modelo permite que dados de um museu de mineralogia e de uma biblioteca possam ser compatibilizados sem trocar seus sistemas originais.
Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada.
Assinale a opção que exemplifica exercício irregular da profissão.
( ) Um termo restrito corresponde a um conceito que só pode ser utilizado por pessoas com autorização específica.
( ) Cada conceito deve ser representado por um único termo, a fim de evitar ambiguidades e sinônimos que gerem confusão.
( ) O código UP (“Usado Por”) marca a utilização de um termo inadequado e indica a substituição a ser feita.
As afirmativas são, respectivamente,
O museólogo, no exercício de sua profissão, tem como uma de suas atribuições a documentação de acervos, sendo assim fundamental a participação do profissional na realização dos procedimentos (tratamentos) para construção da documentação museológica de acervo geocientífico. Porém, essa tipologia de acervo requer a contribuição do geocientista, principalmente o geólogo, na realização de procedimentos como a pesquisa geológica, na identificação e descrição das amostras como rochas, minerais, entre outros.
REIS, E. P.; MASCARENHAS, F. A. C.; BALLARDO, L. M. “Documentação museológica em coleções de Geociências: o caso do Museu Geológico da Bahia”. Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 14, n. 2, set. 2023/fev. 2024.
Com base nisso, é correto afirmar que a
I. Espontâneo, dado que surge naturalmente do uso livre da linguagem pelos autores e pesquisadores.
II. Dinâmico, posto que deve ser atualizado conforme as mudanças e a evolução das áreas do conhecimento.
III. Normalizador, já que serve como instrumento de padronização na organização e recuperação da informação.
É característica do vocabulário controlado o que se indica em:
O conhecimento sobre as rochas, seu contexto evolutivo e sua importância necessitam ser mais difundidos junto ao público em geral em benefício do desenvolvimento sustentável. A introdução do tema, de forma interativa, em museus de ciência é uma forma de despertar o interesse e a curiosidade das pessoas para a compreensão da evolução geológica da Terra e de conceitos como geodiversidade, patrimônio geológico e geoconservação.
MACHADO, M. M. M.; RUCHKYS, U. A. “Valorizar e divulgar a geodiversidade: estratégias do Centro de Referência em Patrimônio Geológico – CRPG/MHNJB/UFMG”. Geonomos, v. 18, n. 2, 2010.
Assinale a opção que traduz corretamente o que é expresso no trecho acima.
Assinale a opção que indica um traço distintivo do tesauro.
( ) O estudo de um acervo mineral pode incluir, além da classificação geológica, as investigações sobre como a exploração desses recursos impactou o desenvolvimento econômico de determinada região.
( ) Em coleções de arte sacra, a pesquisa museológica pode envolver diálogo entre museólogos e teólogos, buscando compreender o significado religioso das peças em seus contextos originais.
( ) Em acervos etnográficos, a pesquisa museológica deve priorizar a neutralidade científica, realizando a análise material dos objetos e deixando a construção de significados como papel do público.
As afirmativas são, respectivamente,
I. As atividades de pesquisa são fundamentais para a identificação e caracterização dos bens incorporados ao acervo, bem como dos ainda não incorporados;
II. A pesquisa nos museus está voltada à produção de material científico e evita interferir nas incumbências administrativas, como as políticas de aquisições e descartes;
III. Os museus devem promover estudos diagnósticos sobre a participação do público e avaliações periódicas para melhor atender às necessidades dos visitantes.
É correto o que se afirma em
I. Solicitar o tombamento de bens culturais e o seu registro em instrumento específico.
II. Determinar o espaço museológico mais adequado para a exposição e a conservação das coleções.
III. Prospectar e escavar sítios arqueológicos para determinar valor museológico dos achados.
Está correto o que se afirma em
Adaptado de: MANO, Sonia, et.all. Museus de ciência e seus visitantes no início do século XXI: estudo longitudinal da visitação espontânea de cinco instituições da cidade do Rio de Janeiro. Anais do Museu Paulista, vol. 30, e3, 2022, p. 21.
Com base nos dados do gráfico sobre o nível de escolaridade dos visitantes de museus de ciência no Rio de Janeiro, analise as afirmativas a seguir, e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.
( ) A predominância de visitantes com ensino superior no Planetário pode ser explicada por sua localização, na zona sul da cidade, que evidencia a relação entre escolaridade e renda.
( ) A presença de visitantes com ensino fundamental e médio nos museus pode ser atribuído às ações educativas museológicas realizadas em parceria com as escolas.
( ) A presença crescente de visitantes com ensino superior nos museus é um fenômeno recente, que pode ser atribuída à nova percepção desses espaços como gerador de capital cultural.
As afirmativas são, respectivamente,
Adaptado de: https://www.gov.br/museus/pt-br/centrais-deconteudo/publicacoes/guias-e-manuais/acervos-digitais-nos-museus.pdf
Assinale a opção que apresenta corretamente o impacto do paradigma digital nos museus e em seus diversos públicos.
Assinale a opção correta que explica a relação entre o caráter imaterial da festividade e seus objetos materiais.
O setor educativo do museu ampliou meu conhecimento, porque falaram sobre as comunidades, o saneamento, a saúde e como a Fiocruz também impactou essa área. Eu acredito que o Oswaldo Cruz pensava assim: “A gente precisa mudar isso, não dá para ficar só fabricando e vendendo remédio o tempo todo, enquanto as pessoas continuam ficando doentes por causa do saneamento precário, má alimentação e baixa imunidade”. Isso mudou muito meu jeito de ver o assunto.
Adaptado de Lima, Jully Anne; José Roberto Bernardo. Ação educativa e prática social: possibilidades didáticas em museus de ciências. Rev. Diálogo Educ. vol.21 no.69, 2021, p. 532.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente um elemento orientador das atividades educativas nos museus de ciências.
Um museu recebeu recentemente um artefato arqueológico repatriado: uma ponta de flecha em pedra lascada, tecnologia utilizada para caça, pertencente à tradição Umbu, cultura que habitou a região sul do Brasil há aproximadamente treze mil anos. Trata-se de um bem cultural com valor museológico, de autoria desconhecida e sem datação precisa. O artefato passa agora a integrar o acervo da instituição, e o museólogo responsável foi incumbido de realizar seu registro documental e inseri-lo no sistema de gerenciamento do acervo.
Analise as afirmativas sobre os elementos descritivos que devem ser considerados para a identificação do bem cultural musealizado e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( )O museólogo deve elaborar um resumo descritivo, informação obrigatória que sintetiza as características do objeto, neste caso lítico, e indique sua função original, ligada à caça.
( ) O museólogo pode criar um número de registro, informação facultativa que facilita seu trabalho na identificação individual, controle e organização do objeto dentro do acervo, que, neste caso, deve ser especializado em artefatos geológicos.
( ) O museólogo pode atribuir um título ao objeto, informação facultativa que consiste na denominação conferida pela instituição, já que, neste caso, o autor original da obra não pode ser identificado.
As afirmativas são, respectivamente,
Rui Barbosa e seu exemplário cívico andavam entregues as baratas? Seu automóvel, exposto no saguão da Caixa Econômica, está provocando a revivescência de sua glória. Quem ali vai para a exposição comemorativa do cinquentenário do falecimento do Conselheiro, ou apenas para tratar da vida, e dá de cara com o veículo, fica fascinado. O automóvel está vazio? Carece um pouco de imaginação para descobri-lo. Mas tudo está ali dentro. Aparentemente, os curiosos admiram um fóssil automobilístico, na inevitável comparação mental com os modelos de hoje. Não percebem que da contemplação passam a meditação interrogativa. Que espécie de homem seria este, que usara tal carro? Seria um monarca, um potentado do petróleo, um guerreiro prussiano, um sumo-sacerdote? Os objetos da exposição postos astuciosamente ao redor, encarregam-se de responder “não, senhor. Trata-se de um advogado militante”. O envolvimento do observador pela figura mítica opera-se através de dados desconcertantes. Fotos ampliadas mostram que era cercado de multidões, carta manuscrita do presidente Afonso Pena comunica a Rainha da Holanda seu apreço por ele, painéis mostram seus triunfos morais. O fato é que o basbaque, sem perceber, passa da contemplação do monstro de rodas para o conhecimento visual do fenômeno Rui, numa exposição que reúne o doméstico ao mundial e documenta a estranha mistura de grandeza e fragilidade de um destino humano.
Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. “Rui e o carro n.833”. Jornal do Brasil, 15 de novembro de 1973, p. 5.
Com base na interpretação de Drummond sobre a exposição, assinale a opção que apresenta corretamente uma estratégia utilizada para atrair visitantes.
No Brasil, o exemplo mais contundente desse novo processo museológico se deu com a criação do Museu da Favela, na favela da Maré, cidade do Rio de Janeiro, fruto da reivindicação dos próprios moradores locais. Outro exemplo digno de registro, que revela a importância da necessidade de preservar nossa diversidade étnica e cultural no contexto de uma política museológica, é a criação de diversos museus em comunidades indígenas no Ceará.
Fonte: Legislação sobre museus [recurso eletrônico]. – 2. ed. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013, p. 14.
Com base na leitura, assinale a opção que apresenta corretamente a proposta dessas iniciativas museais.
As exposições de última geração, também denominadas como pentadimensionais ou como hipertextuais, têm a pretensão de dissolver os papéis de enunciador e enunciatário, pois, em sua estrutura, essas exposições vão além da participação ao introduzirem o elemento criação. Associada à interatividade está a possibilidade de o usuário redefinir a exibição. Isso não significa que as posições de enunciador e enunciatário se anulem, e sim que serão minimizadas as relações de poder de quem tem a iniciativa e de quem recebe a mensagem expositiva. A pentadimensionalidade é a soma das dimensões possíveis em uma exposição: a tridimensionalidade da cultura material e do espaço físico, a participação cognitiva como uma quarta, e a criatividade como a quinta dimensão. A hipertextualidade refere-se à estrutura conceitual dessas exposições que permite múltiplas conexões por parte do público. Ao fazer as suas escolhas e traçar o seu percurso, ele escreve o seu próprio discurso, é autor e enunciador. O museu, então, é enunciatário.
Adaptado de CURY, M. X.: Comunicação e pesquisa de recepção: uma perspectiva teórico-metodológica para os museus. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 12 (suplemento), 2005, pp. 368-369.
Considerando as perspectivas abordadas no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente práticas de comunicação museológica voltadas ao público visitante.